Arquivo de novembro, 2011

Sonic Desempregado – Metroid (S01E09)

Publicado: 24/11/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Humor, Vídeos
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Tails arranja um novo trampo para Sonic, desta vez como “acompanhante de executivos”, mas o ouriço tem uma desagradável surpresa ao conhecer a sua pretendente. Saiba quem é assistindo ao nono episódio de “Sonic Desempregado”.

No oitavo episódio de “Sonic Desempregado”, nosso herói está encarregado de guiar uma carroça de colonos no clássico jogo Oregon Trail, passando pelo velho oeste e encontrando índios “mortíferos”.

 

Desta vez Sonic é contratado para trabalhar em uma rede de lanchonete especializada em hambúrgueres, tendo que atender o pedido de um cliente muito chato.

A minhoca Earthworm Jim contrata os serviços de Sonic para ficar de olho no seu peixinho Bob, mas para variar as coisas não saem como o esperado. Assista ao sexto episódio de “Sonic Desempregado” abaixo:

No quinto episódio de “Sonic Desempregado”, o ouriço e Tails são contratados como locutores das lutas de Street Fighter. Tudo ia bem até a chegada de um Robotnik muito louco para estragar tudo.

O desespero e a falta de grana é tanta que Sonic não vê outra alternativa a não ser trampar com o seu velho arqui-inimigo Robotnik (ou seria Dr Eggman?). E o que o vilão quer que o ouriço faça para ele? Coisa boa certamente não é.

No terceiro episódio de “Sonic Desempregado”, vamos assistir o nosso herói trabalhando ao lado dos alienígenas Toe Jam e Earl aniquilando humanos. O que pode acontecer de errado desta vez? Assista e confira:

No segundo episódio de “Sonic Desempregado”, o ouriço vai para os ringues de boxe enfrentar a lenda Mike Tyson, no jogo Punch Drunk. Como será que isso vai acabar? Veja abaixo:

“Sonic for Hire” (ou Sonic Desempregado) é uma série de vídeos que mostra o famoso ouriço arrumando empregos alternativos (sugeridos por Tails), após perder o seu reinado no mundo dos games. Sonic topa qualquer coisa para conseguir uma grana, aparecendo em vários outros games da Sega. Neste primeiro episódio Sonic vai trabalhar como entregador de jornal no clássico Paperboy:

Que coisas boas a Guerra do Golfo nos trouxe? Com certeza uma delas foi Desert Strike: Return to the Gulf. Vamos agora relembrar de um verdadeiro clássico  dos 16 Bits, um game que veio como não quer nada e acabou transformando-se em um grande sucesso comercial. Criado por Mike Posehn, foi lançado em diversos consoles através dos anos, mas com certeza em nenhum console fez tanto sucesso e teve tanto impacto como as incríveis versões para o Mega Drive, onde os três primeiros títulos foram lançados com um imenso sucesso.

Lançado pela hoje gigante Eletronic Arts, que naquela época galgava os passos para o mundo dos games e era uma das principais softhouses que davam suporte à Sega e aos seus consoles (principalmente com os games de esporte e corrida). A EA é hoje uma das mais conceituadas sotfhouses do mundo, uma grande vitória levando em conta que ela é 100% americana e não mais uma papa-niqueis japonesa.

Mas deixando a história da EA para uma outra oportunidade, vamos nos ater ao Desert Strike, o primeiro game de cinco sequências (três nos 16 Bits e dois na geração seguinte), sendo as três primeiras, as dos 16 Bits, as mais famosas. Lançado em 1992, Desert Strike chegava como um título de peso para a galeria de games do Mega Drive. (mais…)


Zelda sempre foi um game que fez muito sucesso nas plataformas Nintendo, especialmente The Legend of Zelda: A Link to the Past, lançado em 1991 para o Super Nintendo. Eis que em 1994 sairia um clone de Zelda para o Mega Drive, chamado Crusader of Centy (ou Soley como era conhecido na Europa ou Ragnacenty, no Japão). Ele foi produzido pela NexTech (a mesma do incrível Ranger X – aguardem análise para em breve) e publicado pela Sega no Japão e Atlus em outros países.

Ele segue o estilo RPG-Ação bem parecido com o excelente Beyond Oasis e mais ainda com Zelda, no qual foi descaradamente copiado inspirado. E qual o problema disso? Nenhum! Crusader of Centy pode ter alguns elementos de Zelda, mas com certeza tem o seu estilo e carisma próprios, que irá agradar aos gamers que curtem jogos antigos. (mais…)

Quando o Super Nintendo foi lançado nos Estados Unidos, não conseguiu abalar as vendas do Mega Drive (Genesis por lá) que dominava tranquilamente o mercado de 16 Bits. Mas com certeza o console da Nintendo tinha games exclusivos que deixavam os donos de Mega Drive com aquela “invejinha” básica, principalmente por causa da Konami, que nos primeiros anos do SNES lançou games como Contra III, Tartarugas Ninjas e Super Castlevania, franquias que todos amavam e eram exclusivos da Nintendo.

Mas felizmente, alguns anos depois a Konami começou a desenvolver jogos para o 16 Bits da Sega. Você já leu aqui no Canto Gamer a análise do excelente Castlevania Bloodlines. Agora chegou a vez de ler a análise de um dos melhores games da geração 16 Bits em uma produção pra lá de caprichada da Big K: Contra Hard Corps. (mais…)

No começo da era 16 Bits a Nintendo manipulava a maioria das grandes softhouses com contratos de exclusividade de games para as suas plataformas, fato que prejudicava bastante a Sega e o seu Mega Drive. Mas a festa acabou para a Nintendo quando encerraram com essa exclusividade e games antes vistos como da Nintendo, começaram a sair no 16 Bits da Sega, como Street Fighter 2, Tartarugas Ninjas e Castlevania.

E é justamente desse último que iremos falar nesta análise. Em 1994 os fãs do Mega Drive finalmente teriam um jogo inédito e exclusivo da série Castlevania em seu console, o Castlevania Bloodlines. Produzido pela Konami, foi o único título a sair para a plataforma, e apesar de não ser tão bom quanto o Super Castlevania IV do Super Nintendo, ele apresentava novidades interessantes que o seu concorrente não tinha. (mais…)

Conheça esse belo RPG inédito para Mega Drive

Você é jogador da geração 16 Bits? É fã dos RPGs oldschool como Phantasy Star IV, Final Fantasy VI e Breath of Fire? Então você vai adorar esse jogo aqui para o Mega Drive: Barver Battle Saga: The Space Fighter, ou como também é conhecido Brave Battle Saga: Legend of the Magic Warrior.

Mas peraí, você nunca ouviu falar desse jogo? Pois é, isso porque ele praticamente é um jogo INÉDITO para o 16 Bits da Sega. Ele é um jogo de produção taiwanesa “caseira” (ou pirata, como preferirem) no mesmo estilo de Beggar Prince (bem bacaninha) e Legend of Wukong (esse nem tanto), tambéms RPGs lançados tempos depois para o Mega Drive. Quer mais um? Que tal Ultimate Mortal Kombat Trilogy  – que possui “apenas” 57 personagens. (mais…)

– um fantástico jogo de RPG/Ação da era 16 Bits –

Temos mais um RPG “old school” chegando aqui nas páginas do Canto Gamer, e o escolhido é o formidável Beyond Oasis (também conhecido como The Story of Thor).

As análises de RPGs antigos (especialmente os da era 16 Bits) sempre são muito bem-vindas, pois vamo ser sinceros…. naquele tempo é que se sabia fazer bons RPGs de verdade, em que o mais importante era o fator diversão. Os RPGs de hoje em dia se perderam em algum lugar na evolução dos consoles (claro, temos algumas excessões). Felizmente temos o passado glorioso de videogames como o Super Nintendo e o Mega Drive para nos lembrar de uma época melhor (ou para aqueles mais novos ficarem conhecendo).

Sem dúvida nenhuma, o Super Nintendo era o REI dos RPGs, com uma vasta biblioteca que viraram grandes clássicos na história. Mas o Mega Drive também possuia algumas excelentes opções, como a série Phantasy Star (leia aqui análise), a série Shining Force e games isolados como Arcus Odyssey (leia análise) e o maravilhoso Landstalker (leia análise).

No final de 1994, época em que os 16 Bits começavam sua decadência, sairia para o Mega Drive mais um RPG genial: Beyond Oasis. Ele não era apenas mais um RPG, mas sim um jogo com inovações bem interessantes, com um estilo que misturava jogos como Aladdin (leia análise), Landstalker, com uma pitada de Streets of Rage (leia análise). (mais…)