Arquivo de dezembro, 2011

Seiya Seiya Senki: Prólogo do Gamer

Publicado: 22/12/2011 por Eduardo Farnezi em Artigos

Se você, leitor do Canto Gamer, é um apaixonado por animes e é da mesma geração que eu, fatalmente conheceu o antigo canal de TV “Manchete“.
Graças a esse canal, a enxurrada de animes de ação invadiu o Brasil, dando a oportunidade de nossa geração conhecer animação japonesa, coisa que boa parte do mundo já habituada estava.
Muitos foram os bons animes dessa época. Para citar apenas alguns vamos citar aqui apenas dois de meus favoritos da época: Yuyu HakushoShurato.
Graças a “Manchete“, pudemos posteriormente conhecer muitos outros fabulosos animes exibidos em outras emissoras, tais como Samurai X, Dragon Ball Z, Pokemon e muitos outros que não incluirei aqui pois a lista é enorme.

O percursor a quem devemos o sucesso e abundância de animações japonesas no Brasil teve sua primeira aparição na extinta “Manchete“. Por certo, o maior anime de todos os tempos em nosso país, bem como o de maior base de fãns instalado e o anime favorito de quem aqui vos escreve. O primeiro e único Cavaleiros do Zodiaco.

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“O retorno do que não necessariamente se foi!”

Publicado: 21/12/2011 por Eduardo Farnezi em Artigos
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Antes de mais nada, um salve a todos que acompanham o “Canto Gamer”!

Os que nos acompanham desde a concepção do blog devem ter notado que eu “sumi”.
Muitos compromissos tomaram meu tempo (faculdade, serviço, casório e afins) e eu tive de, apesar de termos, eu e o Márcio, acabado de anunciar nosso retorno ao mundo “online jornalístico gamer nerd” me afastar do blog.
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Lançado no Japão com o nome de “Road Blaster FX” e no resto do mundo como “Road Avenger”, esse seria mais um jogo trazido direto dos arcades dos anos 80 para uma das primeiras versões domésticas de jogos interativos, um estilo que fez muito sucesso no Sega CD. Feito originalmente pela saudosa Data East, a Wolf Team  trouxe de volta numa grande conversão que fez muito sucesso em seu lançamento. Esse jogo traz muitas boas lembranças, como a bela música cantada na abertura, o estilo do jogo à la “Mad Max”, com os mais variados tipos de carros, bandidos, caminhões e situações inusitadas para uma game de “corrida”.

Após seu lançamento em 1985 para arcades, o jogo teve versões para MSX, X68000, LaserActive, Saturn, PlaySTation, 3DO e mais recentemente foi convertido para celulares, pela empresa Revolutionary Concepts, que detém os direitos dos games da Data East (que faliu em 2003). E pasmen, um fã descobriu um jeito de portar o game para o Super Nintendo, mas isso é outra história, a review abaixo é sobre a versão de Sega CD, a mais famosa e popular entre os gamers.

 

assista a primeira fase do game abaixo

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Ah, nada como fazer a análise de um clássico dos 16 bits, ainda mais de um dos games mais bonitos e carregado de carisma que já apareceu no Mega Drive. Ristar é o game oldschool escolhido para a análise de hoje. Lançado em 1995, o título mostrava como personagem principal uma simpática estrela humanóide, que usa os seus longos braços para se locomover e combater os seus inimigos. Um jogo de plataforma sensacional, com gráficos lindos e coloridos, personagens charmosos e cenários com um design  ao melhor estilo dos jogos 2D de plataforma. Se você o achar meio parecido com os jogos antigos de um certo ouriço azul, não vai ser a toa, pois o jogo foi produzido pela Sonic Team, que naquela época estava no seu auge de criatividade.Yuji Naka, o “pai” do Sonic,  foi quem concebeu a ideia do personagem de Ristar, ainda na época em que a Sega procurava uma mascote, cargo que seria então preenchido por Sonic The Hedgehog (leia análise do game aqui). (mais…)

O Mega Drive foi com certeza o console de 16 Bits que mais teve jogos criativos e inovadores, só para citar alguns exemplos: Ecco the Dolphin, Comix Zone e ToeJam & Earl. Temos mais um game que pode entrar facilmente nessa lista, porém infelizmente ele não é muito conhecido e foi um lançamento (injustamente) obscuro para o console: Ranger-X.

Ele nunca foi tão famoso quanto os outros três citados, parte disso por culpa da Sega que não soube fazer um bom marketing do game na época. Ele foi produzido pela Gau Entertainment (a mesma de Crusader of Centy) e lançado em 1993 e é conhecido no Japão pelo nome Ex-Ranza. E apesar de ignorado por boa parte dos jogadores, é um game que apresenta uma jogabilidade extremamente diversificada e criativa, com gráficos incríveis e excelente trilha sonora. (mais…)

– a explosiva e emocionante conclusão da saga Phantasy Star –

Phantasy Star IV: The End of the Millennium  foi lançado em 1993 e uma palavra pode resumir esse jogo: Perfeição!  Com certeza o melhor RPG do Mega Drive e a obra-prima da Sega na série Phantasy Star. Sem brincadeira nenhuma, PS IV pode facilmente ser equiparado aos melhores RPGs do Snes da época, inclusive ganhando de longe de muitos deles (claro que alguns são insuperáveis no console da Nintendo).

 

Depois do não tão bem sucedido PS III, a Sega aprendeu a lição e resolveu dar um presente aos fãs. Chamou a equipe original de criação, encabeçados pela Rieko Kodama, e retomaram o estilo dos dois primeiros games da série. Muitos inclusive desconsideram os eventos de PS III (que realmente não tem grandes consequências na série em geral) e tomam PS IV como sucessor direto da saga de PS II. Mesmo a história oficial de PS IV se passa 1000 anos depois de PS II (e o PS III 2000 anos depois de PSII)..

Com incríveis 24 Mb de memória, PS IV tem tudo o que fez a série famosa e muito mais. Excelentes gráficos, um dos melhores já vistos em um RPG, cut-scenes  em sequência estilo quadrinhos, com belas imagens e art work da “mãe” da série, Rieko Kodama (que também dirigiu e cuidou de outras partes importantes na produção do game). Inclusive os labirintos eram pra ser em 3D, assim como no primeiro PS para Master System. Ficou curioso, dê uma olhada na foto abaixo como era pra ser.

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No quarto episódio de “Sonic Desempregado”, o ouriço e Tails questionam a amante de Mario para saber como devem lidar com os negócios do submundo do crime.

– o terceiro capítulo da saga não seguiu os padrões dos jogos anteriores e ficou abaixo da expectativa –

Phantasy Star III Generations of Doom foi lançado em 1990 e deu uma “mexida” na série, contando com uma equipe diferente de criação, o que certamente resultou em um jogo que fugiu dos padrões e estilos mostrados nos games anteriores. Muitos fãs consideram PS III a ovelha negra da série, com poucas coisas realmente interligadas ao resto da história em geral, parecendo mais uma “side-story” do que uma sequência. O que desagradou muitos fãs é que em PS III não há referências dos personagens ou acontecimentos anteriores, como se eles nunca tivessem existido.

Quando você começa o jogo, não parece ser um Phantasy Star, uma nova história e personagens são apresentados, cidades medievais e quase nada futurista, ficando longe da aventura épica sci-fi que foi PS II, não há menção de Alis, Dark Force (no início do game, depois ele aparece) ou qualquer outra coisa dos jogos anteriores. Outra ponto importante, os personagens não têm carisma e é difícil você se identificar com eles, não possuem um bom desenvolvimento e são bem sem graça, os únicos que se salvam são Mieu e Wren. A única coisa que tem alguma relação com os jogos anteriores é que em PS III se passa dentro de uma nave que carrega sobreviventes do planeta Palma, que explodiu em PS II, mas isso você descobre lá no final do jogo. (mais…)

Phantasy Star para Master System foi um grande sucesso e a Sega tratou logo de lançar uma continuação direta em seu novo videogame, o Mega Drive. Lançado em 1989, trazia a mesma equipe de criação do original (Rieko Kodama, Yuji Naka e “Bo”) e foi um dos primeiros RPGs a aparecer no console de 16 bits da Sega. Tornou-se um sucesso agradando aos fãs. Phantasy Star II vinha em um enorme (para a época) cartucho de 6 Mb. O game é reconhecido por ser o mais difícil da série, com labirintos longos e complicados e uma dificuldade acima da média.

Phantasy Star II nos apresenta mil anos depois da primeira aventura com Alis e seus companheiros para derrotar Dark Force, um cenário não muito diferente do original mostrado no Master System. Pouco foi mudado e tudo ainda ocorria no sistema de Algol e nos planetas de Palma, Motavia e Dezoris, no mesmo estilo fantasia/futurista que havia feito sucesso no jogo anterior. A história, agora mais complexa e com o dobro de personagens, com certeza irá agradar aos fãs de literatura de ficção científica (os quais eu destaco os grandes autores Isaac Asimov, George Orwell, Julio Verne, Frank Herbet, e claro, a série Star Wars – vale lembrar que naquela época os RPGs não tinham essa influência sci-fi como temos hoje). Alias, falando em Star Wars, o primeiro game lembra bastante o primeiro filme da trilogia clássica (o episódio IV) com Alis fazendo o papel de Luke Skywalker, uma jovem inexperiente que precisa derrotar o super vilão. Alguns personagens do jogo foram claramente tirados do filme. Já PS II segue o estilo do segundo filme (o episódio V), com um planeta de gelo igual a Hoth e as sondas imperiais (fotos abaixo) e um clima mais sombrio e pesado (como no filme). Poxa, eles detonaram o planeta mais importante do sistema Algol, Palma, matando uns 90% da população total. Isso sem dizer da morte de um dos personagens… e do grande segredo por trás de Rolf (segredão mesmo, tipo aquele quando Luke descobre que Vader é seu pai).

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Classic time  aqui no Canto Gamer! Existem alguns jogos que são inesquecíveis e que ficam na memória das pessoas mesmo após vários anos. E com certeza quem jogouOut of This World(também conhecido como “Another World”) em 1991, deve ter esse game em um lugar especial em suas memórias.

O título foi totalmente desenvolvido pelo game designer francês Eric Chahi, que criou um universo fantástico através de gráficos vetoriais, ao invés dos tradicionais sprites e uma narrativa em estilo cinematográfico (que lembra outros clássicos como “Karateka“  e “Prince of Persia“). “Out of This World” fez um grande sucesso na época, por apresentar uma proposta diferente, aproximando-se mais de uma obra artística do que comercial, virando uma espécie de game cult nos dias de hoje. (mais…)

O Rei do Pop em seu famoso game para o 16 Bits da Sega

Continuando com a nossa série de análises dos jogos do astro pop Michael Jackson, temos agora a versão mais conhecida do seu game Moonwalker, lançado originalmente para fliperamas. Produzido pela Sega e lançado em 1990, o jogo estrelado por Michael Jackson chegava ao 16 bits da Sega.

Bom, antes de começar a falar sobre o game, uma rápida contextualização da época. O Mega Drive (ou Genesis, como preferirem) chegou aos EUA no final de 1989 e foi um grande sucesso no país, em parte pela campanha de marketing bastante agressiva da Sega, para promover o console em território norte-americano.  E Moonwalker/Michael Jackson fazia parte dessas campanhas (além de outras celebridades da época), com vários comerciais na televisão e em revistas. Confiram abaixo um dos comerciais de Moonwalker para Mega Drive, que fazia parte da série “Genesis Does What Nintendon’t”.

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A lenda da dança e da música em versão para fliperamas nos anos 90

Invasão de Michael Jackson no Canto Gamer! Para comemorar o lançamento do seu game musical “Michael Jackson: The Experience”, que chegou para diversas plataformas, nós resolvemos fazer não apenas uma, mas TRÊS análises de games estrelados pelo grande ícone da música e da dança.

E para começar, nada melhor do que relembrar do fliperama “Michael Jackson’s Moonwalker”, lançado em 1990 e baseado no filme musical homônimo lançado pelo cantor em 1988. Nunca ouviu falar desse filme? Não se preocupe, daremos uma rápida recapitulada para contextualizar nossos leitores.

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Maziacs

Publicado: 06/12/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Análises, ZX Spectrum
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Caça ao tesouro nesse clássico do ZX Spectrum

Jogar games como Modern Warfare 2, Assassin´s Creed 2 e Resident Evil: The Darkside Chronicles é muito bom, mas nós aqui do Canto Gamer respeitamos o passado glorioso dos videogames, e é por isso que hoje teremos uma retro-análise especial: Maziacs.

Não conhece? Não sabe que bicho é esse? Tudo bem, é para isso que servem as retro-análises. Se você é gamer com os seus trinta e poucos anos, provavelmente deve se lembrar do game Maziacs. Ele foi lançado em 1983 (é, faz bastante tempo, antes da chegada do império Windows) para o computador ZX Spectrum, Commodore 64 e MSX.

Mesmo para os padrões da época, o game era bem simples. Você controla um boneco de palitinhos no labirinto dos monstros Maziacs em busca de tesouros. Você pode pegar comida pelo caminho para manter sua energia, encontrar prisioneiros e  espadas para poder duelar com segurança contra os Maziacs.

Simples não? Mas por incrível que pareça, Maziacs é um remake de outro jogo, Mazogs (esse era preto e branco, enquanto Maziacs era colorido), lançado em 1982 para o computador Sinclair ZX81, que não teve uma vida muito longa até ser substituído pelo ZX Spectrum.

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“Deixe o medo e o ego para trás. Focalize o seu ser em seus objetivos, aceitando a morte como uma possibilidade. Este é o caminho do Karateka”

Com estas honrosas palavras começa um clássico  dos anos 80. Vamos agora lembrar de um game que certamente irá trazer boas lembranças aos gamers “veteranos”  de plantão, um clássico old school: KARATEKA.

Você que curtia um computador em meados dos anos 80 ou que já estava ligado no mundo eletrônico, certamente deve se lembrar de Karateka, um game que marcou época e fez bastante “rebuliço” na imprensa especializada e nas comunidades de gamers. (mais…)

Sonic Desempregado – Peach (S03E03)

Publicado: 06/12/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Humor, Vídeos
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Sonic está procurando a Princesa Peach para que lhe dê umas dicas de como tocar o negócio de mafioso mdos games para frente. Será que ele vai encontrá-la? Assista ao terceiro episódio da terceira temporada de “Sonic Desempregado” abaixo: