Phantasy Star II – uma história épica scifi nesta bela sequência

Publicado: 07/12/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Análises, Mega Drive
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Phantasy Star para Master System foi um grande sucesso e a Sega tratou logo de lançar uma continuação direta em seu novo videogame, o Mega Drive. Lançado em 1989, trazia a mesma equipe de criação do original (Rieko Kodama, Yuji Naka e “Bo”) e foi um dos primeiros RPGs a aparecer no console de 16 bits da Sega. Tornou-se um sucesso agradando aos fãs. Phantasy Star II vinha em um enorme (para a época) cartucho de 6 Mb. O game é reconhecido por ser o mais difícil da série, com labirintos longos e complicados e uma dificuldade acima da média.

Phantasy Star II nos apresenta mil anos depois da primeira aventura com Alis e seus companheiros para derrotar Dark Force, um cenário não muito diferente do original mostrado no Master System. Pouco foi mudado e tudo ainda ocorria no sistema de Algol e nos planetas de Palma, Motavia e Dezoris, no mesmo estilo fantasia/futurista que havia feito sucesso no jogo anterior. A história, agora mais complexa e com o dobro de personagens, com certeza irá agradar aos fãs de literatura de ficção científica (os quais eu destaco os grandes autores Isaac Asimov, George Orwell, Julio Verne, Frank Herbet, e claro, a série Star Wars – vale lembrar que naquela época os RPGs não tinham essa influência sci-fi como temos hoje). Alias, falando em Star Wars, o primeiro game lembra bastante o primeiro filme da trilogia clássica (o episódio IV) com Alis fazendo o papel de Luke Skywalker, uma jovem inexperiente que precisa derrotar o super vilão. Alguns personagens do jogo foram claramente tirados do filme. Já PS II segue o estilo do segundo filme (o episódio V), com um planeta de gelo igual a Hoth e as sondas imperiais (fotos abaixo) e um clima mais sombrio e pesado (como no filme). Poxa, eles detonaram o planeta mais importante do sistema Algol, Palma, matando uns 90% da população total. Isso sem dizer da morte de um dos personagens… e do grande segredo por trás de Rolf (segredão mesmo, tipo aquele quando Luke descobre que Vader é seu pai).

 

Planeta Hoth? Império Contra Ataca? Não, PSII

A versão americana teve alguns problemas na sua tradução, e alguns nomes que eram compridos demais tiveram que ser encurtados ou trocados, gerando uma certa confusão. Algol por exemplo é chamado de “Algo”, Dezolis é “Dezo”, Motavia é “Mota” e Palma é “Palm”. Porém a maior mudança significativa foi com o personagem “Lutz”, que aparece na versão original americana do Master System com o nome de “Noah”. Lutz é o nome do personagem na versão japonesa. Um ponto que pode ter passado desapercebido para os mais desatentos. Nessa análise irei usar os nomes originais.

PS II era uma evolução natural do já excelente jogo original para Master System. Imaginem tudo de bom que o primeiro game oferecia, só que agora multiplicado por 2. Contava com um número maior de personagens, uma história mais longa  e labirintos mais detalhados (e difíceis). Os personagens são bem cativantes e você logo se identificará, entre eles a Nei (uma das mais memoráveis personagens de RPGs), com certeza a mais carismática de todos e que ganhou a admiração imediata dos fãs da série, introduzindo uma nova raça entre os personagens selecionáveis, os numanos. A Nei lembra muito a Aeris de Final Fantasy VII em muitos aspectos, possivelmente Aeris teve algumas influências de Nei “emprestadas” pela Squaresoft (PSII saiu quase uma década antes de FF VII). Alguns o consideram como o primeiro grande épico dos videogames, com uma história criativa (que para os padrões de hoje seria clichê) com um enredo envolvente, um jogo que estava à frente da sua época. Pelo que eu sei, é um dos primeiros games a ter uma morte trágica de um dos personagens principais, o que mexeu com emoções com vários fãs (mais ou menos como quando aconteceu com Aeris).

Para jogá-lo não é preciso conhecer o primeiro jogo, mas seria bom se o conhecesse, pois há muitas referências e ligações com o Phantasy Star I. Leia a review dele aqui.

A História

No início… em algum lugar desse infinito espaço existe o sistema estelar de Algol. Em volta da sua estrela, existem três planetas: Palma, Motavia e Dezoris. O mais próximo do sol é Palma, o centro econômico e intelectual do sistema. Filósofos e líderes vivem aqui, do alto de suas torres, isolados do burburinho da vida cotidiana. O próximo planeta é Motavia, a jóia brilhante. Este planeta, uma vez desértico e descolonizado, é agora um fértil planeta fazenda, um paraíso tropical azul e verde, pacífico e próspero, tudo graças ao supercomputador Mother Brain.. Em Motavia todos têm o que desejam. Ninguém precisa trabalhar duro – ou até mesmo nem trabalhar. Dezoris é o planeta mais afastado, e o mais misterioso. Pouco se sabe sobre este mundo gélido.

Entre os planetas, Motavia é o que possui a história mais conturbada. Em seu longínquo passado conta-se as lendas de Alis Landale, a corajosa jovem que combateu e venceu as forças tirânicas de Lassic. Algol agora é um sistema em que vive uma verdadeira utopia tecnológica. Ninguém é pobre. Todos são felizes e possuem conhecimentos tecnológicos. Mágica foi substituída pelas “techniques”, oriundas da ciência. Armas e armaduras são feitas de titânio, cerâmicas, carbono e luz congelada.

 

Alis em Phatasy Star I

Mas agora outra tragédia oprime Motavia. Esta, bem pior do que foi Lassic antigamente, não é uma pessoa, mas sim um mal desconhecido. Tudo está sendo afetado – o clima, as máquinas e até mesmo a natureza. Em Motavia, estranhas criaturas infestam as cidades. Elas são terríveis e destroem tudo e todos, ninguém mais se atreve a viajar fora das cidades. O que aconteceu com o super computador, Mother Brain, que controlava tudo em Motavia? Porque há tantos problemas acontecendo?

Algol estava prosperando sob os cuidados de Mother Brain, que regulava as torres Climatrol, os laborátorios de Bio-Systems e todas as outras coisas que a população de Motavia precisasse. Mas agora ele está descontrolado e Biomonstros apareceram e começaram uma onda de destruição.

 

Rolf e Nei em Motavia

Você é Rolf Landale, que está sofrendo com terríveis pesadelos. Em seus sonhos, uma jovem está confrontando um gigantesco demônio, mas apesar de Rolf tentar, ele não conhece a identidade da misteriosa guerreira. Sempre que ele se aproxima, ele é incapaz de se mover ou falar enquanto o demônio se aproxima da jovem, e então antes do demônio matar a garota, Rolf acorda. O que eles significam? E o que eles representam para Rolf, Motavia ou outra coisa qualquer?

De sua casa em Paseo, capital de Motavia, Rolf vai até a Torre Central se encontrar com o Comandante, o líder do governo em Motavia. O Comandante dá a você uma nova e importante missão que irá afetar o seu futuro, o de Motavia e de todos a sua volta.

Os personagens

Rolf Landale

O protagonista do game. Rolf é o último descendente de Alis Landale, heroína do primeiro jogo. Perdeu seus pais aos 10 anos. Forte e inteligente, é um excelente lutador. Seus ataques e defesa são bem altos, assim como o seu HP e TP. Possui os melhores ataques de magia e pode usar as espadas mais fortes do jogo, fazendo dele um personagem importante e um líder natural. Trabalha como agente do governo de Motavia nos últimos dois anos, depois de viver em um orfanato, resultado da morte de seus pais pelo Mother Brain quando tentavam sair do sistema estelar de Algol (isso tudo é revelado durante o game). Ele vivia sozinho até levar para sua casa uma estranha garota de orelhas pontudas. O final do game tem uma revelação surpreendente sobre o passado de Rolf (mas não irei dizer, ahahaha). Sua história começa quando recebe um trabalho do Comandante de investigar os laboratórios de Biosistemas e descobrir porque Mother Brain se descontrolou, levando a novos caminhos e a um antigo inimigo.

Nei

Nei é da raça “numana” (uma mistura de genes humanos com biomonstros) e seu nome significa “a humana que não é humana”. Pequenina e ágil como um animal, ela odeia carregar objetos pesados. Ela é rápida e bastante forte e ganha levels rapidamente. Porém ela não é muito boa para o uso de magias. Nascida (ou criada?) nos laboratórios de Biosistemas ela é temida pela maioria das pessoas por ser diferente e porque em sua corrente sanguínea corre o sangue dos monstros que os humanos temem e odeiam. Ela foi criada por um casal de cientistas e possui uma irmã-gêmea chamada Nei 1, que diferente dela odeia os humanos. A casa dos cientistas foi queimada por pessoas que temiam as crianças numanas e o casal acabou morrendo no incêndio. Nei vagou sozinha até chegar em Paseo e encontrar Rolf, que a acolheu. Nei acaba se tornando uma personagem querida, mas grandes tragédias a esperam no futuro.

Rudo

Rudo abandonou o exército e se transformou em um caçador de monstros após a morte de sua esposa e filho em Motavia. Um cara triste, porém muito forte e possui grande habilidade com armas de fogo. Rudo é força bruta e um verdadeiro tanque, com os maiores HP e defesa dos personagens. Porém ele é péssimo com magias, não tem nenhuma, mas basta dar uma arma pra ele que tudo se arranja.

Amy Sage

Amy é uma médica especialista na cura de ferimentos e envenenamentos. É bastante fraca em batalhas. Ela não é uma grande lutadora, mas suas magias de cura são bastante úteis. Coloque-a atrás no grupo para não sofrer altos danos. Suas techniques de cura serão muito úteis, você irá gostar de tê-la em seu grupo, apesar de não ter grandes ataques.

Hugh Thompson

Hugh ama a natureza desde a sua infância, por isso se tornou perito em plantas e animais. Um biólogo formado na universidade de Motavia, Hugh decide entrar no grupo de Rolf para por em prática seus conhecimentos de biologia. Não possui ataques fortes e tem HP baixo, o que o torna um personagem não muito bom, mas que até possui ataques eficientes contra Bio-monstros. Ele tem um bom coração e se importa com os animais e os planetas que estão sendo destruídos pelos monstros.

Anna Zirski

Anna é uma mulher cheia de mistérios. Ninguém sabe sua idade. Possui grande habilidade com armas cortantes ou com chicotes. Ela não é uma má lutadora, começa fraca, mas se você ganhar alguns levels ela pode se tornar bastante forte dentro do grupo. Ela é fraca contra robôs e não possui boas magias. Ela trabalha como uma caçadora de hunters, daqueles que seguiram o caminho do mal e que se aproveitam de pessoas inocentes. Apesar de parecer uma garota durona, ela tem um lado frágil e simpático, que consola os seus amigos quando necessário.

Josh “Kain”

Kain queria ser mecânico, mas sempre quebrava tudo o que tentava consertar… por isso revolveu fazer de seu “dom”, sua profissão. Kain é a sua resposta contra lutas com robôs, podendo usar armas que são bastante eficientes contra os robóticos. Ele também possui magias especializadas em “desmontar” coisas. Em algumas áreas do jogo, ele será de vital importância.

Shir Gold

Shir é uma bela garota de cabelos esmeralda e uma ladra muito habilidosa. Seu belo rosto inocente guarda uma fora da lei muito inteligente! Ela se junta ao grupo não por querer salvar o mundo, mas sim para roubar itens valiosos (a Yuffie de Final Fantasy VII é muito parecida com ela). Não possui ataques muito fortes e uma baixa defesa e seu uso de armas é bem limitado. Ela pode aprender algumas magias interessantes, mas vai levar um bom tempo até consegui-las. Sua habilidade para roubar é o que a torna uma personagem interessante, podendo conseguir alguns itens raros para o grupo quando visita as lojas.

NPCs

Médico

Ele irá curar todos do seu grupo. O preço varia de cidade pra cidade.

Clones

Dentro do laboratório de clones você encontrará esta figura. A taxa da clonagem de um dos integrantes mortos depende de seus Nível.

Save

Olha só que bonitinha ela… kawaii…. ela lhe dirá quanto pontos você precisa para subir de nível e salvará seu jogo. Se você usar seu Visaphone, você poderá contatá-la e salvar o jogo de onde estiver.

Teleporter

Ela lhe esperará dentro dos prédios de teleporte em Motávia. Daqui você poderá voltar para qualquer cidade visitada anteriormente.

Item

Ele e todos seus irmãos são donos dos Shops de Itens de Motávia. Aqui você encontrará itens de cura e de transporte tais como Dimate e Escapipe.

Equipamentos

Aqui você poderá comprar armaduras e outros equipamentos para te proteger. Tome cuidado ao comprar. Nem todas as pessoas da equipe podem usar o mesmo equipamento.

 Armas

Esta ruiva cabeluda vende armas de todos os tipos. Ela também lhe dirá quais integrantes podem usar a arma e vice-versa.

 Dezoris

Estes caras vivem em Dezoris e podem ser encontrados em Shops espalhados pelo planeta.

Gráficos

Os gráficos, para um jogo da primeira geração do Mega Drive, estão muito bons, logicamente melhores que o PSI e bem desenhados. Os labirintos, as cenas de batalhas, as cidades estão bem detalhadas e mais trabalhadas que a versão anterior. Muita coisa foi herdada do Master System, porém melhorado. Temos algumas cut-scenes durante o jogo, que estão muito belas.

Você terá que explorar dois gigantes planetas, Motavia e Dezoris (Palma será destruída antes mesmo que você coloque os pés nela).

Uma grande diferença que se nota é nas cenas de batalha. Agora é possível observar seus personagens na tela, atacando ou se defendendo. Outro fator é que agora pode existir mais de um tipo de monstro na mesma luta. Porém, infelizmente a tela de fundo é sempre a mesma, uma tela azul quadriculada, o que acaba enjoando com o tempo. Bem que podiam ter trabalhado uns cenários de fundo variados. Outra grande mudança é nos labirintos, em que foi descartada a visão 3D em primeira pessoa, que no Master System impressionava. Foi adotada a clássica visão superior, mas não pense que por causa disso ficaram mais fáceis. Pelo contrário, estão mais difíceis do que nunca! Labirintos longos, cheios de passagens caminhos e andares, vai dar bastante trabalho, ainda mais para aqueles que gostam de explorar a procura de itens (que estão cheios espalhados por caminhos tenebrosos – mas a procura vale o esforço).

alguns vilões: Nei First, Dark Force e Mother Brain

Cada área está bem desenvolvida, com uma vasta diferença gráfica entre elas. Você irá explorar centros de pesquisa biológicas ou tecnológicas, florestas escuras e sombrias, entre outras coisas. Os gráficos são límpidos e não cansam a vista. Alguns efeitos parallax podem ser notados nos labirintos, o que enriquece o jogo dando um efeito visual legal, como quando você anda e aparecem tubos se mexendo para um lado contrário.

Os personagens possuem ataques variados, ou seja, animações variadas, o que é bem legal. Os monstros estão bem caracterizados e também possuem uma boa gama de animação.

 

Músicas

A trilha sonora não usa todo o potencial do Mega Drive, mas as músicas são boas de se ouvir e captam bem a “essência” de Phantasy Star, na maioria com batidas techno.

“Bo”, o compositor das músicas do jogo anterior fez um bom trabalho, muitas são bem agitadas e te deixam no clima certo para as horas de exploração em um labirinto ou ainda um simples passeio pelas cidades. Escutem abaixo a Rise or Fall, um tema épico fantástico. Não deixem de ouvir também o último vídeo com versões arranged.

Os efeitos especiais não contam com nada de diferente e cumprem bem o seu papel, com barulho de magias, espadas e outras coisas.

 Jogabilidade

A jogabilidade é bem tranquila, há muitos menus para acessar, mas eles são bem simples e fáceis de se navegar, não tendo grandes segredos. Segue o padrão das batalhas aleatórias com batalhas em turnos. Como já dito, você agora pode visualizar seus personagens na tela de batalha, e é bem legal de ver Rolf dando espadadas, Nei usando suas garras, Rudo com sua espingarda, Ana dando chicotadas e assim por diante. Dos 7 personagens ao todo, você poderá jogar com 4 (já incluindo Rolf).

 

Uma coisa eu digo: esse jogo é difícil! Inimigos fortes e labirintos terríveis, um RPG pra cabra macho. Logo nas primeiras batalhas você irá perceber que você terá um longo caminho, ganhando levels e comprando equipamentos melhores, que serão indispensáveis se você quiser avançar no jogo. Falando sério, se você tentar se aventurar em uma área desconhecida, vai acabar se dando mal. O negócio é perder algumas horas no inicio para ganhar levels (muitos) e muita grana. Pode parecer chato, mas te facilita a vida mais para frente, quando você entrar no enredo do game (que vai ter muitas reviravoltas).  Alguns labirintos são enormes, com vários caminhos e até mesmo andares. Felizmente cada área possui um toque gráfico diferente, o que não o deixa tão chato.

Uma coisa boa nas batalhas é que agora pode haver mais de um tipo de monstro por batalha (diferente do anterior que era só um), que aumentou bem mais o desafio e a diversão. Você pode atacar com ataques normais ou magias (no caso aqui chamadas de techniques).

 

Alias, algo que fez muita falta foram  os itens para recuperar TP (Techniques Points), que não existem, então saiba usar bem suas magias. E olha só que bacana, se um dos seus personagens morrer, você pode ressuscitá-lo clonando-o nos laboratórios de clones, com as mesmas memórias um pouco antes de morrer. Bem sci-fi, legal né? Você ganhará algumas magias importantes, como as de cura e ressurreição e uma das personagens (a Shir) pode ainda roubar alguns itens importantes nas lojas.

Um outro problema é que seus personagens só podem carregar um número limitado de itens, felizmente há um lugar onde você pode estocar todos os seus bagulhos. Temos também o problema de falta de informações, de estatísticas de armas, armaduras, magias antes de compra-las. Sempre é bom dar uma salvada antes de comprar alguma coisa pra ver se vale a pena.

  

Dezoris, Palma explodindo e Motavia

 

 

 

Bônus Vídeo

Comercial da versão japonesa do game

Conclusão: Phantasy Star II é uma grande sequência de um grande jogo. Para a época em que foi lançado, certamente era um RPG com incríveis qualidades, com o seu ponto forte no storyline, o primeiro grande épico dos 16 Bits. Seus personagens não foram tão bem explorados como poderiam, mas certamente a Nei ganhou um lugar especial na galeria dos fãs e na série Phantasy Star.

Um jogo que marcou pelo seu alto nível de dificuldade, acredite, você irá ver a tela de Game Over muitas vezes até pegar  jeitão do jogo e paciência será uma virtude importante se você quiser terminá-lo. Não se assuste em levar surras homéricas dos inimigos ou ainda de se sentir completamente perdido nos complexos labirintos (existem por ai sites com mapas detalhados para ajudar).

Um clássico dos RPGs e uma excelente sequência que trouxe muitas novidades (que seriam usadas nos jogos posteriores) e também se enquadra como um dos melhores RPGs de todos os tempos, principalmente pelo seu valor histórico e ideias inovadoras. Um jogo obrigatório para fãs do old school rpg´s e para os fãs da série (e claro, para aqueles que querem conhecer, irão se divertir).

Nome: Phantasy Star II

Sistema: Mega Drive

Desenvolvedora: Sega

Ano de Lançamento: 1989

Nota da análise: 9/10

+ Uma história épica envolvente, provavelmente a primeira dos 16 Bits

+ Influência sci-fi fantástica

+ Gráficos e músicas excelentes para a época,

+ Expansão do universo PS mostrado no primeiro game,

+ Eventos amarrados com o jogo anterior,

+ Nei

Dificuldade elevada, pode assustar algumas pessoas,

O mesmo fundo azul de batalha, podiam ter variado mais

Um melhor desenvolvimento dos outros personagens

The Phantasy goes on…

comentários
  1. […] Phantasy Star II … on Phantasy Star – O RPG qu…Out of This World … on Prince of Persia – um […]

  2. Mr. Cilio disse:

    Gostei muito do site e vou acompanhar sempre que possível. Parabéns pelo trabalho e as ótima resenhas de jogos clássicos.

  3. Anônimo disse:

    Preciso de ajuda pra passar do primeiro labirinto!!!

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