Arquivo de abril, 2012

Ryu Hayabusa retorna com reforços no PS3

Se você ainda não leu, veja aqui a análise de “Ninja Gaiden 2” para o Xbox 360 (e ganhe de bônus uma retrospectiva de todos os games lançados antes deste título), e agora é a vez do Playstation 3 ter o seu, já habitual, remake Sigma 2, assim como aconteceu com o primeiro game, e acirrando mais a batalha entre o X360 e PS3.

É fato que “Ninja Gaiden 2” não explorou todo o potencial do X360 como o seu antecessor, o já lendário “Ninja Gaiden” para XBox. E fazer uma conversão de um jogo que foi planejado para rodar e tirar proveito das qualidades técnicas de um determinado console para outra plataforma totalmente diferente, não é um trabalho dos mais fáceis, e que geralmente as produtoras passam longe só de pensar. Mas isso não é o caso da Team Ninja (que atualmente está trabalhando no novo Metroid para o Wii), que encarou o desafio, agora bem mais difícil. Mesmo sem a presença do polêmico Tomonobu Itagaki, que foi “chutado” da Team Ninja, o projeto Sigma 2 foi lançado como a versão definitiva do jogo.

Mas você provavelmente quer saber das comparações entre as duas versões, não é? Será NGS2 um “mero” remake ou ele apresenta inovações em relação ao original? Bom, eu posso dizer que NGS2 apresenta gráficos um pouco mais refinados, agora rodando em 720p HD. E como novidades exclusivas temos a feliz opção de se escolher até três “avantajadas” beldades para se jogar em um novíssimo modo cooperativo. Por outro lado podemos notar que a Team Ninja foi mais contida em relação aos banhos de sangue e a violência em geral, uma das marcas registradas do game e já não tendo aquele impacto visual como no original. A dificuldade ficou um pouco mais amena com menos inimigos na tela, algumas fases tiveram caminhos alterados, armas foram modificadas e novos chefes de fases introduzidos.

A ação insana e frenética continua lá, com hordas de inimigos para dilacerar. Continue conosco e veja mais detalhes de NGS2.

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O Espírito Ninja 

Você gamer da geração mais nova, ou até mesmo da geração passada, que esperou ansiosamente pelo lançamento exclusivo para o X360 de Ninja Gaiden II, que segundo seu próprio criador, Tomonobu Itagaki, “é o game de ação definitivo”, já pode comemorar o seu lançamento. Ainda bem que isso foi antes de todo aquele rolo entre Itagaki e a Tecmo, que resultou na saída dele da empresa. Portanto até se acertarem, não espere um novo game do ninja tão cedo.

Desde que a nova geração de Ninja Gaiden foi lançada para Xbox em 2004, nascia lá uma pérola dos videogames, uma obra de arte nipônica que marcou uma geração de gamers e fez nascer novos amantes dos videogames e fãs do Xbox, afinal, o jogo era exclusivo para o console. Pintou uma sensação de traição quando foi lançado Ninja Gaiden Sigma para o PS3, lá se foi a exclusividade de um jogo perfeito, mas foi então que surgiu Ninja Gaiden II, para acalmar os fãs. E Itagaki cumpriu a promessa: É outra pérola no mundo dos games.

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O retorno do Ninja

Veio o primeiro Ninja Gaiden para Nintendinho e ele se tornou imediatamente o mais fantástico game de ação da história. Com uma jogabilidade ágil e precisa, um visual bem trabalhado e a inauguração de cut-scenes cinemáticas para contar a história, o game foi um sucesso de vendas e de criticas.

Sem muita demora é anunciada a óbvia continuação de Ninja Gaiden, afinal de contas, “se fez dinheiro, que se repita a dose”, já dizia o velho filósofo capitalista. Mas como superar um game que já era considerado perfeito, repetindo a mesma fórmula, em um hardware tão limitado?

E eis que a Tecmo tira leite de pedra e dos dá Ninja Gaiden 2, um game superior ao original e todos os sentidos.

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“Esta é uma historia de decadência, contada com muito pesar e desgosto por quem aqui vos escreve. Uma história que começa com a descoberta de um Ninja, o alvorecer de um jogo e o ápice de uma produtora. Era uma vez uma empresa de renome e com games de qualidade incontestável. O nome desta empresa é Sega.”

Houve um dia em que a Sega tinha um console que era top de linha no mercado videogamístico: O Megadrive. Nesta época, a Sega lança um game que é considerado até hoje o melhor game de Ninja já criado, chamado de The Revenge of the Shinobi. O game foi tão famoso, que ainda no Mega Drive, ganhou mais duas versões de qualidade também muito impressionantes. Mas que nunca tiveram o peso e carisma do original.

Anos depois, esta empresa chamada Sega, começa sua decadência. Primeiro com um console chamado Saturn, que apesar de ter fãs ardorosos no mundo, levou um couro de seu rival Playstation. Depois disso, iniciou anterior geração de consoles com o imponente e mal nomeado Dreamcast. Que não aguentou muito contra seu rival mais violento, o Playstation 2. Vendo que não seria possível continuar a combater no mundo poderoso dos consoles, a Sega faz o que parecia ser mais acertado, passou a produzir games para todos os consoles, ou seja, se transformou em uma softhouse. Afinal, tinha franquias poderosas em suas mãos, dentre elas, o dito cujo Shinobi. (mais…)

Se você parou por aqui ou foi movido pela nostalgia ou pela curiosidade, mas seja lá qual for o motivo, você não vai se arrepender. Esses dias enquanto eu jogava Muramasa: The Demon Blade para Wii fiquei com uma p*&¨%  vontade de jogar Strider, do Mega Drive. O estilão 2D de Muramasa instigou minhas células nostálgicas e então fui lá relembrar meus velhos tempos de Strider. Afinal, não foram apenas Joe Musashi e Ryu Hayabusa (da série Shinobi e Ninja Gaiden respectivamente) os únicos ninjas famosos dos games. Como de praxe, vamos antes falar da produção e origem do jogo Strider.
Final dos anos 80, na minha modesta opinião a era de ouro da história dos videogames, um ano antes de fazer sua estreia nos arcades em 1989, pelas competentes mãos da Capcom (ainda sem a gloriosa fama de SF2), Hiryu  (o personagem principal de Strider) apareceu no mangá Strider Hiryu, que mostra de maneira mais profunda a vida do ninja antes dos games. Publicado pela famosa editora Kadokawa Shoten  de maio a outubro de 1988, a série foi desenhada por Tatsumi Wada e escrita por Tetsuo Shiba, artistas não muito conhecidos, em parceria com a Capcom, que estava para lançar um jogo para Nes (o nintendinho 8 bits) baseado no mangá. Porém durante o desenvolvimento do jogo, a Capcom ficou mais ambiciosa e empolgada e tomou a feliz decisão de transferir o projeto para sair em arcades e cancelou a versão nintendinho (que acabou sendo lançada mais tarde, mas o jogo é terrível de ruim). O mangá conta uma história ambientada no futuro, com uma organização de ninjas chamada Strider, que luta pelo bem do mundo.
O arcade foi lançado e se você foi um feliz gamer de “flipers” daquela época deve se lembrar do estrondoso sucesso que Strider fazia, com uma ação frenética, ótimos gráficos e vozes digitalizadas. Porém a versão arcade não era fiel ao mangá e muita coisa na história foi mudada, ficando bem menos desenvolvida, mas apresentava estágios sensacionais, como a fuga de explosivos da Sibéria, salas antigravitacionais e  pasmem, até um T-Rex tecnorgânico na Amazônia. Com o sucesso absurdo, o jogo logo ganhou várias versões para diversos videogames e computadores da época, mas a maioria tudo um lixo. O port para o computador japonês X68000 é tida como a mais perfeita, mas ficou restrito ao Japão e foi no Mega Drive que o jogo se tornou um sucesso a nível mundial. (mais…)

E atenção fãs do Nintendo Wii e nostálgicos dos jogos 2D, foi lançado um JOGAÇO exclusivo para a plataforma que irá agradar a maioria dos gamers. Da mesma produtora do belo Odin Sphere para PS2, chega ao mercado Muramasa: The Demon Blade. Jogos em 2D são coisa rara hoje em dia, e jogos em 2D BONS são mais raros ainda, e felizmente é no segundo grupo que Murasama se enquadra. Você gamer que gastou várias horas da sua vida jogando o bom e clássico Shinobi (não conhece? não lembra? leia aqui nossas análise: The Revenge of Shinobi) no Mega Drive ou Master System, poderá matar as saudades dos ninjas.

A Vanilla Ware, produtora do jogo, fez o que a Sega nunca conseguiu fazer com a sua (então) famosa franquia: criar um BOM jogo de ninjas (ou samurais) para a atual geração de videogames. Lançado em abril de 2009 no Japão, Murasama ficou entre os títulos mais vendidos na época, mas só chegou em setembro aos lares dos gamers do ocidente. Os quatro anos de produção do jogo valeram a pena, pois apresenta um visual maravilhoso 2D desenhado à mão, e ação intensa no melhor estilo clássico, além de apresentar aspectos da cultura, arte, mitologia e tradições nipônicas. Considerado como o sucessor espiritual de Odin Sphere e do Princess Crown (lançado em 1997 para Saturn), você pode joga-lo com o Wii Remote, o controle clássico ou ainda com o controle do Game Cube se você o tiver. (mais…)

– Joe Musashi em um dos melhores games sobre ninja da era 16 Bits –

O Mega Drive teve inúmeros games que caíram nas graças do público e crítica, tornando-se verdadeiros clássicos que serão lembrados por muitos e muitos anos. 1989 foi um ano bom para quem tinha o console da Sega, fomos presenteados com Golden Axe, Mickey Mouse Castle of Illusion  e mais um jogo entraria nesta seleção campeã: Shinobi. A indústria de videogames dava os seus primeiros passos para a era dos 16 Bits da melhor forma possível. A série Shinobi rendeu jogos inesquecíveis para o Mega Drive, como Shadow Dancer e Shinobi 3. Mas foi com o primeiro game que o ninja Joe Musashi ganhou o mundo, The Revenge of Shinobi (ou Super Shinobi no Japão) viria dos arcades para a consagração dos gamemaníacos, no melhor jogo de ninjas que já existiu (esqueçam Ninja Gaiden e Tartarugas Ninja).

Em 1989 o game seria lançado, com uma história inédita dando continuidade às aventuras do ninja que já haviam sido mostrado em outros games para arcade e Master System. Além da ótima qualidade do jogo, tanto visual e sonora, equivalendo-se aos arcades da época, rapidamente virou um grande sucesso e era uma boa razão para se comprar um Mega Drive. Shinobi se tornaria um clássico dos 16 Bits, apresentando gráficos detalhados, personagens de grande tamanho na tela e uma trilha sonora que ficou na história. (mais…)

Após a decisão de deixar de fabricar consoles, passando a ser uma produtora independente de games, a Sega tinha de cativar de todas as formas possíveis os consumidores seguidores da Sony, Nintendo e Microsoft. Para isso, não havia arma melhor do que mexer com o sentimento nostálgico destes jogadores. Sendo assim, a Sega apostou acertadamente em lançar remakes de franquias clássicas de sua autoria, como Sonic, por exemplo.

Seguindo esse pensamento, a Sega tenta mexer no sentimento nostálgico dos jogadores possuidores de um PS2, lançando para o console o remake de um dos games mais idolatrados da época áurea: Shinobi.
Após a revelação por parte da Sega do lançamento deste game, muito se esperava do game, afinal, se Shinobi para PS2 fosse metade do que foi para Mega Drive, seria um dos grandes hits de toda a geração 128 bits. Se o game faz jus ao nome que correga, ou se é, tão somente, mais um game fraco se utilizando de um nome de uma franquia de peso do passado, é o que será analisado aqui.
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Semana Temática: “Semana Ninja”!

Publicado: 24/04/2012 por Eduardo Farnezi em Artigos, Notícias
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Ruas de Fúria


Grande clássico e legendário jogo da Sega, o primeiro Streets of Rage marcou centenas de jogadores da época como um dos melhores Beat-’Em-Up de todos os tempos. Bom, isso até sair em 1992 (um ano muito bom para Sega, Sonic 2, Ecco, Thunder Force IV, entre outros) a sua continuação, Streets of Rage 2. Agora imagine tudo de bom que o jogo anterior tinha… pensou? Agora multiplique por 2 e você terá SoR2. Tudo que havia de bom no jogo original foi trazido de volta, só que muito melhor! Há mais personagens, eles são maiores na tela, há mais fases e uma jornada maior, há mais inimigos, mais golpes, mais músicas detonantes de Yuzo Koshiro e claro, a Blaze mais gostosa do que nunca!

Qualquer um que tivesse um Mega Drive era obrigatório ter esse jogo em sua coleção, coisa imperdoável se não o tivesse. Sem dúvida nenhuma a Sega atingiu a perfeição dos Beat-’Em-Up com Streets of Rage 2, esqueçam Final Fight, Double Dragon, ou qualquer outra dessas coisas aí. Streets of Rage 2 é uma verdadeira pérola que merece ser jogado muitas e muitas vezes. (mais…)

Opa, essa notícia é importântíssima!

Nesse fim de semana estréia em rede mundial o filme que, por certo, é sonho de 9 entre 10 nerds assumidos da minha geração.
Entra em cartaz nos cinemas essa semana “The Avengers”, ou como muita gente conhece por aqui, “Os Vingadores”.
Não sei quanto a vocês mas eu estou estupidamente ansioso para ver na tela grande, o que fizeram com a liga de heróis da Marvel mais poderosa.
Prevejo Hulk “chutando bundas” fevorosamente!

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Mudando para domínio próprio

Publicado: 20/04/2012 por Márcio Alexsandro Pacheco em Notícias
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Temos uma grande novidade para os nossos leitores, o blog Canto Gamer está com novo endereço, agora estamos com um domínio próprio: http://cantogamer.com! Os links antigos redirecionam para cá, mas de qualquer forma é bom avisar o pessoal.

É um passo importante para nós, pois assim ganhamos mais “independência”, além de dar mais profissionalismo e seriedade ao trabalho que fazemos aqui. Além do mais agora é muito mais fácil memorizar o novo endereço do que o antigo, o que facilita para os nossos leitores que queiram retornar (e vejam se colocam a página nos seus favoritos!).

Agradecemos a visita e participação de todos vocês que estão acompanhando o Canto Gamer. Um abraço a todos e continuem com a gente!

Boas notícias para os fãs de games de terror. A Namco anunciou que o remake  do clássico Splatterhouse contará com as suas três versões originais incluídas (a primeira para arcades, as outras duas para Mega Drive). E para comemorar essa notícia, nada como uma análise dos jogos clássicos, começando com Splatterhouse 2 (e leiam a análise do terceiro game aqui).

Mas antes, uma breve história sobre a origem da série. Se existe uma franquia que é uma homenagem aos filmes de terror, essa franquia com certeza é a Splatterhouse. Ele foi lançado em 1988 para os arcades, no estilo beat’em up e pegando carona no sucesso dos filmes trash de Sexta-Feira 13 (que na época estava no seu auge), misturou com outros como a Volta dos Mortos Vivos e então nascia um clássico. O precursor dos jogos de horror.

Lembre-se que naquela época games com tanta violência explícita e sangue jorrando na tela não eram tão comuns como hoje. Foi uma aposta ousada e arriscada da Namco, que acabou agradando a galera. O protagonista era um cara com roupa toda rasgada, usando uma máscara de hockey e usando como armas facões e machados (olá prazer, meu nome é Jason).

Rick no primeiro game contra um chefe no melhor estilo O Massacre da Serra Elétrica

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A indústria de videogames é hoje uma das mais rentáveis do mercado, gerando um capital na casa dos bilhões de dólares. Esta indústria possui uma longa história, que começou lá em 1948 de maneira bem simples: em tubos de imagens bastante precários.

O tempo passou e outros jogos foram aparecendo de maneira tímida, em velhos e gigantescos computadores que ocupavam uma sala inteira e mal rodavam um aplicativo como o Word. Os primeiros arcades surgiram no começo dos anos 70, mas em 1966 o engenheiro Ralph H. Baer criaria o protótipo do primeiro videogame caseiro da história.

O projeto foi ganhando forma, Baer criou um videogame para dois jogadores chamado Chase, em que dois pontos se movimentavam na tela de uma televisão. Uma pistola foi criada e mais alguns jogos, como ping-pong foram criados. O protótipo ganhou o nome de “Brown Box”, que era exatamente isso, uma caixa cheia de botões.

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* Análise escrita no lançamento do anime no Brasil em 2006

Como a galera brasileira deve saber muito bem, é muito raro passar animes nos cinemas daqui, com algumas raras exceções como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball e Pokemon (blargh). Felizmente os animes longa metragem do mestre Hayao Miyazaki  tem passado aqui nas telonas para os amantes de um bom anime, e o último deles foi o genial O Castelo Animado (Howl´s Moving Castle no inglês ou Hauru no Ugoku Shiro, no original). Infelizmente aqui no Brasil os animes são tratados como coisa de crianças, isso por causa de mega-lixos como Pokemon. Quando na ocasião da estreia do filme, aqui em minha cidade (Curitiba)  não consegui achar uma sala de cinema que estivesse passando o anime em seu som original e com legendas, apenas dublado (uma boa dublagem), como se fosse um desenho qualquer. E quem conhece as obras de Miyazaki  sabe muito bem que não são meros desenhos para crianças, as telas do cinema dos seus filmes servem como porta de entrada para um mundo fantástico onde qualquer coisa pode acontecer. E é isso que podem esperar de O Castelo Animado, assim como as suas obras anteriores, como A Viagem de Chihiro, vencedor do Oscar  de melhor animação de 2003 (esse sim teve tratamento decente quando passou nos cinemas aqui, tendo versões dubladas e legendadas). (mais…)