Super Dimension Fortress Macross – um clássico da animação japonesa que ainda cativa

Publicado: 18/04/2012 por Márcio Alexsandro Pacheco em Anime/Mangá, Artigos
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Lá nos meados dos saudosos anos 80 (época boa essa) passava um anime aqui no Brasil que ganharia muitos fãs, chamado de “A Guerra das Galáxias“. Muitos dos leitores aqui devem ser muito jovens para se lembrar desse título, mas se gostam de animes com certeza já devem ter ouvido falar do “Super Dimension Fortress Macross”, ou simplesmente Macross.

Além do Macross original, transmitido na época pela Record (ou seria a Manchete, não lembro bem), passava também o desenho Robotech na rede Globo, sendo esse mais lembrado e reconhecido pelas pessoas. Robotech era a junção de três animes diferentes (coisas de americanos), incluindo o Macross original. Mas vamos falar dessa proeza mais tarde, vamos agora saber um pouco do Macross original.

Lembro quando assisti ao “Guerra das Galáxias” pela primeira vez, quando ainda era um pirralhinho e nem fazia ideia do que era a palavra “anime”. Lembro que fiquei encantado pelos mechas (robôs gigantes) e batalhas espaciais (era aqui que se iniciava o meu gosto por coisas nerds/geek). Era um desenho totalmente diferente do que eu estava acostumado a assistir, como Pica-Pau, Pernalonga e cia, Tom e Jerry, etc. O ano devia ser 1985 ou 86, eu tinha cinco ou seis anos de idade.

Se eu não me engano passava no fim de tarde ou meio a noite já, e eu ficava grudado na TV todo santo dia para ver mais daquele novo e criativo universo que se abria para mim. Além dos mechas, outra coisa que me fascinou foi a Lynn Minmay, a jovenzinha que sonhava em ser cantora e que fazia o coração do jovem piloto Hikaru disparar. Eu sempre torcia para os dois ficarem juntos, mas sempre acontecia alguma coisa que impedia isso.

No fim, esse é o segredo de Macross. Uma história envolvente que por um lado mostra um triângulo amoroso e do outro lado temos o choque cultural entre raças e cenas de ação de deixar qualquer um babando (pense num Top Gun do espaço), que contava com a tecnologia alienígena que os fazia capazes de realizar a Dobra Espacial, que possibilita viajar no espaço em velocidades assombrosas, distorcendo a relação espaço-tempo (existe até uma teoria de Einsten sobre isso). Não entedeu nada? Não se preocupe, continue nos acompanhando e veja mais detalhadamente sobre o que se trata Macross.

A História de Macross

Uma gigantesca nave alienígena caí em nosso querido planetinha (no Japão, é claro) no ano de 1999 (detalhe, o anime foi feito em 1982). Os humanos, fascinados com a nova tecnologia, começam a estudar a espaçonave e a reconstruí-la. Em 2009, com a nave totalmente reestruturada, o povo da Terra prepara uma festa em comemoração. É quando aparecem os alienígenas Zentradi, que foram atraídos pela colossal nave (agora batizada  pelos humanos de Macross) e então começam um massivo ataque à Terra, que acaba indo parar nos confins do espaço.

Enquanto isso, é revelado que a força de defesa da Terra estava desenvolvendo um projeto secreto com a nova tecnologia descoberta: caças que se transformavam em robôs gigantes fortemente armados, os famosos Valkyries. Uma parcela da humanidade vai acabar morando dentro da Macross enquanto ela viaja pelo espaço em busca de uma nova colônia para os humanos e ao mesmo tempo batalhando com a frota dos Zentradi. Aproximadamente 50.000 pessoas estão vivendo lá dentro, entre oficiais militares e civis (a Macross é enorme).

E entre essas 50.000 pessoas, eis algumas que se destacam na história (contém spoilers):

Hikaru Ichijio: O herói e personagem principal da série. Ele aparece como sendo um piloto normal de aviões/naves, indo para a festa de comemoração da Macross, a convite de seu amigo e senpai (termo japonês que designa respeito a uma pessoa mais velha que serve como modelo/instrutor ao mais jovem) Roy Focker, que é piloto das forças armadas. Durante o primeiro ataque dos Zentrandi à Terra, Hikaru acaba indo parar dentro de um Valkyrie. Como ele não sabe pilotar a nave, acaba quebrando a casa da jovem Lynn Minmay. Hikaru e Minmay acabam dentro da Macross, que através de uma dobra espacial vai para um longínquo espaço. Lá dentro eles acabam se conhecendo melhor e Hikaru facilmente se apaixona pela bela moça. Tempos depois ele entraria para o exército tornando-se um piloto Valkyrie, quando então conheceria a sua oficial superior, Misa Hayase, e que mais para frente daria um belo triângulo amoroso, que se tornaria a marca registrada da série. Ele mostra ter habilidades com o Valkyrie e logo ganha promoções, virando 1º Tenente. Hikaru é uma pessoa tímida, incapaz de escolher entre as duas garotas (coitado, duas gatas totalmente diferentes, realmente não é fácil) e possui um profundo senso de responsabilidade e dever.

Lynn Minmay: Uma garota alegre e cheia de vida, que possui sonhos de se tornar uma atriz e cantora. Minmay nasceu no Japão e tem descendência chinesa. Ela se mudou com a sua família com o objetivo de se tornar uma estrela. Dentro da Macross, ela acaba vencendo o concurso de beleza Miss Macross e acaba virando uma celebridade. Daí para ser cantora é um pulo, e suas músicas fazem sucesso em toda a Macross, como “My boyfriend is a pilot”, “Zero G Love”, “Little White Dragon” e “Do you remember love”. Suas músicas começam a afetar os alienígenas, que nunca haviam escutado música e ficam encantados com essa cultura. Minmay acaba se tornando a chave para acabar com a guerra com os Zentradi. Da metade da série em diante, a vida de Minmay muda radicalmente. A fama e o sucesso a deixam estressada e isolada das pessoas com o passar dos anos. É quando ela tenta mudar fugindo do seu status de celebridade para começar uma nova vida ao lado de Hikaru, que agora encontra-se mais do que confuso em definir seus sentimentos entre Misa e Minmay.

Misa Hayase: Nascida em um família com tradição militar ela rapidamente ingressou na carreira muito jovem, graças a um desejo de se juntar ao seu primeiro amor que estava na frota espacial, mas que acabou morrendo tragicamente. Hayase se formou como a primeira da turma na academia e logo ganhou um posto a bordo da Macross. Como ela mesmo admite, sua cabeça apenas se preocupa com o seu trabalho e obrigações. Porém sua personalidade vai mudando quando se encontra com o jovem (ela é mais velha do que ele, o que até rende algumas piadinhas dentro da série, como Hikaru chamando ela de “tia”) Hikaru. E a relação deles que se inicia como oficial e subordinado vai lentamente mudando e se transformando em uma relação mais pessoal, acabando num relacionamento com forte influência dos sentimentos de Hikaru para com Minmay. De 1º Tenente ela é promovida para Capitã e mais tarde para Major e no final da série ela é escolhida como Comandante de uma nova frota (a moça não é fraca). Misa é totalmente o oposto de Minmay: ela é objetiva, determinada e com uma personalidade forte, uma líder nata e completamente obcecada por seu trabalho e obrigações, o que causa problemas a ela de arranjar namorados. Sua melhor amiga é Claudia, que a conhece desde os tempos da academia e que lhe serve de confidente e conselheira em sua vida particular.

Roy Focker: Pelo nome já percebe-se que Focker é um cara fodão. Um talentoso e competente piloto das Valkyries, ele é ainda mais famoso pelo seu amor pelas mulheres e bebidas (rapaz de excelente bom gosto). Senpai de Hikaru, ele é retratado como um mulherengo que adora cigarros e bebidas, constantemente desafiando a morte com o seu Valkyrie Skull One. E quando não se encontra em missões, ele está aproveitando a vida e os seu prazeres ao máximo. Ele possui um relacionamento amoroso com Claudia. Focker morre no episódio 18 devido a feridas fatais quando defendia a Macross de um ataque dos Zentradi.

  Claudia Lasalle: Claudia é uma oficial a bordo da Macross juntamente com a Misa Hayase. As duas são grandes amigas e constantemente ela dá conselhos para Hayase, incluindo conselhos amorosos. Parte do seu passado com Misa e Focker é mostrado em um capítulo da série, mostrando como ela conheceu os dois (é muito engraçado vê-la indo procurar Focker e o cara cheio de mulherada em volta).

Maximilian Jenius: O nome dele já diz tudo. Max é um gênio na arte de pilotar os Valkyries. Subordinando de Hikaru, ele rapidamente ganha status como top gun da frota espacial, ganhando inclusive o privilégio de ter seu próprio Valkyrie personalizado com marcas azuis. Possui um amigo inseparável chamado Kakizaki, que acaba morrendo em um dos episódios. Max ainda acaba casando-se com a melhor piloto dos Zentradi, Milia, em uma série de eventos mostrando a rivalidade entre os dois, e dessa relação nasce a filha deles chamada Komilia Maria Fallyna Jenius.

Bruno J. Global: Global é o capitão da Macross e é o responsável pelo comando e das táticas de combate e defesa da nave. No decorrer da série ele é designado pelo governo para o projeto de emigração: uma colonização espacial vizando a sobrevivência da raça humana e sua cultura.

assista a uma performance de Lynn Minmay

Assim os conflitos no espaço vão acontecendo enquanto os personagens e seus problemas vão aparecendo. A Macross está perdida no espaço com a frota Zentradi, que é muito superior, em seu encalço. Capitão Global decide voltar à Terra, e durante a metade da série é isso que iremos acompanhar, o retorno da Macross para a Terra. Nesse meio tempo tanto os humanos os Zentradis vão conhecendo mais uns sobre os outros. Os humanos ficam sabendo que os Zentrandi são uma raça sem cultura, que vivem apenas para a guerra, e que são gigantes e que sua estrutura genética é praticamente idêntica ao dos humanos, o que implica em uma origem em comum das duas raças em algum lugar do passado. Já os Zentradi ficam maravilhados com os humanos e a sua rica cultura, como o fato deles terem uma vida civil, sem estar em um exército o tempo todo.

A Macross acaba retornando para a Terra, mas os governantes do planeta impedem que a nave, e as pessoas dentro, permaneçam lá. Primeiro porque já se passaram vários anos desde que a Macross foi para o espaço, e para as pessoas da Terra, as 50.000 pessoas dentro dela haviam morrido. E outra porque a frota dos Zentradi estava perseguindo a Macross, então a espaçonave deveria voltar ao espaço para manter a frota inimiga ocupada. Uma arma secreta estava sendo desenvolvida pelos militares da Terra para tentar acabar com os inimigos. Alguns Zentradi acabam desertando, por causa principalmente das músicas de Minmay que desperta dentro deles o desejo de cultura e de não mais produzir guerras. O líder dos Zentradi, Bolddoza, resolve então destruir o planeta Terra. Com um ataque massivo com uma frota com mais de 5 milhões de naves, ele ataca o planeta que é completamente dizimado, não restando nenhuma forma de vida.

Em um ataque conjunto da Macross, os últimos humanos restantes, e com os aliados Zentradi, eles derrotam Bolddoza, com a ajuda das músicas de Minmay que confunde os pilotos inimigos ao ouvirem a melodia.

Aqui começa a segunda parte da série, que é centralizada na recolonização do planeta Terra pelos 50.000 sobreviventes da Macross. Os Zentradi desenvolvem uma máquina capaz de deixá-los do mesmo tamanho dos humanos (nem todos usam, alguns preferem ficar gigantes) e começam a conviver com os humanos na Terra. Porém, com o passar do tempo, muitos Zentradi ficam insatisfeitos com o seu novo modo de vida e começam a se rebelar contra os humanos. Kanjim, “o matador de aliados”, um brilhante, mas mentalmente perturbado Zentradi, sobrevivente das tropas que querem destruir a Macross e os humanos, começa a reunir os Zentradi para um último e destruidor ataque à Macross.

E bem resumidamente, é isso o que acontece em Macross, durante os seus 36 episódios. Como já dito antes, uma outra versão foi feita pelos EUA, conhecida mundialmente como Robotech.

veja a abertura de Macross

Nasce Robotech

Super Dimensional Fortress Macross foi um tremendo sucesso nas terras nipônicas, virando uma grande febre, o que chamou a atenção da distribuidora americana Harmony Gold, que adquiriu os direitos do anime para ser exibido nos EUA e Ocidente. Mas surge um grave problema: havia uma regra nos EUA que dizia que as exibições de série de TV de animação deviam ter no mínimo 65 episódios, e Macross tinha apenas 36.

Juntamente com Macross, a Harmony Gold recebeu também os animes Southern Cross e Mospeada, juntando as 3 dando um total de 85 episódios. O produtor executivo da Harmony, Carl Macek, é escalado para editar as 3 séries e uni-las em uma só, tornando-as 3 temporadas de uma única série. As outras duas séries não tinham nada a ver com Macross (além de serem séries com mechas), e eram na realidade bem inferiores, com uma animação ruinzinha e um roteiro pior ainda. Só que, no processo de unificação e edição Macek realizou diversas alterações, como alterar nomes e comportamentos dos personagens, o enredo da história editando vários capítulos, cortando cenas de sangue e nudez. Macek deitou e rolou, fazendo o que queria com as séries, com o objetivo de “americanizar” e deixar mais compatível com os adolescentes americanos da época.

Surgia então, em 1985 a série Robotech, que alcançaria TVs em todo mundo. E apesar de toda a picaretagem, e da série ser de forma inferior as 3 originais, ela rapidamente se tornou um grande sucesso, abrindo assim o mercado americano para o até então preconceituoso “desenho japonês”. O sucesso esmagador nos EUA entusiasmou a Harmony Gold a fazer uma quarta temporada, com mais 65 episódios. A produção seria da Tatsunoko, distribuidora que negociou Macross com a Harmony antes. Porém a empresa japonesa não estava interessada e a Harmony resolveu tocar o projeto sozinha. Houve complicações entre a Harmony, a Tatsunoko e o estúdio Nue (idealizador de Macross, e que não estava recebendo um centavo por Robotech), e então resolveram lançar em forma de longa-metragem os 3 capítulos iniciais, 100% de produção americana, com o nome de “Robotech II: The Sentinels”. Foi um fracasso, contava com uma animação horrível e uma história fraquíssima. Assim a série Robotech foi cancelada definitivamente.

Em Robotech, a história gira em torno da Protocultura (que também existe no Macross original, mas que seria o nome de uma raça alienígena muito antiga que alterou geneticamente os nossos ancestrais, formando a raça humana como conhecemos hoje – complicado não?), um combustível orgânico descoberto dentro da nave alienígena (a Macross), que tornou possível a Robotecnologia, capaz de criar naves que se transformavam em robôs. Em meio a tudo isso vamos ver a história de Rick Hunter (Hikaru Hichijio) e seu triângulo amoroso com Lisa Hayes (Misa Hayase) e Lynn Minmay, e não vamos esqueceu de seu irmão Roy Fokker, a bordo da espaçonave alienígena capturada Macross, em sua luta contra os hostis Zentradi. Essa foi a primeira temporada de Robotech, adaptada do Macross original, foi a que menos sofreu alterações na nova dublagem americana, também conhecida como Robotech: The Macross Saga.

Na segunda temporada temos como protagonista Dana Sterling (a garota da imagem aí do lado), filha de Max e Mirya, personagens da primeira temporada. Uma nova raça alienígena aparece vinda da constelação do Cruzeiro do Sul. O governo terrestre então cria, para se defender, a RDFRobotech Defense Force. Mas tarde descobre-se que essa raça é também inimiga dos Zentradi e que a Robotecnologia foi criada por eles para combate-los, que estavam em guerra há muito tempo. A SDF-1 (a Macross) seria na verdade um de seus cruzadores, perdido durante a guerra. Esta segunda temporada foi feita a partir da série Southern Cross e é também conhecida como Robotech: The Robotech Masters, e é a mais alterada das 3. Alguns episódios chegaram a passar aqui no Brasil.

Na terceira e última temporada vamos conhecer os Invid, outra raça alienígena, também inimigos dos Zentradi, que invadem a Terra em busca da Protocultura. A raça humana é quase totalmente destruída graças ao poderio superior do inimigo, mas ainda restam algum focos de resistência na Terra que lutam com a ajuda da colônia humana em Marte. Esta temporada foi baseada na serie Mospeada e ficou conhecida como “Robotech: The New Generation. Nela podemos até ver Rick Hunter como um Admiral (o mesmo que General) e o personagem principal se chama Yellow Dancer (eca).

veja a abertura de Robotech

A Música em Macross

Voltando à série original e deixando de lado Robotech, uma das características mais marcantes de Macross é o uso da música dentro da série, que começou com o sucesso da cantora Lynn Minmay. Após “Super Dimenional Fortress Macross”, outras séries foram lançadas (geralmente em futuros bem distantes do original e com outros personagens, mas ainda dentro do mesmo universo criado pelo original) que davam sequência à Macross, e quase sempre contamos com a presença de uma celebridade musical com destaque na história. O sucesso das músicas virtuais cantadas por Lynn Minmay no anime inclusive transformaram a carreira de sua dubladora Mari Iijima, para a carreira de cantora, virando uma celebridade na vida real no Japão.

Sem dúvida a música mais famosa dessa primeira fase da série é a canção Ai Oboete Imasu ka (“Você se lembra do amor?”), que também é tema do filme “Do You Remember Love?”, lançado em 1984 e que resume a história mostrada na série de 36 episódios (porém alguns conceitos e elementos foram mudados, então o filme não é considerado na cronologia da série). Escute a música logo abaixo (com cenas do anime) e veja a sua bela letra (traduzida para o inglês):

Do You Remember Love?

Right now, I hear your voice
saying “Come here to me.”
Just when it seemed loneliness had beaten me.
Right now, I see you
walking over to me.
I close my eyes and wait for you to come.Till yesterday, it seemed filled only with tears.
But now my heart is

* Do you remember? The time when our eyes first met?
Do you remember? The time when our hands first touched?
That was the very first time I set out on the journey of love.
I love you so.

Right now, I can feel your gaze
though you’re not here with me.
And in my body a warmth begins to glow.
Right now, I believe in your love,
so won’t you please
watch over me from so far away?

Till yesterday it seemed filled only with tears.
Now the world is…

Do you remember? The time when our eyes first met?
Do you remember? The time when our hands first touched?
That was the very first time I set out on the journey of love.
I love you so.

I’m not alone anymore
now that you’re here with me.

Do you remember? The time when our eyes first met?
Do you remember? The time when our hands first touched?
That was the very first time I set out on the journey of love.
I love you so.

I’m not alone anymore
now that you’re here with me.

veja abaixo uma performance da cantora Mari Iijima cantando Do You Remember Love (apenas no piano)

Um eterno clássico

Tanto Macross como Robotech foram grandes sucessos e até hoje são lembrados por seus fãs, que clamam por continuações. No caso de Macross já houve diversas continuações, todas situadas no mesmo universo, mas em épocas e com personagens diferentes do original, como Macross 7, Macross Plus e Macross Zero, só para citar alguns. No caso de Robotech há muitos boatos sobre a produção americana de uma continuação, provavelmente em computação gráfica, mas nada definido até hoje. Recentemente a Panini lançou uma versão quadrinizada de Robotech, mas não obteve o retorno esperado.

Super Dimensional Fortress Macross foi uma grandiosa série que uniu elementos que agradou a todos, como aventuras espaciais, ação, aventura, robôs gigantes e uma dose de romance com triângulos amorosos, que se tornaram característica nas versões seguintes de Macross (que diga-se nunca conseguiram superar o original, por melhor que sejam). Graças ao seu sucesso hoje é uma série cultuada e considerada uma das obras de maior influência da animação japonesa, servindo de escola para outros grandes sucessos como Neon Genesis Evangelion ou ainda fazendo coisas como Gundam Wing repensar sua existência (não incluindo o clássico original, Mobile Suit Gundam, é claro). Se ainda hoje a série chega a impressionar com as suas cenas de ação de cair o queixo, imagine o que não causou lá nos anos 80. Um verdadeiro clássico que jamais será esquecido.

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Minmay forever… Ai Oboete Imasu Ka

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comentários
  1. helisonbsb disse:

    galera do cantogamer…aqui onde moro eu me lembro mesmo dos desenhos na época em que a xuxa era da manchete, lá tinho os desenhos patrulha estelar(yamato) ou argon,,,pirata do espaço, spectreman, don drácula, dartagnan e os tres mosqueteiros, globtothers e outros,,,macross não me lembro se era record ou manchete,,,a record pegava muito mal aqui onde moro eu acredito,,,assistia em televisão preto e branca. me lembro que a cnt gazeta passou no final dos anos 90 macross e pirata do espaço,,,depois acabou, a programação da gazeta caiu totalmente!!!!e hoje em dia os desenhos só tem tecnologia,,,seria bom,,,mas não são como antigamente, talvez seja por saudade eu fazer essa comparação!!!!macross um grande clássico…assisti em vhs em 2001,,,já tem um tempinho, bons tempos!!!!!

  2. jacson de paula disse:

    cara vlw pelo post, que nostalgia , assitia na tv , nao me lembro q canal se era manchete/cnt ou band, sinceramente, esse anime eh da decade de 80 mas, dexa muito anime da atualidade no chinelo, na verdade, hoje em dia nada se cria tudo se copia, tah ficadndo cada vez + dificil achar um anime q seja diferente, com algo novo.bem para qm quiser asitir tem um site p baixar q coi acaso u tava baixando e revendo esse anime tem link todos dublados e funcionando:

    http://animes-ready.blogspot.com.br/2012/02/macross-dublado.html

  3. Gilberto disse:

    Hoje tenho 25 anos e ano passado me lembrei desse anime e procurei os episódios na net. Acabei descobrindo que ele teve continuações: Macross plus, 7, zero, frontier, com diversos OVAs e filmes. Baixei e assisti tudo. Esse anime é uma excelente franquia. Muitas vezes os personagens do anime original são relembrados e no 7 o max e sua esposa mirian aparecem. A temporada Zero e Frontier possuem excelentes gráficos.

  4. Johny disse:

    Eu gosto muito dessa séria,inclisive tenho dvds com a série dublada.Também tenho 3 cds com todas musicas do anime.

  5. Fabio disse:

    há várias informações errôneas quanto a história do anime… mas o post vale como recordação pra quem conheceu (o que é o meu caso) ou como aperitivo para quem ainda não assistiu esse classico.. o qual recomendo….

  6. Lilian Abreu disse:

    Eu não perdia um capitulo desse desenho, era muito bom …

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