Arquivo de agosto, 2012

* análise escrita no lançamento do game

Se você tem um PlayStation 3, certamente está aguardando ansiosamente por “Heavy Rain”, novo título exclusivo para o console da Sony, produzido pela Quantic Dream. É a grande promessa de um jogo totalmente inovador no mercado. A demo do game já está rolando por aí desde o dia 11 e já deu para ter uma ideia do que estava por vir.  Mas será, agora com o jogo completo, que realmente conseguiram fazer uma revolução na indústria de games?

A resposta é sim e não. O título não é tudo aquilo que a maioria das pessoas estão esperando, mas sem dúvida nenhuma é um grande e importante passo para o amadurecimento da produção de games. Apesar de algumas notícias dizendo que o jogo está apresentando problemas, nós não tivemos nenhum.

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É isso aí pessoal, com o lançamento de “Super Street Fighter IV” se aproximando, vamos ler aqui mais uma retro-análise especial da série. Você já leu a análise do inesquecível “Street Fighter 2 para o Super Nintendo, agora chegou a vez de “Street Fighter 2: Special Chapion Edition”, para Mega Drive, afinal, os fãs da Sega também receberam uma versão de respeito.

Mas antes um pouco de história para situar o leitor no contexto da época. Começo dos anos 90, a Sega dominava o mercado norte-americano de 16 Bits com o seu Sega Genesis (o Mega Drive americano). Em 1991 o Super Nintendo chega aos Estados Unidos, mas a princípio não chega a ser uma ameaça para o domínio da Sega. Mas a história começou a mudar com o lançamento de SF2 para o console da Nintendo em 1992, que ajudou a turbinar as vendas do SNES e fez crescer como nunca a rivalidade entre os dois consoles. Os donos de Mega Drive na época certamente ficaram se corroendo por SF2 ter saído apenas no Super Nintendo (era o tipo de coisa que rolava altas discussões e até briga nas rodinhas de amigos).

“o meu é melhor, toma!”

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 * análise escrita no lançamento do game

Finalmente consegui jogar um dos jogos mais esperados do Xbox 360: “Halo: Reach”. A série é com certeza uma das grandes revelações dos games e cultura pop em geral nos últimos tempos, ao lado de outros grandes nomes como “Mass Effect” e “Dead Space” (só para citar alguns).

Para você que não conhece a franquia Halo, aqui vai uma breve explicação para te situar no contexto de Reach: o primeiro Halo foi lançado em 2001 para Xbox e ganhou uma sequência em 2004, para o mesmo console (e computador). O jogo fez um sucesso avassalador por evolucionar o estilo FPS (os jogos de tiro em primeira pessoa) e mostrava uma narrativa de ficção científica ambientada no século 26, criada pela novata Bungie exclusivamente para o console da Microsoft.

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* análise escrita no lançamento do game

É isso aí pessoal, acabou a longa espera e expectativa para um dos games mais aguardados para o PlayStation 3. É “God of War III”, o mais recente capítulo da saga da máquina de matar chamada Kratos, que agora enfrenta ninguém menos que Zeus, o senhor do Monte Olimpo. Foram três anos de espera, após sua última aventura para o PS2 em 2007.

Nos últimos anos Kratos conseguiu ganhar uma grande e merecida reputação no mundo dos games, virando não apenas influência para inúmeros outros jogos, mas sendo também o carro-chefe e ícone da Sony e da marca PlayStation. Se a Sega tem o Sonic, a Nintendo o bigodudo, a Sony tem o Kratos.

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Boa notícia para os fãs da série “No More Heroes” e do nerd-otaku-pevertido-tarado Travis Touchdown: as lingeries que aparecem no corpo das personagens virtuais vão inspirar a primeira linha de produção de lingerie de videogames.

Se você sempre sonhou com a agente Sylvia, ou com a Shinobu e Naomi, agora pelo menos poderá dar de presente para sua namorada usar uma das três peças de lingerie que você pode ver na imagem abaixo (e não esqueça de mandar uma foto da sua namora usando as lingeries para nós). O design das peças é da Bedtime Flirt  e foram inspiradas nas roupas usadas pelas personagens no jogo No More Heroes 2: Desperate Struggle.

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Se você for o dono de um Xbox 360 e é fã de corridas, pode realizar o sonho de dirigir umas das 400 máquinas mais famosas do mundo pelas mais de 100 pistas presentes em Forza Motorsport 3, lançamento exclusivo para o console da Microsoft.

Desde o seu lançamento em 2005, o jogo vem sendo considerado um dos melhores e mais realistas games de simulação de corrida. E o sucesso não é para menos, o terceiro game da série é uma das melhores opções de corrida já produzidos, que está aí para tirar um “racha” com Gran Turismo 5, exclusivo do PS3 e outro título de peso.

Os gráficos são sensacionais, é possível configurar seus pneus e aerodinâmica e sentir a diferença nas pistas, além disso, os acidentes estão incrivelmente reais, tudo para transformar o jogo em uma experiência o mais real possível.

Não importa se é um exótico carro esportivo como o novo Audi R8 V10, um poderoso clássico americano como o Ford GT ou um sensacional importado asiático como o Nissan 370Z, não há ninguém que não sonhe com uma dessas supermáquinas, agora ao seu alcance, ao menos virtualmente. Confira abaixo mais detalhes desse super lançamento.

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A long time ago in a galaxy far, far away…

Em uma época não tão distante assim, a LucasArts, junto com a Sculptured Software, lançavam em 1992 um dos maiores clássicos dos jogos de plataforma no Super Nintendo: “Super Star Wars”. Seria o primeiro, de três brilhantes games, baseados na trilogia original da saga “Star Wars”, que adaptavam de forma bastante competente a narrativa, a atmosfera, a música e toda a mitologia dos filmes, em um único (ou três se contar todos) cartucho de videogame. Sem dúvida uma das melhores conversões de filme para games (coisa que hoje em dia é bem difícil de se fazer).

“Super Star Wars” é na verdade um remake de “Star Wars”, jogo não muito conhecido lançado em 1991 para o NES e Master System, e para os portáteis Game Boy e Game Gear. Apesar do termo “Super” estar presente em 90% dos títulos do SNES (e muito deles de “super” não tinham nada), ele foi muito bem aplicado aqui, revelando ser um jogo bastante superior ao seu irmão 8 bits.

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Welcome to the jungle baby! Prepare to die!

Não vamos falar da famosa música do Guns n’ Roses (como sugere o título acima), mas sim de outro clássico dos videogames: “Jungle Strike”. O jogo, que foi lançado em 1993 originalmente para o Mega Drive pela Eletronic Arts (depois lançado para outros sistemas), é sequência do popular Desert Strike: Return to the Gulf, lançado um ano antes e que fez imenso sucesso. Para a época, o título original era totalmente inovador e oferecia uma experiência única e inesquecível para os jogadores dos anos 90.

E como toda boa sequência que se preze, “Jungle Strike” manteve todas as ótimas qualidades do primeiro, que misturava ação e estratégia na medida certa, investindo agora num visual mais arrojado, um maior número de fases e uma opção maior de veículos para pilotar – não é a toa que é considerado por muitos o melhor de toda a série (são cinco games no total). E falando em veículos militares de guerra, se no game anterior o jogador pilotava um helicóptero Apache, desta vez estará no comando do poderoso RAH-66 Comanche, considerado pelo exército americano como uma das melhores máquinas de guerra, sendo ele rápido, leve e potente. Além disso, é silencioso, difícil de detectar visualmente e praticamente invisível para o radar inimigo.

Já viu que o bicho vai pegar neste game não é? Pois então ligue os motores do seu helicóptero e varra a existência dos soldados inimigos desta selva e cumpra sua missão!

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Mickey Mouse e Pato Donald são sem dúvida os personagens mais conhecidos e adorados da Disney, tanto que os dois já estrelaram diversos games, especialmente na época dos 8 e 16 bits. Porém em 1993, a Capcom escolheu um personagem não tão famoso para estrelar o seu jogo para Super Nintendo. Era o atrapalhado cachorro Pateta, e seu filho de 11 anos, Max, que estreavam o ótimo “Goof Troop”.

O título na verdade é baseado no desenho homônimo da Disney, lançado em 1992 para a alegria da criançada (e mais conhecido por aqui como “A Turma do Pateta”). O jogo foi produzido pela Capcom, nome que já garante a sua boa qualidade. O diretor foi Shinji Mikami, e se esse nome não lhe é estranho, é porque o figura aí é mais conhecido por ser o criador da renomada série “Resident Evil”. Mas antes de se aventurar no mundo dos zumbis e carnificina, Mikami apresentou um jogo bastante alegre e divertido, que fugia do estilo plataforma (padrão para os jogos Disney da época), com uma perspectiva aérea ao melhor estilo de Zelda de ser e cheio de quebra-cabeças pelo caminho. Relembre ou conheça este clássico do SNES com a nossa análise de hoje.

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“As máquinas erguem-se das cinzas do fogo nuclear. A guerra para exterminar a humanidade durava décadas, mas a batalha final não seria no futuro. Seria decidida aqui, no presente. Esta noite…”

A frase acima apareceu pela primeira vez nas telas dos cinemas em 1984 e dava início ao filme “O Exterminador do Futuro” (The Terminator), um longa-metragem de ficção científica de baixo orçamento, com atores desconhecidos e um diretor em começo de carreira – era um filme que não prometia muito. Mas indo contra às vibrações negativas, o filme explodiu e foi um grande sucesso, lançou para o estrelato o ator Arnold Schwarzenegger e o diretor James Cameron, além de render até hoje uma franquia de bilhões de dólares e uma série de filmes cultuados (mesmo que os mais recentes não tenham a qualidade dos dois primeiros filmes).

Naquela época, nenhum game foi lançado baseado no filme, mas quando lançaram o segundo em 1991, vários títulos surgiram, inclusive do primeiro filme. A maioria dos jogos era ruim, mas teve dois títulos que marcaram época pela sua boa qualidade: “The Terminator” para Mega Drive (1992) e Sega CD (1993). E não pensem que o jogo é o mesmo para ambas as plataformas, como geralmente acontecia na época. A versão de Mega Drive, que já era muito boa, foi totalmente reformulada para o CD, que ficou maior e melhor, sendo que até hoje é reconhecida como a melhor adaptação do primeiro filme em um game.

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Já tivemos por aqui a análise do sensacional Star Fox para o Super Nintendo, e hoje temos um outro game tão revolucionário quanto o jogo da raposa espacial: “Virtua Racing”. Lançado em 1992 e com a assinatura do mestre Yu Suzuki (criador de títulos como OutRun, Virtua Fighter e Shenmue, só para citar alguns), o arcade de VR foi um dos primeiros games da história a reproduzir, de forma bastante competente e revolucionária, gráficos poligonais sofisticados de objetos e ambientes (já existiam outros games, mas não com a qualidade de VR), além de ser um dos títulos mais influentes de todos os tempos. Também foi um dos primeiros games da história a usar monitores widescreen (Yu Suzuki como sempre causando!).

Você que era moleque em meados dos anos 90 deve se lembrar do imenso sucesso que VR fez, com várias máquinas disponíveis em casas de fliperamas. A sensação de velocidade, os sons, os gráficos poligonais, tudo era novidade e todo mundo queria jogar um pouco. Dois anos depois (e um após o lançamento de “Star Fox”), a Sega lançava “Virtua Racing” para o Mega Drive, em 1994. E não foi uma conversão qualquer não, a versão caseira apresentava um padrão de qualidade inquestionável, que fazia a maioria das pessoas dizerem “uau, eu não sabia que o Mega Drive era capaz de fazer isso!”.

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Os anos 90 foram marcados pela batalha dos consoles Mega Drive vs Super Nintendo, mas quem saiu ganhando foram os jogadores, que recebiam jogos cada vez melhores em seu videogame favorito. Um desses games foi o revolucionário “Star Fox”, lançado em 1993 e que usava o chip Super FX, que dava uma “turbinada” nos gráficos do SNES, permitindo cenários poligonais 3D como nunca visto antes num console caseiro.

Além do super chip, o jogo contava com o nome mágico de Shigeru Miyamoto em sua produção, o que garantia a sua alta qualidade. Claro que na época, ele impressionou o mundo todo e quebrou barreiras a apresentar uma tendência que iria dominar na geração seguinte: os gráficos poligonais (liderados por games como Virtua Racing, Virtua Fighter e Tekken).

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Capcom definiu bem o gênero beat’m up (luta de rua) nos arcades durante os anos 80/90, oferecendo vários bons títulos para o pessoal gastador de fichas. E muitos desses títulos acabaram ganhando versões caseiras, como é o caso de Captain Commando”, lançado em 1991 para os arcades e saindo em 1995 para o Super Nintendo (uma versão para Sega CD também estava prevista, mas foi cancelada). Também foi lançado para PlayStation, PlayStation 2, Xbox e PSP (mas a análise abaixo é só para a versão arcade/snes).

A versão para arcade é bem bonita, com gráficos e visuais detalhados e coloridos, boas animações e sprites grandes dos personagens e inimigos. A interface do jogo lembra muito a de Final Fight, da mesma produtora (e que serviu de base para muitos outros games lançados depois), e até a história se passa no mesmo local onde Haggar, Guy e Cody lutaram para salvar Jessica. Quatro pessoas podiam jogar simultaneamente, o que era diversão garantida.

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“Avante, Vingadores!”

O tão aguardado filme dos Vingadores já estreou nos cinemas, e agora os fãs podem curtir a aventura em seus videogames com o jogo oficial… opa, pera aí…. não tem jogo oficial dos Vingadores! Pois é, esse foi um projeto que não foi “avante” e acabou sendo cancelado pela THQ, que estava produzindo o título.

Claro que provavelmente a Marvel vai lançar alguma coisa logo para ganhar uma grana em cima e aproveitar o sucesso do blockbuster. Mas enquanto isso não acontece, vamos relembrar o clássico game da super equipe: “Captain America and the Avengers” (que também está presente no nosso Top 10 Games de Super-Heróis).

O jogo foi originalmente lançado para arcades em 1991 pela saudosa Data East, e logo ganhou versões caseiras para o Mega Drive e Super Nintendo. O arcade, para a época, não se destacava entre outros lançamentos das concorrentes. Tinha gráficos bem simples e personagens pequenos na tela, numa época em que a onda era fazer os personagens o maior e mais detalhado possível (coisa que começou com “Final Fight” da Capcom).

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Quem é que não gosta de super-heróis? Eles são altruístas, lutam pela justiça e pelos inocentes, e possuem poderes/habilidades que qualquer um gostaria de ter. O universo colorido dos super-heróis ganharam os quadrinhos, representados principalmente pelas editoras Marvel (Homem-Aranha, X-Men, Os Vingadores, etc) e DC Comics (Batman, Super-Homem, Liga da Justiça, etc). Mas eles logo saíram do papel e ganharam brinquedos, camisetas, desenhos animados e claro, muitos e muitos filmes bacaníssimos (alguns nem tanto). E os videogames não ficaram de fora, e pensando nisso fizemos um Top 10 Games de Super-Heróis. Nós limitamos o Top 10 para os jogos antigos, pois tem muuuita coisa no mercado até hoje (quem sabe futuramente façamos um Top 10 com games mais atuais). Além do mais, os antigos serão sempre clássicos (ok, nem todos), então veja abaixo se o seu herói preferido está representado em nossa lista, e divirta-se relembrando, ou conhecendo estes belos títulos.

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