Arquivo de outubro, 2012

* análise escrita no lançamento do game

Fãs da Nintendo e da série Silent Hill podem comemorar, pois chegou ao mercado o último game da franquia: Silent Hill: Shattered Memories, pela primeira vez no Wii (e num sistema Nintendo), assim como também para PlayStation 2 e PSP

Mas não vá pensando que é um game inédito na cronologia da série, o que temos aqui é um remake, ou melhor, como disseram os produtores, uma “reimaginação” do já antológico primeiro Silent Hill, lançado em 1999 para PlayStation. Produzido pela Climax Studios – a mesma responsável por Silent Hill: Origins e que anunciou para o ano que vem o revival do jogo de Mega Drive Rocket Knight – contou com uma equipe composta por mais de 55 pessoas e uma rede de apoio com mais de 90 artistas.

A pergunta que não quer calar é: será que essa galera toda conseguiu recriar de forma competente essa obra-prima da Konami? A resposta é sim, não só conseguiram reimaginar a narrativa do game original, sob uma nova perspectiva, como também apresenta gráficos maravilhosos e aproveita bem os controles do Wii. Possui algumas mudanças e falhas que farão os fãs mais devotos reclamar, mas mesmo assim é um ótimo título para o seu Wii e nós o recomendamos.

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A popular franquia de filmes de terror “Jogos Mortais” ganhou um sétimo (e suposto) último filme com “Jogos Mortais – O Final”, em 3D. Para aproveitar a campanha promocional, foi lançado o segundo game inspirado na série, “Saw II: Flesh & Blood“.

O jogo segue a mesma mecânica do anterior, com perspectiva em terceira pessoa, misturando momentos de ação com resolução de enigmas. A história apresenta a mesma linha dos famosos filmes, mantendo um clima de terror psicológico e armadilhas sádicas e quebra-cabeças do palhaço psicótico Jigsaw, que no game é dublado pelo ator original, Tobin Bell.

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Foi lançado hoje para compra digital, exclusivamente na PSN, um dos maiores clássicos da história dos games. Um jogo que, por certo, redefiniu o senso estético-artístico do mundo do entretenimento eletrônico digital.

Okami finalmente veio a tona na atual geração, em um fabuloso relançamento em HD.

Notadamente um dos melhores trabalhos, se não o melhor, com relação a conversões em High Definition de games da geração anterior, Okami HD rodará em suaves 60 frames por segundo, sem slowdowns e em formato de tela widescreen. Além disso terá suporte para o PS Move, o que promete trazer uma nova dinâmica na utilização do “Celestial Brush”. Uma fabulosa chance do jogador que não pode experimentar o Okami original, experimentar esse game, agora remasterizado. (mais…)

Rurouni Kenshin: Seisouhen
artigo por: Márcio Pacheco

 A segunda série de OVAs

Se por um acaso você parou aqui e não conhece muito bem o universo de Rurouni Kenshin, dê uma lida antes em nossa matéria sobre a primeira série de OVAs (tem também um resumo da série de TV), só clicar aqui.

Rurouni Kenshin: Seisouhen (Da Passagem do Tempo) é a segunda série de OVAs, dividida em duas partes. Nela iremos ver uma história 15 anos depois do término da série de TV, mostrando além de Kenshin, os personagens já consagrados como Kaoru, Sanosuke e Yahiko.

Temos também a participação de um personagem especial, o jovem Kenji Himura, filho de Kenshin e Kaoru (e um clone do Kenshin), um moleque revoltado com o desejo de aprender o estilo de seu pai, o Hiten Mitsurugi Ryu.

Além dele temos também a presença de Enishi Yukishiro, irmão mais novo de Tomoe que apareceu na primeira série de OVAs lançado, que volta após todos esses anos sedento por vingança.

Seisouhen causou muita polêmica e comoção quando foi lançado, pois ele representava o desfecho final das aventuras de Kenshin. Bom, pelo menos UM dos finais possíveis, já que muita gente considera Seisouhen como um final alternativo em relação àqueles do mangá ou ainda do anime da TV (que só passou no Japão, mas é bem “bonitinho”, com Kenshin desistindo de ser um andarilho e morando permanentemente no Dojo Kamiya. Em 2006 foi lançado o episódio 96 ou complemento do 95, que consiste em uma faixa de três minutos, onde aparece Kenshin no jardim do dojo refletindo e Kaoru cochilando na varanda, depois vem uma segunda cena que se passa alguns anos depois, onde aparece Kenji (filho de Kenshin e Kaoru) brincando no jardim enquanto Kenshin e Kaoru (com a aparência mais madura) o observam sorrindo. Sendo essa faixa a última cena do anime e fim definitivo da história).

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* análise escrita no lançamento do game

Os donos de um Playstation 3 já podem comemorar, já está à venda um dos jogos mais aguardados para o console: Unchaterd 2: Among Thieves. Se alguém ainda tinha dúvidas de que o jogo seria incrível, pode morder a língua, pois ele não é incrível, é IMPRESSIONANTE.

O primeiro jogo, lançado em 2007 pela Naughty Dog (também responsável por jogos da franquia Crash Bandicoot e Jak & Daxter) contava com um sistema semelhante ao do clássico Tomb Raider, mas com vários novos recursos que fez dele um game campeão. Ele fez história com seus gráficos realistas e com o seu enredo ao melhor estilo dos filmes dos anos 80 de Hollywood, considerados por muito até como um “filme jogável”.

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Uma das coisas das quais mais sinto falta quando comparo a Capcom de hoje com a Capcom de antigamente, são os jogos com clima medieval que a produtora desenvolvia. E ela aparentemente gostava muito disso, pois lançou uma boa quantidade destes games no período dos anos 80 e 90.

A análise de hoje se refere a um destes games com clima medieval, lançado em meados dos anos 90 para arcades, aliás, um dos melhores e mais conhecidos. Vamos à análise de The King of Dragons.

Lançado em 1991 pela Capcom, The King of Dragons é um jogo de ação side-scrolling com toques de RPG e clima medieval, o que o deixa com “cara” de Dungeons and Dragons, algo que chamou a atenção na época.

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Bom, antes de começarmos com a análise de Final Showdown, gostaria de deixar claro que terei considerado que o leitor que aqui estiver já leu a análise de Virtua Fighter 5 que postamos na CantoGamer. Caso não tenha realizado a leitura mencionada sugiro que o faça antes de continuar, pois a conhecimento da análise de Virtua Fighter 5 é necessária para compreender a análise de Final Showdown. Tendo isso compreendido, continuo.

No Japão, onde as casas de arcades (Fliperamas) ainda são bem fortes e bem frequentadas, os fighting games são as grandes estrelas. Normalmente, as produtoras, cientes disso, dão constante suporte a seus games presentes nas máquinas de arcades, no formato de atualizações. São inserção de novos personagens, balanceamento de personagens, entre outros. Pequenas atualizações que sempre aumentam bastante a longevidade de um fighting game dentro da comunidade entusiasta / profissional desse gênero.

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#Análise escrita próximo ao período de lançamento do game com pequenas alterações atuais#

A mais de décadas atrás Yu Suzuki, um dos maiores gênios a quem devemos a franca evolução dos games ao longo desses anos, decidiu fazer algo que nunca alguém antes tentou fazer, ele tentou criar modelos poligonais humanos. Assim nasceu o primeiro game de luta tridimensional da história, Virtua Fighter. Foi assim, Virtua Fighter foi um game de vanguarda, e desde então, tudo ao longo da história da série e superlativo.

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Final de setembro e começo de outro foi um bom período para os fãs da Sega e seu “suspiro final” como desenvolvedora de seus próprios Hardwares, o Dreamcast. Nesse período de tempo dois grandes games lançados originalmente para o Dreamcast foram relançados em formato HD para Xbox Live e PSN.

O primeiro deles foi Jet Set Radio, clássico absoluto do console e pioneiro na utilização/popularização do Cell Shading. O segundo game a ser relançado no período citado é o game de que tratarei aqui. O considerado por muitos melhor game tridimensional do mascote da Sega, Sonic Adventure 2.

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Nascida de um projeto para um novo game da franquia Resident Evil, mas que por uma felicitação do destino se desvirtuou desse rumo e ganhou status de nova franquia, Devil May Cry é, sem sombras de dúvida um ícone dentre os games de ação. Sua dificuldade acima da média dos games convencionais, sua ação estilosa e seu protagonista carismático, levaram a série ao estrelato imediato. Apesar do segundo game da série Devil May Cry ter decepcionado seus fãs, o primeiro e, em especial, o terceiro game da série são verdadeiros ode aos games de ação e por certo criaram tendências no mundo “videogamelistico”.

Com o advento de uma nova geração de consoles, a CAPCOM, evidentemente, não perdeu tempo e anunciou mais um game da série, prometendo uma história surpreendente, um protagonista carismático e mais da ação e visual estilosos característicos da séries, mas agora, se aproveitando de todo o poder do X360 e do Playstation 3. Se a produtora conseguiu cumprir tudo o que prometeu, é o que me proponho a discutir aqui.

Assim que iniciamos o game, o fato que mais “salta aos olhos” é a mudança do protagonista. Não mais Dante ocupa a maior parte do tempo na tela, mas sim Nero, um “jovem” demônio bastante poderoso. Algo que, inicialmente, foi estranhado pelo público, mas que, ao se conhecer Nero, passa, pois o personagem é muito carismático, e tem bons momentos em tela.

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A época dos 16 bits tinha algo que nunca mais foi igual, desde o advento da era 32 bits: Games da Disney verdadeiramente bons. Da época 32 e 128 bits não me recordo de nenhum game envolvendo a Disney, ou alguma de suas franquias que realmente me fizesse delirar, com a exceção da séria Kingdon Hearts, que não possui somente personagens da Disney, e que, portanto, não o incluirei com um “game Disney”.

Essa realidade promete mudar com o lançamento do aguardado Epic Mickey, e com esse espírito esperançoso de que as franquias Disney voltem a brilhar em grandes games, dou início aqui a uma série e análises de games Old School dedicados a games da Disney do glorioso período 16 bits do mundo dos games.

Darei início a essa série de análises com um game que é um de meus favoritos games Old School, na verdade, deverei me sentir nostálgico como nunca escrevendo essa análise, e se caírem algumas lágrimas de meus olhos aqui, vou assumi-las, pois esse é um game que me marcou demais.

Vamos dar início a análise de QuackShot para Mega Drive.

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O melhor e mais distinto Need for Speed dos últimos anos.

Conheci a série Need for Speed a contento um pouco tarde, somente no PlayStation, na segunda versão da série. Fiquei encantado com a velocidade, a simplicidade de se dirigir e com as máquinas que o jogador tinha a disposição. Desde então acompanhei a série durante todos esses anos, em seus altos e baixos ao longo das gerações de consoles. Ultimamente, a série andava muito estagnada, se apoiando em premissas que foram criadas para a série em Need for Speed Underground e posteriormente para Underground 2. Com isso, os jogadores ganharam games no máximo regulares, como Carbon. As tentativas de adicionar um pouco mais de simulação na série não convenceram, vide os fracos Shift e sua sequência. Não vou nem mencionar o infame Pro Street. Need for Speed Most Wanted foi, no máximo, uma boa diversão.

Particularmente, o melhor Need for Speed da geração passada, foi o game que mais era fiel às suas raízes, Need for Speed Hot Pursuit 2. Nada de mundo aberto, nada de simulação fajuta, nada de tunning, que se tornou uma praga nos games de automóveis “pós-Underground”. O que se tem é tão somente o bom e velho arcade, apimentado com policiais dispostos a perseguir o jogador a todo custo, assim como o foi no Hot Pursuit original, anos atrás.

Eis que a EA anuncia outro Need for Speed, batizando-o justamente de Hot Pursuit, me dando assim, esperanças de que o próximo game da série retornasse as suas raízes. Quanto a isso me enganei redondamente, entretanto, nunca fiquei tão feliz em minha vida por ter me enganado.

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Resident Evil 4: Recomeço (Resident Evil: Afterlife, EUA, 2010)
Gênero: Terror/Ficção/Ação
Direção: Paul W. S. Anderson
Atores: Milla Jovovich, Ali Larter, Kim Coates, Shawn Roberts, Spencer Locke
Duração: 97 minutos
Trailer: Clique aqui
Site Oficial: Clique aqui
Censura: 16 anos 

 Amigos da Canto Gamer, hoje venho aqui em uma missão diferente. Venho hoje aqui analisar, mesmo que rapidamente, algo que transcende a minha mera compreensão humana acerca das coisas por intermédio de um filme que acabo de assistir e que é uma obra que, “aparentemente”, é baseada em uma série de games que está no coração de muitos gamers.

Venho aqui hoje analisar/contar minha experiência sobre, Resident Evil 4: Recomeço (Resident Evil 4: Afterlife). Assim como eu, imagino, todos os gamers que aqui estão lendo esse texto, e que gostam da série Resident Evil, por certo já assistiram os três filmes live motion da série. E todos que assistiram e que conhecem a série de games em que a trilogia cinematográfica se baseia, concordam em algo: de Resident Evil nesses filmes, só referências vagas e o nome.

Os filmes estrelados por Mila Jovovich ignoram praticamente tudo o que de importante os games possuem, não passando de filmes de ação “B” com bons efeitos especiais. Nada de survival horror, ou mesmo de boa história encontramos ali. Em resumo, a série cinematográfica de Resident Evil tem como personagem principal Alice (Mila Jovovich), que de segurança da entrada de um dos complexos mais importantes da Umbrela, se torna ao longo dos filmes um ser com poderes extra-sensoriais por conta de experimentos com o T-Virus em seu corpo.

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Quando um game licenciado vem à tona, lá no fundo já se sabe que “lá vem bomba”. Seja um licenciado de filme, de um cartoon ou de um anime, as chances para que a coisa ande bem sempre são remotas.

Entretanto, pode acontecer de um jogo ruim ser até bem aceito justamente por conta de seu licenciamento, sendo ele bom tão somente pelo o que é como jogo ou não. Caso clássico mais recente é Saint Seiya: Chapter Sanctuary, que de bom não tem absolutamente nada, mas os fãs “tietes” da série como eu, foram logo comprando e não ficam sem.

Citando Saint Seiya, que aliás NUNCA teve bons games, um outro anime, originalmente Old School, independente de seus OVAS e filmes mais atuais nunca teve sorte com suas versões para jogos eletrônicos, apesar de ser um anime fantástico, pioneiro e “foda pra cacet……”.

Imagino que os mais antigos e amantes de animes, se lembrem com mais vividez desse anime oitentista, apesar de que, com o efeito amplificador de conhecimentos da internet, muita gente mais nova deve conhecer: Hokuto no Ken. Hokuto no Ken sempre sofreu com suas adaptações para os games, entretanto, em duas situações em especial, sofreu bem mais do que o deveria, e é sobre a segunda (e mais conhecida dos gamers em geral) dessas vezes que trato em mais um review destinado aos trash games da vida.

Em um EXTREMO resumo e explicação sobre o anime, explicação apenas do que interessaria se saber para o que, em teoria, deveríamos esperar de um game baseado nela: Kenshiro é o mestre da técnica Hokuto Shinken, uma técnica poderossíma de artes marciais. Ele é o Chuck Noris do anime, com um toque no local correto, faz sua cabeça explodir e seus miolos jorrarem dela. Rápido e poderoso, enfrentá-lo é pedir para padecer.

Só isso? Não…. O anime é fantástico e rico em personagens e história, no entanto, para um game baseado na série, bastava saber disso para criar um game pelo menos jogável. E pois é, conseguiram fazer tudo nesse game, com até boas idéias tenho de admitir, menos criar um game jogável.

O game japonês, que saiu primeiro do que o americano, tem o diminuto nome de Shin Seikimatsu Kyūseishu Densetsu Hokuto no Ken Tanto o game japonês, quanto o americano Last Battle, possuem o mesmo esquema no que cerne à jogabilidade, então analisarei inicialmente os games com base na versão japonesa, e posteriormente me focarei em propósito inicial, o game americano. Acredite em mim, isso tem um propósito.

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A História do Mega Drive / Genesis

artigo por: Márcio Pacheco

Muito antes da atual “guerra” dos consoles super poderosos, liderados pelas gigantes SonyNintendo e Microsoft, o mundo testemunhou um outro grande confronto de titãs pela liderança do concorrido mercado de videogames, confronto esse que aliás deu origem ao que estamos vendo hoje. Possivelmente os mais jovens não devem se lembrar, mas com certeza muitos saudosistas se recordam de consoles como o Atari 2600, o Nintendinho 8 bits, e os mais saudosistas lembram-se dos maravilhosos jogos do MSX.

Mas vamos nos ater apenas a uma parte dessa longa história, em especial a de um deles, o videogame mais carismático que já surgiu no mercado e que deixou muitas lembranças nas memórias dos marmanjos de hoje e que só povoam a imaginação dos jogadores mais jovens, o Mega Drive.

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