Arquivo de novembro, 2012

A História do Sega/Mega CD

artigo por: Márcio Pacheco

 

Seguindo nossas matérias sobre a história dos videogames, temos em pauta hoje o saudoso Sega CD (ou Mega CD, como era conhecido no Japão e Europa). Não é preciso dizer que aqueles que possuíam um Mega Drive, o Sega CD era o sonho de consumo de qualquer fã da Sega na época. O Sega CD foi praticamente o pioneiro dos consoles caseiros a usar o CD como mídia para os games (antes dele foi lançado o PC-Engine, primeiro videogame da história a usar o CD-Rom).

O console revolucionava o mercado mundial de games e com certeza nenhuma outra máquina despertou tanta curiosidade, interesse e ansiedade quanto o Sega CD. É verdade que ele não fez tanto sucesso quanto merecia, mas com certeza ficou longe de ser um fracasso.

Eu lembro de quando comprei o Mega CD japonês, um pouco depois de ele ter sido lançado no Japão. A euforia era tão grande que imediatamente quando cheguei em casa já o tirei da caixa branca quadriculada (do mesmo estilo da caixa do Mega Drive japonês), “encaixei” o bichão embaixo do MD (e que visual lindo que ele tinha) e comecei a jogar os games que vieram junto (Sol-Feace, Earnest Evans, Thunder Storm, Heavy Nova).

Vamos agora conhecer a história desse console “irmão” do Mega Drive, que chegava ao mercado para trazer uma nova e poderosa geração de hardware para os videogames.

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Deixa eu mandar a real “proceis”, hoje em dia os jogadores estão muito mal acostumados. Hoje em dia, se o cabloco morre umas três vezes seguidas em algum game, já o excomunga e procura outra coisa. Isso se é que alguém morre muito nos jogos, já que os mesmos estão muito mais amenos no quesito dificuldade.

Antigamente não era assim… Nada de continues a dar com pau, ou mesmo infinitos.

Nada de trocentas vidas.

Nada de save states durante as fases.

O “nego” tinha de ser MACHO para finalizar o game.

MUITO MACHO!!!! MASSACRATION!!!!!!!!!!!!!

Empolguei.

Na análise que realizo hoje, apresento, ou mato saudade de alguns, de um game que é o atestado do que falei acima. Um jogo diabolicamente difícil, mas que apesar de mortes constantes e momentos de xingar a mãe de Belzebu de coisa ruim um monte de vezes, tinha o poder de atrair cada vez mais o jogador, em um tufão viciante e obsessivo para chegar ao fim do mesmo.

Com vocês Contra, para Nintendinho.

Gostaria de lembrar aqui, que nomes e referências aqui citadas tem como base a versão americana do game.

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Clássico Time!

É com esse “portunhol” que começo aqui minha humilde análise de um dos games mais adorados do “velhinho da Nintendo”, o Nintendinho. Com vocês: Batman.

Lançado em 1989, mesmo ano do lançamento do primeiro dos filmes de Batman do diretor Tim Burton, filme esse o qual o game é “baseado”, Batman para Nes surge para marcar presença no mundo dos games.

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No ano de 2048 o planeta Terra está ameaçado. Uma invasão ao nosso planeta, liderado por um ser de outra galáxia é iminente. Mas eis que um Guerreiro Strider lutará sozinho em prol da salvação da Terra!

Vamos à análise de Strider, para arcade.

Lançado em 1989 para arcades, Strider foi um sucesso instantâneo. Um game cheio de ação “non-stop” que atraiu a atenção imediata do fã do mundo do entretenimento eletrônico.

No game, um feiticeiro poderoso chamado Grandmaster Meio, auto intitulado de ditador Galáctico, deseja invadir a Terra para tomá-la para si. Para tal, constrói para ser seu quartel general, entre a Lua e a Terra, a “Third Moon” (Terceira Lua). De lá orienta seu exército durante a invasão. A Terra aparentemente é impotente dado ao nível superior tecnológico do inimigo. Entretanto, um único guerreiro Strider (daí o nome do game), chamado Hiryu, decide partir para a Third Moon, enfrentar Meio e salvar a Terra, armado tão somente com sua espada Cypher.

A espada Cypher de Hiryu é o grande charme do game sem dúvida alguma. Ela é algo do gênero “Sabre de Luz”, no entanto, o conjunto áudio-visual da mesma nos dá a sensação de a espada possuir realmente uma lâmina afiada. Bom, sempre pensei assim até que veio Marvel VS Capcom 2 e trouxe consigo um Hiryu com uma espada com lâmina fixa. Prefiro ficar com minhas lembranças de infância…

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Agora retorno para com minhas atividades regulares aqui no Canto Gamer fazendo uma das coisas que mais gosto de fazer: mexendo na “porcaria”, e provavelmente, indignando um jogador aqui e outro acolá.

Vamos dar início então mais uma matéria da seção que eu gosto de chamar (sem nenhuma originalidade aliás) de Trash Games, com a análise de um dos games com que mais me decepcionei em minha vida: Dragon: The Bruce Lee Story.

Baseado no bom filme de mesmo nome, em que acompanhamos os fatos mais importantes ocorridos na vida do maior dos mestres das artes marciais, Dragon: The Bruce Lee Story é mais um game amaldiçoado pela aparente inevitável incompetência de ser fazer um bom game baseado em um filme.

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 * análise escrita no lançamento do game

“Shank” é um jogo de plataforma 2D no estilo “beat ‘em up” sangrento, estilo em que os jogadores enfrentam vários inimigos ao mesmo tempo com ataques corpo-a-corpo, consagrado por jogos como “Streets of Rage” e “Final Fight”. O jogo foi produzido pela Klei Entertainment e escrito por Marianne Krawczyk, cocriadora de “God of War”, e está disponível nas redes de distribuição online PSN e XBLA.

Krawczyk deve ser fã do trabalho do diretor Quentin Tarantino, pois podemos perceber na narrativa e ação de “Shank” algumas influências do renomado cineasta. Shank, o protagonista, era membro de uma poderosa gangue, sendo que seus principais membros acabaram assassinando a amada de Shank, e o próprio. Mas ele sobreviveu, e agora parte em uma jornada de vingança contra os seus antigos colegas e o chefão da gangue, o mandante do crime.

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O pessoal que gosta de comerciais de games em uma coisa deve concordar: os comerciais japoneses são bem sem graça e fraquinhos! Não todos, raras algumas exceções, mas a maioria é de gosto duvidoso, ainda mais se comparados com os comerciais americanos, esses sim geralmente bem bolados, podendo ser simples ou super produções. Uma coisa é certa, os americanos sabem fazer comerciais, sejam engraçadinhos, sombrios, educacional ou aqueles que dão uma “cutucada” no concorrente, coisa que praticamente não existe nos comerciais japoneses.

Mas nem sempre foi assim. Na época do lançamento do Sega Saturn surgiu uma figura nos comerciais japoneses que iria virar o garoto-propaganda do console, em comerciais bem bolados e muito bem feitos.

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Top 10 – Mascotes dos Games

Publicado: 08/11/2012 por Márcio Alexsandro Pacheco em Top 10
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Se hoje em dia jogos de tiro em primeira pessoa (FPS) e situados em mundo aberto fazem a cabeça da moçada, nos anos 80 e 90 eram sem dúvida os jogos de plataforma que faziam grande sucesso. E junto com eles as suas “mascotes“, personagens – em sua maioria bichinhos fofinhos ou caricaturas humanas – que buscavam o caminho da glória e sucesso, e ao mesmo tempo servir como símbolos de identificação de suas empresas produtoras. Hoje a moda das mascotes já não existe mais, pelo menos não como antigamente, alguns se aposentaram ou caíram no limbo do esquecimento, outros continuaram na ativa e alguns novos surgiram. E assim, buscando relembrar essa moda que teve o seu ápice com a briga de Mario e Sonic nos anos 90, trazemos a vocês o nosso “Top 10 – Mascotes dos Games“. É claro que infelizmente muitos nomes ficaram de fora da lista, por isso fiquem a vontade de citá-los nos comentários. *Seguimos o critérios de escolher como “mascotes” personagens “fofinhos” que tenham apelo tanto ao público infantil como o adulto.

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 * análise escrita no lançamento do game

Se você ainda tinha alguma dúvida de que “Super Mario Galaxy 2” seria bom, então não precisa mais se preocupar. Ele não só é bom, como é um jogo que consegue superar tranquilamente o já ótimo “Super Mario Galaxy”, provando que Shigeru Miyamoto ainda tem o seu “toque de midas”. Mario volta para mais aventuras nas estrelas e espaço, reinventando vários elementos e oferecendo uma experiência desafiadora, sem dúvida um título digno do Nintendo Wii e do legado do bigodudo da Nintendo. Com este é o quarto game a figurar de maneira brilhante no mundo 3D, seguido por “Super Mario 64”, “Mario Sunshine” e “Super Mario Galaxy”.

O mais incrível de SMG2 é que os caras conseguiram encontrar espaço para ideias novas. Sinceramente eu achava que o game iria usar senão todas, a maioria das ideias e mecânica do jogo anterior, com alguns novos itens, personagens e roupas. Mas surpreendentemente isso não acontece. Afinal, apesar de ser um personagem icônico, as sequências de suas principais aventuras sempre reusaram mecânicas e ideias fundamentais, não mudando muito a cada novo jogo da franquia. Isso devido fato que, com mudanças muito radicais correria o risco de se invocar a fúria dos fãs e ao mesmo tempo fazer com que o personagem perdesse a sua identidade.

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The King of Fighters (The King of Fighters, EUA/Hong Kong/Canadá, 2010)
Gênero: Artes Marciais
Direção: Gordon Chan
Atores: Sean Faris, Maggie Q, Will Yun Lee, Ray Park, Françoise Yip, Monique Ganderton, David Leitch, Sam Hargrave, Bernice LiuTrailer: Clique aqui
Site Oficial: Clique aqui

Amigos e amigas, “seguidores” do Canto Gamer. Há algum tempo atrás, na resenha que fiz do filme de Tekken, fiz uma observação importante ao seu final. Para muitos foi somente uma piadinha, para outros o prelúdio do apocalipse. O certo é que somente quis protegê-los espiritualmente do que eu anunciei que faria em seguida. Espero que tenha orado antes deste momento.

Como o previamente prometido, segue a resenha do filme The King of Fighters.

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Flower – uma obra de arte em movimento!

Publicado: 07/11/2012 por Eduardo Farnezi em Análises, PS3
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Quem acompanha o blog há algum tempo já deve ter notado que gosto muito de ter experiências novas e únicas no ramo do entretenimento eletrônico, por mais que isso vá contra o que a crítica especializada, e mesmo os gamers explicitam sobre “esse ou aquele” game. Não acho que o imperativo do futuro do entretenimento eletrônico deve ser sempre o “em time que está ganhando não se mexe”, ao contrário, acho que não somente evoluções, mas revoluções são necessárias para perpetuar sempre e sempre qualquer setor, o que inclui o entretenimento eletrônico.

Sucessos ou não em críticas ou em vendas ao redor do mundo, tais tentativas de se oferecer algo a mais ao jogador do que o mesmo já está acostumado sempre são bem vistas por mim, e não raramente, me agradam. Shenmue (minha série favorita, apesar de incompleta), Shadow of Colossous, Jet Set Radio, Space Channel 5, Rez, Okami, ICO, Killer 7, Prince of Persia (Playstation 3) entre vários outros games que aqui ainda poderia citar, foram tentativas de dar ao jogador algo a mais do que o usual.

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Enquanto Hollywood, profissionalmente, não se cansa em nos mostrar o como não se deve realizar um “cross mídia” entre games x cinema, vídeos “amadores”, realizados por fãs, não se cansam de nos surpreender pela extrema qualidade e respeito para com o material base.

Enquanto a última incursão de games no mundo das telonas, Silent Hill Revelation 3D, aparentemente é mais uma bomba, um vídeo de rápidos 15 minutos, baseado em Killzone, postado no dia 02/11/2012 é o novo “vídeo de fã” sensação da internet.

Não vou contar detalhes do vídeo para não estragar a surpresa de quem já jogou o game, pois é nítido o momento em que os eventos passados no vídeo ocorrem, dado o storyline dos games. Quem nunca jogou Killzone não se preocupe: relaxe e assista ao vídeo, pois a experiência será muito boa também.

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A História do Super Nintendo

artigo por: Márcio Pacheco

 

Há um tempo atrás eu escrevi uma matéria sobre A História do Mega Drive, que no geral foi muito bem recebida, especialmente pelos fãs do console e da Sega. Porém não vamos nos esquecer do principal adversário do saudoso Mega Drive, que também fez muito sucesso pelo mundo, inclusive aqui em terras brasileiras, o Super Nintendo Entertainment System.

Então, para a alegria dos fãs da Nintendo, vamos dar uma relembrada em seu mais famoso videogame. Foi com o surgimento dele que se deu início a uma verdadeira guerra pelo mercado de videogames: Sega de um lado, Nintendo do outro. Quem venceu? Os gamemaníacos!

O Super Nintendo, juntamente com o Mega Drive, deixou muitas saudades e muitos fãs por mundo afora. Vamos agora dar uma olhada na trajetória da Big N e do seu videogame reconhecido por muitos como o melhor que ela já fabricou.

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Esse fim de semana estreou nos cinemas norte-americanos o mais novo filme baseado em uma franquia de games: Silent Hill Revelation 3D.

Apesar de todos nós sabermos o quanto filmes baseados em games são piores do que apanhar de arame farpado com as costas desnudas e molhadas, algumas das películas (menos de 10 %) são sim agradáveis a quem assiste, mesmo que não sejam obras primas. Dentre esse seletíssimo grupo de filmes baseados em games que são “bonzinhos” está o primeiro Silent Hill, de 2006.

Silent Hill Revelation 3D traz consigo toda uma nova equipe responsável pelas filmagens, o que inclui um novo diretor (bem menos competente) e a torcida de que agora, ciente dos erros cometidos em 2006, esse Silent Hill seria, finalmente, um grande filme baseado em uma obra do mundo do entretenimento eletrônico.

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Aqui estou para dar continuidade ao post “Momento Visão Além do Alcance“, que nosso amigo Eduardo iniciou, visando abordar títulos promissores que estão por vir em 2013. Ele deu o pontapé inicial com três ótimos vídeos (“God of War: Ascension”, “Beyond: Two Souls” e “Tomb Raider”) e eu agora acrescento mais dois games que prometem bastante:

The Last of Us

Devil’s Third