Arquivo de dezembro, 2012

Bem-vindos ao primeiríssimo CGGA (Canto Gamer Games Awards), premiação do nosso modesto blog (que tem crescido cada vez mais, obrigado pessoal!) para os games que brilharam (sem esquecer as porcarias, para que vocês fiquem longe) deste ano de 2012 que está quase no fim. Eu e meu colega Farnezi elaboramos algumas categorias e selecionamos alguns games, cada um com suas escolhas. Deixamos os computadores e portáteis de lado, sendo só os videogames caseiros mesmo (só lembrando que alguns dos vencedores também tem versões para PC). Vamos às premiações então:

  • Melhor Softhouse – Telltale Games

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Escolhida por nós dois como a melhor produtora de games de 2012 por reinventar o estilo “adventure”, imortalizado pela Lucas Arts com games como “The Secret of Monkey Island”. A Telltale nos presenteou com o surpreendente “The Walking Dead”, versão do renomado Seriado/HQs homônimos. Com visuais estilizados muito interessantes, o game se parece com uma revista em quadrinhos interativa. A empresa também foi responsável pelos games “De Volta para o Futuro” e “Jurassic Park”. (mais…)
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O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (The Hobbit: An Unexpected Journey, EUA, Nova Zelândia, Reino Unido, 2012)

 Gênero: Fantasia

Direção: Peter Jackson

Duração: 169 minutos

Atores: Ian McKellen, Martin Freeman, Richard Armitage, Andy Serkis, Benedict Cumberbatch

Trailer: Clique aqui

Site Oficial: Clique aqui

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Quase 10 anos depois do último filme da trilogia “O Senhor dos Anéis”, Peter Jackson retorna para a Terra Média para nos apresentar uma nova saga épica, também em três partes, ambientada no mesmo universo, mas 60 anos antes da aventura de Frodo para destruir o anel de Sauron na Montanha da Perdição. O livro “O Hobbit“, fonte para a adaptação de “Uma Jornada Inesperada“, foi publicado em 1937 por J.R.R. Tolkien, visando um público infanto-juvenil, abordando o tema de fantasia, que anos depois gerou o surgimento do “O Senhor dos Anéis”.

Em “O Hobbit – Uma Jornada Inesperada”, vamos ver o pacato Bilbo Bolseiro (Martin Freeman), o tio de Frodo (Elijah Wood), entrar em uma “jornada inesperada” quando o mago Gandalf (Ian McKellen) aparece de surpresa na casa do hobbit e convida 13 anões sem avisá-lo. Liderados por Thorin Escudo-de-Carvalho (Richard Armitage), eles planejam atravessar a Terra Média para vencer o terrível Dragão Smaug e recuperar o seu reino e tesouros perdidos. Gandalf acredita que o pequeno hobbit pode ser de grande ajuda para o grupo, e mesmo a contra-gosto, Bilbo acaba acompanhando os anões.

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No episódio final da quarta temporada, Sonic tem um plano diabólico para se vingar de Tails na estreia de seu filme “Two Bad Characters”…

Para ver os episódios anteriores da web-série “Sonic for Hire”, clique aqui.

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No 12º episódio da quarta temporada de “Sonic Desempregado”, as filmagens para o filme de Sonic começam, mas não saem como o esperado…

Para ver os episódios anteriores da web-série “Sonic for Hire”, clique aqui.

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No 11º episódio da quarta temporada de “Sonic Desempregado”, Sonic precisa reencontrar velhos companheiros para que participem de seu filme… mas eles estão meio ocupados com cocaína e prostitutas…

Para ver os episódios anteriores da web-série “Sonic for Hire”, clique aqui.

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No décimo episódio da quarta temporada de “Sonic Desempregado”, Sonic encontra com Kirby para planejar o seu filme, quando Tails aparece e as coisas mudam…

Para ver os episódios anteriores da web-série “Sonic for Hire”, clique aqui.

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No nono episódio da quarta temporada de “Sonic Desempregado”, o ouriço vai até um programa de televisão para falar de sua carreira (inclusive de sua participação em “Mass Effect 3”) e de seu novo filme… mas as coisas não terminam numa boa…

Para ver os episódios anteriores da web-série “Sonic for Hire”, clique aqui.

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Um “salve” a todos!

Deixo aqui hoje um vídeo demonstrativo da nova engine gráfica que está sendo desenvolvida pela Square-Enix para seus Final Fantasy na vindoura geração de consoles, a chamada “Luminous Engine“.

Note que o vídeo não é uma CG. Tudo o que se vê é processado em tempo real, coisa que a apresentação deixa bem claro.

Verdadeiramente impressionante…

Resta saber se a Square-Enix aprendeu com as lições que recebeu com Final Fantasy XIII e XIV (que está em fase beta no PC, mas ja é duramente criticado), em que ficou muito claro que os jogadores demandam não somente “um rostinho bonito”, querem conteúdo de muita qualidade.

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Irrá!”

Velho Oeste cablocada!
Época em que a lei que prevalecia era o quanto eram precisos seus tiros. Bom, pelo menos é assim nos filmes e nos games. Falou em Velho Oeste, lembra-se imediatamente de cowboys montados em seus cavalos distribuindo “chumbo” para todo lado.

Divertido?
E como!
Filmes de “bang bang” (não confundir com “gang bang” pelo o amor de Deus) sempre serão boas pedidas para fins de tarde com diversão descompromissada e saudável nas “Telas Quentes” da vida.

Ora, se é divertido no cinema, porque não seria divertido nos games? No mundo videogamelístico temos representantes muito bons da época dourada norte-americana do Velho Oeste, um desses representantes, de longe o meu favorito, é o motivo de essa análise ter ganhado “a luz do dia”.

Sem mais delongas vamos à análise de Sunset Riders, para arcade.

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vanquish

Existem games que são fadados ao esquecimento. Seja for falta de confiança do gamer na produtora, seja por falha da estratégia de marketing da produtora acerca de seu produto, ou até mesmo por forças sobrenaturais, dignas de Mun-Rá. São games que muito gamer não sabe sequer que existe, e não por consequência são ruins. Ao contrário muitos games que entram nessa “faixa” são verdadeiramente muito bons.

Exemplos claros desses games, que carinhosamente chamo de “Os Melhores Games que Ninguém Jogou”, posso incluir Klonoa e Valquire Profile Silmeria para Playstation 2 por exemplo. Voltando mais no tempo, temos o carismático The Firemen, game lançado para SNES (que terá análise aqui algum dia desses), Burning Rangers, para Sega Saturn, e por ai vai. Ótimos games, mas que não fizeram o sucesso merecido.

Eis que finalmente, na atual geração de consoles, conheci o game que passa a ser o meu particular favorito “Melhor Game que Ninguém Jogou”. Um game que tem como distribuidora a Sega, softhouse essa em quem ninguém mais confia. Um game que teve um péssimo planejamento de Marketing da Sega. Um game que, de repente, teve sim forças sobrenaturais atuando contra o sucesso do mesmo, mas que, mesmo assim, é um dos melhores games dessa geração sem sombra de dúvidas. Apresento-lhes Vanquish.

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Prometheus (Prometheus, Reino Unido, 2012)

Gênero: Scifi

Direção: Ridley Scott

Duração: 124 minutos

Atores: Noomi Rapace, Michael Fassbender, Guy Pearce, Idris Elba, Logan Marshall-Green, Charlize Theron

Trailer: Clique aqui

Site Oficial: Clique aqui

 

Assisti recentemente “Prometheus”, que estreou nos cinemas em junho (sim, faz tempo, eu sei), um prequel para a série Alien. Então se você ainda não viu o filme ou está em busca de informações/opinião sobre o mesmo, essa crítica é justamente para você. Não se preocupem, evitarei os spoilers (no final do texto colocarei minhas opiniões com spoilers, para quem interessar).

Dito isso, já aviso que sou cinéfilo, e mais importante, um grande fã de scifi e da franquia Alien (e não um crítico qualquer que nunca assistiu scifi). Prometheus marca a volta do grande diretor Ridley Scott ao universo da série “Alien”, sendo o seu primeiro filme de 1979, o cultuado “Alien: O Oitavo Passageiro”. Scott também é responsável por outros clássicos, como “Blade Runner”, “Gladiador” e “Falcão Negro em Perigo” (esses dois últimos mais moderninhos).

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