Arquivo de janeiro, 2013

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Dentre as franquias de fighting games tridimensionais, três merecem grande destaque. São elas Virtua Fighter, Soul Calibur / Soul Edge e Tekken. Das três, duas dessas franquias são pertencentes à hoje chamada Namco Bandai.

Não é coincidência, ou pura sorte, o fato de a Namco Bandai ser líder de vendas nesse seguimento, possuindo inclusive o fighting game mais vendido da história, Tekken (sim meus amigos, Tekken e não Street Fighter detém, até o momento, esse título). Desde 1993, com o lançamento de seu primeiro fighting game tridimensional, a então Namco vem ganhando cada vez mais experiência e know how a cada novo game de luta lançado.

Seu primeiro fighting game 3D lançado foi justamente Tekken, desenvolvido pela produtora para Arcades e Playstation, justamente visando o “confronto” com o pai dos games de luta tridimensionais, Virtua Fighter.

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*Análise escrita a muito, muito tempo; numa galáxia muito, muito distante…*

Início e fim de uma era…

Sega, Sega. Que saudades de você…

Eu sei que ela ainda existe, mas não é mais a mesma. E do jeito que a coisa anda, não vai ser mais o que era. Esse comentário não tem nada a ver com esta análise em questão, mas sempre que analiso algum jogo da Sega, me lembro de sua época áurea e de sua época atual. E isso sempre me dá uma tristeza. Enfim, vamos a análise.

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Já tivemos uma retrospectiva com os melhores e piores de 2012, e agora eu e o Eduardo resolvemos fazer um Top 5 com os games mais aguardados para 2013 (até o momento, pois muita coisa será ainda anunciada no decorrer do ano). Cada um fez uma listinha com as suas escolhas (e algo que percebemos é que tem MUUUITO jogo bom para ser lançado no “ano do azar”) e depois comparamos para ver quantos títulos tínhamos em comum.  E depois de muitas brigas e ameaças de morte dadas concessões a serem feitas por um e por outro, confiram abaixo como ficou o nosso Top 5:

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Geralmente as grandes estórias clássicas dos quadrinhos são produzidas em edições especiais ou minisséries, cuidadosamente planejadas para criar polêmicas, grandes confrontos, etc. Mas de vez em quando, no arco de estórias das revistas mensais (que possui um ritmo de produção mais acelerado, portanto mais difícil de se planejar), aparecem verdadeiras obras-primas. Isso acontece quando o roteirista e desenhista (que as vezes são a mesma pessoa) conseguem ficar em perfeita harmonia, de entrar na essência do personagem e dar ao leitor um trabalho exemplar.

E em 1985 o roteirista Tom DeFalco, que estava em seu auge criando estórias para o Homem-Aranha, juntamente com o seu parceiro desenhista Ron Frenz, agraciavam os leitores com excelentes arcos na revista mensal do cabeça-de-teia. DeFalco, que foi editor da Marvel por muitos anos, já havia posto a “mão na massa” fazendo estórias para os X-Men e Vingadores. Já Frenz praticamente começou a sua carreira assumindo a revista do Homem-Aranha. Ele tinha um estilo bem parecido com o do Steve Ditko, de fazer um Peter Parker/Aranha magrinho (ele assumidamente é fã de Ditko e Jack Kirby), o que caiu nas graças dos fãs.

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Zumbis Atacam Universo Marvel

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Bem antes do surgimento do primeiro Resident Evil, histórias com zumbis já faziam a cabeça da galera, especialmente nos anos 70 e 80, com vários filmes do gênero (geralmente filmes trash, mas muito engraçados como a série “A Volta dos Mortos-Vivos” – como esquecer a famosa frase “queremos miolos”)Michael Jackson ganhou sua mega-fama graças aos mortos-vivos, no antológico Thriller, até hoje um dos vídeo-clipes mais incríveis já feito. Uma coisa é certa: zumbis geram grana!

Mas eis que então, em 2005 o sempre criativo e imprevisível Mark Millar, que estava no comando das histórias da versão Ultimate do Quarteto Fantástico, nos presenteia com um arco de histórias em três partes em que ele apresenta uma horda de zumbis… mas não qualquer zumbis, e sim super-zumbis! Esta história foi lançada no Brasil na Marvel Millennium Homem-Aranha 56, 57 e 58, batizada de “O outro lado do espelho”.

Se antes zumbis “normais” já causavam muito estrago, imaginem uma legião de super-heróis transformados em mortos-vivos sedentos por carne humana e claro “miolos”. Esse arco de histórias publicadas no Quarteto Fantástico fez tanto sucesso que acabou gerando uma minissérie própria, batizada de “Marvel Zombies”. Você irá ver seus personagens favoritos de uma maneira nunca vista antes, e se você for fã de zumbis, pode esperar tais criaturas totalmente inovadoras também.

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Apesar da concorrência acirrada das grandes editoras de quadrinhos Marvel e DC Comics, de tempos em tempos as duas baixam as armas e levantam uma trégua temporária para lançar crossovers (encontros) entre os seus personagens. Você leitor do Canto Gamer já leu por aqui o icônico encontro do “Homem-Aranha vs Super-Homem” nos anos 70. Mas o amigão da vizinhança também dividiu os quadrinhos com outra lenda do universo DC: Batman.

A revista em questão é a “Homem-Aranha & Batman: Mentes Desequilibradas“, lançada em 1996 (em 97 aqui no Brasil, ainda pela editora Abril) com roteiro assinado pelo veterano escritor J.M. DeMatteis e desenhos pelo sempre competentíssimo Mark Bagley. DeMatteis já trabalhou tanto com a DC como a Marvel, com vários personagens das duas editoras, sendo mais reconhecido por trabalhar com a Liga da Justiça (DC) e com o Homem-Aranha (Marvel). Seus roteiros, geralmente cheios de diálogos e caixas de pensamentos, sempre tiveram uma abordagem mais psicológica dos personagens. O Homem-Aranha, por exemplo, teve o seu lado sombrio mais explorado nas histórias de DeMatteis nos anos 90 (pré saga do clone) que eram muito boas. Um dos seus melhores trabalhos, inclusive na história dos quadrinhos em geral, também envolve o teioso, no clássico “A Última Caçada de Kraven(aguarde matéria especial em breve aqui).

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A História do PlayStation

artigo por: Márcio Pacheco

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Já tivemos por aqui a história de vários consoles (confira os links no final da matéria) e hoje vamos relembrar um dos maiores sucessos da história dos videogames: o PlayStation. Os anos 90 foram marcados pela guerra dos consoles 16 Bits, Mega Drive vs Super Nintendo, com jogos cada vez melhores. Mas isso até a chegada do Sony PlayStation, em dezembro de 1994, que enterrou de vez a geração 16 Bits e começou uma nova era de tecnologia e games.

Desde o seu lançamento até 2006 (quando sua produção foi extinta), o PlayStation já havia ultrapassado a marca de 100 milhões de unidades vendidas, o primeiro videogame da história a alcançar tal marca. Eu lembro como se fosse hoje, o ano: 1994. As revistas de games da época (Ação Games, Videogame, SuperGamePower, a Gamers que estava a pouco tempo no mercado), falavam sobre os projetos dos novos videogames, especialmente do Sega Saturn, que era muito esperado devido ao grande sucesso de fliperamas como Daytona USA e Virtua Fighters.

Não que já não tivéssemos consoles poderosos na geração 16 Bits, quem é que não se lembra do Neo Geo e o seus mega cartuchos de 400 e poucos Mb, com conversões perfeitas dos fliperamas da época? Ou ainda os fracassados 3DO (de várias empresas, incluindo a Eletronic Arts) e o Atari Jaguar? Todos esses videogames custavam o “olho da cara”, assim como os seus games (que não eram muitos), uma das principais razões por não terem feito sucesso comercial.

Mas então chegou o Sega Saturn, que vendeu razoavelmente bem no começo (eu comprei o meu em 1995), mas isso até o PlayStation chegar no mercado alguns meses depois, liderando a geração 32 Bits e deixando para trás o Saturn e o N64, seus principais concorrentes. Toda uma geração de gamers ficou marcada por este inesquecível console, que ainda é relembrado com carinho nos dias de hoje. Confira aqui como tudo começou.

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Crítica: Rurouni Kenshin – adaptação para cinema é quase perfeita!

Publicado: 05/01/2013 por Márcio Alexsandro Pacheco em Artigos

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Rurouni Kenshin (Rurouni Kenshin, Japão, 2012)

Gênero: Ação/Samurai

Direção: Keishi Ohtomo

Duração: 134 minutos

Atores: Takeru Sato, Emi Takei, Teruyuki Kagawa, Yosuke Eguchi, Yu Aoi, Munetaka Aoki, Koji Kikkawa e Taketo Tanaka

Trailer: Clique aqui

Site Oficial: Clique aqui

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Fãs do anime/mangá Rurouni Kenshin (mais conhecido por aqui como Samurai X) podem comemorar, pois a adaptação japonesa em live-action (com atores reais) para os cinemas, consegue surpreendentemente ser bastante fiel ao material original, mantendo a essência dos personagens, cenários, diálogos e história em geral (e não igual aquela porcaria do “Dragon Ball: Evolution”). O filme  “Rurouni Kenshin: Meiji Swordsman Romantic Story” foi lançado em 25 de agosto nos cinemas japoneses e em outros países asiáticos posteriormente, sendo um grande sucesso de bilheteria e com excelentes críticas da imprensa/público. Infelizmente o Brasil não recebeu o filme nos cinemas, mas como ele foi lançado em DVD em final de dezembro, os fãs não terão problema de “comprá-lo” online para assistir no conforto de casa.

O filme começa igual ao anime (lançado em 1996), com a apresentação do protagonista: há cerca de cento e quarenta anos atrás, durante a guerra civil japonesa conhecida como Bakumatsu (o final do feudalismo do Shogunato Tokugawa e o início da modernização com a Era Meiji), havia um assassino chamado Battousai – O Retalhador, um guerreiro poderoso e hábil que retalhava as pessoas promovendo verdadeiras carnificinas em prol do ideal de uma nova era. Somos levados para 1868 na Batalha de Toba-Fushimi, batalha essa que realmente aconteceu na história japonesa e que foi conclusiva para a vitória das forças pró-imperiais (o lado do Battousai) e a derrota decisiva do Shogunato Tokugawa.

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Antes de mais nada, a equipe Cantogamer deseja a todos um feliz 2013, ou como diz um amigo meu, “Happy Fucki´n New Year!”.
Que o ano que se inicia no dia de hoje seja melhor , em todos os aspectos, que o ano que se findou.
Podem ter a certeza de que, ao longo de 2012, nós, eu e o Márcio, consideramos absolutamente tudo o que foi apontado por vocês, seja de bom ou de ruim, concordemos ou discordemos, e faremos da “Cantogamer” em 2013, um blog de games e nerdisses em geral muito melhor para vocês.
Já temos algumas idéias acerca do o como levaremos esse humilde blog nascido sem nenhuma pretensão, “ao infinito e além” a partir desse novo ano.
Um obrigado, do fundo do coração, a todos vocês!

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