Arquivo de fevereiro, 2013

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Você já leu aqui nossa prévia da demo multiplayer de “God of War: Ascension“, e agora é a vez de ler as nossas impressões da nova demo, disponibilizada pela Sony nesta semana na PlayStation Store e que traz uns 30 minutos da campanha single-player. O título tem previsão de lançamento para o dia 12 de março e mostra o famoso espartano em uma jornada que se passa antes de todos os outros games lançados. Veja abaixo as novidades e o que esperar desse título mega aguardado pelos fãs em todo o mundo!

Kratos brasileiro

Já na introdução percebemos que o estúdio Sony Santa Monica se preocupou com os jogadores brasileiros, com menus, legendas e dublagens completamente localizadas para o português do Brasil. E posso dizer que se empenharam no processo, as traduções e legendas estão muito bem feitas, e as dublagens, as mostradas até então pelo menos, estão com uma boa interpretação e combinam bem com seus personagens (apesar de alguns prisioneiros terem algumas traduções mais toscas). Kratos quase não fala na demo, então fica difícil afirmar o desempenho do mesmo, mas aparentemente parece estar num nível aceitável. E se você for daqueles jogadores que dizem “ah eu só jogo no idioma original”, pense apenas no trabalho que a desenvolvedora teve, preocupando-se com o público brasileiro (e depois vem gente reclamar que o Brasil é ignorado pelas produtoras de games), e mesmo que você não a use, sabe que ela está lá.

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*Análise escrita no período de lançamento do game*


Sonic entra na nova geração

Bom, fui um dos felizardos brasileiros que já pôde jogar até cansar o novo game Sonic para Xbox 360, que também estará disponível para PS3. Logo, o que melhor a fazer depois de jogar até fazer tudo o que poderia ser feito num game? Escrever sobre ele, é claro! E é por esse motivo que aqui estou.

Muito se esperava sobre esse game nos primórdios de seu desenvolvimento. Após isso as imagens in game decepcionaram muita gente, mesmo se tratando da versão beta. Mas enfim, agora com o game completo o que é possivel esperar de mais um game de Sonic em 3D?

Essa é minha função aqui, passar um pouco do que senti e do que achei de “Sonic the Hedgehog”.

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“Era uma vez” duas empresas que lutavam bravamente no mundo dos games por um título: o de maior empresa desenvolvedora de games de luta 2D. De um lado estava a Capcom com seus Street Fighters e Darkstalkers da vida. Do outro lado estava a SNK, com títulos primorosos, normalmente reunidos em seus games The King of Fighters.

Eis que um dia ambas resolvem se unir para fazer um game. A ideia de ver os personagens de ambas as franquias se enfrentando era maravilhosa.

Sendo assim, Capcom vs SNK é lançado para Arcades e Dreamcast, produzido pela Capcom. O resultado foi muito abaixo do esperado para um crossover deste calibre. Vendo o descontentamento dos jogadores a mesma Capcom lança Capcom vs SNK 2: Millenium Battle, jogo que ficou muito melhor que seu antecessor, sendo considerado até então o melhor crossover já criado. Entretanto ainda faltava algo, pois Capcom vs SNK 2: Millenium Battle tinha cara de recauchutagem nos personagens da Capcom. Além disso, os personagens da SNK ficaram muito sem vida nos traços da Capcom. Vislumbrar uma versão feita pela SNK estava até ali fora de cogitação, pois a empresa havia falido.

Eis que a Playmore compra os direitos da SNK. Infelizmente, a mesma Playmore, começa a usar as franquias que adquiriu da SNK de maneira muito abaixo do esperado, com games como Metal Slug e The King of Fighters muito ruins. Vendo que haveria de fazer algo bom e chamativo, a SNK-Playmore teve uma ideia genial: criar seu próprio crossover com os personagens da Capcom e da SNK.

E assim começa a história de SNK vs. Capcom: SVC Chaos

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IT´S RIDDDDGGEEE RACEEEERR !

*análise escrita em 2005*

Antes da Sony lançar seu “Gran Turismo” para Playstation, games de corrida, sejam eles arcades ou simuladores, tinham um rei supremo: Ridge Racer.

race1Começando sua história nos fliperamas, “Rigde Racer” foi a primeira conversão decente de um game originalmente criado para arcades em um console caseiro, que diga-se de passagem era a cria novata da Sony, o Playstation.

A partir deste momento nenhum outro game de corrida havia feito frente a ele, ou mesmo ameaçava fazê-lo, pelo menos em um console. Até que veio Gran Turismo.

Era drástica a diferença entre o game da Sony e o game da Namco. Não apenas no visual, que em Gran Turismo é bem mais realista e vistoso, mas em especial na jogabilidade, que enquanto em Ridge Racer é focada na diversão, em Gran Turismo no realismo. A soma destes fatores fizeram Gran Turismo tomar o reinado de Ridge Racer de maneira quase instantânea.

Provavelmente nada contente com ocorrido, eis que a Namco anuncia um outro game da série Ridge Racer. Desta vez a promessa era que o visual fosse bem mais realista que o de seu rival. Tal visual, aliado a jogabilidade arcade descompromissada e divertida, eram as armas que este novo Ridge Racer apresentaria para retomar seu lugar como o melhor game de corridas.

E assim nasceu Ridge Racer Type 4, vulgo R4. Se ele conseguiu ou não recuperar o seu titulo de melhor game de corrida na época? Isso depende do gosto do freguês. O que vou mostrar aqui é se ele era tecnicamente superior a Gran Turismo ou não.

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*Análise escrita no período de lançamento do game*

Considerada a melhor série de games baseada nas duas trilogias de filmes Star Wars, Star Wars Battlefront foi aclamado por muitos gamers qu são fãs da série de filmes e por isso mesmo foi o maior sucesso de vendas em um game Star Wars, entretanto, algumas faltas foram notadas, como a ausência de airships, de batalhas espaciais e em especial, não haver possibilidade de controlar os personagens mais aclamados da série, os Jedis, e por consequência, os Sith também ficaram de fora.

Vendo todo o potencial que o game original tinha, além da eventual surpresa que seu sucesso gerou, a Lucas Arts não perdeu tempo em lançar sua continuação: Star Wars Battlefront 2, que tem como clara intenção, não evoluir e muito menos revolucionar a série Battlefront, mas dar aos fãs, tudo o que o primeiro game tinha, somado ao que havia ficado de fora. E acredite, apenas como esta soma de fatores, Star Wars Battlefront 2 consegue ser muito melhor do que seu antecessor, além de ser um game primoroso.

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*Análise escrita em 2006*

Um dos primeiros games lançados para o PS2 foi “Zone of the Enders“. O game, da produtora Konami, tinha como um de seus idealizadores Hideo Kojima, e muito se esperava dele simplesmente pelo fato do criador de Metal Gear estar envolvido, entretanto, o game não despertou muito a atenção dos jogadores, pois não parecia um game de Hideo Kojima. E não era mesmo.

Em Zone of the Enders, Kojima apenas ajudou conceitualmente, não ficando a cargo dele, ou de sua equipe, a criação e produção do jogo. Apaixonado por Mechs como Hideo Kojima o é e vendo o enorme potencial que tinha sido jogado fora em Zone of the Enders, Kojima e sua equipe se predispuseram a mostrar como um game com mechs deveria ser. Dessa forma, em 2002, surgiu Zone of the Enders 2: The Second Runner, demostrando mais uma vez porque Hideo Kojima é o homem do toque de Midas do mundo dos videogames e claro da Konami.

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*Análise escrita em 2006*

Considerado por muitos (assim como por aqui quem o escreve) o primeiro jogo realmente fabuloso para o PS2, “Devil May Cry” revolucionou o mercado de games de ação. Eram inimigos difíceis de ser batidos a ponta torta, um chefe insano atrás do outro e uma história até boazinha, uma vez que o jogo não tinha a pretensão de ser nenhum Metal Gear nesse aspecto.

Uma vez que o DMC havia feito tanto sucesso, era inevitável que uma continuação faria o ar de sua graça. E quão surpresa não foi quando a Capcom anunciou que tanto o primeiro quanto o segundo games estavam sendo produzidos quase ao mesmo tempo.

Ora. Sendo assim, o próximo DMC sairia o quanto antes, e toda aquela dificuldade insana, estilosa e todos aqueles chefes interessantes estariam de volta certo?

Errado.

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*Análise escrita no período de lançamento do game*

Depois de Halo, muito se especulou quanto ao futuro dos shooters nos consoles caseiros da atual geração. Dentre todos os shooters “pós – Halo”, o que mais ganhou notoriedade foi Kill Zone, game este que, devido a Sony e a produtora Guerrilha, chegou a ser batizado de “Halo Killer”. E infelizmente “Kill Zone” não pegou.

As reclamações quanto a “Kill Zone” se davam em especial aos constantes bugs de imagem, além da linearidade do game, algo que para um game que prometia não ser linear e ser visualmente lindo foi um desastre. Apesar disso o game foi por um bom tempo o melhor shooter do PS2.

O segundo shooter que ganhou uma grande notoriedade foi Project: Snowblind, que apesar de não ter tido o hype que teve Kill Zone, ficou com o título de melhor shooter para o PS2 durante muito tempo, sendo considerado por muitos um game melhor do que o próprio Halo.

Entretanto, mesmo com Project: Snowblind, Halo ainda era visto como o melhor shooter desenvolvido para consoles por toda a indústria videogamístca. Era, pois surgiu o rei absoluto dentre todos os shooters para consoles.

Vindo das mesmas mentes lunáticas que criaram Burnout, a Criterion acaba de lançar o shooter que mal saiu e que já mastigou, pisoteou e gargalhou do antigo campeão Halo. Apresento-lhes Black.

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Sony anuncia PlayStation 4 – confira aqui como foi a conferência

Publicado: 21/02/2013 por Márcio Alexsandro Pacheco em Artigos, PS4
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E ocorreu o que todos esperavam na misteriosa conferência da Sony, apresentada das 20h às 22h nesta quarta-feira (20), com a empresa anunciando oficialmente o seu PlayStation 4. Caso você não tenha assistido, leia aqui os melhores momentos e o que achamos da apresentação.

Apesar de não mostrar nenhum protótipo ou design de seu novo console, a Sony nos forneceu algumas informações técnicas do bichão, confirmando o que já vinha rolando por aí na internet: o novo PS4 é poderosíssimo. O console conta com memória RAM de 8GB, 16x a mais que o PS3 que possui apenas 256 MB, e o X360 que possui 512 MB. Isso significa jogos mais poderosos, complexos e bonitos na tela da sua TV. Usa também uma CPU X86-64 AMD Jaguar, semelhante aos de computadores modernos (e de de fácil programação para os desenvolvedores de games), conta com uma unidade HD (tamanho não revelado), além de usar tecnologia APU e memória GDDR5. Leitor de discos de Blu-ray (BD 6xCAV) e DVD (DVD 8xCAV) apenas para leitura. A empresa prometeu que o PS4 estará nas lojas nos feriados de fim de ano de 2013.

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*Análise escrita em 2005*

Na época áurea do SNES, a Nintendo mostrava que tinha duas coisas de sobra que hoje em dia andam faltando um pouco: Competência e criatividade. Tanto na manutenção e criação de consoles, quanto na criação de games, a Nintendo mostrava muito destas duas qualidades, tanto que a Sega suava muito para tentar alcançar.

Era notável a capacidade de criação de games da Nintendo para o SNES. Jogos como Donkey Kong, Super Mario, F-Zero, Super Metroid, entre tantos outros, são ícones inquestionáveis do mundo videogamelístico. Prova disto é que a Nintendo não cansa de fazer versões destes sucessos para suas atuais plataformas: Game Cube, GBA e o atual Nintendo DS (na verdade a Nintendo se sustenta destes sucessos antigos mas…).

Entretanto, existia um game em especial da Nintendo que infelizmente nunca é colocado na lista dos grandes feitos da empresa, mas que sem sombra de dúvidas era o mais viciante e divertido game do SNES: Tetris Attack.

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Castlevania Curse of Darkness Wallpaper CAPA

*Análise escrita no período de lançamento do game*

A série Castlevania é uma série reconhecida e conceituada no mundo dos games, mas infelizmente vive de suas glórias do passado. Com games incríveis como Super Castlevania IV e com”Dracula X na época do SNES, a série começou a ganhar status de game grande e abocanhou muitos fãs neste processo. Entretanto, o ápice da série foi Symphony of the Night para PSX.

Symphony of the Night é de longe o melhor jogo de toda a série. Seguindo o esquema clássico da franquia Castlevania, o game é inteiro em 2D e tem como objetivo, atravessar por todo o castelo de Drácula e destruí-lo, entretanto, em “Symphony of the Night” o jogador não é mais um Belmont, mas sim Alucard, filho de Drácula. Dessa forma, além de quebrar com uma tradição da série, o jogador tem o controle de um vampiro poderoso, cheio de novos poderes. Tal mudança parece ter agradado muito os fãs da série, pois este é o game mais querido de Castlevania até os dias atuais.

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“A Storm is Coming!”

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Peguem suas espadas e montem em seus dragões, pois a terceira temporada de Game of Thrones está retornando para as nossas telinhas, no dia 31 de março, em lançamento simultâneo na HBO dos EUA e Brasil (sim, você vai assistir ao primeiro episódio ao mesmo tempo que os americanos, como aconteceu ano passado com a segunda temporada).

Depois de uma segunda temporada mais morna (não foi tão bem adaptada do livro como a primeira), a terceira promete arrasar tudo como uma tsunami, isso porque o terceiro livro é um dos melhores (junto com o quinto), senão o melhor, dos cinco lançados até agora. Você que ainda não leu, mais que recomendo a leitura de “A Tormenta das Espadas“, pois ele é cheio de ação com combates e guerras furiosas, além de garantir surpresas e reviravoltas que farão os fãs desejar matar George R.R. Martin (aguardem por muitas mortes!), o criador da obra (que também está envolvido na produção da série).

Eu só espero que os 10 episódios prometidos para a terceira temporada sejam o suficiente para condensar a grandiosa obra de “A Tormenta das Espadas”, um livro com mais de 800 páginas (e que vale cada linha para ser lido). Sinceramente, foi um dos livros mais envolventes que já li em minha vida, passava madrugadas lendo -o (terminei em menos de uma semana), que prende o leitor do início ao fim! Vamos torcer que essa temporada mantenha a excelentíssima qualidade do livro.

Enquanto o dia 31 não chega, confira abaixo uma pequena prévia dos personagens e o que esperar da terceira temporada (sem spoilers, é claro!):

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Sonic e sua turma partem para uma nova missão espacial, mas acabam mudando os planos no meio do caminho. Assista ao sétimo episódio da quinta temporada de “Sonic for Hire” abaixo:

Para ver os episódios anteriores da web-série “Sonic for Hire”, clique aqui.

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Sonic e sua turma começam a bagunçar a base de Star Fox, quando são chamados para outra missão espacial. Assista ao sexto episódio da quinta temporada de “Sonic for Hire” abaixo:

Para ver os episódios anteriores da web-série “Sonic for Hire”, clique aqui.

A maior epopeia do seu PS2

Dirigido por Tetsuya Nomura, o Kingdom Hearts original já se mostrava um game com um enorme potencial. Foi um RPG que certamente ficava acima de todos os outros RPGs “não Final Fantasy”. Aliás, foi um RPG que para muita gente quase se igualava ao poderoso Final Fantasy X. Quase, pois duas coisas atrapalhavam seu desempenho:

A primeira coisa era a câmera deficiente de Kingdom Hearts, que comumente mais lhe atrapalhava do que te ajudava. Segunda coisa era a falta de uma certeza de que esta franquia pudesse ter um prognóstico de um futuro promissor, afinal era apenas o primeiro game. Entretanto, no final secreto de KH a notícia que os fãs esperavam veio de maneira super antecipada: A certeza de uma continuação da série.

Com isso Tetsuya Nomura mandava um recado: que KH poderia se tornar  mais uma série poderosa da Square. Nomura poderia provar que sua experiência farta como designer de Final Fantasy, trabalhando por tanto tempo e tão próximo de Sakagushi, lhe teria dado subsídios necessários para ser um dos grandes nomes no mundo dos games.

Kingdom Hearts 2 serve para mostrar duas coisas que são simplesmente surpreendentes, a primeira é que a Square provavelmente tenha criado algo ainda maior que seu Final Fantasy. Isso somente na segunda investida da serie Kingdom Hearts! A segunda é que com KH2, o nome de Tetsuya Nomura já percorre não apenas entre os grandes nomes da indústria videogamística, mas sim entre os gênios desta mesma indústria como Hideo Kojima e o próprio Sakagushi.

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