Sonic The Hedgehog – a estreia do ouriço nos consoles da atual geração não foi das melhores

Publicado: 27/02/2013 por Eduardo Farnezi em Análises, PS3, Xbox360
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*Análise escrita no período de lançamento do game*


Sonic entra na nova geração

Bom, fui um dos felizardos brasileiros que já pôde jogar até cansar o novo game Sonic para Xbox 360, que também estará disponível para PS3. Logo, o que melhor a fazer depois de jogar até fazer tudo o que poderia ser feito num game? Escrever sobre ele, é claro! E é por esse motivo que aqui estou.

Muito se esperava sobre esse game nos primórdios de seu desenvolvimento. Após isso as imagens in game decepcionaram muita gente, mesmo se tratando da versão beta. Mas enfim, agora com o game completo o que é possivel esperar de mais um game de Sonic em 3D?

Essa é minha função aqui, passar um pouco do que senti e do que achei de “Sonic the Hedgehog”.

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A História do Azulão

Denominar o tópico que explica a história do game como “A História do Azulão” chega a ser até um equívoco, afinal, quem dá o tom verdadeiro aqui com toda a certeza é Silver e em especial Shadow. Na verdade, sem Shadow esse game contextualmente sequer existiria. Mas enfim, vamos tratar um pouco da história desse game, com o mínimo de spoilers possível.

O game começa apresentando a princesa Elise, do reino de Soleana, na cena da maioria dos trailers do game na qual em um “ritual” incendeia um artefato em comemoração à algo. Nesse instante Robotnik aparece com seus robôs e exige da princesa “o segredo das Chamas do Desastre” e de quebra as Esmeraldas do Chaos, já que a própria princesa está usando uma em seu colar.

Nesse momento aparece Sonic para destruir os robôs e salvar a princesa. Durante o processo, Elise vislumbra outro Hedgehog rapidamente, como se recordasse de algo. Sonic pega a princesa e sai em disparada do local a fim de salva-la.

Enquanto tudo isso se desenrolava, o hedgehog que Elise vislumbrou está observando toda a ação de longe, dizendo a si mesmo que havia encontrado o “Iblis Trigger”.

veja a intro do game

Assim tem início o game. Lembrando que toda a apresentação, assim como em “Sonic Heroes”, é apresentada em uma CG de qualidade muito boa.

Note que Shadow ou mesmo outros personagens como Tails e Rouge sequer são lembrados nessa cena inicial. Isso porque eles somente aparecerão ao longo do game, mesmo que Shadow seja extremamente importante, ou melhor, necessário para a história.

Os personagens principais do game são realmente os três que todos esperavam que fossem: Sonic, Shadow e Silver, ou seja, os três hedgehogs que apareciam nos trailers divulgados.

Vamos a um rápido “profile” desses três dentro da história portanto:

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Sonic: Como o usual desde Sonic Adventure 2. Ele continua com aquela atitude de “eu sou bom, sei disso e adoro mostrar”. Coisa que cansa um pouco. Em Sonic the Hedgehog, Sonic tem uma importância muito pífia a nível de enredo: Ele fica o game inteiro por conta de proteger/resgatar a princesa Elise. Só isso. Muita gente pode falar que ela é uma peça chave do enredo, mas a verdade é que Silver e Shadow tem um peso tão grande na história do game, que nem parece que Sonic é a estrela maior aqui.

Silver: Personagem novo na série, ele vêm de um “mundo” que já foi destruído pelas Chamas do Desastre. Em seu mundo ele e seu companheiro, Blaze the Cat, batalham contra Iblis, um ser enorme constituído de chamas que sempre que derrotado, renasce. Eis que em um momento em seu mundo, Silver recebe uma informação de um personagem misterioso chamado Mephiles, que o renascimento do monstro pode acontecer devido ao “Iblis Trigger” e que também este poderia ser encontrado na era em que o “Desaster Ring Leader” vivia. Mais ainda, Mephiles ainda diz para Silver que Sonic é um ser parecido com Shadow e essa frase da inicio à importância vital de Shadow no enredo do game.

Shadow: “The Ultimate Life Form”. O personagem mais “amado” de “Sonic Adventure 2 está de volta e dessa vez com um enfoque e uma importância de enredo tão grand,e ou maior do que em “Sonic Adventure 2, o que é bom pois em “Sonic Heroes” ele era somente mais um. Em Sonic the Hedgehog, Shadow inicia sua história indo resgatar Rouge the Bat, que estava presa dentro da fortaleza de Robotnik. Rouge estava na fortaleza para resgatar o artefato “Scepter of Darkness”, roubado do rei de Soleana pelo vilão. Chegando para o resgate, um ser auto-intitulado Mephiles que estava selado no artefato, aparece na frente de Shadow e Rouge e os envia para o futuro. O mais estranho a ser verificado aqui é, além das perguntas que ficam no ar, a aparência do ser que é praticamente idêntica a de Shadow.

Bom, os personagens principais são esses e toda a história do game gira ao redor do que aqui foi falado sobre Sonic, Silver e Shadow. Não vou me estender mais aqui para não estragar surpresas sobre o enredo.

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“Geração” nova, vida nova!

Os games de Sonic sempre impressionaram no aspecto visual.

No Mega Drive, o primeiro “Sonic The Hedgehog” deixou todos boquiabertos, pois além de belo era rápido e furioso! Assim foi também com o jogos de Sonic para Mega Drive posteriores, sendo um após o outro mais belos e rápidos. No Saturn eu não gosto de considerar os games de Sonic, pois nenhum deles foram realmente um game clássico do ouriço azul!

No Master System e Game Gear, os games de Sonic fizeram bonito sim, considerando o poder dos consoles. No Dreamcast, Sonic Adventure foi um marco visual e Sonic Adventure 2 um game que praticamente tirava tudo que o Dreamcast podia fazer devido suas limitações. Sem se esquecer dos maravilhosos jogos de Sonic para o Game Boy Advance que são maravilhosos.

E assim foi até que Sonic Heroes foi lançado. Game este que além de conseguir ser o pior game de toda a franquia Sonic, era no máximo um game bonitinho em sua versão para Xbox e Game Cube, mas desastrosamente lento e feio para PlayStation 2. Se bem que considerando games como “Kunoichi” e “Shinobi“…

Enfim, eis que surge o boato de um game novo de Sonic para a “Next Gen” e logo após o boato, as CGs do game (que na época eram ditas como cenas in-game). Eram imagens belíssimas e todos ficaram animados para um game Sonic belo e poderoso.

E3 e TGS 2006 e o que se viu foi bem decepcionante. Imagens feias, com baixa sensação de velocidade e serrilhados até na alma dos personagens! Mas eis que o game saiu. E então, o que a Sega aprontou ?!

Nunca em um game Sonic os cenários foram tão amplos e foto-realistas. Realmente o senso de imersão ao game devido a isso é bem maior do que em outros games da franquia por esse exato motivo.

Também é preciso dizer que o senso de velocidade é muito alto, devido ao processamento furiosamente veloz que o 360 permite. Poderia falar muito aqui sobre as melhorias que o console permite, entretanto o fato é que apesar de tantas melhorias, elas não vão além do obrigatório tornando Sonic the Hedgehog um game belo, porém fraco visualmente. Eu explico.

O game é belo se comparado aos games da atual geração, entretanto somente evoluiu de geração. Nada mais do que obrigatório o game ser belo e causar certo impacto sobre quem o olha.

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Belas texturas, número de polígonos ridiculamente maior, um game maior e mais cheio de efeitos visuais, luz e sombra extremamente mais apurados. Enfim, somente a obrigação de um game de uma plataforma extremamente superior. Mas assim que olhamos o game de maneira mais crítica, vemos que este tem falhas maiores do que o desejável.

É verdade que os personagens não estão serrilhados como nas versões demo, entretanto nos cenários, quando não estamos correndo a 1000000 de KM por hora, granulações são visíveis. Algo que em um videogame que concebeu um Gears of War é inaceitável!

Eventualmente as sombras ficam estranhas, muita gente fala. Mas o que ocorre não é exatamente isso. É que em certos momentos, as sombras projetadas nos personagens não são em tempo real e sim sobras “taxadas” nos mesmos, algo que após nos acostumarmos com sobras em tempo real incomoda e salta às vistas.

A sensação de velocidade é bem alta, disso não se pode reclamar, mas em um game no qual a Sega disse que o poder de processamento dos consoles atuais estava anos luz da necessária para isso, tal sensação não impressiona. Tais palavras fizeram que a sensação muito boa de velocidade do game não me impressionassem. Não vai acontecer com todos, mas…

Apesar de tantos poréns ao visual do game, é um visual que cumpre seu papel enquanto a ação veloz rola solta, o que constitui de certa forma um bom trabalho.

Lembrando que as CGs que aparecem no game são muito boas e que aparecem aos montes! Nunca imaginei ver um game de Sonic com tantas CGs, parece coisa de Final Fantasy que a cada momento grandioso de história nos presenteia com uma bela CG.

Ainda me pergunto se a quantidade de CGs foi intencional para impressionar os jogadores e fãs de Sonic, ou se para esconder as falhas do visual do game quando fora da ação. Enfim…

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Corre criatura!

Como o esperado, ao comando de Sonic as fases são em sua grande maioria correndo feito um louco e tendo de se virar para escapar das armadilhas do game em alta velocidade! O sonho de todo fã de Sonic certo?
Mas pra variar, nem tudo são flores aqui!

Falando das fases de Sonic, apesar da tônica do game ser exatamente o sonho de todo fã, assim como o dito acima, duais coisinhas atrapalham muito durante a correria e uma outra fora dela!

Durante a correria a jogabilidade pode te enviar ao inferno muitas vezes, pois pode te matar a ponta torta! Tudo bem que comparando com o terrível demo da E3 2006 está bem melhor, entretanto não serão poucas as vezes que o jogador vai morrer por ter caído pro lado de um precipício por tentar realizar uma simples ação de “meia volta”. Isso acaba com o costume para com o game, mas ainda assim irrita e merecia mais atenção.

Outro problema é a câmera que consegue te atrapalhar demais quando mais precisar dela. Algo que acho inaceitável, pois de Sonic Adventure até Sonic Heroes, a Sega não faz nada a respeito da câmera em todos esses jogos da franquia. Você vai morrer porque calculou um pulo errado! Vai morrer porque não viu um buraco depois de um looping! Tudo que acontecia nos games anteriores acontece aqui também. Tudo bem que Sonic ganhou movimentos novos em decorrência do novo layout genial das fases, mas peraí né.

Saindo de Sonic e indo para os outros dois personagens jogáveis: Silver e Shadow.

Bom, Silver é “o estranho” no game. Esqueça a correria ensandecida aqui. Silver trabalha mais quieto com seus poderes psíquicos. Realmente é interessante o fato de poder pegar, com o poder da mente, coisas do cenário e atirar nos inimigos. Até mesmo mísseis atirados contra Silver podem ser revertidos contra o atirador!

Entretanto, vamos ver: Em SA e em SA2 os “estranhos” Big, Knucles, Tails, enfim qualquer outro que não Sonic e Shadow foram massacrados pela mídia especializada e pelos jogadores pela sua jogabilidade certo?
Depois com Sonic Heroes, que já errou por ter nascido, quem foi que gostou verdadeiramente do Chaotix Team, o time “esquisito” do game?

Tendo isso em vista porque a Sega achou que com Silver seria diferente? Poderes psíquicos são animais, mas está longe de um game Sonic que tem de ter a tônica na velocidade.

Agora vamos lá: Shadow, o personagem que já nasceu mais rápido, mais forte e mais cool do que Sonic. Porquê ele tem de ficar dirigindo motos e automóveis mais lentos do que ele e ficar atirando nos inimigos com armas mais fracas do que ele?!

Shadow é O personagem a nível de enredo nesse game, mas quanto à sua jogabilidade foi o menos aproveitado. Aliás, Shadow é mesmo muito azarado. Nasceu em SA2 de maneira animal, mas teve de se sacrificar para salvar a Terra, perdeu a memória, teve um jogo tosco pra burro e agora isso? Dá até dó.

Assim como o usual, o verdadeiro final do game só é visto ao terminá-lo com os três personagens principais. E assim como o habitual, temos uma batalha épica contra um chefe. Isso, aliás, foi o que salvou Sonic Heroes. Em Sonic the Hedgehog isso foi mantido, com uma batalha final animal, com direito a Super Sonic, Super Shadow e Super Silver, cada qual com poderes particulares e úteis. Uma pena que nesse game esse chefe tenha ficado tão fácil de ser batido.

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O constante permanece constante

Se existe algo que sempre foi considerado acima da média nos games atuais de Sonic é sua trilha sonora.

A de Sonic Adventure foi muito boa, com a música tema “Open your Heart” , fazendo um puta sucesso entre a crítica especializada.

Mas Sonic Adventure 2 teve a melhor trilha em games de Sonic  até agora. Quase todas as músicas são perfeitas para o game, sem contar que “Live and Learn” durante a fantástica batalha final é o bicho pegando! Nota 10 para a trilha de SA2.

A trilha de Sonic Heroes” foi piorzinha. Mesmo a música tema não foi legal, tendo apenas uma música realmente fantástica, a “What im made Off”.

Com relação a trilha de Sonic the Hedgehog, o game não fica devendo em nada para Sonic Adventure e com certeza é superior a Sonic Heroes, com músicas agradáveis e extremamente fortes. Entretanto ainda perde para a trilha sonora de Sonic Adventure 2, o que na verdade não é vergonha alguma. A música tema do game “His World” é muito bem produzida e é a melhor música do game com certeza, entretanto não tem o mesmo impacto de “Open Your Heart”“What im made off” e “Live and Learn”. Mas tal fato também não tem nada de vergonhoso.

escute a música tema His World abaixo

Em resumo, a trilha sonora de Sonic the Hedgehog é também muito acima da média.

Quanto à dublagen, realmente houve uma clara evolução aqui. Apesar das vozes ainda serem as mesmas dos games anteriores, elas estão bem menos infantis agora. Ainda bem, pois a história dessa vez é bem mais séria, assim como o foi em Sonic Adventure 2, e uma dublagem infantil destruiria o game. Em relação a dublagem claro destaque para as dublagens de Silver e de Shadow que são MUITO superiores às outras.

Quanto aos efeitos especias, não temos aqui nada de muito inovador, mas isso é algo que é de certa forma benéfico. Pois imagine mexerem no som do ato de recolher as argolas ou no som de salto de Sonic. Não ia dar pra engolir isso mesmo!

Este é o game de Sonic em que existe a maior interação entre humanos e seres do mundo Sonic. Algo que ficou extremamente estranho. Não porque a mistura seja algo por si só estranha mas…
Não vou contar, vocês joguem o jogo ou procurem algo no You Tube e vão entender do que estou falando. Espero que se a Sega fizer mais alguma interação entre humanos e Sonic que repense algumas coisas…

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Extras, Curiosidades, Diferenciais e coisinhas do gênero….

O primeiro e com certeza mais legal “extra” é a “reprodução” da primeira Action Stage de Sonic Adventure para Dreamcast. O cenário paradisíaco, os macaquinhos cretinos que te jogam bombas e a orca estão de volta.

A pior parte do game fica por momentos de rpg do game, em que explorar, resolver puzzles, entre outros devem ser feitos. Nada demais, puzzles simples e exploração baixa e fácil, mas para um game que deveria ter a velocidade tresloucada como tópico supremo é algo nada agradável. Ademais, inexplicavelmente, esses momentos de “adventure rpg” do game são inundadas de texturas em baixa resolução e slowndowns ridículos.

O sistema de “rádio” dos games anteriores continua, podendo ser ouvidas todas as músicas do game, desde que durante o game tenha as ouvido normalmente durante os eventos e as fases do game.

Outra coisa que volta de Sonic Heroes e Sonic Riders é a possibilidade de rever as CGs do game em um modo “teatro”. Coisa muito interessante pois as CGs são abundantes e contam muito bem a história. Sem contar que são melhores que as fantásticas CGs de Sonic Riders (que pra mim estão entre as melhores CGs do mercado).

Conclusão: Com certeza Sonic the Hedgehog não é perfeito e também não é o que os fãs mais exigentes imploraram para a Sega. Apesar de suas falhas, impressiona em sua apresentação áudio-visual. Com certeza o game não é tudo o que Yuji Naka disse que seria.
Se você, leitor do Canto Gamer, é oldschool, fã de Sonic em 2D e repudia Sonic em 3D, passe bem longe!
Se você, leitor do Canto Gamer, gosta do personagem e gostou de algum Sonic Adventure, experimente Sonic the Hedgehog pois pode acabar gostando. Sò não vá com muita sede ao pote…

Nome: Sonic The Hedgehog

Sistema: PS3, X360

Desenvolvedora: Sonic Team

Ano de Lançamento: 2006

Nota da análise: 5/10

+ Apresentação áudio-visual muito boa.

+ Dublagem mais séria e menos irritante.

+ Trilha sonora novamente muito boa, competente ao extremo.

+ A história mais séria da franquia desde Sonic Adventure 2

+ Dublagem mais séria e menos irritante.

+ A “eterna” batalha final dos Sonics em 3D está mais bela e chique do que nunca.

+ A “Orca”!

Interação bizarra e ridícula entre humanos e Sonic e sua turma.

Jogabilidade precária.

Shadow renegado a ficar dirigindo e atirando de automóveis.

Poderes psíquicos de Silver cansam depois de um tempo.

Não aproveitamento real no visual, apesar de sua boa “apresentação”.

Câmera atabalhoada.

Yuji Naka falar que este seria o renascimento de Sonic em toda sua grandiosidade.

E pra fechar com “chave de ouro”: apenas mais um game de Sonic em 3D.

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comentários
  1. Cansado disse:

    Sonic morreu faz tempo, hoje em dia temos só uma carcaça azul (de podre), fétida e deformada, que não passa de uma caricatura do que o Sonic foi um dia; violentada pela Sega em busca de alguns trocados. Com a moral cada vez mais abalada, Sonic segue a toda velocidade para o poço das mediocridades e piadas nojentas dos games (onde alias ele tem estado), afundando na podridão cada vez mais, onde temos perolas como Duke Nukem Forever, Bomberman: Act Zero, games baseados em filmes (ao gosto do fregues, TODOS são lixo) e outras “pérolas” de qualidade impar (não no bom sentido). A Sega deveria mostrar algum respeito e enterrar o Sonic de vez, nem os urubus aguentam mais esse fedor corrosivo de fracasso.

    • Eduardo Farnezi disse:

      Vou deixar aqui algo muito comum em fóruns de games: “Positivado”!
      Realmente, vendo o game hoje em dia, acho que quando eu escrevi a análise (essa análise foi escrita na época de lançamento do game) fui muito bonzinho com o mesmo.
      Esse game é terrível, aliás, desde a muito tempo Sonic vem sendo mau tratado severamente pela Sega.
      Gostei muito de Generations, mas tirando o Generations, faz anos que não consigo gostar de games da franquia…

    • Renan disse:

      Só uma pergunta mano, vc jogou o Sonic Generations?
      Eu confesso que os últimos jogos do Sonic foram muito aquém do que os fãs desejam, mas o Generations foi muito bom, só pecou por não trazer nenhum multiplayer.

  2. gleyvrson disse:

    P/ mim sinceramente sonic adventure 1 e 2 do dreamcast foi muito bom, ainda n joguei esse mais pretendo jogar só espero q ñ seja tão ruim!!!

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