Arquivo de fevereiro, 2013

reve

Trine 2” é um jogo de plataforma/puzzle 2.5D lançado no final de 2011 nas redes online digitais do PS3, X360 e PC. Assim como o primeiro título, o jogo traz uma aventura épica em um deslumbrante mundo fantasioso de magias, guerreiros e criaturas lendárias, em que o jogador controla três heróis diferentes em cenários cheios de quebra-cabeças a serem resolvidos, melhorando tudo o que já era ótimo no antecessor. E de quebra ainda conta com uma excelente trilha sonora e um dos mais belos visuais já vistos num jogo indie (independente). Duvida? Continue lendo nossa análise.

O mago, a gatuna e o cavaleiro

A aventura começa quando o artefato mágico Trine reúne novamente os três heróis do game anterior, indicando que alguma coisa não está correta. Atendendo o pedido de ajuda do Trine, Amadeus, Zoya e Pontius decidem partir novamente em uma jornada para descobrir o que está acontecendo. Durante o caminho, eles encontram com a Princesa Rosabel, uma mulher misteriosa que pede a ajuda dos heróis para libertar o seu reino da invasão dos goblins.

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O game de luta “Injustice: Gods Among Us“, também apelidado de “Mortal Kombat da DC Comics”, ganhou uma história em quadrinhos que serve como prelúdio para o jogo, e já está criando alguma polêmica.

A história da HQ se passa cinco anos antes do início do game, e tem como base alterar de forma radical os personagens do universo DC (não se preocupem, é apenas para o jogo, não conta na cronologia oficial). Ela é focada no Coringa e no Superman, e mostra o risadinha pinel matando o mala Jimmy Olsen e sequestrando Lois Lane, que está grávida (?!) do azulão.

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Closure2

Closure” é um jogo independente (ou indie para os íntimos) de plataforma/puzzle 2D muito bacana e viciante, que está disponível na rede PSN (e de grátis para os assinantes da Plus) e XBLA, desenvolvido pela Eyebrown Interactive. Lançado no início de 2012 para PS3, X360 e PC, teve inspiração num jogo em Flash com o mesmo nome, criado em 2009 pelos mesmos desenvolvedores, mas agora retrabalhado e com mais de 80 fases para quebrar a cabeça dos jogadores.

O game oferece uma proposta bem interessante, utilizando-se de um mundo feito de sombra e luz, de uma maneira nunca vista antes num game. Aqui não há história, o personagem bizarro anônimo é um mistério total, uma espécie de demônio-aranha, que se transforma em três personagens humanos (um cara de capacete numa fábrica, uma garota numa floresta e uma menininha numa cidade bizarra).

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A História do PC-Engine/TurboGrafx-16

artigo por: Márcio Pacheco

E estamos de volta com uma das matérias mais apreciadas do site, desta vez contando a História do PC-Engine/TurboGrafx-16. Mas se você é um jovem gamer que está se perguntando “que caralho de videogame é esse que nunca ouvi falar”, não se preocupe que vamos lhe explicar nos mínimos detalhes Quem, O Que, Quando, Onde , Como e Porque esse não tão famoso console surgiu.

Mas enquanto isso, uma rápida introdução para despertar a curiosidade do leitor, ou para trazer boas recordações de uma época distante para aqueles que lá estiveram. O PCE foi um console de grande sucesso no Japão, que rivalizava com os queridinhos Mega Drive e Super Nintendo.

Mais do que isso, ele foi o primeiro videogame da história a utilizar o CD-Rom como mídia para os seus jogos, uma verdadeira revolução no mundo dos games  nos anos de 1980. Se você pensava que o Sega CD (isso que eu já ouvi molecada por aí falando que foi o PlayStation…. tsc tsc) foi o primeiro console a usar o CD, está enganado, essa é uma honra destinada ao PCE, um console que foi o lar de jogos fantásticos, mas que por injustiças da vida, não ganhou grande notoriedade fora do Japão.

Mas ele possui uma legião fiel de seguidores, inclusive aqui no Brasil (essa vai para o meu amigo Marcelo do Universo PCE). Eu ainda me lembro daquela época de ouro dos videogames, os saudosos anos 80, mais precisamente o final dessa década. Os clones do Nintendinho reinavam por aqui e o Master System logo chegaria através da Tec Toy.

Eu folheava as revistas de videogames da época e via as fotos de jogos desse console e ficava “babando”, afinal eram bem mais bonitos que os dos concorrentes Nintendinho, Master System e MSX. Mas diferente desses três que você encontrava em qualquer lojinha de esquina, o PCE e seus jogos eram mais difíceis de se encontrar e quando se achava, o preço era exorbitante.

Eu fiquei vários anos “namorando” esse console através de revistas e matérias especiais, mas só muito tempo depois, através de emuladores, pude conhecer e jogar seus maravilhosos e apaixonantes jogos. Depois desse breve relato, fique agora com a história desse incrível console.

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*Análise escrita no período de lançamento do game*

São poucos os games que conseguem causar tão grande reboliço, tanto nos jogadores, quando na mídia especializada, quanto Gran Turimo 5 causou durante seus aproximados cinco anos de desenvolvimento. A cada informação nova, a cada nova imagem, a cada vídeo inédito liberado, todos ficavam loucos para ver o resultado final da nova edição do game que, de nameira nada humilde, se considera “The Real Driver Simulator”.

Dentre os principais motivos para tanto reboliço estavam o modo online, para corridas virtuais contra jogadores de todo o mundo, um enorme upgrade na quantidade e variedade de automóveis e a promessa de carros construídos virtualmente seguindo religiosamente todos os minuciosos detalhes de suas respectivas contrapartes reais.

Eis que o game é lançado a tempo do Natal de 2010. Hora de se medir e pesar os vários aspectos prometidos pela Polyphony Digital e verificar até onde Gran Turismo 5 conseguiu atender o prometido e até onde as promessas foram maiores do que o produto entregue.

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O macho man Shank está de volta, em um game ainda mais violento que o anterior, trazendo de volta a nostálgica pancadaria 2D para a tela do seu PS3, X360 ou PC (disponível via rede online). “Shank 2” traz algumas melhorias significativas em relação ao primeiro título, que tinha uma jogabilidade mais travada, e agora corre mais suave e instintiva. Além de novas mecânicas de combate, temos novas armas, mais sangue e carnificina, e a grande novidade, um modo multiplayer para dois jogadores online (ou offline se preferir).

O game manteve o clima “tarantino” do original, com visuais sangrentos e cheios de ação. Apesar de os gráficos não terem sofrido uma grande evolução, eles continuam com um estilo todo próprio e muito bonito na tela, com uma direção de arte mais detalhada e com bom uso de luz e sombras. Os personagens possuem um estilo caricato estilizado que combina bem com a mecânica 2D do game. Há mais objetos interativos nos cenários, é possível destruir mesas, caixas, barris e até usar máquinas/armas/armadilhas do cenário para atingir os inimigos. O arsenal de armas está bem variado, muitos deixados pelos próprios inimigos, como bastões, canos, facões, foices e uma infinidade de itens que podem ser encontrados pelo caminho, permitindo que você trucide seus oponentes de formas ainda mais sanguinárias e violentas.

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