Arquivo de março, 2013

The-Cave_00009

Você talvez nunca tenha ouvido falar no game “The Cave“, produzido pela Double Fine e distribuído pela Sega no começo deste ano, via distribuição online para PS3, Xbox 360, Wii U e PC, mas se você gosta do gênero puzzle/adventure/plataforma 2D, certamente vai apreciar este título, que chegou de mansinho como não quer nada e tem ganhado uma legião de fãs cult.

Desenvolvido pela sempre genial mente de Ron Gilbert, um dos criadores do nostálgico gênero adventure de clássicos como os dois primeiros “The Secret of Monkey Island” e “Maniac Mansion” (entre outros), o título surgiu de um conceito já de longa data de seu criador, que sempre pensou que “as pessoas têm segredos obscuros, que colocam em uma caverna profunda e escura”. Metáfora essa que ele teve ainda quando trabalhava na LucasArts nos anos 90, tendo ele feito alguns esboços de labirintos numa caverna, mas permanecendo aí e não levando a ideia adiante.

Já na Double Fine, e vendo que o mercado de games independentes estava sendo bem aceito pelo mercado, e que o estilo adventure/puzzle caia no gosto dos gamers novamente, Gilbert pegou aquela sua velha ideia e começou a trabalhar nela novamente, e assim nasceu “The Cave”. Segundo Gilbert, um jogo “que fãs do antigo estilo adventure vão gostar”.

(mais…)

Spec-Ops-The-Line

Confesso que jogos de tiro estilo “Call of Duty” e “Battlefield” já acabaram com a minha paciência. É sempre a mesma coisa e seguem a mesma fórmula básica de jogos desse gênero, isso claro, em minha humilde opinião, já que ambas as franquias continuam vendendo milhões a cada novo jogo, o que significa que a piazada ainda deve curtir.

Já jogos de tiro em terceira pessoa eu acho mais interessantes, e eis que resolvi dar uma chance ao “Spec Ops: The Line“, desenvolvido pela Yager Development e distribuído por ninguém menos que a 2K Games, e que está disponível para PS3, X360 e PC. Ele já é o nono game da série “Spec Ops”, mas felizmente não possui nenhuma relação com os games antigos e é completamente independente. “The Line” me surpreendeu e revelou ser um game de alta qualidade e com ação intensa que eu recomendo para todos que gostem do estilo. Leia a análise abaixo e descubra o porquê.

(mais…)

Ninja-Gaiden-3-Razors-Edge_2013_03-20-13_022.jpg_600

Depois de passagem como “exclusivo temporário” do Wii U (lançado no final de 2012), “Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge” está prestes a aportar no PS3 e Xbox 360, e uma demo já está disponível para degustação de seus fãs, antes do seu lançamento agendado para 2 de abril. E o que esperar de um remake do remake (versão returbinada?) Bom, leia abaixo as nossas primeiras impressões sobre a demo e saiba o que esperar desse bicho.

Antes de mais nada, “Razor’s Edge” está bem melhor do que o vergonhoso “Ninja Gaiden 3“, tendo desta vez mais cara de uma verdadeira sequência para a série NINJA. E apesar de preencher várias lacunas e de dar mais profundidade ao ninja assassino favorito da galera, o game ainda derrapa em velhos problemas. Mas antes vamos às novidades.

(mais…)

god_of_war

Com certeza, nenhum outro game exclusivo a ser lançado para Playstation 3 esse ano, tinha um “hype” tão grande em torno de si quanto God of War: Ascension. Não para menos, afinal poucos games em toda a história do entretenimento eletrônico pode se dar ao luxo de ser tão épico quanto a última versão da franquia a ser lançada para um console de mesa. “Bem medido e bem pesado”, God of War 3 é superlativo em todos os sentidos.

Agora, já disponível para a jogatina, será que God of War: Ascension consegue se equiparar à grandiosidade do game anterior, atendendo as expectativas dos fãs de Kratos?

(mais…)

DuckTales-Remastered-Announced

E atenção marmanjada oldschool gamer, a Capcom está trazendo de volta um de seus grandes clássicos do nintendinho 8 Bits, nada mais, nada menos do que DUCKTALES. É isso mesmo, segurem suas lágrimas, pois ainda tem mais, não é um remake 3D, mas sim uma versão remasterizada, ou seja, quase idêntico ao jogo original, mas com gráficos e outras melhorias proporcionadas pela atual geração.

O jogo será desenvolvido pela WayForward Technologies e mostrará o nosso querido Tio Patinhas em uma jornada cheia de aventura e ação plataforma 2D, em busca de tesouros para aumentar ainda mais a sua fortuna. A trupe toda deve aparecer, como Huguinho, Zezinho e Luisinho, os Irmãos Metralha, a Maga Patalojika, e muito mais.

O “novo” Ducktales será lançado para PS3 (PSN), Xbox 360 (XLBA) e Wii U (eShop) e chega ao mercado no verão norte-americano de 2013. Confira o trailer abaixo (e segure as lágrimas ao ouvir a música – aposto que você vai cantar em português!):

Shurikens, ninjas assassinos e um cachorro como parceiro!

shdow-dancer-gens-1

Acabei de assistir a um filme de ninjas (Marcado Para Morrer/The Hunted, com Christopher “Highlander-Raiden-Tarzan” Lambert, se você quiser conferir, eu recomendo) e me deu uma baita vontade de escrever algo sobre o tema, e escolhi para tal um dos maiores clássicos dos 16 Bits e do Mega Drive: Shadow Dancer.

Se você jogador geração “justin biba” tem como referência apenas Ryu Hayabusa quando se fala em games de ninjas, saiba que nos anos 80/90 quem ruleava no manejo da katana, shurikens e ninjitsus era o ninja Joe Musashi, da antológica série Shinobi (e também não é totalmente culpa de vocês, a Sega deixou a franquia meio esquecida mesmo –  o último título, que não fez muito sucesso, foi “Kunoichi“).

(mais…)

First-Look-Dead-to-Rights-Retribution----Rebooting-The-Franchise-That-Brought-You-The-Dog-Button

 *análise escrita no lançamento do game

E o policial de Grant City está de volta em mais um game da série Dead to Rights, da Namco Bandai. Não se lembra dele? Tudo bem, o primeiro jogo foi lançado em 2002 e não fez lá muito sucesso. E muito provavelmente, Dead to Rights: Retribution  irá passar batido e não chamar muita a atenção em seu PlayStation 3 ou Xbox 360, já que é um game não muito original e tecnicamente refinado, mas tem os seus bons momentos de diversão.

O personagem principal, Jack Slate, é o típico personagem canastrão dos games: cara musculoso com voz sombria de macho man. Apesar de todos os clichês imagináveis de filmes trash de ação de Steven Seagal e Jean-Claude Van Damme, “Retribution” pode sim oferecer um bom nível de diversão, especialmente naqueles dias que você está estressado ou está louco para arrebentar a cara de alguém. Só não espere muita coisa dele.

(mais…)

00

Algo que certamente os fãs de quadrinhos adoram é quando seus heróis trocam porrada com outros heróis e inevitavelmente aparece aquela pergunta clássica: “qual deles ganha?“. E nem sempre aquele resultado que parece óbvio é o que acaba acontecendo, como vimos nesta história do “Homem-Aranha vs O Senhor do Fogo“.

E hoje trago a vocês outro combate com o nosso amigão da vizinhança, mas desta vez contra o Homem de Ferro do FUTURO. É isso aí mesmo que você leu, o rival da vez não é o Tony Stark que conhecemos (apesar do Aranha e ele já terem se estranhado também, especialmente na saga Guerra Civil), mas sim o seu primo do ano de 2020 de uma realidade alternativa.

Esse Homem de Ferro do “futuro” não tão longe assim, apareceu pela primeira vez em 1984 na revista do Homem-Máquina, e de lá pra cá já apareceu em algumas histórias esporádicas pelo universo Marvel, mas nada inesquecível (e por isso provavelmente você nunca ouviu falar dele, até agora). Esse Homem de Ferro é Arno Stark, primo de Tony. Ele foi apresentado como um vilão, um cara cruel e mau caráter, bem diferente do Stark que conhecemos na cronologia normal. Ele usa a armadura do Homem de Ferro em benefício próprio, como ferramenta de espionagem industrial e como mercenário.

(mais…)

2010_tron_evolution-wide

Em 1982 um dos filmes mais revolucionários da história ganha às telas dos cinemas norte-americanos. Pela primeira vez, um filme se sustentaria visualmente, e conceitualmente, em computação gráfica. Assim foi Tron, da Disney, que devido a seu visual único e sua temática distinta, se tornou cult ao longo dos anos que se seguiram.

Apesar de ter “tudo a ver” com o mundo dos videogames, Tron nunca ganhou um game de real impacto na indústria do entretenimento eletrônico, o que sempre foi, particularmente falando, um enorme desperdício. Mas aparentemente isso estaria para mudar.

Em 2008 a própria Disney anuncia uma sequência direta do clássico de 1982, a se estrear em 2010, e o fez em grande estilo. Tron: Legacy, como foi nomeclaturado o novo filme, teve um orçamento de aproximadamente 200 milhões de dólares, um merchandising pesadíssimo, uma trilha sonora completamente composta por Daft Punk, nada menos do que autoridades mundiais em música eletrônica, e por ai vai. Poderia continuar citando aqui uma lista enorme sobre como o a nova cria dos estúdios Disney é superlativa em praticamente todos os aspectos. Como não poderia deixar de ser, um game baseado no filme seria algo praticamente consequencial, e assim o foi.

Tron: Evolution, como foi chamado o game, não se tornaria um game que tão somente seguiria fielmente a história de Legacy, ao contrário, seria um prólogo. E assim o é.

Em vídeos liberados antes do lançamento do game, tudo indicava que o estigma de games “atrelados” a filmes não serem bons estaria para mudar, afinal de contas, tudo parecia também superlativo quando o assunto era Tron: Evolution.

Se o game é tudo o que poderia ser, se é tudo o que era prometido pela a Disney e a produtora Propaganda Games, é o que me proponho a expor aqui.

(mais…)

“Uma letrinha do alfabeto grego faz uma diferença…”

ninja-gaiden-sigma_09_XGA-34

Ninja Gaiden por certo foi um dos melhores, se não o melhor, remake de um sucesso das antigas, no período de tempo que engloba as últimas três gerações de consoles. Na verdade, o simples fato de um remake ser bom já é digno de alegria, pois são na maioria das vezes, bombas destruidoras de corações gamers. Se assim o é, o que dizer de um game que não só é bom, mas também um dos melhores games de uma geração inteira?

Felizes e orgulhosos foram os detentores de um Xbox, uma vez que era o único console que conseguia rodar Ninja Gaiden, devido ao seu, comprovadamente, mais poderoso hardware de sua geração. Desejosos e até mesmo invejosos eram os possuidores tão somente de outro console, pois não poderiam desfrutar de Ninja Gaiden. Digo isso por experiência própria.

Um sequência de Ninja Gaiden para a nova e poderosa geração vindoura de consoles já era esperada, e pouco tempo mais tarde anunciada, tão somente para o Xbox 360. Mas eis que a Tecmo, para a alegria dos possuidores de um Playstation 3, anuncia que um Ninja Gaiden estava em desenvolvimento para o console da Sony. Não um game novo, mas sim uma versão de luxo, com adições e melhorias, tanto no visual, quanto no gameplay e storyline, do sucesso da geração passada. Até mesmo o título do game ganhou uma adição. Surge assim Ninja Gaiden Sigma.

(mais…)

Beat’m up, inédito no Mega Drive, apresenta altíssima qualidade!

belos gráficos e animações

Quando eu fiz o post do piratão “Super Mario World 64” para o Mega Drive eu aproveitei e dei uma pesquisada em outros títulos “não oficiais” que foram lançado para o 16 Bits da Sega nesses últimos anos, os quais já estou namorando um tempo e aguardando que uma boa alma consiga-os converter para arquivos ROM para se jogar em emuladores, mas até agora nada. Para quem estiver curioso, os games são “Beggar Prince“, “Star Soldier” e “Pier Solar“, todos RPGs de altíssima qualidade para o console, mas que existem apenas em versões “cartuchos”. Sim, isso mesmo, um pessoal louco pelo Mega Drive desenvolveu games inéditos para o console, mesmo anos depois de sua aposentadoria. O “Beggar Prince”, por exemplo, tem 32 Mb e é bem parecido com os games “Lunar Silver Star” do Sega CD! Foi lançado em 2006 e vendeu 1.500 cópias até 2010, quando cessaram sua produção/venda. Veja aqui algumas imagens dele.

Mas enfim, foi fuçando a internet que acabei descobrindo um outro título “alternativo” para o saudoso Meguinha, não um RPG, mas desta vez um fabuloso beat’m up no nível de um “Streets of Rage 2” ou um “Final Fight 3“, misturado com um “Golden Axe” e um “Knights of the Round“. Dessa salada toda saiu um game chinês inédito para os amantes do Mega Drive, chamado de “Shui Hu Feng Yun Zhuan“, produzido pela Never Ending Soft Team, e que não possui versão em inglês, mas que numa tradução livre significa “Water Margin Wind & Cloud Chronicles” ou ainda “Beneath The Clouds”, pelo que andei pesquisando por aí.

(mais…)

6222_1

Os jogos piratas, especialmente os “made in china”, faziam parte da cultura videogamelística (roubei esse termo do Farnezi :P) dos anos 80/90, tendo o seu grande apogeu na mais notória guerra dos videogames: Mega Drive vs Super Nintendo. Naquela época já havia jogos multiplataforma, mas os games exclusivos eram o que faziam realmente a diferença e claro, que dividia os gamemaníacos (os espertos, como eu, tinham os dois consoles) e geravam discussões que perduram até os dias de hoje!

E apesar dos istas de cada lado jamais confessarem, é claro que surgia uma pontinha de inveja naquele game exclusivo que estava bombando no concorrente. E assim, graças aos “pirateiros”, tivemos pérolas como “Sonic 4” e “Tekken” no Super Nintendo, e “Donkey Kong Country” e “Super Mario Bros” no Mega Drive. Infelizmente a qualidade desses games eram, em sua maioria, duvidosas, ficando muito aquém da capacidade de que os consoles podiam realmente oferecer. De vez em quando algum ou outro surpreendia, como é o caso do RPG “Brave Battle Saga: Legend of the Magic Warrior“, para Mega Drive.

(mais…)

936full-crazy-taxi-2-screenshot

Ando muito “viúva seguista” imagino. Minhas últimas análises todas foram para algum game/console da Sega: “Golden Axe Beast Rider“, “Crazy Taxi“, “Vanquish“. E eis que a minha alma seguista ainda sente necessidade de continuar a falar dos games da criadora do ouriço azul mais famoso do mundo, sendo assim, volto a falar de mais um game da Sega. Dessa vez, tratarei aqui de um de meus games favoritos para o finado Dreamcast. Dando continuidade a análise de “Crazy Taxi”, trago a vocês a análise de sua sequência: “Crazy Taxi 2“.

We´re back! Its Crazy Taxi 2…

Um ano e alguns meses somente após o lançamento do game original, a Sega lança no mercado “Crazy Taxi 2”. O curto período de tempo passado entre o lançamento do primeiro game e o de desenvolvimento do segundo, não impediu a Sega de entregar aos entusiastas do “Crazy Taxi” original exatamente o que eles queriam para uma provável sequência.

(mais…)

crazy_taxi_by_tuna5000-d5avv16

A atualmente moribunda Sega, produtora que, antigamente, era sinônimo de bons jogos, afinal de contas, não há como negar que a Sega era muito boa mesmo como softhouse, sempre foi muito boa em um gênero especifico de game, os games para diversão simples, rápida e furiosa. Games “arcades”. Até hoje, quando a Sega acerta a mão, o que é algo muito difícil, ela acerta a mão justamente nesse tipo de game, vide “Sonic 4”, “Vanquish” e “After Burner Climax”, todos grandes games, e todos Arcades.

Entenda, quando digo que um game é “arcade”, quero dizer que é um game que tem em si o espírito de games de fliperama, ou seja, mais despojados, menos preocupados com realismo e mais focados na diversão rápida e absoluta.

O game que me proponho a analisar aqui tem exatamente esse espírito, e é um dos melhores do gênero de games acima citado: “Crazy Taxi“.

(mais…)

wp-golden_axe_beast_rider-c-1280

Uma época muito especial na vida de qualquer gamer Old School por certo foi o período que engloba o fim da década dos anos 80 a meados dos anos 90. Período esse em que os maiores clássicos da indústria do entretenimento eletrônico surgiram, não coincidentemente, foi o período da “batalha dos 16 bits”, em que Sega e Nintendo combatiam entre si pela supremacia.

Nesse período clássicos absolutos como “Final Fight“, “Streets of Rage“, “Street Fighter 2“, entre outros (me atenho por aqui pois a lista é enorme), surgiram gloriosos. Dentre tais virtuoses videogamelísticas, surge pelas mãos da Sega um dos games mais marcantes dessa época: Golden Axe.

Não vou me ater aqui a tratar um pouco sobre a série clássica pois o Canto Gamer já possui a análise dos três games lançados para o Mega Drive. Falarei somente que, tirando o terceiro e último game da série clássica, os games foram sucesso absoluto, clássicos instantâneos, unindo um visual medieval, ação de qualidade, dificuldade na medida e, é claro, um multiplayer divertidíssimo.

Pressupondo então que já leram as análises dos games aqui no site, ou então que já conhecem a série em questão, prossigo.

Dada tamanha carga histórica e nostálgica para com a série “Golden Axe” fica fácil saber o porquê de tanta comoção, preocupação e ansiedade dos jogadores quando a Sega anunciou estar trabalhando em um novo que carregaria o nome “Golden Axe” a ser lançado para Playstation 3 e X360.

Se a preocupação era maior do que a ansiedade ou vice-versa não sei mensurar muito bem, pois a Sega anda errando a mão em proporção muito maior do que acertando no quesito de desenvolvimento de games. Posso estar equivocado, mas na atual geração só me recordo de um game verdadeiramente bom que carrega o nome da Sega tanto como produtora, quanto como distribuidora: “Virtua Fighter 5” (lembrando que “Bayonetta” e “Vanquish” são somente distribuídos pela Sega). Esse fato, em contraponto com a alcunha de “matadora de clássicos próprios” que a Sega angaria, vide Sonic, Altered Beast, entre outros, faz ficar difícil confiar na produtora.

Eis que surge o game, e assim sendo, com o espírito de um gamer que vivenciou a época áurea, tanto da Sega, quando de “Golden Axe”, vamos à análise de “Golden Axe: Beast Rider“, game esse que infelizmente, entra para o hall dos jogos de minha “coluna” “Trash Games”.

(mais…)