Arquivo de março, 2013

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Minhas últimas análises mostram facilmente o quão nostálgico eu ando: “Pac-Man Championship Edition DX” (que apesar de não ser Old School, bebe da fonte como poucos) e “Tiger Heli“. Para continuar com essa onda de fetichismo pelo antigo, trago aqui a análise de um game que não somente é um monstro sagrado do mundo dos games, como também é o pioneiro em seu gênero. Vamos a River Raid, pra Atari 2600.

Se na análise de Tiger Heli havia dito que provavelmente muitos dos leitores por certo sequer haviam nascido quando o game havia sido lançado, que dirá tal referência baseando-se em um game para Atari 2600.

O conceito do jogo é simples. No game o jogador controla um avião de guerra que segue o curso de um rio, enquanto elimina tudo o que existir pela frente. Mas adições a essa fórmula fizeram River Raid ser único e pioneiro em sua execução.

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Nintendinho na veia!

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O ano, 1986. Provavelmente muitos dos leitores que aqui estão sequer eram vivos e portanto, podem não compreender as lágrimas que correm pelo meu rosto enquanto escrevo essa análise.

O game que exponho aqui foi o segundo game de “navinha” com progressão vertical que me deixou “ligado” nele. O primeiro deles, claro, foi “River Raid” (game esse que ganhará uma análise aliás…). É com muito amor no coração que apresento a vocês “Tiger Heli”, versão para NES.

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*Análise escrita no período de lançamento do game*

Não é original, mas é bacana!

Há três anos atrás um certo RPG despretensioso aterrizou no PS2 e fez um belo estardalhaço, unindo um estilo mais clássico de RPG em seu sistema de jogo e seu visual, entretanto adicionando à essa velha receita novidades muito bem vindas, que se aliaram perfeitamente a tais “antiguidades”. Tal mistura criou um game com estilo de velha guarda mas com um toque de modernidade e rapidamente fez muito sucesso para com os jogadores e a mídia especializada. Assim foi Disgaea, um game que angaria muitos fãs até hoje.

Visando repetir tal sucesso, a Nippon Ichi Software tenta fazer com que o raio caia duas vezes no mesmo local e lança Disgaea 2: Cursed Memories.

Assim como seu antecessor, Disgaea 2 se foca em seu enredo e personagens muito bem humorados. Um sistema de batalha sólido e a “Assembléia Negra” apenas somam pontos importantes ao game ao game.

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*Análise escrita no período de lançamento do game*

Okami!

É…
Parece que os games andam à passos largos em evolução artística. Vejam bem, nesta geração tivemos no mínimo três jogos que com certeza são daqueles que superam a barreira de serem somente comerciais, para se tornarem arte.

O primeiro é ICO, que com sua abstralidade encantou todo gamer que tem o mínimo de sensibilidade artística dentro de si. Logo após surge SHADOW OF THE COLOSSUS, da mesma equipe de ICO. Jogo esse que lista todo o senso artístico e abstrato de ICO e eleva o conceito à estratosfera. Assim como leva ao limite o pobre hardware do PS2.

Entretanto, tanto ICO quanto Shadow of the Colossus foram games, assim como o dito, muito abstratos. Seguiram o caminho da abstralidade conceitual para se tornarem artísticos e portanto, não tinham muito apelo comercial por falta de uma coisinha, coisinha essa que os “anti esses games” usam para os atacar: a interatividade.

Não acho esses games não são interativos, pelo contrário, mas…

Faltava então um game para colocar um belo “cala a boca” nesse pessoal, provando que um game pode ser tanto artístico, quanto interativo e funcional como um game.

Não falta mais!
Apresento-lhes o game que une arte e interatividade de maneira única, e que consegue ser mais artístico e mais interativo que a maioria dos games lançados nos últimos meses.

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Pacificando as ruas

Existem jogos que sempre serão esquecidos, ou sequer conhecidos, por 90% da “população jogadora” de games. Games que, podemos defini-los assim, pré-conceituados!

Casos assim não faltam. Games como “Beyond Good & Evil” e “Klonoa“, que apesar de serem MUITO bons, caíram no ostracismo. Um caso muito comum é o fato de alguns games nunca serem lançados oficialmente fora de seus países, ou mesmo serem lançados apenas em “um canto” do mundo, normalmente somente no oriente e Europa oriental.

Esse é o caso de “Sexy Beach 3” para PC (hehe) por exemplo. Também é o caso do game que aqui será analisado por quem escreve hoje. Um game que apesar de ser um dos melhores games para SNES, uns dos melhores Beat´n up do Snes e do mercado como um todo, praticamente não é conhecido, pois seu lançamento oficial aconteceu somente no Japão.

Com certeza muitos leitores do Canto Gamer o conhecem, afinal somos, na maioria, da velha guarda de games, mas muitos outros sequer ouviram falar em seu nome.

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