Arquivo da categoria ‘Análises’

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Em 1989 a Capcom lançou o seu jogo mais vendido no NES – que também é considerado um dos melhores do console, o clássico DuckTales, jogo inspirado na série animada de sucesso da televisão (que por sua vez era inspirada nas história em quadrinhos dos geniais Carl Barks e Romano Scarpa), e que com certeza fez a diversão de muitos dos leitores oldschool que aqui estão. “DuckTales: Remastered” chega pelas mãos da WayForward trazendo toda a nostalgia do jogo original quase que impecavelmente, mas agora com visuais remodelados em alta definição, a (mesma) trilha sonora mais arrojada e alguns extras totalmente inéditos! Se você é fã dos quadrinhos/desenhos da Disney, se jogou o game original ou é fã de jogos de plataforma 2D, “DuckTales: Remastered” é simplesmente obrigatório para você!

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várias cutscenes dubladas com animações graciosas

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Na quinta-feira (13), foi o último dia da E3 2013, a maior feira de videogames do mundo e onde aconteceram as maiores novidades do mundo eletrônico nestes últimos dias. Tivemos boas conferências da Sony e Microsoft, que revelaram mais informações sobre seus novos videogames: Xbox One e PlayStation 4. A Nintendo, bem mais tímida e recatada, não fez nenhuma apresentação para o público, mas sim uma transmissão online especial, com o seu presidente Satoru Iwata (o que deixa bem claro que as coisas não vão indo bem pra ela, apesar de ter o domínio do mercado dos portáteis, seu Wii U ficou abaixo das expectativas). Eu e o Eduardo deixaremos aqui nossas impressões sobre o que aconteceu de melhor e pior nessa E3, veja se nossas opiniões vão de acordo com as suas, e caso contrário, deixe seu recado nos comentários!

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A série “Streets of Rage” foi uma das mais famosas franquias do gênero beat’m up (jogos de pancadaria 2D em que você vai lutando contra vários adversários, avançando na tela até chegar ao fim da fase e defrontar o chefe) dos anos 90, produzido pela Sega e alcançando grande sucesso no bom e velho Mega Drive (e Master System e Game Gear também). Você já conferiu aqui no Canto Gamer as análises de “Streets of Rage” e “Streets of Rage 2“, e agora chegou a vez da sua terceira, e última, edição.

Streets of Rage 3” foi lançado em 1994 e passou por várias melhorias se comparado aos games anteriores, com uma trama um pouco mais complexa, múltiplos finais (são quatro no total), fases mais longas e mais interativas, jogabilidade mais rápida com novos golpes e novos personagens (inclusive alguns secretos). Infelizmente foi o último título dessa grandiosa série, que deixou uma legião de fãs e seguidores sedentos por um novo (e aguardado) capítulo (chegou a sair o Streets of Rage Remake, mas isso é outra história, que irei contar mais no final). Por isso se você viveu a época dos 16 Bits, venha relembrar desta grande obra da Sega nos videogames, e se você não viveu, não sabe o que perdeu, mas pelo menos terá um gostinho da coisa lendo a nossa nostálgica análise de hoje!

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A Konami realizou hoje, às 14h, uma apresentação especial dos seus principais games que serão mostrados na E3 2013 (maior feira de games do mundo), em Los Angeles, entre os dias 11 e 13 de junho. A conferência durou apenas 30 minutos, falando sobre seus trabalhos para celulares e redes sociais, PES 2014, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain e Castlevania: Lords of Shadow 2. Como devem imaginar, os dois últimos foram os que tiveram maior enfoque no evento. Mas vamos por partes:

PES 2014

Bom, nós aqui do Canto Gamer não somos chegados em jogos de futebol, por isso nem ligamos muito para a parte dele. Mas como sabemos que tem muita gente por aí que gosta, as novidades são uma nova engine gráfica Fox Engine (realmente com visuais belíssimos, desenvolvido pela própria Konami), novas mecânicas de jogabilidade mais realística, novas modalidades (aquele blábláblá de sempre quando sai um novo PES) e um interessante sistema em que a torcida vai interagir diretamente com o desempenho dos jogadores em campo, incentivando-os a jogar melhor (ou pior se forem vaiados). O jogo sai para PS3, Xbox 360, PC e PSP (nada de WiiU). Fiquem com um vídeo do game mostrado no evento:

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A aventureira Lara Croft é certamente uma das personagens femininas mais icônicas da história dos videogames, com inúmeros games lançados e personificada na tela do cinema pelas belas curvas de Angelina Jolie (isso sem contar outras mídias). Foi nos anos 90 que teve seu grande auge, e assim como toda longa franquia, acabou trilhando por maus caminhos e teve a fama ofuscada por outro aventureiro, um certo Nathan Drake da série “Uncharted“, que ironicamente, reinventava com enorme sucesso o estilo de “Tomb Raider” para a nova geração, coisa que a própria Lara Croft não conseguiu fazer em seus games.

Depois de três fabulosos games estrelados pelo seu “rival”, a Crystal Dynamics em parceria com a Eidos Montreal, resolveram recomeçar do zero e assim nasceu o projeto do reboot de “Tomb Raider“. Esqueça tudo o que você viu antes, o game não mostra uma sequência para a série e a personagem está completamente diferente do que estamos acostumados a vê-la. Apesar de ainda manter algumas de seus características, como a coragem e determinação, o que vamos encontrar é uma jovem Lara insegura e inexperiente, que se esborracha, se molha, vive machucada, queimada, leva porrada e até perna presa em armadilha de lobo ela aguenta. Mas sempre continua em frente, não importa a que custo, e se forçando a fazer coisas que nunca imaginou.

E será que essa reinicialização das origens da cultuada heroína deu certo e a colocaram no caminho da fama novamente, sem perder sua identidade? A resposta é:  com toda certeza! Era exatamente do que a musa virtual estava precisando. Confira nossa análise e saiba o porquê.

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Após cinco meses de seu lançamento no PS3 e Xbox 360, “Resident Evil 6” chega para os jogadores de computador (PC), em uma produção ambiciosa que é considerada a maior da história da série, e até mesmo da própria Capcom. Personagens clássicos (e alguns novos) estão de volta, estourando os miolos de zumbis bem diferentes daqueles que vemos na televisão, como em “The Walking Dead“, sendo eles resistentes, rápidos e até armados.

Claro que essa tendência “rápida e furiosa” da série, que começou desde “Resident Evil 4“, ganhou sua própria legião de fãs, mas por outro lado afastou os mais tradicionais ligados ao “survival horror”, estilo que a própria franquia foi uma das pioneiras, e que agora está cada vez mais se distanciando. “Resident Evil 6” é um bom jogo de ação, com uma grande quantidade de inimigos, armas e golpes, mas se você espera uma aventura de terror e tensão aos moldes antigos, pode acabar se decepcionando.

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A série “Darkstalkers” surgiu em meados dos anos 90 em pleno auge de outra franquia da Capcom: “Street Fighter”. A proposta da empresa era oferecer aos fãs de games de pancadaria algo diferente dos populares lutadores de rua, e então assim surgiu uma série de monstros e criaturas mitológicas quebrando o pau entre si. E graças aos belos visuais cartoons estilizados, e a boa mecânica de luta, personagens como MorriganFeliciaPyronDemitri, entre outros, caíram nas graças dos jogadores de fliperamas, e posteriormente no Saturn e no PlayStation.

Agora, já no final da atual geração, a Capcom resolve lançar uma compilação remasterizada com dois games da série: “Night Warriors: Darkstalkers’ Revenge“ e “Darkstalkers 3“, ambos baseados em suas versões originais de arcade e disponíveis nas redes online do Ps3 e X360. E será que essa coletânea, “Darkstalkers Resurrection“, recebeu um trabalho refinado, ou é apenas mais um produtocaça-níquel para arrancar dinheiro dos fãs?

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Lançado em 2012 para Playstation 3 e Xbox 360, Ninja Gaiden 3 fez os fãs mais ardorosos da franquia entrarem em um fervoroso círculo de decepção e ódio sem igual. O mal concebido game obteve médias ridículas nas análises de sites especializados, não passando também pelo crivo dos exigentes fãs. Pior que isso, o game conseguiu também não angariar novos fãs, não agradando a ninguém no final das contas. Dentre as principais reclamações, as de que o game era muito fácil, a história era muito idiota, o conteúdo do game era pífio e a jogabilidade muito imprecisa e que favorecia o “mash-button”, estavam no topo de todas as listas.

Visando apagar a má imagem deixada por Ninja Gaiden 3, a Tecmo e o Team Ninja reformularam muito do que já estava pronto para o lançamento do game para o WiiU. Tantas foram as reformulações que mesmo o nome do game foi alterado, ganhando o sub-título “Razor´s Edge”. Basicamente era uma versão “Sigma” do game.

Como em MUITOS dos casos de exclusividade de games para o WiiU, Ninja Gaiden 3: Razor´s Edge no ano de 2013 perde sua exclusividade para com o console da Nintendo e ganha versões para PS3 e X360.

Se Razor´s Edge consegue fazer jus ao nome que carrega, e se consegue apagar a péssima impressão que o Ninja Gaiden 3 “original” deixou, é o que veremos ao longo dessa análise.

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Apresentação Fail do Xbox One – UaDaFu e Canto Gamer

Publicado: 21/05/2013 por Márcio Alexsandro Pacheco em Artigos, Notícias, Xbox One
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* Matéria feita em parceria com o site UaDaFu

E acabamos de conhecer o sucessor do X Bosta 360 graus de merda na conferência de hoje dia 21/05/13. Seu nome? XBOX ONE.

MAS, será que ele é realmente tuuuudo isso?

Nós do UaDaFu e Canto Gamer, vamos malhar contar nossas impressões sobre a “GRANDIOSA pero no mucho”, apresentação da Microsoft…

1- Detalhe do Aparelho:

XBOX ONE conta com um Design inovador, só que não. O Design do aparelho remete à um VHS da década de 80. É um coisa grande e preta, um catatau desajeitado que mais parece o pinto do Motumbo!

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Personagem principal de Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, Raiden é provavelmente é o personagem mais odiado de toda a franquia Metal Gear. De maneira inesperada, e até mesmo omitida pela Konami, Raiden “toma” o lugar do eterno Solid Snake no referido game. Isso por si só já seria o suficiente para deixar os fãs mais puristas da série furiosos, entretanto o jeito andrógeno de Raiden fez com que a situação piorasse ainda mais.

O personagem retornou em Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, mas dessa vez veio para apagar sua má impressão deixada em sua última aparição, bem como tem seu brilho próprio, não “tentando roubar” os holofotes do real protagonista do game, Solid Snake / Old Snake.

As cenas em que Raiden aparece em Guns of the Patriots são todas, sem exceção, de tirar o fôlego. São cenas de ação muito bem coreografadas em que Raiden mostra todas as suas habilidades com uma Katana e um corpo quase todo cibernético, destruindo facilmente inimigos que Snake por certo preferiria evitar.

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O console é o Atari 2600. O ano é o de 1982. O game, nada mais, nada menos, o clássico Pitfall. A verdade é que você que lê esta análise nesse momento, provavelmente sequer estava vivo nessa época. Para os que viveram esse período, eu sei que nesse instante sua alma deve estar até doendo de saudade

Mais simples impossível. Em Pitfall controlamos Pitfall Harry, um aventureiro que entra num ambiente que somente pode ser descrito como uma florestorinto (mistura de floresta com labirinto) para encontrar os 32 tesouros perdidos.

A progressão da aventura é lateral e a floresta se apresenta no televisor sob a forma de diversas telas com obstáculos diferentes a ser ultrapassados. Para tal contamos com a ação de andar para os lados e pular.

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Bomberman

Um dos ícones da geração 16 bits, Bomberman atraiu jogadores de todas as idades por seu visual despojado e diversão multiplayer familiar garantida. No Super Nintendo a série teve seus melhores momentos, incluindo o cultuado e raro “Bomberman 5”, que é uma verdadeira orgia de diversão, tanto jogando sozinho, mas em especial no seu modo multiplayer, que permitia que até quatro jogadores se divertissem simultaneamente, mesmo após ser derrotado em campo de batalha. Para a grande maioria o melhor game de Bomberman surgiu em sua versão para Saturn, que permitia fantásticos 10 jogadores se enfrentando na tela. Uma orgia de diversão.

Entretanto, desde então, a série nunca mais conseguiu entrar nos eixos novamente. Com várias versões lançadas para portáteis, para Nintendo 64, para Playstation, Playstation 2 e até mesmo o N-Gage, nenhuma jamais se destacou como as antigas versões supracitadas. Fato esse não injustamente ou sem explicação, tais versões de Bomberman são realmente muito ruins.

Com as possibilidades de games para download da geração atual, eis que a Hudson, produtora do game, tem a óbvia ideia de disponibilizar para compra mais um exemplar de seu renomado mascote. Muita gente já torceria o nariz para isso, afinal faz anos que a Hudson não acerta a mão com Bomberman, mas nem mesmo o gamer mais pessimista poderia imaginar o que a Hudson estaria prestes a fazer na sua nova investida com um game da série.

E graças a isso, aqui estamos nós, com mais uma análise para minha Seção Trash Games, com um game que é tão ruim, mas tão ruim, que fez todos os games Bomberman de Playstation, de Nintendo 64 e afins, parecerem jogos AAA. Eleve o seu Cosmo para sobreviver a Bomberman: Act Zero.

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Você talvez nunca tenha ouvido falar no game “The Cave“, produzido pela Double Fine e distribuído pela Sega no começo deste ano, via distribuição online para PS3, Xbox 360, Wii U e PC, mas se você gosta do gênero puzzle/adventure/plataforma 2D, certamente vai apreciar este título, que chegou de mansinho como não quer nada e tem ganhado uma legião de fãs cult.

Desenvolvido pela sempre genial mente de Ron Gilbert, um dos criadores do nostálgico gênero adventure de clássicos como os dois primeiros “The Secret of Monkey Island” e “Maniac Mansion” (entre outros), o título surgiu de um conceito já de longa data de seu criador, que sempre pensou que “as pessoas têm segredos obscuros, que colocam em uma caverna profunda e escura”. Metáfora essa que ele teve ainda quando trabalhava na LucasArts nos anos 90, tendo ele feito alguns esboços de labirintos numa caverna, mas permanecendo aí e não levando a ideia adiante.

Já na Double Fine, e vendo que o mercado de games independentes estava sendo bem aceito pelo mercado, e que o estilo adventure/puzzle caia no gosto dos gamers novamente, Gilbert pegou aquela sua velha ideia e começou a trabalhar nela novamente, e assim nasceu “The Cave”. Segundo Gilbert, um jogo “que fãs do antigo estilo adventure vão gostar”.

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Confesso que jogos de tiro estilo “Call of Duty” e “Battlefield” já acabaram com a minha paciência. É sempre a mesma coisa e seguem a mesma fórmula básica de jogos desse gênero, isso claro, em minha humilde opinião, já que ambas as franquias continuam vendendo milhões a cada novo jogo, o que significa que a piazada ainda deve curtir.

Já jogos de tiro em terceira pessoa eu acho mais interessantes, e eis que resolvi dar uma chance ao “Spec Ops: The Line“, desenvolvido pela Yager Development e distribuído por ninguém menos que a 2K Games, e que está disponível para PS3, X360 e PC. Ele já é o nono game da série “Spec Ops”, mas felizmente não possui nenhuma relação com os games antigos e é completamente independente. “The Line” me surpreendeu e revelou ser um game de alta qualidade e com ação intensa que eu recomendo para todos que gostem do estilo. Leia a análise abaixo e descubra o porquê.

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Depois de passagem como “exclusivo temporário” do Wii U (lançado no final de 2012), “Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge” está prestes a aportar no PS3 e Xbox 360, e uma demo já está disponível para degustação de seus fãs, antes do seu lançamento agendado para 2 de abril. E o que esperar de um remake do remake (versão returbinada?) Bom, leia abaixo as nossas primeiras impressões sobre a demo e saiba o que esperar desse bicho.

Antes de mais nada, “Razor’s Edge” está bem melhor do que o vergonhoso “Ninja Gaiden 3“, tendo desta vez mais cara de uma verdadeira sequência para a série NINJA. E apesar de preencher várias lacunas e de dar mais profundidade ao ninja assassino favorito da galera, o game ainda derrapa em velhos problemas. Mas antes vamos às novidades.

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