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Ando muito “viúva seguista” imagino. Minhas últimas análises todas foram para algum game/console da Sega: “Golden Axe Beast Rider“, “Crazy Taxi“, “Vanquish“. E eis que a minha alma seguista ainda sente necessidade de continuar a falar dos games da criadora do ouriço azul mais famoso do mundo, sendo assim, volto a falar de mais um game da Sega. Dessa vez, tratarei aqui de um de meus games favoritos para o finado Dreamcast. Dando continuidade a análise de “Crazy Taxi”, trago a vocês a análise de sua sequência: “Crazy Taxi 2“.

We´re back! Its Crazy Taxi 2…

Um ano e alguns meses somente após o lançamento do game original, a Sega lança no mercado “Crazy Taxi 2”. O curto período de tempo passado entre o lançamento do primeiro game e o de desenvolvimento do segundo, não impediu a Sega de entregar aos entusiastas do “Crazy Taxi” original exatamente o que eles queriam para uma provável sequência.

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A atualmente moribunda Sega, produtora que, antigamente, era sinônimo de bons jogos, afinal de contas, não há como negar que a Sega era muito boa mesmo como softhouse, sempre foi muito boa em um gênero especifico de game, os games para diversão simples, rápida e furiosa. Games “arcades”. Até hoje, quando a Sega acerta a mão, o que é algo muito difícil, ela acerta a mão justamente nesse tipo de game, vide “Sonic 4”, “Vanquish” e “After Burner Climax”, todos grandes games, e todos Arcades.

Entenda, quando digo que um game é “arcade”, quero dizer que é um game que tem em si o espírito de games de fliperama, ou seja, mais despojados, menos preocupados com realismo e mais focados na diversão rápida e absoluta.

O game que me proponho a analisar aqui tem exatamente esse espírito, e é um dos melhores do gênero de games acima citado: “Crazy Taxi“.

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*Análise escrita a muito, muito tempo; numa galáxia muito, muito distante…*

Início e fim de uma era…

Sega, Sega. Que saudades de você…

Eu sei que ela ainda existe, mas não é mais a mesma. E do jeito que a coisa anda, não vai ser mais o que era. Esse comentário não tem nada a ver com esta análise em questão, mas sempre que analiso algum jogo da Sega, me lembro de sua época áurea e de sua época atual. E isso sempre me dá uma tristeza. Enfim, vamos a análise.

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Ulala´s Swingin Report Show!”

É inegável dizer que na época em que a Sega desenvolvia games para plataformas que eram dela mesma, a “dona do mascote azul” era praticamente imbatível. Não importa de qual console falemos, seja Master System, Genesis, Saturn ou Dreamcast, a Sega sempre tirava um “Ás” da manga e nos presenteava com games fabulosos, e não raramente inovadores.

Venho aqui agora relembrá-los de um game que une todas as características acima. Um jogo da Sega, desenvolvido para um Hardware criado pela mesma e que, por certo, não é somente muito bom, também o é inovador. Um game que, infelizmente “passa batido” para a maioria dos jogadores, ou então, é pré-julgado de maneira preconceituosa.

Vou tratar aqui de Space Channel 5 para Dreamcast.

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Nascida no Playstation como um “clone de luxo” de Alone in the Dark, mas ganhando com o tempo um status muito mais prestigioso do que a própria franquia “clonada”, a série Resident Evil redefiniu os parâmetros para games de horror, tendo os levado a ter seu próprio gênero, o Survival Horror.

O primeiro Resident Evil mostrou ao mundo a que a série veio. Resient Evil 2 elevou tudo o que o game anterior proporcionada à décima potência, sendo um jogo maior e mais maduro, sendo considerados por muitos o melhor game da série. Resident Evil 3 não conseguiu manter o padrão que Resident Evil 2 proporcionou, mas ainda assim é um game muito bom e que mostrou ao planeta um dos antagonistas mais amados do mundo dos games: Nêmesis.

Eis que surge o Dreamcast, a “última esperança da Sega”. A Capcom oferece todo o apoio do mundo para o Dreamcast, quem se lembra do período do Dreamcast, sabe que a Capcom lançou muitas pérolas para o “console do espiral laranja”. No entanto, nenhuma das pérolas que a Capcom deixou para a biblioteca de games da Sega brilhou, ou brilha, mais do que o quarto game da franquia de Survivor Horror mais famosa do mundo, game esse que me predisponho a tratar aqui: Resident Evil: Code Veronica.

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