Arquivo da categoria ‘Master System’

A História do Master System

artigo por: Márcio Pacheco

 

Imaginem uma outra época. Uma época em que talvez muitos dos leitores ainda estivessem engatinhando ou ainda nem mesmo tivessem nascido. O ano: 1989. Localização: Brasil. O console:Master System. A empresa: Tec Toy.

Somente com essas variantes, o mercado brasileiro de videogames sofria uma metamorfose revolucionária e que nunca mais seria a mesma.

Sim, já tínhamos o Atari, o MSX também andava por aí assim como dezenas de clones do Nintendinho 8 Bits.

Mas tudo mudou com a chegada do Master System, um dos videogames mais queridos e lembrado pelos gamers brasileiros. Com ele aqui, a Nintendo não teve vez. Confiram agora a história desse videogame que marcou milhares de jogadores e deixou um legado de recordações e lembranças de uma época que jamais será esquecido por quem vivenciou.

(mais…)

– o RPG que revolucionou a indústria em 1987 –

Que o ponto forte da Sega não eram os RPGs  todo mundo já deve saber. Jogos de ação, esporte e corrida eram (e são até hoje) mais a sua praia. Diferente do Super Nintendo que possuía dezenas e dezenas de RPGs em seu catálogo de jogos (muitos deles até desconhecidos por aqui), o Mega Drive contava com alguns poucos títulos, dava até para contar nos dedos. Felizmente quando a Sega fazia um RPG, geralmente esse game fazia muito sucesso, como Landstalker, Shinning Force e Beyond Oasis. Porém, foi em 1987 que seria criada uma das maiores e mais amadas séries de RPG dos anos 80/90 (logo atrás de sucessos como Final Fantasy e Dragon Quest): Phantasy Star.

Phantasy Star I começou a sua história e revolução no final de 1987, ao ser lançado para o Sega Mark III (o Master System dos japas). O pessoal aqui do Brasil deve se lembrar dele…. quem é daquela época, 1988/1989, deve se lembrar das vastas propagandas da saudosa Tec Toy em cima do game para o público que não estava acostumado com RPGs. Ele trazia três grandes novidades aos gamers brasileiros da época: primeiro – seu estilo RPG, naquele tempo games de “pula-pula e atirar” como Mario, Alex Kidd e Zillion  é que faziam a cabeça da moçada, não os RPGs. Segundo – era um game totalmente em português! Um jogo oficial da Sega em português… bacana não? (naquela época não se tinha a facilidade de traduzir games como é hoje em dia). E terceiro, o game trazia no cartucho uma bateria interna para salvar os seus progressos, outra grande e bem-vinda novidade ao universo eletrônico de games.

(mais…)