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Nintendinho na veia!

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O ano, 1986. Provavelmente muitos dos leitores que aqui estão sequer eram vivos e portanto, podem não compreender as lágrimas que correm pelo meu rosto enquanto escrevo essa análise.

O game que exponho aqui foi o segundo game de “navinha” com progressão vertical que me deixou “ligado” nele. O primeiro deles, claro, foi “River Raid” (game esse que ganhará uma análise aliás…). É com muito amor no coração que apresento a vocês “Tiger Heli”, versão para NES.

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Deixa eu mandar a real “proceis”, hoje em dia os jogadores estão muito mal acostumados. Hoje em dia, se o cabloco morre umas três vezes seguidas em algum game, já o excomunga e procura outra coisa. Isso se é que alguém morre muito nos jogos, já que os mesmos estão muito mais amenos no quesito dificuldade.

Antigamente não era assim… Nada de continues a dar com pau, ou mesmo infinitos.

Nada de trocentas vidas.

Nada de save states durante as fases.

O “nego” tinha de ser MACHO para finalizar o game.

MUITO MACHO!!!! MASSACRATION!!!!!!!!!!!!!

Empolguei.

Na análise que realizo hoje, apresento, ou mato saudade de alguns, de um game que é o atestado do que falei acima. Um jogo diabolicamente difícil, mas que apesar de mortes constantes e momentos de xingar a mãe de Belzebu de coisa ruim um monte de vezes, tinha o poder de atrair cada vez mais o jogador, em um tufão viciante e obsessivo para chegar ao fim do mesmo.

Com vocês Contra, para Nintendinho.

Gostaria de lembrar aqui, que nomes e referências aqui citadas tem como base a versão americana do game.

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Clássico Time!

É com esse “portunhol” que começo aqui minha humilde análise de um dos games mais adorados do “velhinho da Nintendo”, o Nintendinho. Com vocês: Batman.

Lançado em 1989, mesmo ano do lançamento do primeiro dos filmes de Batman do diretor Tim Burton, filme esse o qual o game é “baseado”, Batman para Nes surge para marcar presença no mundo dos games.

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1989! Eu era um molequinho, rato de fliperama!

E como todo bom rato de fliperama, nada melhor do que reunir os amigos para uma jogatina em conjunto. Nessa época, nenhum jogo foi melhor para reunir a galera em comum jogatina do que o game Teenage Mutant Ninja Tutles: The Arcade Game. Com a possibilidade de chutar bundas dos ninjas do Clã do Pé com até três amigos simultaneamente, a diversão era garantida!

Entretanto, e toda história tem um entretanto…. Quem possuía um console de mesa e não podia ir a um fliperama (antigamente o Arcade era fliperama “mermão!”) como ficava? Ficava chupando dedo sem poder experimentar as Tartarugas Mutantes?

Jamais!

E é sobre o jogo para console de mesa das Tartarugas Mutantes, baseado em Teenage Mutant Ninja Turtles: The Arcade Game que venho aqui tratar hoje. Ô SAUDADE!

Me lembro como se fosse ontem. Eu e meu pai fomos a uma loja comprar umas fitas para o saudoso sistema de 8 bits da Nintendo, carinhosamente conhecido por Nintendinho, o NES. Compramos algumas fitas que por certo me fizeram muito feliz, com uma ou outra ocupando um lugar especial em meu coração. Dentre as fitas lá estava ela: Teenage Mutant Ninja Turtles II: The Arcade Game.

E vontade de arrumar um “Delorean” agora….

Paremos de falar de mim e voltemos ao assunto que interessa!

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O retorno do Ninja

Veio o primeiro Ninja Gaiden para Nintendinho e ele se tornou imediatamente o mais fantástico game de ação da história. Com uma jogabilidade ágil e precisa, um visual bem trabalhado e a inauguração de cut-scenes cinemáticas para contar a história, o game foi um sucesso de vendas e de criticas.

Sem muita demora é anunciada a óbvia continuação de Ninja Gaiden, afinal de contas, “se fez dinheiro, que se repita a dose”, já dizia o velho filósofo capitalista. Mas como superar um game que já era considerado perfeito, repetindo a mesma fórmula, em um hardware tão limitado?

E eis que a Tecmo tira leite de pedra e dos dá Ninja Gaiden 2, um game superior ao original e todos os sentidos.

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“Vem brincar, que o circo já chegou.
Vem sorrir, que o circo já chegou.
Vem dançar, que o circo já chegou.
Vamos bater palmas, porquê o circo já chegou.

Tem mágico fazendo tudo desaparecer,
surpresas na cartola, tudo isso é pra você.
Tem muitas piruetas, palhaços de montão,
caindo de bumbum no chão.”

Aha! E viva o circo!

Não tão famoso quanto outros games de sua época, tais como Tiger Heli, mas nem por isso menos divertido, Circus Charlie surgiu nos Arcades, pelas mãos da Konami, no ano de 1984, tendo posteriormente uma versão para o NES em 1986, em uma boa conversão diga-se de passagem. A análise de Circus Charlie que aqui apresento se refere à conversão para NES, uma vez que, nunca tive acesso ao game dos Arcades.

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