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A História do Sega/Mega CD

artigo por: Márcio Pacheco

 

Seguindo nossas matérias sobre a história dos videogames, temos em pauta hoje o saudoso Sega CD (ou Mega CD, como era conhecido no Japão e Europa). Não é preciso dizer que aqueles que possuíam um Mega Drive, o Sega CD era o sonho de consumo de qualquer fã da Sega na época. O Sega CD foi praticamente o pioneiro dos consoles caseiros a usar o CD como mídia para os games (antes dele foi lançado o PC-Engine, primeiro videogame da história a usar o CD-Rom).

O console revolucionava o mercado mundial de games e com certeza nenhuma outra máquina despertou tanta curiosidade, interesse e ansiedade quanto o Sega CD. É verdade que ele não fez tanto sucesso quanto merecia, mas com certeza ficou longe de ser um fracasso.

Eu lembro de quando comprei o Mega CD japonês, um pouco depois de ele ter sido lançado no Japão. A euforia era tão grande que imediatamente quando cheguei em casa já o tirei da caixa branca quadriculada (do mesmo estilo da caixa do Mega Drive japonês), “encaixei” o bichão embaixo do MD (e que visual lindo que ele tinha) e comecei a jogar os games que vieram junto (Sol-Feace, Earnest Evans, Thunder Storm, Heavy Nova).

Vamos agora conhecer a história desse console “irmão” do Mega Drive, que chegava ao mercado para trazer uma nova e poderosa geração de hardware para os videogames.

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“As máquinas erguem-se das cinzas do fogo nuclear. A guerra para exterminar a humanidade durava décadas, mas a batalha final não seria no futuro. Seria decidida aqui, no presente. Esta noite…”

A frase acima apareceu pela primeira vez nas telas dos cinemas em 1984 e dava início ao filme “O Exterminador do Futuro” (The Terminator), um longa-metragem de ficção científica de baixo orçamento, com atores desconhecidos e um diretor em começo de carreira – era um filme que não prometia muito. Mas indo contra às vibrações negativas, o filme explodiu e foi um grande sucesso, lançou para o estrelato o ator Arnold Schwarzenegger e o diretor James Cameron, além de render até hoje uma franquia de bilhões de dólares e uma série de filmes cultuados (mesmo que os mais recentes não tenham a qualidade dos dois primeiros filmes).

Naquela época, nenhum game foi lançado baseado no filme, mas quando lançaram o segundo em 1991, vários títulos surgiram, inclusive do primeiro filme. A maioria dos jogos era ruim, mas teve dois títulos que marcaram época pela sua boa qualidade: “The Terminator” para Mega Drive (1992) e Sega CD (1993). E não pensem que o jogo é o mesmo para ambas as plataformas, como geralmente acontecia na época. A versão de Mega Drive, que já era muito boa, foi totalmente reformulada para o CD, que ficou maior e melhor, sendo que até hoje é reconhecida como a melhor adaptação do primeiro filme em um game.

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Bem-vindo a mais uma análise de um jogo clássico, e desta vez trazemos para os nossos leitores o fantástico “Flashback: The Quest for Identity”, lançado originalmente para o computador Amiga em 1992, e ganhando versões em vários outros consoles, sendo os mais famosos as versões para Mega Drive, Super Nintendo e Sega CD.

Foi desenvolvido pela produtora francesa (já falida) Delphine Software, a mesma que lançou um ano antes o também ótimo “Out of This World”. O jogo foi concebido pelo designer Paul Cuisset , e está listado no Guinness Book com o recorde de “o jogo francês mais vendido de todos os tempo”. Título esse mais do que merecedor, como veremos a seguir.

“Flashback” marcou uma geração de jogadores ao apresentar um estilo bem inovador para a época, o cinematic plataformer, gênero esse que também se enquadra “Out of This World” e “Prince of Persia”. Esse gênero usava uma técnica para dar mais realismo e fluidez aos movimentos e ações dos personagens, sendo que o jogador precisa, o tempo todo, calcular distância dos pulos, saber a hora certa de atirar ou correr, etc.

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Terceiro e último jogo que conta a história de Annet e Earnest Evans contra as forças do mal (os outros dois games são El Viento e Earnest Evans). Com o título de Annet Again ou Annet Returns (no original Anneto Futatabi), desta vez nossa heroína volta em uma grande versão exclusiva para Mega CD, infelizmente não saiu uma versão americana, o que vai complicar para detalhar a história do jogo. Tudo o que eu sei é que o jogo se passa dois anos depois dos acontecimentos de El Viento. Annet e Earnest Evans estão viajando pelo mundo e acabam indo visitar uma rainha, que acaba desaparecendo, provavelmente raptada por um General que está envolvido com criações de seres biológicos, ou se preferirem, mutantes.

Mas pode-se perceber pelas cenas de anime que é uma história complexa, e no mínimo interessante, alguns rostos conhecidos dão as caras como Earnest Evans e até mesmo Zigfried, que parece estar do lado dos bandidos desta vez, e que nos outros jogos apareceu como um personagem misterioso dando algumas dicas para ajudar Annet e Earnest.

Neste jogo a Wolf Team resolveu inovar, deixando de lado o estilo plataforma usado nos dois jogos anteriores, e agora transformando num jogo de luta no melhor estilo Streets of Rage.

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Com o sucesso de “Time Gal” para o console da Sega, a Wolf Team  resolveu investir pra valer nos jogos interativos conhecidos como FMV (Full Motion Video). “Thunder Storm FX”, também conhecido como “Cobra Command” fora do Japão, foi o segundo game nesse estilo a sair com o logo da empresa para o Mega CD.

Nascido para os fliperamas pela extinta Data East e passando ainda pelo MSX, Saturn e Playstation (em versões que não eram da Wolf Team, mas que são praticamente idênticas) “Thunder Storm” é um jogo de guerra, onde você pilota nada mais nada menos que um Apache LX-3FX, umas das maiores e mais avançadas (naquela época, hoje já existem Apaches mais modernos) máquinas de guerra dos EUA.

Como todo bom jogo interativo, esse também contém muitas cenas animadas de muita ação para entreter o pessoal durante um bom tempo. Novamente uma boa memória e bons reflexos serão necessários para você se dar bem nesse game. Os estilos de jogos FMV teve seu auge em meados dos anos 80 e boa parte dos 90, uma febre que se alastrava principalmente nos fliperamas, com o clássico “Dragon´s Lair” como carro chefe dessa febre, entre outros como “Space Ace” e o faroeste “Mad Dog Mac Gree” (que chamava a atenção pelo seu gigantesco telão e atores reais).

assista a abertura de “Thunder Storm FX”

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E chega os FMVs

O primeiro jogo da Wolf Team a aparecer no Mega CD trazendo para os consoles domésticos um estilo de jogo que até então só tinha nos arcades e micro-computadores, como o MSX: os jogos interativos, também conhecidos como FMVs (Full Motion Videos). Time Gal foi originalmente feito para os Arcades pela Taito e apresentava uma nova forma de se jogar fliperamas. Você joga como se estivesse assistindo a um desenho animado, tudo em terceira visão. Durante o jogo, você terá que tomar algumas decisões para movimentar a heroína ou fazendo-a atirar, enquanto você assiste a animação, ou seja, é um jogo onde você precisa ter mais reflexos e boa memória do que habilidades e técnicas com o controle.

Com o Mega/Sega CD, a Wolf Team viu a oportunidade de trazer esse estilo de jogo para os videogames caseiros, o que foi uma decisão acertada em cheio, pois com o sucesso de Time Gal para o console da Sega, abriria os portões para outros jogos antigos desse estilo que voltariam a vida no Mega CD. Um estilo de jogo completamente esquecido hoje em dia e que com certeza vale a pena dar uma relembrada nessa época, onde esses tipos de jogos dominavam.

Os jogos em FMV dividiam a opinião dos gamers, muitos adoravam e outros odiavam, por não ser exatamente um “jogo”, mas um filme (no caso aqui desenho) em que você ficava assistindo. Eu mesmo gostava, para mim era uma novidade, uma coisa diferente e como eu já gostava de desenhos japoneses, não poderia ser melhor. É inegável o sucesso dos FMV nos anos 80/90, havia dezenas de fliperamas com esse tipo de jogo e o Sega CD foi o console campeão de quantidade de games em FMV, alguns muito bons e inovadores como o clássico “Night Trap” e outros verdadeiros filmes Trash de segunda categoria.

 

Vários perigos esperam por nossa heroína, como os homens das cavernas

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Com a estreia do novo filme do Homem-Aranha se aproximando, nada melhor do que relembrar do clássico jogo do aracnídeo que saiu para Sega CD em 1993. Mas antes disso, o jogo foi lançado em 1991 para o Mega Drive e foi um grande sucesso comercial, especialmente para os fãs do personagem.

Pela primeira vez o cabeça-de-teia tinha um jogo caseiro que fazia por merecer a sua fama. O game tinha belos gráficos e músicas e o mais importante, era bem fiel ao espírito do nosso herói. Vários vilões clássicos do personagem apareceram e o jogo tinha uma história digna de pertencer aos quadrinhos.

Inclusive, o manual do jogo original, ou seja do Mega Drive, contava com uma introdução de quatro páginas escrita por Steve Englehart e desenhada pelo legendário John Romita, um dos mais famosos desenhistas do personagem no início da sua carreira (essa mesma introdução foi reproduzida em animação na abertura do Sega CD).

capa da versão  Mega Drive e Sega CD

 

clique nas imagens para ver a introdução do manual do MD

A Sega acertou em cheio e logo o game ganhou ótimas versões também para o Master System e o Game Gear, sendo a última delas para o Sega CD. E o melhor de tudo, a versão CD não era apenas uma cópia do cart com novas músicas e cenas animadas, como era o costume de se fazer. Não, era um jogo totalmente novo, com várias coisas novas. A Sega fez com o Spiderman Vs the Kingpin o que várias softhouses deveriam ter feito na época quando lançavam um mesmo game para o Mega Drive e Sega CD: reformular todo o jogo! (mais…)

– Pilote a nave Sol Feace para salvar a humanidade de uma super inteligência artificial –

Os bons tempos dos games shooters ficaram para trás. E quando eu me refiro à shooters, não estou me referindos aos FPS, mas sim os bons e velhos jogos de tiro de navinhas, também conhecidos como shoot’n up. Muita gente por aí deve achar que Sol-Feace foi feito originalmente para o Sega CD e só então foi feito um port para o Mega Drive. Mas na realidade, a versão de Sega-CD já era um remake! Sol-Feace foi feito originalmente para o computador japonês X68000 em 1990 pela Wolf Team. Porém é bem difícil de se achar esse jogo, material raro mesmo.

Mas então a versão do Sega CD é a melhor que existe? Infelizmente não. Eu amo Sol-Feace do Sega CD, foi um dos primeiros games que eu joguei quando comprei um Mega CD anos atrás, mas verdade seja dita: A versão do x68000 (um sistema mais antigo que o Sega CD /MegaDrive, porém bastante poderoso) é muito mais superior que o do Sega CD. Confiram nas imagens abaixo:

 

X68000 vs MegaDrive/CD

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Vamos agora analisar um dos melhores games que o Sega CD já teve e um dos mais lendários da historia dos videogames: Snatcher. Produzido pela Konami, foi lançado para o console da Sega em 1994, e apesar de não vender horrores (o Sega CD já estava em fim de carreira) o game fez grande sucesso entre os fãs, sendo cultuado até os dias de hoje.

Porém Snatcher teve sua grande estreia em 1988 nos computadores japoneses PC88 e no saudoso MSX. O game foi criado por Hideo Kojima, antes de sua obsessão pela sua outra consagrada obra: Metal Gear Solid. Porém essas primeiras versões não possuiam vozes, e muitas cenas que ainda não existiam. O Ato 3 por exemplo, só chegou a aparecer primeiramente no PCE. No MSX o jogo praticamente não tinha final, ficava tudo no ar. Kojima havia dito na época que a Konami estava apressando o lançamento do jogo e não deu tempo de colocar este ato no game, apesar dele já estar em desenvolvimento.

Snatcher teve no total seis diferentes versões. As já citadas PC88 e MSX, também teve uma versão para o PCE, para o Sega CD e mais tarde para o Saturn e Playstation. Porém de todas elas, a versão do Sega CD é tida como a melhor entre os fãs. Foi a única versão a ser feita especialmente para o mercado americano (textos e diálogos todos em inglês – nunca foi lançado oficialmente no Japão), é bem parecido com a versão do PCE, mas possui algumas melhorias como novas cenas e mais diálogos e textos, além de não ser tão censurado como as versões de Saturn e Playstation.

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Durante sua carreira de mais ou menos quatro ou cinco anos, o Sega CD  teve alguns títulos que certamente se destacavam da sua biblioteca de games. Mas com certeza, nenhum era como Silpheed!

Se teve um estilo de jogo que se destacou no Sega CD (além dos jogos  interativos), com certeza foram os saudosos shooters (os jogos de navinha). Praticamente todos os shooters que saíram para o console eram de ótima qualidade. Mas não Silpheed… ele era excepcional!!

Foi lançado em 1993 para o Sega CD e mostrava todo o potencial de que o aparelho era capaz, coisa que poucos jogos até então haviam mostrado. Que me desculpem Gaiares e Thunder Force IV, mas Silpheed é com certeza o melhor shooter ever da geração 16 Bits (ok não sejamos tão extremistas, ou no mínimo, que possui o visual mais arrebatador)!

 

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Lançado no Japão com o nome de “Road Blaster FX” e no resto do mundo como “Road Avenger”, esse seria mais um jogo trazido direto dos arcades dos anos 80 para uma das primeiras versões domésticas de jogos interativos, um estilo que fez muito sucesso no Sega CD. Feito originalmente pela saudosa Data East, a Wolf Team  trouxe de volta numa grande conversão que fez muito sucesso em seu lançamento. Esse jogo traz muitas boas lembranças, como a bela música cantada na abertura, o estilo do jogo à la “Mad Max”, com os mais variados tipos de carros, bandidos, caminhões e situações inusitadas para uma game de “corrida”.

Após seu lançamento em 1985 para arcades, o jogo teve versões para MSX, X68000, LaserActive, Saturn, PlaySTation, 3DO e mais recentemente foi convertido para celulares, pela empresa Revolutionary Concepts, que detém os direitos dos games da Data East (que faliu em 2003). E pasmen, um fã descobriu um jeito de portar o game para o Super Nintendo, mas isso é outra história, a review abaixo é sobre a versão de Sega CD, a mais famosa e popular entre os gamers.

 

assista a primeira fase do game abaixo

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Classic time  aqui no Canto Gamer! Existem alguns jogos que são inesquecíveis e que ficam na memória das pessoas mesmo após vários anos. E com certeza quem jogouOut of This World(também conhecido como “Another World”) em 1991, deve ter esse game em um lugar especial em suas memórias.

O título foi totalmente desenvolvido pelo game designer francês Eric Chahi, que criou um universo fantástico através de gráficos vetoriais, ao invés dos tradicionais sprites e uma narrativa em estilo cinematográfico (que lembra outros clássicos como “Karateka“  e “Prince of Persia“). “Out of This World” fez um grande sucesso na época, por apresentar uma proposta diferente, aproximando-se mais de uma obra artística do que comercial, virando uma espécie de game cult nos dias de hoje. (mais…)

Final Fight CD

Publicado: 29/11/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Análises, Sega CD
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que a pancadaria comece: o clássico da Capcom no Sega CD

Os jogadores mais “veteranos” certamente devem se lembrar de Final Fight, o clássico jogo de pancadaria que nasceu nos arcades e logo ganhou versões caseiras (eu mesmo gastei muitas fichinhas neste fliper). Antes de Final Fight ser lançado em 1989 para os arcades, o game Double Dragon com os irmãos Lee é que fazia a cabeça da moçada no gênero beat´n up. Seguindo a mesma fórmula de Double Dragon, a Capcom revolucionou o gênero, melhorando e simplificando o estilo do jogo. A grande diferença do jogo da Capcom para os outros lançados anteriormente, é que Final Fight possuía sprites bem grandes e detalhados e uma jogabilidade super simples, que usava apenas dois botôes.

Agora senta que lá vem história. Final Fight era originalmente para ser uma sequência direta do original Street Fighter (sim, aquele podrão mesmo, e não o famoso SFII). O jogo foi inspirado em um filme de 1984 chamado “Ruas de Fogo” (assistam, é muito bacana, e possui uma trilha sonora sensacional como a clássica I Can Dream About You ou a Nowhere Fast). Saca só, o filme possui uma história simples: um bandidão que todos temem e que sequestrou a gatinha desprotegida do mocinho durão, que parte em seu salvamento, em meio a muita pancadaria, jaquetas de couro, perseguições e rock´n roll. O mocinho do filme chama-se Tom Cody, outra grande coincidência ao game. (mais…)

Ecco, o rei dos mares

Anos 80, “era batata” você encontrar filmes e seriados com animais, como Lassie, Benji entre outros, mas um em especial fazia bastante sucesso: Flipper, o golfinho! Anos 90, a Sega lançaria um dos games mais criativos e inovadores na história dos games (juntamente com o excelente Comix Zone), Ecco The Dolphin, um jogo em que se controla um lindo e fofinho golfinho. Mas se você acha que somente RPGs podem ter histórias mirabolantes e um enredo inacreditável, bom, está bem enganado, pois Ecco conta com uma história pra lá de incrível, em que o golfinho fará uma jornada pelo passado, futuro, mares congelados do Ártico, fabulosos oceanos e até mesmo um outro planeta!

Mas se você faz o tipo de gamer “Macho Man” poderá ter uma idéia equivocada desse game. Não sabe o que é isso? Deixa eu explicar então… um gamer macho man irá ver esse jogo e dizer que é um jogo para maricas e garotinhas. Estaria muito ocupado com a sua testosterona para perder tempo em oceanos e peixes fofinhos e sim com jogo com explosões, metralhadoras, bombas e outras coisas, do tipo Contra (clássico da Konami). Mas não se deixe enganar, Ecco é um jogo que fará o pior dos Macho Man chorar para tentar terminá-lo! Por isso não seja cabeça dura e elitista e deixe o adorável golfinho entrar em sua vida. (mais…)

A história

Depois do lançamento de El Viento e do seu grande sucesso, principalmente devido à sua protagonista Annet, a Wolf Team lançou uma continuação, que na verdade é um “prequel”, ou seja, uma história que se passa antes da mostrada em El Viento, mais precisamente 2 anos antes, na década de 1930.

Desta vez o jogo é protagonizado pelo Earnest Evans, o mesmo que fez uma “ponta” em El Viento, aparecendo em algumas cenas de anime ao lado de Annet.

Exatamente 3 meses depois do lançamento de El Viento para Mega Drive, seria lançado então Earnest Evans para o Mega CD, jogo esse que não teve uma versão americana, apenas sua conversão para cart chegou a sair nos EUA. (mais…)