Arquivo da categoria ‘Wii’

Bem-vindos ao primeiríssimo CGGA (Canto Gamer Games Awards), premiação do nosso modesto blog (que tem crescido cada vez mais, obrigado pessoal!) para os games que brilharam (sem esquecer as porcarias, para que vocês fiquem longe) deste ano de 2012 que está quase no fim. Eu e meu colega Farnezi elaboramos algumas categorias e selecionamos alguns games, cada um com suas escolhas. Deixamos os computadores e portáteis de lado, sendo só os videogames caseiros mesmo (só lembrando que alguns dos vencedores também tem versões para PC). Vamos às premiações então:

  • Melhor Softhouse – Telltale Games

Telltale_Games_logo

Escolhida por nós dois como a melhor produtora de games de 2012 por reinventar o estilo “adventure”, imortalizado pela Lucas Arts com games como “The Secret of Monkey Island”. A Telltale nos presenteou com o surpreendente “The Walking Dead”, versão do renomado Seriado/HQs homônimos. Com visuais estilizados muito interessantes, o game se parece com uma revista em quadrinhos interativa. A empresa também foi responsável pelos games “De Volta para o Futuro” e “Jurassic Park”. (mais…)

 * análise escrita no lançamento do game

Se você ainda tinha alguma dúvida de que “Super Mario Galaxy 2” seria bom, então não precisa mais se preocupar. Ele não só é bom, como é um jogo que consegue superar tranquilamente o já ótimo “Super Mario Galaxy”, provando que Shigeru Miyamoto ainda tem o seu “toque de midas”. Mario volta para mais aventuras nas estrelas e espaço, reinventando vários elementos e oferecendo uma experiência desafiadora, sem dúvida um título digno do Nintendo Wii e do legado do bigodudo da Nintendo. Com este é o quarto game a figurar de maneira brilhante no mundo 3D, seguido por “Super Mario 64”, “Mario Sunshine” e “Super Mario Galaxy”.

O mais incrível de SMG2 é que os caras conseguiram encontrar espaço para ideias novas. Sinceramente eu achava que o game iria usar senão todas, a maioria das ideias e mecânica do jogo anterior, com alguns novos itens, personagens e roupas. Mas surpreendentemente isso não acontece. Afinal, apesar de ser um personagem icônico, as sequências de suas principais aventuras sempre reusaram mecânicas e ideias fundamentais, não mudando muito a cada novo jogo da franquia. Isso devido fato que, com mudanças muito radicais correria o risco de se invocar a fúria dos fãs e ao mesmo tempo fazer com que o personagem perdesse a sua identidade.

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* análise escrita no lançamento do game

Fãs da Nintendo e da série Silent Hill podem comemorar, pois chegou ao mercado o último game da franquia: Silent Hill: Shattered Memories, pela primeira vez no Wii (e num sistema Nintendo), assim como também para PlayStation 2 e PSP

Mas não vá pensando que é um game inédito na cronologia da série, o que temos aqui é um remake, ou melhor, como disseram os produtores, uma “reimaginação” do já antológico primeiro Silent Hill, lançado em 1999 para PlayStation. Produzido pela Climax Studios – a mesma responsável por Silent Hill: Origins e que anunciou para o ano que vem o revival do jogo de Mega Drive Rocket Knight – contou com uma equipe composta por mais de 55 pessoas e uma rede de apoio com mais de 90 artistas.

A pergunta que não quer calar é: será que essa galera toda conseguiu recriar de forma competente essa obra-prima da Konami? A resposta é sim, não só conseguiram reimaginar a narrativa do game original, sob uma nova perspectiva, como também apresenta gráficos maravilhosos e aproveita bem os controles do Wii. Possui algumas mudanças e falhas que farão os fãs mais devotos reclamar, mas mesmo assim é um ótimo título para o seu Wii e nós o recomendamos.

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 *análise escrita no lançamento do game

O Homem-Aranha foi criado na década de 60 por Stan Lee, que criou a maioria dos super-heróis do universo Marvel, como o Quarteto-Fantástico, X-Men, Hulk, entre outros. Desde então, o cabeça-de-teia ganhou o mundo nos quadrinhos, desenhos animados, nos cinemas e claro, nos videogames, ao lado de outros ícones dos quadrinhos como Batman e Super-Homen.

Ao longo dos anos o teioso ganhou diversos games inspirados em seu universo. Particularmente, lembro de três que marcaram minha vida de gamer e fã do personagem: Spider-Man vs Kingpin para o Mega Drive (que depois ganhou uma excelente reedição no Sega CD) foi um dos primeiros games a retratar de forma fiel o universo dos quadrinhos do herói nos games. Alguns anos mais tarde seria lançado Spider-Man para o PlayStation, era o herói indo para o universo 3D, e apesar de ter algumas falhas, era um jogo bem bacana. Por último, Ultimate Spider-Man para o PlayStation 2, sem dúvida um dos melhores games já feitos sobre o herói.

Nesta nova geração ainda não tivemos um jogo realmente espetacular do herói (o Web of Shadows é bacaninha, mas ainda tava faltando alguma coisa), mas será que o novo “Spider-Man: Shattered Dimensions” para PC, PS3, X360, Wii e DS chegou para mudar essa história? Para você que não sabe nada do jogo, aqui vai um breve resumo: o game mistura quatro universos dos quadrinhos do herói. Cada universo possui o seu Aranha, com características e mecânicas próprias, fazendo quase que seja quatro jogos diferentes em um. Bacana né? Será que o jogo vale a pena? Leia nossa análise abaixo e descubra.

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*análise escrita no lançamento do game

Depois de colocar o seu encanador bigodudo voando entre galáxias, correndo em karts e competindo nas olimpíadas, a Nintendo resolveu que o novo game da sua mascote o levaria de volta às suas origens.

New Super Mario Bros. Wii  (NSMBW) é o game mais hypado da plataforma nesse fim de ano, que aproveitou o visual e mecânica do New Super Mario do Nintendo DS, que por sua vez foi baseado no clássico Super Mario Bros (SMB) de 1985 para o Nes.

Se você é muito novo para lembrar o que aconteceu em 1985, não se preocupe que nós lhe contaremos. SMB é simplesmente um marco na história do videogame, que revolucionou o mercado apresentando um game de plataforma side-scrolling. A tela “rolava”, revelando um grande mapa, com elementos de exploração e inúmeros segredos que se escondiam em blocos ou passagens secretas dentro dos famosos canos.

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Desde 2007 com o Wii Fit (Nintendo) os consoles vem inovando para incentivar os gamers sedentários a perder peso e a se movimentarem. A cada dia aumenta o número e variedade de  jogos e aplicativos que ajudam nas atividades físicas. Já existem até redes sociais em que o usuário compete em corridas com outros parceiros de diversas localidades do mundo.

Com o auxílio de um relógio no pulso que funciona como uma espécie de personal trainer, ele mede a frequência cardíaca e as calorias gastas durante o dia inteiro, não é uma maravilha? Com isso só fica parado quem quer.

Na loja virtual iTunes, da Apple, existem mais de 8 mil aplicativos na categoria Saúde e Fitness. Os s programas de exercícios para smartphones evoluem e mostram resultados cada dia mais interessantes. Além de fazer as atividades, a pessoa se conecta com outras pessoas que passam pela mesma situação, que querem perder peso, por exemplo.

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Alguns gêneros de games foram, ao longo dos anos e da evolução dos consoles, sofrendo alterações ou simplesmente foram se extinguindo do mercado. Um desses gêneros é o RPG japonês, também conhecido como JRPG, que ganhou muita popularidade na época dos 16 Bits e do primeiro PlayStation, e começou a perder as forças na era PS2, sendo que hoje foi quase que completamente substituido pelos RPG ocidentais, como “Mass Effect”, “Dragon Age” e tantos outros.

Mas então eis que temos uma luz no fim do túnel para os amantes do JRPG: “Xenoblade Chronicles” para o Nintendo Wii. Desenvolvido pela Monolith Soft e dirigido por Tetsuya Takahashi (um dos pais da série Xenogears/Xenosaga). E claro que um nome de peso como o de Takahashi só nos poderia agraciar com uma obra-de-arte que utiliza todo o potencial do Wii, nos trazendo novamente os JRPG com um estilo reinventado/modernizado, deixando o jogo extremamente agradável e divertido (porque se seguisse os conceitos dos anos 90, certamente teríamos um jogo mais monótono e chatonildo). E pensar que a Nintendo of America quase não lançou o game nos EUA (foi lançado em 2010 no Japão, 2011 na Europa e só agora em abril de 2012 chegou a versão americana).

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Mickey Mouse e seus companheiros da Disney fizeram um grande sucesso no universo dos videogames durante os anos 80 e 90, com belíssimos jogos que marcaram toda uma geração de jogadores, especialmente nos 16 Bits da Sega, com títulos como AlladinCastle of Illusion, QuackShot e World of Illusion.

Mas com o final da gerão ção 16 Bits, os jogos Disney caíram no esquecimento e novas febres surgiram, na forma de Tomb Raider, Resident Evil, Metal Gear Solid, Gran Turismo, entre vários outros. E assim foi, até que em 2002 surgiu a franquia Kingdom Hearts, que misturava os personagens Disney com os da série Final Fantasy.

Era o retorno triunfal da Disney ao mundo dos games. Mas apesar de Kingdom Hearts ser um excelente jogo, os personagens Disney não eram o tema central, tanto que o protagonista é um herói totalmente inédito. Ainda faltava um game 100% Disney, como nos bons e velhos tempos old school.

Foi então que, em 2008, o famoso game designer Warren Spector (criador de jogos como System Shock, Deus Ex e que colaborou na criação do clássico espacial Wing Commander) resolveu, em parceria com a Disney, fazer um projeto para ressuscitar Mickey Mouse nos videogames, originalmente concebido para PC, Xbox 360 e PlayStation 3, quando resolveram mudar para o Wii, por causa de seu controle de movimentos (o único na época) e por possuir uma audiência mais versátil, dos 5 aos 80 anos.

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Você gosta de filmes de terror japoneses? Curtiu jogos como Fatal Frame, Cursed Mountain e Silent Hill: Shattered Memories? Então é um forte candidato a gostar do novo game da Hudson Soft  (sim, a mesma de jogos fofos como Bomberman e Bonk) produzido exclusivamente para o Nintendo Wii: Calling. Ou talvez não, já que o game deixou a desejar em vários aspectos.

Este novo survival horror chega para concorrer com outros jogos do estilo já no mercado e é mais uma opção para quem gosta do gênero. Ele não chega a ser tão bom quanto os três consagrados games citados acima, mas tem os seus bons momentos e pode gerar alguns sustos, se jogado de madrugada com as luzes apagadas e o volume no talo.

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*análise escrita no lançamento do jogo

No final de 2009 a Activision lançou “Modern Warfare 2”, que foi um grande sucesso de vendas já no seu primeiro dia, quebrando recordes. Um ano se passou, a produtora do game, Infinity Ward, teve problemas com a Activision (seus principais diretores saíram da empresa para formar outra), mas ela continuará a desenvolver games para a Activision.

Enquanto isso a Treyarch, que já havia lançado “Call of Duty: World at War”, anunciou o desenvolvimento de “Black Ops”, que no dia de seu lançamento, adivinhem, quebrou recorde de vendas, com mais de sete milhões de unidades em apenas 24 horas, quebrando o recorde de lançamento mais bem sucedido na história dos videogames.

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“Arc Rise Fantasia” é o mais recente RPG para o Wii, desenvolvido pela novata Imageepoch, em seu primeiro título para consoles caseiros – até agora a empresa só tinha feito games para Nintendo DS e PSP. O jogo chega para engrossar a lista de RPGs no Wii, que anda meio escassa e não conta com tantas opções como os concorrentes.

A história se passa no reino do Império Meridian. Criaturas chamadas Feldragons estão causando problemas no reino e, quando um desses dragões morre, uma explosão venenosa contamina o local. Assim que o Império recebe a notícia de que uma horda de dragões vai passar na capital Diamant, imediatamente um exército é enviado para lutar contra as criaturas, incluindo L’Arc, um jovem mercenário e seu amigo Alf, o príncipe e segundo na linhagem para assumir o trono.

L’Arc é ferido durante a batalha, mas é salvo por uma garota misteriosa chamada Ryfia, que possui o poder de controlar “Ray Squalls”, tempestades naturais que geralmente assumem a forma de chuva luminosa. Além deles, uma outra jovem chamada Adele, que é amiga de infância de L’Arc, irá prestar assistência ao pequeno grupo que se forma.

veja a introdução do game

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E atenção fãs do Nintendo Wii e nostálgicos dos jogos 2D, foi lançado um JOGAÇO exclusivo para a plataforma que irá agradar a maioria dos gamers. Da mesma produtora do belo Odin Sphere para PS2, chega ao mercado Muramasa: The Demon Blade. Jogos em 2D são coisa rara hoje em dia, e jogos em 2D BONS são mais raros ainda, e felizmente é no segundo grupo que Murasama se enquadra. Você gamer que gastou várias horas da sua vida jogando o bom e clássico Shinobi (não conhece? não lembra? leia aqui nossas análise: The Revenge of Shinobi) no Mega Drive ou Master System, poderá matar as saudades dos ninjas.

A Vanilla Ware, produtora do jogo, fez o que a Sega nunca conseguiu fazer com a sua (então) famosa franquia: criar um BOM jogo de ninjas (ou samurais) para a atual geração de videogames. Lançado em abril de 2009 no Japão, Murasama ficou entre os títulos mais vendidos na época, mas só chegou em setembro aos lares dos gamers do ocidente. Os quatro anos de produção do jogo valeram a pena, pois apresenta um visual maravilhoso 2D desenhado à mão, e ação intensa no melhor estilo clássico, além de apresentar aspectos da cultura, arte, mitologia e tradições nipônicas. Considerado como o sucessor espiritual de Odin Sphere e do Princess Crown (lançado em 1997 para Saturn), você pode joga-lo com o Wii Remote, o controle clássico ou ainda com o controle do Game Cube se você o tiver. (mais…)

Metroid: Other M

Publicado: 24/10/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Análises, Wii
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Eu jogo a série Metroid desde os tempos do Nintendinho. Era um jogo simples, não possuía grandes gráficos ou músicas (e era até cheio de bugs), mas já tinha os elementos que virariam tradição na série, como longas fases com designs inteligentes, a Morph Ball, além de ser um dos primeiros games a ter uma protagonista feminina, Samus Aran, algo que só era revelado quando se chegava no final do game. Além de uma história de ficção científica inspirado em filmes como “Aliens: O 8º Passageiro”, ideal para qualquer fã do gênero.

Após uma sequência para o Game Boy, em 1994 teríamos o espetacular Super Metroid para o Super Nintendo, um jogo que marcou toda uma geração de gamers e que se consagrava como uma franquia campeã.

Nos anos 2000 tivemos a revolução com a trilogia Metroid Prime com a mudança para uma visão em primeira pessoa, que acabou agrando os fãs e a crítica em geral. Depois de toda essa saga de 24 anos, a série se renova novamente com Metroid: Other M, mostrando a Samus de um jeito que você nunca viu antes.

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Travis Touchdown, o anti-herói nerds, otaku e amante de luta-livre mais famoso do Nintendo Wii está de volta em mais uma aventura nonsense cheia de violência gratuita, enxurrada de baboseiras e inúmeras referências sexuais. É No More Heroes 2: Desperate Struggle que chega com força total na caixa branca da Nintendo.

O criador do jogo, “Suda 51″, conhecido por aí como o “Quentin Tarantino dos videogames”, já disse em entrevistas que esse será o último jogo da franquia a aparecer no Wii. “Para expandir NMH para novas possibilidades, nós precisamos de uma nova plataforma. O Wii é um ótimo console, mas já fizemos tudo o que pudemos nele”, disse o designer.

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