Posts com Tag ‘análises’

Após a decisão de deixar de fabricar consoles, passando a ser uma produtora independente de games, a Sega tinha de cativar de todas as formas possíveis os consumidores seguidores da Sony, Nintendo e Microsoft. Para isso, não havia arma melhor do que mexer com o sentimento nostálgico destes jogadores. Sendo assim, a Sega apostou acertadamente em lançar remakes de franquias clássicas de sua autoria, como Sonic, por exemplo.

Seguindo esse pensamento, a Sega tenta mexer no sentimento nostálgico dos jogadores possuidores de um PS2, lançando para o console o remake de um dos games mais idolatrados da época áurea: Shinobi.
Após a revelação por parte da Sega do lançamento deste game, muito se esperava do game, afinal, se Shinobi para PS2 fosse metade do que foi para Mega Drive, seria um dos grandes hits de toda a geração 128 bits. Se o game faz jus ao nome que correga, ou se é, tão somente, mais um game fraco se utilizando de um nome de uma franquia de peso do passado, é o que será analisado aqui.
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“Deixe o medo e o ego para trás. Focalize o seu ser em seus objetivos, aceitando a morte como uma possibilidade. Este é o caminho do Karateka”

Com estas honrosas palavras começa um clássico  dos anos 80. Vamos agora lembrar de um game que certamente irá trazer boas lembranças aos gamers “veteranos”  de plantão, um clássico old school: KARATEKA.

Você que curtia um computador em meados dos anos 80 ou que já estava ligado no mundo eletrônico, certamente deve se lembrar de Karateka, um game que marcou época e fez bastante “rebuliço” na imprensa especializada e nas comunidades de gamers. (mais…)

 

“Vem brincar, que o circo já chegou.
Vem sorrir, que o circo já chegou.
Vem dançar, que o circo já chegou.
Vamos bater palmas, porquê o circo já chegou.

Tem mágico fazendo tudo desaparecer,
surpresas na cartola, tudo isso é pra você.
Tem muitas piruetas, palhaços de montão,
caindo de bumbum no chão.”

Aha! E viva o circo!

Não tão famoso quanto outros games de sua época, tais como Tiger Heli, mas nem por isso menos divertido, Circus Charlie surgiu nos Arcades, pelas mãos da Konami, no ano de 1984, tendo posteriormente uma versão para o NES em 1986, em uma boa conversão diga-se de passagem. A análise de Circus Charlie que aqui apresento se refere à conversão para NES, uma vez que, nunca tive acesso ao game dos Arcades.

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