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O console é o Atari 2600. O ano é o de 1982. O game, nada mais, nada menos, o clássico Pitfall. A verdade é que você que lê esta análise nesse momento, provavelmente sequer estava vivo nessa época. Para os que viveram esse período, eu sei que nesse instante sua alma deve estar até doendo de saudade

Mais simples impossível. Em Pitfall controlamos Pitfall Harry, um aventureiro que entra num ambiente que somente pode ser descrito como uma florestorinto (mistura de floresta com labirinto) para encontrar os 32 tesouros perdidos.

A progressão da aventura é lateral e a floresta se apresenta no televisor sob a forma de diversas telas com obstáculos diferentes a ser ultrapassados. Para tal contamos com a ação de andar para os lados e pular.

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Minhas últimas análises mostram facilmente o quão nostálgico eu ando: “Pac-Man Championship Edition DX” (que apesar de não ser Old School, bebe da fonte como poucos) e “Tiger Heli“. Para continuar com essa onda de fetichismo pelo antigo, trago aqui a análise de um game que não somente é um monstro sagrado do mundo dos games, como também é o pioneiro em seu gênero. Vamos a River Raid, pra Atari 2600.

Se na análise de Tiger Heli havia dito que provavelmente muitos dos leitores por certo sequer haviam nascido quando o game havia sido lançado, que dirá tal referência baseando-se em um game para Atari 2600.

O conceito do jogo é simples. No game o jogador controla um avião de guerra que segue o curso de um rio, enquanto elimina tudo o que existir pela frente. Mas adições a essa fórmula fizeram River Raid ser único e pioneiro em sua execução.

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