Posts com Tag ‘Análises (Mega Drive)’

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A série “Streets of Rage” foi uma das mais famosas franquias do gênero beat’m up (jogos de pancadaria 2D em que você vai lutando contra vários adversários, avançando na tela até chegar ao fim da fase e defrontar o chefe) dos anos 90, produzido pela Sega e alcançando grande sucesso no bom e velho Mega Drive (e Master System e Game Gear também). Você já conferiu aqui no Canto Gamer as análises de “Streets of Rage” e “Streets of Rage 2“, e agora chegou a vez da sua terceira, e última, edição.

Streets of Rage 3” foi lançado em 1994 e passou por várias melhorias se comparado aos games anteriores, com uma trama um pouco mais complexa, múltiplos finais (são quatro no total), fases mais longas e mais interativas, jogabilidade mais rápida com novos golpes e novos personagens (inclusive alguns secretos). Infelizmente foi o último título dessa grandiosa série, que deixou uma legião de fãs e seguidores sedentos por um novo (e aguardado) capítulo (chegou a sair o Streets of Rage Remake, mas isso é outra história, que irei contar mais no final). Por isso se você viveu a época dos 16 Bits, venha relembrar desta grande obra da Sega nos videogames, e se você não viveu, não sabe o que perdeu, mas pelo menos terá um gostinho da coisa lendo a nossa nostálgica análise de hoje!

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Shurikens, ninjas assassinos e um cachorro como parceiro!

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Acabei de assistir a um filme de ninjas (Marcado Para Morrer/The Hunted, com Christopher “Highlander-Raiden-Tarzan” Lambert, se você quiser conferir, eu recomendo) e me deu uma baita vontade de escrever algo sobre o tema, e escolhi para tal um dos maiores clássicos dos 16 Bits e do Mega Drive: Shadow Dancer.

Se você jogador geração “justin biba” tem como referência apenas Ryu Hayabusa quando se fala em games de ninjas, saiba que nos anos 80/90 quem ruleava no manejo da katana, shurikens e ninjitsus era o ninja Joe Musashi, da antológica série Shinobi (e também não é totalmente culpa de vocês, a Sega deixou a franquia meio esquecida mesmo –  o último título, que não fez muito sucesso, foi “Kunoichi“).

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Beat’m up, inédito no Mega Drive, apresenta altíssima qualidade!

belos gráficos e animações

Quando eu fiz o post do piratão “Super Mario World 64” para o Mega Drive eu aproveitei e dei uma pesquisada em outros títulos “não oficiais” que foram lançado para o 16 Bits da Sega nesses últimos anos, os quais já estou namorando um tempo e aguardando que uma boa alma consiga-os converter para arquivos ROM para se jogar em emuladores, mas até agora nada. Para quem estiver curioso, os games são “Beggar Prince“, “Star Soldier” e “Pier Solar“, todos RPGs de altíssima qualidade para o console, mas que existem apenas em versões “cartuchos”. Sim, isso mesmo, um pessoal louco pelo Mega Drive desenvolveu games inéditos para o console, mesmo anos depois de sua aposentadoria. O “Beggar Prince”, por exemplo, tem 32 Mb e é bem parecido com os games “Lunar Silver Star” do Sega CD! Foi lançado em 2006 e vendeu 1.500 cópias até 2010, quando cessaram sua produção/venda. Veja aqui algumas imagens dele.

Mas enfim, foi fuçando a internet que acabei descobrindo um outro título “alternativo” para o saudoso Meguinha, não um RPG, mas desta vez um fabuloso beat’m up no nível de um “Streets of Rage 2” ou um “Final Fight 3“, misturado com um “Golden Axe” e um “Knights of the Round“. Dessa salada toda saiu um game chinês inédito para os amantes do Mega Drive, chamado de “Shui Hu Feng Yun Zhuan“, produzido pela Never Ending Soft Team, e que não possui versão em inglês, mas que numa tradução livre significa “Water Margin Wind & Cloud Chronicles” ou ainda “Beneath The Clouds”, pelo que andei pesquisando por aí.

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Os jogos piratas, especialmente os “made in china”, faziam parte da cultura videogamelística (roubei esse termo do Farnezi :P) dos anos 80/90, tendo o seu grande apogeu na mais notória guerra dos videogames: Mega Drive vs Super Nintendo. Naquela época já havia jogos multiplataforma, mas os games exclusivos eram o que faziam realmente a diferença e claro, que dividia os gamemaníacos (os espertos, como eu, tinham os dois consoles) e geravam discussões que perduram até os dias de hoje!

E apesar dos istas de cada lado jamais confessarem, é claro que surgia uma pontinha de inveja naquele game exclusivo que estava bombando no concorrente. E assim, graças aos “pirateiros”, tivemos pérolas como “Sonic 4” e “Tekken” no Super Nintendo, e “Donkey Kong Country” e “Super Mario Bros” no Mega Drive. Infelizmente a qualidade desses games eram, em sua maioria, duvidosas, ficando muito aquém da capacidade de que os consoles podiam realmente oferecer. De vez em quando algum ou outro surpreendia, como é o caso do RPG “Brave Battle Saga: Legend of the Magic Warrior“, para Mega Drive.

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Agora retorno para com minhas atividades regulares aqui no Canto Gamer fazendo uma das coisas que mais gosto de fazer: mexendo na “porcaria”, e provavelmente, indignando um jogador aqui e outro acolá.

Vamos dar início então mais uma matéria da seção que eu gosto de chamar (sem nenhuma originalidade aliás) de Trash Games, com a análise de um dos games com que mais me decepcionei em minha vida: Dragon: The Bruce Lee Story.

Baseado no bom filme de mesmo nome, em que acompanhamos os fatos mais importantes ocorridos na vida do maior dos mestres das artes marciais, Dragon: The Bruce Lee Story é mais um game amaldiçoado pela aparente inevitável incompetência de ser fazer um bom game baseado em um filme.

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A época dos 16 bits tinha algo que nunca mais foi igual, desde o advento da era 32 bits: Games da Disney verdadeiramente bons. Da época 32 e 128 bits não me recordo de nenhum game envolvendo a Disney, ou alguma de suas franquias que realmente me fizesse delirar, com a exceção da séria Kingdon Hearts, que não possui somente personagens da Disney, e que, portanto, não o incluirei com um “game Disney”.

Essa realidade promete mudar com o lançamento do aguardado Epic Mickey, e com esse espírito esperançoso de que as franquias Disney voltem a brilhar em grandes games, dou início aqui a uma série e análises de games Old School dedicados a games da Disney do glorioso período 16 bits do mundo dos games.

Darei início a essa série de análises com um game que é um de meus favoritos games Old School, na verdade, deverei me sentir nostálgico como nunca escrevendo essa análise, e se caírem algumas lágrimas de meus olhos aqui, vou assumi-las, pois esse é um game que me marcou demais.

Vamos dar início a análise de QuackShot para Mega Drive.

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Quando um game licenciado vem à tona, lá no fundo já se sabe que “lá vem bomba”. Seja um licenciado de filme, de um cartoon ou de um anime, as chances para que a coisa ande bem sempre são remotas.

Entretanto, pode acontecer de um jogo ruim ser até bem aceito justamente por conta de seu licenciamento, sendo ele bom tão somente pelo o que é como jogo ou não. Caso clássico mais recente é Saint Seiya: Chapter Sanctuary, que de bom não tem absolutamente nada, mas os fãs “tietes” da série como eu, foram logo comprando e não ficam sem.

Citando Saint Seiya, que aliás NUNCA teve bons games, um outro anime, originalmente Old School, independente de seus OVAS e filmes mais atuais nunca teve sorte com suas versões para jogos eletrônicos, apesar de ser um anime fantástico, pioneiro e “foda pra cacet……”.

Imagino que os mais antigos e amantes de animes, se lembrem com mais vividez desse anime oitentista, apesar de que, com o efeito amplificador de conhecimentos da internet, muita gente mais nova deve conhecer: Hokuto no Ken. Hokuto no Ken sempre sofreu com suas adaptações para os games, entretanto, em duas situações em especial, sofreu bem mais do que o deveria, e é sobre a segunda (e mais conhecida dos gamers em geral) dessas vezes que trato em mais um review destinado aos trash games da vida.

Em um EXTREMO resumo e explicação sobre o anime, explicação apenas do que interessaria se saber para o que, em teoria, deveríamos esperar de um game baseado nela: Kenshiro é o mestre da técnica Hokuto Shinken, uma técnica poderossíma de artes marciais. Ele é o Chuck Noris do anime, com um toque no local correto, faz sua cabeça explodir e seus miolos jorrarem dela. Rápido e poderoso, enfrentá-lo é pedir para padecer.

Só isso? Não…. O anime é fantástico e rico em personagens e história, no entanto, para um game baseado na série, bastava saber disso para criar um game pelo menos jogável. E pois é, conseguiram fazer tudo nesse game, com até boas idéias tenho de admitir, menos criar um game jogável.

O game japonês, que saiu primeiro do que o americano, tem o diminuto nome de Shin Seikimatsu Kyūseishu Densetsu Hokuto no Ken Tanto o game japonês, quanto o americano Last Battle, possuem o mesmo esquema no que cerne à jogabilidade, então analisarei inicialmente os games com base na versão japonesa, e posteriormente me focarei em propósito inicial, o game americano. Acredite em mim, isso tem um propósito.

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Para você, fã de games de briga de rua, e que acha que o ápice desse gênero é Def Jam: Fight for New York (é o que a maioria pensa, e isso é um fato), permita-me apresentar o game que PARTICULARMENTE acho que é o antecessor espiritual desse game, dadas tantas ideias similares entre ambos. Apresento-lhes Pit Fighter.

Lançado no início da década de 90 para Arcades, com versões posteriores para Mega Drive, Super Nintendo, Spectrum, Commodore 64, Game Boy e Master System, Pit Fighter surgiu como um game diferenciado para sua época, esbanjando estilo visual, e se tornando um dos primeiros games da década de 90 a ser taxado de “ame ou odeie”.

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Saudoso Mega Drive de alegrias mil… Saudades!

O ano era 1991, época de plena disputa entre Nintendo e Sega pelo domínio da geração 16 bits. Período esse em que, considero eu (EU! Opinião particular aqui, não estou catequizando nada!),espetacularmente fenomenal. Até então, duas franquias da Sega eram a referência com relação à games de corrida. Com relação à corridas de automóveis, Out Run e com relação à corridas de moto,Hang-On. Ambos os games do mestre Yu Suzuki. Yu Suzuki que aliás, desde Shenmue não faz nada que seja digno de um mestre, mas essa discussão fica pra depois

Mesmo que ambos os games citados sejam conceituados, faltava notadamente algo: a adrenalina de se competir verdadeiramente com adversários. Pois bem medido e bem pesado, o maior adversário, para não dizer o único, do jogador em ambos os games era o “relógio”. As opções que haviam de competição em efetivo nesse gênero na época eram fracas e nem valem a menção.

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É isso aí pessoal, com o lançamento de “Super Street Fighter IV” se aproximando, vamos ler aqui mais uma retro-análise especial da série. Você já leu a análise do inesquecível “Street Fighter 2 para o Super Nintendo, agora chegou a vez de “Street Fighter 2: Special Chapion Edition”, para Mega Drive, afinal, os fãs da Sega também receberam uma versão de respeito.

Mas antes um pouco de história para situar o leitor no contexto da época. Começo dos anos 90, a Sega dominava o mercado norte-americano de 16 Bits com o seu Sega Genesis (o Mega Drive americano). Em 1991 o Super Nintendo chega aos Estados Unidos, mas a princípio não chega a ser uma ameaça para o domínio da Sega. Mas a história começou a mudar com o lançamento de SF2 para o console da Nintendo em 1992, que ajudou a turbinar as vendas do SNES e fez crescer como nunca a rivalidade entre os dois consoles. Os donos de Mega Drive na época certamente ficaram se corroendo por SF2 ter saído apenas no Super Nintendo (era o tipo de coisa que rolava altas discussões e até briga nas rodinhas de amigos).

“o meu é melhor, toma!”

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Welcome to the jungle baby! Prepare to die!

Não vamos falar da famosa música do Guns n’ Roses (como sugere o título acima), mas sim de outro clássico dos videogames: “Jungle Strike”. O jogo, que foi lançado em 1993 originalmente para o Mega Drive pela Eletronic Arts (depois lançado para outros sistemas), é sequência do popular Desert Strike: Return to the Gulf, lançado um ano antes e que fez imenso sucesso. Para a época, o título original era totalmente inovador e oferecia uma experiência única e inesquecível para os jogadores dos anos 90.

E como toda boa sequência que se preze, “Jungle Strike” manteve todas as ótimas qualidades do primeiro, que misturava ação e estratégia na medida certa, investindo agora num visual mais arrojado, um maior número de fases e uma opção maior de veículos para pilotar – não é a toa que é considerado por muitos o melhor de toda a série (são cinco games no total). E falando em veículos militares de guerra, se no game anterior o jogador pilotava um helicóptero Apache, desta vez estará no comando do poderoso RAH-66 Comanche, considerado pelo exército americano como uma das melhores máquinas de guerra, sendo ele rápido, leve e potente. Além disso, é silencioso, difícil de detectar visualmente e praticamente invisível para o radar inimigo.

Já viu que o bicho vai pegar neste game não é? Pois então ligue os motores do seu helicóptero e varra a existência dos soldados inimigos desta selva e cumpra sua missão!

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“As máquinas erguem-se das cinzas do fogo nuclear. A guerra para exterminar a humanidade durava décadas, mas a batalha final não seria no futuro. Seria decidida aqui, no presente. Esta noite…”

A frase acima apareceu pela primeira vez nas telas dos cinemas em 1984 e dava início ao filme “O Exterminador do Futuro” (The Terminator), um longa-metragem de ficção científica de baixo orçamento, com atores desconhecidos e um diretor em começo de carreira – era um filme que não prometia muito. Mas indo contra às vibrações negativas, o filme explodiu e foi um grande sucesso, lançou para o estrelato o ator Arnold Schwarzenegger e o diretor James Cameron, além de render até hoje uma franquia de bilhões de dólares e uma série de filmes cultuados (mesmo que os mais recentes não tenham a qualidade dos dois primeiros filmes).

Naquela época, nenhum game foi lançado baseado no filme, mas quando lançaram o segundo em 1991, vários títulos surgiram, inclusive do primeiro filme. A maioria dos jogos era ruim, mas teve dois títulos que marcaram época pela sua boa qualidade: “The Terminator” para Mega Drive (1992) e Sega CD (1993). E não pensem que o jogo é o mesmo para ambas as plataformas, como geralmente acontecia na época. A versão de Mega Drive, que já era muito boa, foi totalmente reformulada para o CD, que ficou maior e melhor, sendo que até hoje é reconhecida como a melhor adaptação do primeiro filme em um game.

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Já tivemos por aqui a análise do sensacional Star Fox para o Super Nintendo, e hoje temos um outro game tão revolucionário quanto o jogo da raposa espacial: “Virtua Racing”. Lançado em 1992 e com a assinatura do mestre Yu Suzuki (criador de títulos como OutRun, Virtua Fighter e Shenmue, só para citar alguns), o arcade de VR foi um dos primeiros games da história a reproduzir, de forma bastante competente e revolucionária, gráficos poligonais sofisticados de objetos e ambientes (já existiam outros games, mas não com a qualidade de VR), além de ser um dos títulos mais influentes de todos os tempos. Também foi um dos primeiros games da história a usar monitores widescreen (Yu Suzuki como sempre causando!).

Você que era moleque em meados dos anos 90 deve se lembrar do imenso sucesso que VR fez, com várias máquinas disponíveis em casas de fliperamas. A sensação de velocidade, os sons, os gráficos poligonais, tudo era novidade e todo mundo queria jogar um pouco. Dois anos depois (e um após o lançamento de “Star Fox”), a Sega lançava “Virtua Racing” para o Mega Drive, em 1994. E não foi uma conversão qualquer não, a versão caseira apresentava um padrão de qualidade inquestionável, que fazia a maioria das pessoas dizerem “uau, eu não sabia que o Mega Drive era capaz de fazer isso!”.

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“Avante, Vingadores!”

O tão aguardado filme dos Vingadores já estreou nos cinemas, e agora os fãs podem curtir a aventura em seus videogames com o jogo oficial… opa, pera aí…. não tem jogo oficial dos Vingadores! Pois é, esse foi um projeto que não foi “avante” e acabou sendo cancelado pela THQ, que estava produzindo o título.

Claro que provavelmente a Marvel vai lançar alguma coisa logo para ganhar uma grana em cima e aproveitar o sucesso do blockbuster. Mas enquanto isso não acontece, vamos relembrar o clássico game da super equipe: “Captain America and the Avengers” (que também está presente no nosso Top 10 Games de Super-Heróis).

O jogo foi originalmente lançado para arcades em 1991 pela saudosa Data East, e logo ganhou versões caseiras para o Mega Drive e Super Nintendo. O arcade, para a época, não se destacava entre outros lançamentos das concorrentes. Tinha gráficos bem simples e personagens pequenos na tela, numa época em que a onda era fazer os personagens o maior e mais detalhado possível (coisa que começou com “Final Fight” da Capcom).

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Se você tinha um Super Nintendo ou um Mega Drive em meados dos anos 90 certamente deve se lembrar de “Rock n’ Roll Racing” (RRR), jogo de corrida lançado pela Silicon & Synapse (hoje mais conhecida como Blizzard Entertainment). Bem antes do surgimento de “Guitar Hero”, RRR se destacou no mercado por apresentar em sua trilha sonora clássicos do rock ‘n roll licenciados para uso no game. Certamente muitos rockeiros por aí ouviram os seus primeiros solos de guitarra ao som de Deep Purple ou Black Sabbath na trilha sonora deste game.

Mas claro que o jogo não consistia apenas das músicas, ele era muito divertido e viciante, principalmente por não se tratar de um jogo convencional de corrida. Aqui você pode jogar sujo, tirar os seus adversários para fora da pista, ou até mesmo mandá-los para os ares em mil pedacinhos, com tiros e bombas voando para todo o lado. Se jogado no modo para dois jogadores então, pode esquecer a corrida, pois cada jogador vai querer apenas ferrar com o amigo (eu quando estava na frente, ficava parado numa curva só esperando meu colega retardatário passar para eu mandar um míssel nele!).

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