Posts com Tag ‘Análises (PC)’

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A aventureira Lara Croft é certamente uma das personagens femininas mais icônicas da história dos videogames, com inúmeros games lançados e personificada na tela do cinema pelas belas curvas de Angelina Jolie (isso sem contar outras mídias). Foi nos anos 90 que teve seu grande auge, e assim como toda longa franquia, acabou trilhando por maus caminhos e teve a fama ofuscada por outro aventureiro, um certo Nathan Drake da série “Uncharted“, que ironicamente, reinventava com enorme sucesso o estilo de “Tomb Raider” para a nova geração, coisa que a própria Lara Croft não conseguiu fazer em seus games.

Depois de três fabulosos games estrelados pelo seu “rival”, a Crystal Dynamics em parceria com a Eidos Montreal, resolveram recomeçar do zero e assim nasceu o projeto do reboot de “Tomb Raider“. Esqueça tudo o que você viu antes, o game não mostra uma sequência para a série e a personagem está completamente diferente do que estamos acostumados a vê-la. Apesar de ainda manter algumas de seus características, como a coragem e determinação, o que vamos encontrar é uma jovem Lara insegura e inexperiente, que se esborracha, se molha, vive machucada, queimada, leva porrada e até perna presa em armadilha de lobo ela aguenta. Mas sempre continua em frente, não importa a que custo, e se forçando a fazer coisas que nunca imaginou.

E será que essa reinicialização das origens da cultuada heroína deu certo e a colocaram no caminho da fama novamente, sem perder sua identidade? A resposta é:  com toda certeza! Era exatamente do que a musa virtual estava precisando. Confira nossa análise e saiba o porquê.

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Após cinco meses de seu lançamento no PS3 e Xbox 360, “Resident Evil 6” chega para os jogadores de computador (PC), em uma produção ambiciosa que é considerada a maior da história da série, e até mesmo da própria Capcom. Personagens clássicos (e alguns novos) estão de volta, estourando os miolos de zumbis bem diferentes daqueles que vemos na televisão, como em “The Walking Dead“, sendo eles resistentes, rápidos e até armados.

Claro que essa tendência “rápida e furiosa” da série, que começou desde “Resident Evil 4“, ganhou sua própria legião de fãs, mas por outro lado afastou os mais tradicionais ligados ao “survival horror”, estilo que a própria franquia foi uma das pioneiras, e que agora está cada vez mais se distanciando. “Resident Evil 6” é um bom jogo de ação, com uma grande quantidade de inimigos, armas e golpes, mas se você espera uma aventura de terror e tensão aos moldes antigos, pode acabar se decepcionando.

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Você talvez nunca tenha ouvido falar no game “The Cave“, produzido pela Double Fine e distribuído pela Sega no começo deste ano, via distribuição online para PS3, Xbox 360, Wii U e PC, mas se você gosta do gênero puzzle/adventure/plataforma 2D, certamente vai apreciar este título, que chegou de mansinho como não quer nada e tem ganhado uma legião de fãs cult.

Desenvolvido pela sempre genial mente de Ron Gilbert, um dos criadores do nostálgico gênero adventure de clássicos como os dois primeiros “The Secret of Monkey Island” e “Maniac Mansion” (entre outros), o título surgiu de um conceito já de longa data de seu criador, que sempre pensou que “as pessoas têm segredos obscuros, que colocam em uma caverna profunda e escura”. Metáfora essa que ele teve ainda quando trabalhava na LucasArts nos anos 90, tendo ele feito alguns esboços de labirintos numa caverna, mas permanecendo aí e não levando a ideia adiante.

Já na Double Fine, e vendo que o mercado de games independentes estava sendo bem aceito pelo mercado, e que o estilo adventure/puzzle caia no gosto dos gamers novamente, Gilbert pegou aquela sua velha ideia e começou a trabalhar nela novamente, e assim nasceu “The Cave”. Segundo Gilbert, um jogo “que fãs do antigo estilo adventure vão gostar”.

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Confesso que jogos de tiro estilo “Call of Duty” e “Battlefield” já acabaram com a minha paciência. É sempre a mesma coisa e seguem a mesma fórmula básica de jogos desse gênero, isso claro, em minha humilde opinião, já que ambas as franquias continuam vendendo milhões a cada novo jogo, o que significa que a piazada ainda deve curtir.

Já jogos de tiro em terceira pessoa eu acho mais interessantes, e eis que resolvi dar uma chance ao “Spec Ops: The Line“, desenvolvido pela Yager Development e distribuído por ninguém menos que a 2K Games, e que está disponível para PS3, X360 e PC. Ele já é o nono game da série “Spec Ops”, mas felizmente não possui nenhuma relação com os games antigos e é completamente independente. “The Line” me surpreendeu e revelou ser um game de alta qualidade e com ação intensa que eu recomendo para todos que gostem do estilo. Leia a análise abaixo e descubra o porquê.

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Trine 2” é um jogo de plataforma/puzzle 2.5D lançado no final de 2011 nas redes online digitais do PS3, X360 e PC. Assim como o primeiro título, o jogo traz uma aventura épica em um deslumbrante mundo fantasioso de magias, guerreiros e criaturas lendárias, em que o jogador controla três heróis diferentes em cenários cheios de quebra-cabeças a serem resolvidos, melhorando tudo o que já era ótimo no antecessor. E de quebra ainda conta com uma excelente trilha sonora e um dos mais belos visuais já vistos num jogo indie (independente). Duvida? Continue lendo nossa análise.

O mago, a gatuna e o cavaleiro

A aventura começa quando o artefato mágico Trine reúne novamente os três heróis do game anterior, indicando que alguma coisa não está correta. Atendendo o pedido de ajuda do Trine, Amadeus, Zoya e Pontius decidem partir novamente em uma jornada para descobrir o que está acontecendo. Durante o caminho, eles encontram com a Princesa Rosabel, uma mulher misteriosa que pede a ajuda dos heróis para libertar o seu reino da invasão dos goblins.

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Closure” é um jogo independente (ou indie para os íntimos) de plataforma/puzzle 2D muito bacana e viciante, que está disponível na rede PSN (e de grátis para os assinantes da Plus) e XBLA, desenvolvido pela Eyebrown Interactive. Lançado no início de 2012 para PS3, X360 e PC, teve inspiração num jogo em Flash com o mesmo nome, criado em 2009 pelos mesmos desenvolvedores, mas agora retrabalhado e com mais de 80 fases para quebrar a cabeça dos jogadores.

O game oferece uma proposta bem interessante, utilizando-se de um mundo feito de sombra e luz, de uma maneira nunca vista antes num game. Aqui não há história, o personagem bizarro anônimo é um mistério total, uma espécie de demônio-aranha, que se transforma em três personagens humanos (um cara de capacete numa fábrica, uma garota numa floresta e uma menininha numa cidade bizarra).

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O macho man Shank está de volta, em um game ainda mais violento que o anterior, trazendo de volta a nostálgica pancadaria 2D para a tela do seu PS3, X360 ou PC (disponível via rede online). “Shank 2” traz algumas melhorias significativas em relação ao primeiro título, que tinha uma jogabilidade mais travada, e agora corre mais suave e instintiva. Além de novas mecânicas de combate, temos novas armas, mais sangue e carnificina, e a grande novidade, um modo multiplayer para dois jogadores online (ou offline se preferir).

O game manteve o clima “tarantino” do original, com visuais sangrentos e cheios de ação. Apesar de os gráficos não terem sofrido uma grande evolução, eles continuam com um estilo todo próprio e muito bonito na tela, com uma direção de arte mais detalhada e com bom uso de luz e sombras. Os personagens possuem um estilo caricato estilizado que combina bem com a mecânica 2D do game. Há mais objetos interativos nos cenários, é possível destruir mesas, caixas, barris e até usar máquinas/armas/armadilhas do cenário para atingir os inimigos. O arsenal de armas está bem variado, muitos deixados pelos próprios inimigos, como bastões, canos, facões, foices e uma infinidade de itens que podem ser encontrados pelo caminho, permitindo que você trucide seus oponentes de formas ainda mais sanguinárias e violentas.

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*análise escrita no lançamento do game

Para alegria dos jogadores fãs dos devoradores de miooooooolos e mortos-vivos, apresentamos hoje análise do quinto jogo da franquia mais famosa do gênero survival horrorResident Evil 5, para Xbox 360 e PS3. Os zumbis ganharam notoriedade graças ao filme de George A. Romero em “A Noite dos Mortos-Vivos”, lançado em 1968. E graças a esse clássico cult da história do cinema temos jogos como Resident Evil e uma infinidade de produtos com estampas de zumbis. Mas voltando à franquia coff papa-níquel coff, depois da controversa versão de Resident Evil 4, que apresentava uma mecânica totalmente reformulada e diferente dos jogos anteriores (deixando o survival horror de lado), o que a Capcom decidiu fazer com a sua seqüência: continuar com as mudanças de rumos da série ou voltar ao velho estilo? Leia nossa análise e descubra.

A nova trama irá se concentrar no personagem de Chris Redfield, aquele mesmo do primeiro game da série, lançado em um passado longínquo para o PS1, e irmão da também caçadora de zumbis Claire Redfield do Resident Evil 2. Esqueça as mansões escuras e misteriosas e as cidades sombrias e lúgubres, você agora está na ensolarada África em meio à vilarejos, deserto e tribos indígenas. Chris é membro de uma organização antibioterrorismo, a BSAA, que investiga a produção de uma arma biológica no local, usada por terroristas e outros grupos criminosos, já que a corporação Umbrella não mais existe. Para essa jornada o herói contará com a ajuda da agente local Sheva Alomar, sua nova e bela parceira mestiça na luta contra as aberrações famintas.

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 *análise escrita no lançamento do game

Em 2007 a Valve revolucionava o mercado ao lançar “Portal” (em uma coletânea com outros quatro games chamada The Orange Box – mais tarde uma expansão, Portal: Still Alive, seria lançada na rede XBLA), um jogo em primeira pessoa que misturava ação e quebra-cabeças complexos de forma genial, que consistiam de uma série de enigmas que deviam ser solucionados ao teletransportar a personagem principal, Chell, contra as armadilhas ardilosas de GLaDOS, uma inteligência artifificial que monitora e direciona o jogador durante a aventura (e uma das vilãs presentes em nosso Top 10 Vilãs, confira).

A física incomum dos cenários e o conceito totalmente original e criativo garantiram à “Portal” um lugar de destaque nos jogos modernos, mesmo apesar de sua curta duração. Agora quase 4 anos depois, a Valve nos presenteia com a sua sequência, com um enredo ainda mais sombrio e humorístico, cenários maiores e mais desafiantes e claro, a volta de GLaDOS, que mesmo sem possuir uma forma feminina, rouba todo o show com sua voz eletrônica (dublada pela cantora Ellen McLain) e sarcasmo irreverente.

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* análise escrita no lançamento do game

Quando o primeiro Mass Effect  foi lançado em 2007, ele ganhou a atenção do público e da mídia. Era uma super produção sci-fi  que levava o gênero RPG a um novo patamar, com uma história genial apresentada de forma cinematográfica, com personagens carismáticos e uma imersão incrível para o jogador. Agora, quase três anos depois a Bioware lança a aguardada continuação, que sai para XBox 360 e PC (*posteriormente para PS3 também).

E o que podemos esperar de Mass Effect 2? Se você gostou do primeiro título, com certeza vai se deliciar com esta nova aventura, agora um jogo mais maduro, um episódio mais obscuro e sombrio, mais trabalhado e mais complexo que o anterior. A segunda parte da trilogia (sim, a Bioware já confirmou um terceiro capítulo) possui um ritmo mais rápido de ação, elementos de RPG com o sistema de moralidade e difíceis decisões éticas a serem feitas, que fazem de Mass Effect 2 um game ainda mais envolvente do já excelente jogo original.

Curioso? Leia nossa análise e veja o que te aguarda neste jogo exclusivo para a  ‘Caixa X’, que vem em dois DVDs.

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Dos mesmos criadores dos excelentes “Mass Effect”, “Star Wars: Knight of the Old Republic” e “Baldur´s Gate”, chega uma história de fantasia épica cheia de violência, sangue, desejo, sexo (huuuuuummmmm) e traição. Gostou? Pois é isso e muito mais que você vai encontrar no RPG “Dragon Age: Origins“, novo lançamento do estúdio canadense BioWare.

Lançado para PC, PlayStation 3 e X360, o game utiliza uma nova engine gráfica chamada Eclipse, que promete efeitos gráficos, cenários e texturas muito bem trabalhados. Segundo um dos diretores da BioWare, DAO é um “sucessor espiritual” da série Baldur´s Gate e ainda citam o escritor de ficção e fantasia George R. R. Martin, conhecido pela sua obra “As Crônicas do Gelo e Fogo”, como inspiração para o game. Dos três, a versão do PC é a melhor de todas, as versões caseiras perderam um pouco de qualidade visual.

É um game ambicioso, de todos os jogos da BioWare é o que apresenta um universo mais detalhado e de maior profundidade até o momento, entre 50 a 100 horas de jogo, dependendo do quanto você vai explorar, e o dobro do tamanho e da dimensão de “Mass Effect”. É um jogo fantástico, obrigatório para qualquer fã de RPG. Vamos então conferir se “Dragon Age Origins” está com essa bola toda mesmo.

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E atenção você, fã de jogos sci-fi como “Mass Effect” ou “Dead Space” (ou de séries como Star Trek e Battlestar Galactica), “Dark Void”  é o novo lançamento que tem como temática o sci-fi que pode te agradar, produzido pela Airtight Games e distribuído pela Capcom para Xbox 360PlayStation 3 e PC.

Com tantos jogos  3D sendo lançados, fica meio difícil colocar algo original no mercado, mas foi isso que a Airtight Games tentou buscar, combinando a ação em solo, ar  e combate vertical.

A mecânica do jogo é toda em terceira pessoa, misturando tiroteios intensos e combates aéreos de grandes proporções, devido ao seu jetpack, uma mochila com jatos propulsores. Além do tiroteio clássico em duas pernas, a ação se desenvolve bastante pela vertical, e desafiar a gravidade também é um dos desafios que o protagonista terá que enfrentar para derrotar os inimigos alienígenas. Será que a Airtigh conseguir criar algo novo? Confira em nossa análise abaixo.

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Quando eu era “patotinho”, um pequenino gamer, vi um game que me fez ficar maravilhado com a beleza dos movimentos de seu personagem principal e com as peripécias que eu tinha de realizar para sobreviver e prosseguir. Era como se eu visse algo mágico acontecendo diante de meus olhos. Esse game foi Prince of Persia, o original, o primeiro e único!

A partir daí muitos remixes e “novas versões” surgiram, muitas delas competentíssimas e algumas horríveis, como a versão tridimensional do game para Dreamcast. Na verdade, todas foram muito genéricas se comparadas com a elegância e a revolução conseguidas pela versão original.

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