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IT´S RIDDDDGGEEE RACEEEERR !

*análise escrita em 2005*

Antes da Sony lançar seu “Gran Turismo” para Playstation, games de corrida, sejam eles arcades ou simuladores, tinham um rei supremo: Ridge Racer.

race1Começando sua história nos fliperamas, “Rigde Racer” foi a primeira conversão decente de um game originalmente criado para arcades em um console caseiro, que diga-se de passagem era a cria novata da Sony, o Playstation.

A partir deste momento nenhum outro game de corrida havia feito frente a ele, ou mesmo ameaçava fazê-lo, pelo menos em um console. Até que veio Gran Turismo.

Era drástica a diferença entre o game da Sony e o game da Namco. Não apenas no visual, que em Gran Turismo é bem mais realista e vistoso, mas em especial na jogabilidade, que enquanto em Ridge Racer é focada na diversão, em Gran Turismo no realismo. A soma destes fatores fizeram Gran Turismo tomar o reinado de Ridge Racer de maneira quase instantânea.

Provavelmente nada contente com ocorrido, eis que a Namco anuncia um outro game da série Ridge Racer. Desta vez a promessa era que o visual fosse bem mais realista que o de seu rival. Tal visual, aliado a jogabilidade arcade descompromissada e divertida, eram as armas que este novo Ridge Racer apresentaria para retomar seu lugar como o melhor game de corridas.

E assim nasceu Ridge Racer Type 4, vulgo R4. Se ele conseguiu ou não recuperar o seu titulo de melhor game de corrida na época? Isso depende do gosto do freguês. O que vou mostrar aqui é se ele era tecnicamente superior a Gran Turismo ou não.

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Vamos agora ver a análise de um dos maiores clássicos da história dos videogames, a série Lunar. O jogo surgiu em 1991 para o saudoso Mega/Sega CD com o nome de “Lunar The Silver Star”, através da também saudosa Game Arts em conjunto com o Studio Alex. Desde o seu lançamento, o jogo tornou-se um sucesso instântaneo, afinal era um RPG que apresentava inovações que o seu principal rival (o Super Nintendo) não tinha: várias animações durante o jogo, milhares de texto NARRADOS por diversos dubladores (praticamente 10 anos antes de um Final Fantasy X aparecer), músicas orquestradas e cantadas com a qualidade do CD (que na época era uma novidade, já que os outros consoles usavam a mídia de cartuchos).

Alguns RPGs ficaram conhecidos por revolucionar o mercado gamístico através dos anos, como “Phantasy Star I” para Master System, “Phantasy Star IV para Mega Drive, “Final Fantasy VI” para SNES, “Final Fantasy VII para PlayStation e mais recentemente “Final Fantasy X para PlayStation2. E felizmente “Lunar The Silver Star” está entre esses grandes nomes da indústria.

Lunar foi um divisor de águas, foi ele quem demonstrou a diferença de um cart de um CD. Ele foi o precursor de vários RPGs que viriam anos depois para o Saturn e o Playstation. Com certeza um dos games que melhor utilizou o potencial do Sega CD.

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Poucas séries conseguem atingir o status no mundo dos games que Final Fantasy possui. Os motivos para isso, evidencialmente não são poucos e é uma indubitável justiça Final Fantasy possuir o prestígio que possui hoje.

São pouquíssimas as séries que possuem um séquito de fãs tão cegamente fiéis a ela a tal ponto de tratá-la como uma entidade superior religiosa metafísica e não somente como uma fantástica série de games. Motivos para tal, Final Fantasy também possui. Para muitos fãs, não é a produtora quem deve respeitar os jogadores, e sim o contrário. É um exagero, mas é a verdade, isso acontece…

Sou também um entusiasta da série Final Fantasy, desde os seus primórdios. Final Fantasy IV e Final Fantasy VI me mostraram o porque games de RPG são interessantes e imersivos, em uma época que o visual interessava muito menos do que o resto.

Foram jogos que, além de trazer um enredo que trazia o jogador para o mundo criado para o game, oferecem um mundo totalmente irreal, e o mais importante, totalmente Fantasioso. Acredito aliás, que foi graças a isso que Final Fantasy hoje é gente grande no mundo dos games, graças a Fantasia que seu nome estampa.

Após uma desavença com a Nintendo, e redirecionamento de esforços em comum com a Sony, eis que surge no Playstation no ano de 1997 a entidade maior no mundo dos RPGs: Final Fantasy VII. Não posso garantir ao certo se a Square imaginou que estaria criando um colosso, que extrapolaria os limites entre vicio e idolatria para com um game, ou se simplesmente, deu muita sorte na criação desse game, certo é que Final Fantasy VII fez e faz história ainda hoje.

Claro que foi um game poderoso e com praticamente tudo o que um bom RPG, ou que um Final Fantasy teria de ter, mas enquanto o jogava, e o joguei por demais, sentia falta de algo que não conseguia descrever, muito menos explicar. Dois anos depois, a mesma Square lança mais um game de sua série mais fabulosa: Final Fantasy VIII.

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– um inovador RPG sobre a mitologia Nórdica –

O sucesso comercial de Valkyrie Profile acabou gerando outros games como Valkyrie Profile: Silmeria (PS2) e Valkyrie Profile: Lenneth (PSP), então sempre vale a pena dar uma relembrada nesse grande e inovador game da parceria entre Tri-Ace e Enix para o PS1. O saudoso console da Sony com certeza ficou marcado pelos seus inúmeros rpgs e Valkyrie Profile, lançado em 1999, certamente está entre os pesos-pesados, como a série Final Fantasy, Xenogears e Chrono Cross. Valkyrie Profile é um dos jogos mais inovadores que saiu para o Playstation e apresenta um enredo que gira em torno da mitologia nórdica. É um game inovador, complexo e maravilhoso que oferece muito aos jogadores: um sistema de batalhas divertido, personagens cativantes e um cenário com conflitos inimagináveis. Você vai se emocionar ao explorar os segredos e mistérios escondidos na história em geral, e apesar de ser um RPG, apresenta traços marcantes de outros estilos e é um dos mais belos games em 2D já feito, lembrando um pouco o estilo de outro grande clássico: Castlevania Symphony of the Night. (mais…)