Posts com Tag ‘Análises (PS3)’

wallpaper-gran turismo-papel-de-parede (4)

*Análise escrita no período de lançamento do game*

São poucos os games que conseguem causar tão grande reboliço, tanto nos jogadores, quando na mídia especializada, quanto Gran Turimo 5 causou durante seus aproximados cinco anos de desenvolvimento. A cada informação nova, a cada nova imagem, a cada vídeo inédito liberado, todos ficavam loucos para ver o resultado final da nova edição do game que, de nameira nada humilde, se considera “The Real Driver Simulator”.

Dentre os principais motivos para tanto reboliço estavam o modo online, para corridas virtuais contra jogadores de todo o mundo, um enorme upgrade na quantidade e variedade de automóveis e a promessa de carros construídos virtualmente seguindo religiosamente todos os minuciosos detalhes de suas respectivas contrapartes reais.

Eis que o game é lançado a tempo do Natal de 2010. Hora de se medir e pesar os vários aspectos prometidos pela Polyphony Digital e verificar até onde Gran Turismo 5 conseguiu atender o prometido e até onde as promessas foram maiores do que o produto entregue.

(mais…)

Shank-2-tela

O macho man Shank está de volta, em um game ainda mais violento que o anterior, trazendo de volta a nostálgica pancadaria 2D para a tela do seu PS3, X360 ou PC (disponível via rede online). “Shank 2” traz algumas melhorias significativas em relação ao primeiro título, que tinha uma jogabilidade mais travada, e agora corre mais suave e instintiva. Além de novas mecânicas de combate, temos novas armas, mais sangue e carnificina, e a grande novidade, um modo multiplayer para dois jogadores online (ou offline se preferir).

O game manteve o clima “tarantino” do original, com visuais sangrentos e cheios de ação. Apesar de os gráficos não terem sofrido uma grande evolução, eles continuam com um estilo todo próprio e muito bonito na tela, com uma direção de arte mais detalhada e com bom uso de luz e sombras. Os personagens possuem um estilo caricato estilizado que combina bem com a mecânica 2D do game. Há mais objetos interativos nos cenários, é possível destruir mesas, caixas, barris e até usar máquinas/armas/armadilhas do cenário para atingir os inimigos. O arsenal de armas está bem variado, muitos deixados pelos próprios inimigos, como bastões, canos, facões, foices e uma infinidade de itens que podem ser encontrados pelo caminho, permitindo que você trucide seus oponentes de formas ainda mais sanguinárias e violentas.

(mais…)

SFXT-Logo

Crossovers já são corriqueiros no mundo dos fighting games e a Capcom com certeza é a maior representante dessa tendência. Desde Street Fighter vs X-Men a empresa se especializou nesse tipo de coisa, possuindo inúmeros games de luta promovendo o encontro de franquias distintas em campo de batalha.

O ápice dessa prática da Capcom se deu em Capcom vs SNK, game que promoveu o encontro de personagens das duas icônicas e rivais empresas. O segundo game produzido pela Capcom promovendo o encontro dos dois universos é um dos fighting games mais cultuados até os dias de hoje.

Eis que no ano de 2010, na Comix Con, maior feira de quadrinhos e nerdisses em geral dos Estados Unidos, a Capcom faz o anuncio e revelação de um novo game, que já andava sendo muito especulado desde bem antes desse anuncio. O game em questão era o inusitado crossover Street Fighter x Tekken, tendo como responsável pelo projeto ninguém menos do que Yoshinori Ono, o homem que trouxe Street Fighter de volta ao foco das atenções com Street Fighter 4.

(mais…)

Topo da análise

Dentre as franquias de fighting games tridimensionais, três merecem grande destaque. São elas Virtua Fighter, Soul Calibur / Soul Edge e Tekken. Das três, duas dessas franquias são pertencentes à hoje chamada Namco Bandai.

Não é coincidência, ou pura sorte, o fato de a Namco Bandai ser líder de vendas nesse seguimento, possuindo inclusive o fighting game mais vendido da história, Tekken (sim meus amigos, Tekken e não Street Fighter detém, até o momento, esse título). Desde 1993, com o lançamento de seu primeiro fighting game tridimensional, a então Namco vem ganhando cada vez mais experiência e know how a cada novo game de luta lançado.

Seu primeiro fighting game 3D lançado foi justamente Tekken, desenvolvido pela produtora para Arcades e Playstation, justamente visando o “confronto” com o pai dos games de luta tridimensionais, Virtua Fighter.

(mais…)

vanquish

Existem games que são fadados ao esquecimento. Seja for falta de confiança do gamer na produtora, seja por falha da estratégia de marketing da produtora acerca de seu produto, ou até mesmo por forças sobrenaturais, dignas de Mun-Rá. São games que muito gamer não sabe sequer que existe, e não por consequência são ruins. Ao contrário muitos games que entram nessa “faixa” são verdadeiramente muito bons.

Exemplos claros desses games, que carinhosamente chamo de “Os Melhores Games que Ninguém Jogou”, posso incluir Klonoa e Valquire Profile Silmeria para Playstation 2 por exemplo. Voltando mais no tempo, temos o carismático The Firemen, game lançado para SNES (que terá análise aqui algum dia desses), Burning Rangers, para Sega Saturn, e por ai vai. Ótimos games, mas que não fizeram o sucesso merecido.

Eis que finalmente, na atual geração de consoles, conheci o game que passa a ser o meu particular favorito “Melhor Game que Ninguém Jogou”. Um game que tem como distribuidora a Sega, softhouse essa em quem ninguém mais confia. Um game que teve um péssimo planejamento de Marketing da Sega. Um game que, de repente, teve sim forças sobrenaturais atuando contra o sucesso do mesmo, mas que, mesmo assim, é um dos melhores games dessa geração sem sombra de dúvidas. Apresento-lhes Vanquish.

(mais…)

 * análise escrita no lançamento do game

“Shank” é um jogo de plataforma 2D no estilo “beat ‘em up” sangrento, estilo em que os jogadores enfrentam vários inimigos ao mesmo tempo com ataques corpo-a-corpo, consagrado por jogos como “Streets of Rage” e “Final Fight”. O jogo foi produzido pela Klei Entertainment e escrito por Marianne Krawczyk, cocriadora de “God of War”, e está disponível nas redes de distribuição online PSN e XBLA.

Krawczyk deve ser fã do trabalho do diretor Quentin Tarantino, pois podemos perceber na narrativa e ação de “Shank” algumas influências do renomado cineasta. Shank, o protagonista, era membro de uma poderosa gangue, sendo que seus principais membros acabaram assassinando a amada de Shank, e o próprio. Mas ele sobreviveu, e agora parte em uma jornada de vingança contra os seus antigos colegas e o chefão da gangue, o mandante do crime.

(mais…)

Flower – uma obra de arte em movimento!

Publicado: 07/11/2012 por Eduardo Farnezi em Análises, PS3
Tags:, , , ,

Quem acompanha o blog há algum tempo já deve ter notado que gosto muito de ter experiências novas e únicas no ramo do entretenimento eletrônico, por mais que isso vá contra o que a crítica especializada, e mesmo os gamers explicitam sobre “esse ou aquele” game. Não acho que o imperativo do futuro do entretenimento eletrônico deve ser sempre o “em time que está ganhando não se mexe”, ao contrário, acho que não somente evoluções, mas revoluções são necessárias para perpetuar sempre e sempre qualquer setor, o que inclui o entretenimento eletrônico.

Sucessos ou não em críticas ou em vendas ao redor do mundo, tais tentativas de se oferecer algo a mais ao jogador do que o mesmo já está acostumado sempre são bem vistas por mim, e não raramente, me agradam. Shenmue (minha série favorita, apesar de incompleta), Shadow of Colossous, Jet Set Radio, Space Channel 5, Rez, Okami, ICO, Killer 7, Prince of Persia (Playstation 3) entre vários outros games que aqui ainda poderia citar, foram tentativas de dar ao jogador algo a mais do que o usual.

(mais…)

A popular franquia de filmes de terror “Jogos Mortais” ganhou um sétimo (e suposto) último filme com “Jogos Mortais – O Final”, em 3D. Para aproveitar a campanha promocional, foi lançado o segundo game inspirado na série, “Saw II: Flesh & Blood“.

O jogo segue a mesma mecânica do anterior, com perspectiva em terceira pessoa, misturando momentos de ação com resolução de enigmas. A história apresenta a mesma linha dos famosos filmes, mantendo um clima de terror psicológico e armadilhas sádicas e quebra-cabeças do palhaço psicótico Jigsaw, que no game é dublado pelo ator original, Tobin Bell.

(mais…)

* análise escrita no lançamento do game

Os donos de um Playstation 3 já podem comemorar, já está à venda um dos jogos mais aguardados para o console: Unchaterd 2: Among Thieves. Se alguém ainda tinha dúvidas de que o jogo seria incrível, pode morder a língua, pois ele não é incrível, é IMPRESSIONANTE.

O primeiro jogo, lançado em 2007 pela Naughty Dog (também responsável por jogos da franquia Crash Bandicoot e Jak & Daxter) contava com um sistema semelhante ao do clássico Tomb Raider, mas com vários novos recursos que fez dele um game campeão. Ele fez história com seus gráficos realistas e com o seu enredo ao melhor estilo dos filmes dos anos 80 de Hollywood, considerados por muito até como um “filme jogável”.

(mais…)

Bom, antes de começarmos com a análise de Final Showdown, gostaria de deixar claro que terei considerado que o leitor que aqui estiver já leu a análise de Virtua Fighter 5 que postamos na CantoGamer. Caso não tenha realizado a leitura mencionada sugiro que o faça antes de continuar, pois a conhecimento da análise de Virtua Fighter 5 é necessária para compreender a análise de Final Showdown. Tendo isso compreendido, continuo.

No Japão, onde as casas de arcades (Fliperamas) ainda são bem fortes e bem frequentadas, os fighting games são as grandes estrelas. Normalmente, as produtoras, cientes disso, dão constante suporte a seus games presentes nas máquinas de arcades, no formato de atualizações. São inserção de novos personagens, balanceamento de personagens, entre outros. Pequenas atualizações que sempre aumentam bastante a longevidade de um fighting game dentro da comunidade entusiasta / profissional desse gênero.

(mais…)

#Análise escrita próximo ao período de lançamento do game com pequenas alterações atuais#

A mais de décadas atrás Yu Suzuki, um dos maiores gênios a quem devemos a franca evolução dos games ao longo desses anos, decidiu fazer algo que nunca alguém antes tentou fazer, ele tentou criar modelos poligonais humanos. Assim nasceu o primeiro game de luta tridimensional da história, Virtua Fighter. Foi assim, Virtua Fighter foi um game de vanguarda, e desde então, tudo ao longo da história da série e superlativo.

(mais…)

Final de setembro e começo de outro foi um bom período para os fãs da Sega e seu “suspiro final” como desenvolvedora de seus próprios Hardwares, o Dreamcast. Nesse período de tempo dois grandes games lançados originalmente para o Dreamcast foram relançados em formato HD para Xbox Live e PSN.

O primeiro deles foi Jet Set Radio, clássico absoluto do console e pioneiro na utilização/popularização do Cell Shading. O segundo game a ser relançado no período citado é o game de que tratarei aqui. O considerado por muitos melhor game tridimensional do mascote da Sega, Sonic Adventure 2.

(mais…)

Nascida de um projeto para um novo game da franquia Resident Evil, mas que por uma felicitação do destino se desvirtuou desse rumo e ganhou status de nova franquia, Devil May Cry é, sem sombras de dúvida um ícone dentre os games de ação. Sua dificuldade acima da média dos games convencionais, sua ação estilosa e seu protagonista carismático, levaram a série ao estrelato imediato. Apesar do segundo game da série Devil May Cry ter decepcionado seus fãs, o primeiro e, em especial, o terceiro game da série são verdadeiros ode aos games de ação e por certo criaram tendências no mundo “videogamelistico”.

Com o advento de uma nova geração de consoles, a CAPCOM, evidentemente, não perdeu tempo e anunciou mais um game da série, prometendo uma história surpreendente, um protagonista carismático e mais da ação e visual estilosos característicos da séries, mas agora, se aproveitando de todo o poder do X360 e do Playstation 3. Se a produtora conseguiu cumprir tudo o que prometeu, é o que me proponho a discutir aqui.

Assim que iniciamos o game, o fato que mais “salta aos olhos” é a mudança do protagonista. Não mais Dante ocupa a maior parte do tempo na tela, mas sim Nero, um “jovem” demônio bastante poderoso. Algo que, inicialmente, foi estranhado pelo público, mas que, ao se conhecer Nero, passa, pois o personagem é muito carismático, e tem bons momentos em tela.

(mais…)

O melhor e mais distinto Need for Speed dos últimos anos.

Conheci a série Need for Speed a contento um pouco tarde, somente no PlayStation, na segunda versão da série. Fiquei encantado com a velocidade, a simplicidade de se dirigir e com as máquinas que o jogador tinha a disposição. Desde então acompanhei a série durante todos esses anos, em seus altos e baixos ao longo das gerações de consoles. Ultimamente, a série andava muito estagnada, se apoiando em premissas que foram criadas para a série em Need for Speed Underground e posteriormente para Underground 2. Com isso, os jogadores ganharam games no máximo regulares, como Carbon. As tentativas de adicionar um pouco mais de simulação na série não convenceram, vide os fracos Shift e sua sequência. Não vou nem mencionar o infame Pro Street. Need for Speed Most Wanted foi, no máximo, uma boa diversão.

Particularmente, o melhor Need for Speed da geração passada, foi o game que mais era fiel às suas raízes, Need for Speed Hot Pursuit 2. Nada de mundo aberto, nada de simulação fajuta, nada de tunning, que se tornou uma praga nos games de automóveis “pós-Underground”. O que se tem é tão somente o bom e velho arcade, apimentado com policiais dispostos a perseguir o jogador a todo custo, assim como o foi no Hot Pursuit original, anos atrás.

Eis que a EA anuncia outro Need for Speed, batizando-o justamente de Hot Pursuit, me dando assim, esperanças de que o próximo game da série retornasse as suas raízes. Quanto a isso me enganei redondamente, entretanto, nunca fiquei tão feliz em minha vida por ter me enganado.

(mais…)

“Sonic Adventure” foi um jogo fantástico, lançado em 1999 para o Dreamcast e que marcou toda uma geração, mas essa análise se refere às versões lançadas para PS3 e X360 em 2010, nas redes de download PSN e XBLA respectivamente.

Como o título original já era excelente, é de se esperar que as “versões HD” sejam ainda melhores, não é? Infelizmente não é bem isso que acontece. Mas antes de iniciar a análise, vou fazer uma breve recapitulação do jogo original, para aqueles que não viveram a era Dreamcast terem uma ideia do contexto em geral.

(mais…)