Posts com Tag ‘Análises (PS3)’

 *análise escrita no lançamento do game

O Homem-Aranha foi criado na década de 60 por Stan Lee, que criou a maioria dos super-heróis do universo Marvel, como o Quarteto-Fantástico, X-Men, Hulk, entre outros. Desde então, o cabeça-de-teia ganhou o mundo nos quadrinhos, desenhos animados, nos cinemas e claro, nos videogames, ao lado de outros ícones dos quadrinhos como Batman e Super-Homen.

Ao longo dos anos o teioso ganhou diversos games inspirados em seu universo. Particularmente, lembro de três que marcaram minha vida de gamer e fã do personagem: Spider-Man vs Kingpin para o Mega Drive (que depois ganhou uma excelente reedição no Sega CD) foi um dos primeiros games a retratar de forma fiel o universo dos quadrinhos do herói nos games. Alguns anos mais tarde seria lançado Spider-Man para o PlayStation, era o herói indo para o universo 3D, e apesar de ter algumas falhas, era um jogo bem bacana. Por último, Ultimate Spider-Man para o PlayStation 2, sem dúvida um dos melhores games já feitos sobre o herói.

Nesta nova geração ainda não tivemos um jogo realmente espetacular do herói (o Web of Shadows é bacaninha, mas ainda tava faltando alguma coisa), mas será que o novo “Spider-Man: Shattered Dimensions” para PC, PS3, X360, Wii e DS chegou para mudar essa história? Para você que não sabe nada do jogo, aqui vai um breve resumo: o game mistura quatro universos dos quadrinhos do herói. Cada universo possui o seu Aranha, com características e mecânicas próprias, fazendo quase que seja quatro jogos diferentes em um. Bacana né? Será que o jogo vale a pena? Leia nossa análise abaixo e descubra.

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Os dois primeiros títulos da série “God of War” causaram um impacto imenso em jogadores de todo o mundo, quando lançados para PS2 em 2005 e 2007. Hoje o guerreiro espartano Kratos é um dos personagens de games mais venerados por toda uma legião de fãs, e toda essa fama não é infundada, afinal os dois games em questão formaram a base dos jogos de ação. Tá certo que ele pegou “emprestado” algumas ideias de outros games da época, como “Ninja Gaiden” e “Devil May Cry”, mas ele o fez de forma bastante criativa e original, não sendo apenas uma cópia mal feita.

Um jogabilidade extremamente dinâmica e fluída, uma história épica envolvente aproveitando muito bem a mitologia grega, uma série de golpes, magias e combos para o personagem principal, muito sangue e violência e uma trilha sonora absurda de genial, foram os ingredientes principais para deixar Kratos para sempre na história dos videogames.

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 * análise escrita no lançamento do game

Você lembra de Sparkster  e do jogo Rocket Knight da Konami para Mega Drive? Se não lembra, leia nossa análise para ficar por dentro do assunto. A Konami resolveu fazer um revival da sua antiga mascote e deixou o trabalho para a Climax Studios, que lançou ano passado o excelente Silent Hill: Shattered Memories.

Batizado simplesmente de Rocket Knight, ele é um jogo no bom e velho estilo plataforma, com gráficos 2.5D, ou seja, jogabilidade 2D com visual em três dimensões. O último game do gambá aventureiro foi em 1994 para Mega Drive e SNES. E o que podemos esperar deste novo título, exclusivo via download para Steam, PSN e XBL? Será que vale a pena baixar? Bom, se você curte jogos clássicos de plataforma, então a resposta é SIM, vale muito a pena adquirir esse jogo.

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Essa semana, chegou para Playstation 3 e Xbox 360 um game que por motivos saudosistas chamou minha atenção, mesmo tendo eu uma enorme aversão por remakes de antigos clássicos.

Disponível para download na PSN Store e Xbox Live, Double Dragon Neon chega em comemoração aos 25 anos da franquia. Considerando que assisti ao nascimento da mesma, considero que estou ficando velho, mas vamos deixar minhas lamúrias para o psicólogo. Se o game merece o nome que possui ou se é somente mais um remake caça níquel é do que aqui tratarei.

Logo de início, mesmo antes de jogar o game, minhas expectativas não eram das melhores. Não somente por meu preconceito nativo para com remakes, assim que vi que, apesar de ser um lançamento, o game estava sendo distribuído gratuitamente para assinantes Plus da PSN, algo em mim me avisava que o pior estava por vir. Como não era eu quem estava comprando o game (o joguei na casa de um amigo), “deixa o pau quebrar”.

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 *análise escrita no lançamento do game

Resonance of Fate (End of Destiny no Japão) é a nova aposta da produtora Tri-Ace (responsável por sucessos como Star Ocean, Valkyrie Profile e o não tão memorável Infinite Undiscovery) no estilo clássico de RPG oriental.

Para tanto resolveu deixar sua parceira de costume, a Square-Enix, de lado e colocou a Sega responsável pela distribuição do game (em sua primeira parceria na história). Lançado para PlayStation 3 Xbox 360 e dirigido por Takayuki Suguro, que já trabalhou nos games Valkyrie Profile 2, Final Fantasy Tactics e Vangrant Story.

O título em japonês é uma referência à uma obra do escritor de ficção científica Isaac Asimov (grande mestre do scifi), conhecido por aqui como “O Fim da Eternidade”, que fala sobre viagem no tempo, paradoxos temporais e engenharia social (uma adaptação para os cinemas está sendo cogitada atualmente).

Mas então o game tem alguma coisa a ver com viagens no tempo? Na verdade não, mas a história se baseia em elementos scifi, mostrando uma Terra do futuro pós-apocalíptica, com uma história bastante original, personagens armados com artilharia pesada, gráficos estilizados e batalhas com cenas à la Hollywood. Não que isso (mostrar um mundo a beira de destruição, proteção do planeta, blá blá blá) já não tenha sido feito antes (né Final Fantasy VI e VII), mas isso não quer dizer que o título não tenha os seus méritos.

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*análise escrita no lançamento do game

Para alegria dos jogadores fãs dos devoradores de miooooooolos e mortos-vivos, apresentamos hoje análise do quinto jogo da franquia mais famosa do gênero survival horrorResident Evil 5, para Xbox 360 e PS3. Os zumbis ganharam notoriedade graças ao filme de George A. Romero em “A Noite dos Mortos-Vivos”, lançado em 1968. E graças a esse clássico cult da história do cinema temos jogos como Resident Evil e uma infinidade de produtos com estampas de zumbis. Mas voltando à franquia coff papa-níquel coff, depois da controversa versão de Resident Evil 4, que apresentava uma mecânica totalmente reformulada e diferente dos jogos anteriores (deixando o survival horror de lado), o que a Capcom decidiu fazer com a sua seqüência: continuar com as mudanças de rumos da série ou voltar ao velho estilo? Leia nossa análise e descubra.

A nova trama irá se concentrar no personagem de Chris Redfield, aquele mesmo do primeiro game da série, lançado em um passado longínquo para o PS1, e irmão da também caçadora de zumbis Claire Redfield do Resident Evil 2. Esqueça as mansões escuras e misteriosas e as cidades sombrias e lúgubres, você agora está na ensolarada África em meio à vilarejos, deserto e tribos indígenas. Chris é membro de uma organização antibioterrorismo, a BSAA, que investiga a produção de uma arma biológica no local, usada por terroristas e outros grupos criminosos, já que a corporação Umbrella não mais existe. Para essa jornada o herói contará com a ajuda da agente local Sheva Alomar, sua nova e bela parceira mestiça na luta contra as aberrações famintas.

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 *análise escrita no lançamento do game

Em 1989 era lançado Prince of Persia, um jogo que logo virou um grande hit devido ao seu alto desafio e jogabilidade viciante. Você tinha que percorrer, em uma hora, masmorras e enfrentar esqueletos, guardas e até o próprio reflexo, até chegar à sala do trono do vizir Jaffar e salvar a princesa. Logo veio uma sequência, também muito bem sucedida e depois disso a série caiu no esquecimento, até que renasceria em 2003 com “Prince of Persia: The Sands of Time”, um título que ganhou a preferência dos gamers por conseguir transportar a série com qualidade para o universo 3D, que foi seguido por mais dois títulos.

Com isso chegamos ao quarto capítulo, Prince of Persia: The Forgotten Sands, que é para ser um retorno à trilogia The Sands of Time. A nova aventura seria encaixada entre o primeiro e o segundo jogo, além de uma promessa da produtora Ubisoft de um inovador e prático sistema de combate para a nova geração de videogames. Parece bastante promissor não? Bom, infelizmente essas promessas não foram cumpridas.

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Em 2007 a Valve revolucionava o mercado ao lançar “Portal” (em uma coletânea com outros quatro games chamada The Orange Box – mais tarde uma expansão, Portal: Still Alive, seria lançada na rede XBLA), um jogo em primeira pessoa que misturava ação e quebra-cabeças complexos de forma genial, que consistiam de uma série de enigmas que deviam ser solucionados ao teletransportar a personagem principal, Chell, contra as armadilhas ardilosas de GLaDOS, uma inteligência artifificial que monitora e direciona o jogador durante a aventura (e uma das vilãs presentes em nosso Top 10 Vilãs, confira).

A física incomum dos cenários e o conceito totalmente original e criativo garantiram à “Portal” um lugar de destaque nos jogos modernos, mesmo apesar de sua curta duração. Agora quase 4 anos depois, a Valve nos presenteia com a sua sequência, com um enredo ainda mais sombrio e humorístico, cenários maiores e mais desafiantes e claro, a volta de GLaDOS, que mesmo sem possuir uma forma feminina, rouba todo o show com sua voz eletrônica (dublada pela cantora Ellen McLain) e sarcasmo irreverente.

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 *análise escrita no lançamento do game

Nier foi lançado como um jogo exclusivo para o Xbox 360 no Japão e agora chega ao ocidente também para o PlayStation 3. Um outro jogo também foi lançado no Japão, chamado “Nier Replicant”, esse exclusivo para PlayStation 3. A diferença entre elas é que a versão japonesa mostra o  protagonista como um adolescente típico de animes, enquanto que as versões ocidentais mostram um herói mais velho, bruto e musculoso (segundo a Square-Enix, mais atrativo para o público ocidental).  Nier é um jogo que provavelmente não fará muito sucesso por aqui, apesar de apresentar um sistema bacana com uma jogabilidade bastante simples e eficaz.

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*análise escrita no lançamento do game

E finalmente o dia chegou meus amigos, os fãs de jogos de luta aguardavam ansiosamento pelo nono título da sangrenta série “Mortal Kombat” e agora ele já se encontra disponível para PlayStation 3 e Xbox 360.

O game marca um reinício para a franquia, que surgiu pela primeira vez em 1992, sendo que seus três primeiros jogos são considerados clássicos na história dos videogames. Com esse reinício, a NetherRealm Studios pretende aparar as arestas das histórias passadas e ao mesmo tempo, atrair um novo público.

E para isso o jogo traz uma enorme quantidade de conteúdo extra, gráficos lindos, litros de sangue, violência e claro, muitos fatalities, a grande marca registrada da série. Isso tudo regado com um modo história surpreendentemente profundo, recheado de várias belas cutscenes e um estilo de jogo que remete aos antigos clássicos da série (esqueçam as porcarias 3D), para alegria dos fãs veteranos.

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 * análise escrita no lançamento do game

 “O perdedor deixa o campo de batalha e pode finalmente ficar em paz, ao vencedor resta apenas continuar lutando – Big Boss.”

Um dos lançamentos mais aguardados do ano já se encontra nas prateleiras de lojas de todo o mundo, inclusive aqui no Brasil com o preço “camarada” de R$229,00. É claro que estamos falando de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, o maior lançamento da plataforma Playstation 3 desde a sua chegada ao mercado.

O mais novo game da Konami e do mestre do game design Hideo Kojima já pode ser considerado uma obra-prima dos videogames, estabelecendo um novo marco na história da indústria: pré e pós MGS4. Não foi à toa que o seu lançamento impulsionou as vendas do Playstation 3.

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* análise escrita no lançamento do game

Quando o primeiro Mass Effect  foi lançado em 2007, ele ganhou a atenção do público e da mídia. Era uma super produção sci-fi  que levava o gênero RPG a um novo patamar, com uma história genial apresentada de forma cinematográfica, com personagens carismáticos e uma imersão incrível para o jogador. Agora, quase três anos depois a Bioware lança a aguardada continuação, que sai para XBox 360 e PC (*posteriormente para PS3 também).

E o que podemos esperar de Mass Effect 2? Se você gostou do primeiro título, com certeza vai se deliciar com esta nova aventura, agora um jogo mais maduro, um episódio mais obscuro e sombrio, mais trabalhado e mais complexo que o anterior. A segunda parte da trilogia (sim, a Bioware já confirmou um terceiro capítulo) possui um ritmo mais rápido de ação, elementos de RPG com o sistema de moralidade e difíceis decisões éticas a serem feitas, que fazem de Mass Effect 2 um game ainda mais envolvente do já excelente jogo original.

Curioso? Leia nossa análise e veja o que te aguarda neste jogo exclusivo para a  ‘Caixa X’, que vem em dois DVDs.

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Após quatro anos de produção, eis que temos Lost Planet 2, com eventos que se passam 10 anos depois do primeiro game, no mesmo planeta, mas agora quente e tropical igual às praias do Rio de Janeiro.

Mas e aí, será que a Capcom acertou a mão desta vez e ofereceu um game melhor que o original? Apesar de ter um multiplayer até divertido e designs de mostros e criaturas bastante interessantes e criativos, isso não é suficiente para cobrir os vários defeitos que o game apresenta. Uma pena, novamente um game com grande potencial que deixou a desejar. na verdade, Lost Planet 2 mais parece um pacote de expansão do primeiro game, com algumas melhorias (e novas falhas) do que uma sequência propriamente dita. Leia abaixo e descubra porque.

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Após o sucesso de games como “GTA”, “Max Payne” e mais recentemente “Red Dead Redemption”, a produtora Rockstar Games prometeu aos seus fãs mais um mega-sucesso que iria revolucionar a indústria com sua tecnologia: “L.A. Noire”.

Em conjunto com a novata Team Bondi, as duas empresas trazem até nós uma aventura que se desenrola na cidade de Los Angeles no ano de 1947, com uma atmosfera noir similar ao de filmes como “Los Angeles – Cidade Proibida” e “Chinatown”.

Uma das grandes promessas era uma animação facial dos personagens revolucionária, conseguida a partir da captura de movimentos dos rostos de atores reais. A empresa não apenas cumpriu a promessa, como também nos oferece um jogo cinemático épico, que os fãs de filmes noir vão adorar. E os não fãs também. Confira abaixo a nossa análise.

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 * análise escrita no lançamento do game

Já faz quase cinco anos que o primeiro Killzone foi lançado para Playstation 2 e prometia ser um título a altura do concorrente Halo, mas apesar da boa receptividade dos gamers e da crítica, ainda faltou chão para a produtora Guerrilla Games se equiparar ao concorrente. Com o lançamento do Playstation 3, a Sony não perdeu tempo e alardeou para todos uma demo de Killzone 2 mostrando o poder técnico da sua máquina. Depois de quatro anos de muito hype, o jogo finalmente é lançado, e será que valeu toda essa espera?

Pode apostar que sim! Eu não sou um grande fã de jogos FPS, mas fiquei muito impressionado com esse jogo exclusivo da Guerrilla Games, um título do mais alto gabarito para quem possui o console da Sony. Mas primeiramente vamos dar uma checada na história do game, que não preza pela sua originalidade, mas faz o seu trabalho. A abertura do game já impressiona pelo grau de realismo na construção dos personagens. Você é Sev, um dos quatro membros da equipe Alpha que está no planeta dos Helghast. Durante o jogo você pode completar missões solo ou juntamente com os membros da sua equipe, o que pode ser útil quando um deles salva a sua pele no último minuto. Seu objetivo é invadir o planeta Helghan, capturar o imperador Visari e no processo destruir, aniquilar, explodir, arrasar tudo o que vier pela frente. Não vai muito longe disso e continua a história do jogo anterior entre humanos e os Helghasts, os seres de olhos vermelhos e capacetes de Darth Vader.

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