Posts com Tag ‘Análises (PS3)’

Depois de pintar e bordar na ilha sul-americana de Lost, digo, de San Esperito, o agente “Rambo” da CIA Rico Rodriguez, protagonista do primeiro game de 2006, volta para uma nova aventura em Just Cause 2.

Desenvolvido pela mesma equipe original da Avalanche Studios e Eidos Interactive,  o título chega para PC, PS3 e X360. O game foi lançado recentemente e tem recebido críticas boas ao redor do mundo.

Usa muitos elementos do primeiro jogo, como um mapa com mundo aberto (ao estilo GTA) que se passa em uma ilha tropical, com diversas instalações, com armas de todos os tipos, vários veículos, uma conspiração política e um herói “canastrão” que promete muita ação e adrenalina. Será Just Cause 2 uma experiência totalmente nova ou apenas uma continuação com alguns retoques? Continue com a gente e descubra.

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* análise escrita no lançamento do game

Se você tem um PlayStation 3, certamente está aguardando ansiosamente por “Heavy Rain”, novo título exclusivo para o console da Sony, produzido pela Quantic Dream. É a grande promessa de um jogo totalmente inovador no mercado. A demo do game já está rolando por aí desde o dia 11 e já deu para ter uma ideia do que estava por vir.  Mas será, agora com o jogo completo, que realmente conseguiram fazer uma revolução na indústria de games?

A resposta é sim e não. O título não é tudo aquilo que a maioria das pessoas estão esperando, mas sem dúvida nenhuma é um grande e importante passo para o amadurecimento da produção de games. Apesar de algumas notícias dizendo que o jogo está apresentando problemas, nós não tivemos nenhum.

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* análise escrita no lançamento do game

É isso aí pessoal, acabou a longa espera e expectativa para um dos games mais aguardados para o PlayStation 3. É “God of War III”, o mais recente capítulo da saga da máquina de matar chamada Kratos, que agora enfrenta ninguém menos que Zeus, o senhor do Monte Olimpo. Foram três anos de espera, após sua última aventura para o PS2 em 2007.

Nos últimos anos Kratos conseguiu ganhar uma grande e merecida reputação no mundo dos games, virando não apenas influência para inúmeros outros jogos, mas sendo também o carro-chefe e ícone da Sony e da marca PlayStation. Se a Sega tem o Sonic, a Nintendo o bigodudo, a Sony tem o Kratos.

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Seguindo a onda das coleções de remakes em HD, a Konami chamou a Hijinx Studios para dar uma “atualizada” em alta definição de uma das suas mais importantes franquias: “Silent Hill”. Você, jogador do primeiro PlayStation, deve se lembrar do grande sucesso que foi “Resident Evil”, lançado em 1996 e consolidando o gênero “survival horror” no mercado.

Em 1999 a Konami lançaria o seu primeiro “Silent Hill”, sendo que o seu principal rival já estava no terceiro capítulo “Resident Evil 3: Nemesis”. Mas diferente do jogo da Capcom, a Konami lançou no mercado um survival horror em que a ação ficava em segundo plano e priorizava a ambientalização e oterror psicológico, o que inovou e deu um novo gás ao já saturado gênero.

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A série “Devil May Cry” foi uma das responsáveis por revolucionar no gênero de games de ação, isso há mais de 10 anos atrás lá no saudoso PlayStation 2. Originalmente criado para ser uma sequência de “Resident Evil” (percebe-se algumas heranças deixadas aqui), a série ganhou novas proporções e assim Dante, o estiloso caçador de demônios, passou a ter sua casa exclusiva em uma nova franquia. Três títulos foram lançados no PS2, alcançando um grande sucesso, e elevando o nome do jogo e do seu protagonista para o panteão dos campeões dos videogames.

Um novo DMC foi anunciado e deve ser lançado em breve, jogo esse que não é uma sequência, mas sim uma tentativa da Capcom de renovar a série e começar tudo de novo. A maioria dos fãs está com um pé atrás, pelo o que foi mostrado até agora. Para tentar acalmar os ânimos (e atrair novos fãs), a Capcom espertona resolveu lançar uma coletânea dos três primeiros games, refeitos em alta resolução, para PlayStation 3 e pela primeira vez (uhuuull), também para Xbox 360.

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Após dois excelentes games para a renovada série “Ninja Gaiden”, o terceiro capítulo gerou uma grande expectativa/preocupação nos fãs, principalmente pela saída de Tomonobu Itagaki, o “pai” da franquia, da produtora Team Ninja. E junto com ele ainda foram outros empregados, que juntos formaram o seu novo estúdio independente, a Valhalla Game Studios.

E a pergunta que fica é: será que o que restou da Team Ninja seria capaz de manter o nível de qualidade dos games anteriores sem o seu principal nome na produção (leia a análise de “Ninja Gaiden Sigma 2” aqui)? E a resposta, meus caros amigos fãs do ninja retalhador Ryu Hayabusa, é NÃÃÃOOO!

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Dos mesmos criadores dos excelentes “Mass Effect”, “Star Wars: Knight of the Old Republic” e “Baldur´s Gate”, chega uma história de fantasia épica cheia de violência, sangue, desejo, sexo (huuuuuummmmm) e traição. Gostou? Pois é isso e muito mais que você vai encontrar no RPG “Dragon Age: Origins“, novo lançamento do estúdio canadense BioWare.

Lançado para PC, PlayStation 3 e X360, o game utiliza uma nova engine gráfica chamada Eclipse, que promete efeitos gráficos, cenários e texturas muito bem trabalhados. Segundo um dos diretores da BioWare, DAO é um “sucessor espiritual” da série Baldur´s Gate e ainda citam o escritor de ficção e fantasia George R. R. Martin, conhecido pela sua obra “As Crônicas do Gelo e Fogo”, como inspiração para o game. Dos três, a versão do PC é a melhor de todas, as versões caseiras perderam um pouco de qualidade visual.

É um game ambicioso, de todos os jogos da BioWare é o que apresenta um universo mais detalhado e de maior profundidade até o momento, entre 50 a 100 horas de jogo, dependendo do quanto você vai explorar, e o dobro do tamanho e da dimensão de “Mass Effect”. É um jogo fantástico, obrigatório para qualquer fã de RPG. Vamos então conferir se “Dragon Age Origins” está com essa bola toda mesmo.

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Os amantes de corridas alucinantes e “sujas” de rally já podem comemorar a chegada do terceiro título da já conceituada série “DiRT”, da produtora britânica Codemasters. Se você é mais um apaixonado por jogos de corrida, pode adicionar “DiRT 3” para a sua coleção, sem dúvida uma excelente opção, que consegue ainda inovar, e melhorar o que já foi mostrado nos dois ótimos jogos anteriores.

Com o dobro de pistas em relação ao seu antecessor e mais de 50 veículos disponíveis, os jogadores podem “levantar poeira” em localidades como Mônaco, Noruega, Aspen e as planícies ensolaradas africanas (com visuais lindíssimos), entre outros. Além de muita areia e desertos presentes nas trajetórias, pode-se contar com outros obstáculos da mãe natureza como chuvas torrenciais, tempestades de neve, nevoeiros serrados e alteração entre corridas diurnas e noturnas.

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*análise escrita no lançamento do game

É isso aí pessoal, 2009 ficou para trás deixando para a história dos games grandes títulos para serem apreciados e jogados exaustivamente. Quem nos acompanha pode conferir nossas análises de jogos como Resident Evil 5, Muramasa, Dead Space: Extraction, Uncharted 2, Brutal Legend, Tekken 6, Dragon Age: Origins, Assassin’s Creed 2, New Super Mario Bros. Wii, Modern Warfare 2 e Silent Hill: Shattered Memories, entre vários outros títulos.

Agora, como primeira análises de 2010, tive a sorte de começar muito bem, colocando as mãos nos games Bayonetta e agora Darksiders: Wrath of War, produzido pela Vigil Games (nota para os fãs de quadrinhos: a Vigil Games foi fundada por Joe Madureira, famoso desenhista de quadrinhos mais reconhecido pelo seu trabalho em X-Men), para PlayStation 3 e Xbox 360.Nunca ouviu falar do jogo? Não se preocupe, garantimos que ele é bem “bacanudo”, saca só uma pequena demonstração do que te aguarda: Darksiders é ambientado em um futuro próximo e mostra o fim do mundo, o Apocalipse (não o dos X-Men, o da Bíblia), a destruição da Terra e da humanidade pelos demônios e forças do mal. Curtiu não é? Então continue conosco nessa análise apocalípitica que promete fazer frente a jogos como God of War III e Bayonetta, outros aguardados títulos para 2010.
 

E atenção você, fã de jogos sci-fi como “Mass Effect” ou “Dead Space” (ou de séries como Star Trek e Battlestar Galactica), “Dark Void”  é o novo lançamento que tem como temática o sci-fi que pode te agradar, produzido pela Airtight Games e distribuído pela Capcom para Xbox 360PlayStation 3 e PC.

Com tantos jogos  3D sendo lançados, fica meio difícil colocar algo original no mercado, mas foi isso que a Airtight Games tentou buscar, combinando a ação em solo, ar  e combate vertical.

A mecânica do jogo é toda em terceira pessoa, misturando tiroteios intensos e combates aéreos de grandes proporções, devido ao seu jetpack, uma mochila com jatos propulsores. Além do tiroteio clássico em duas pernas, a ação se desenvolve bastante pela vertical, e desafiar a gravidade também é um dos desafios que o protagonista terá que enfrentar para derrotar os inimigos alienígenas. Será que a Airtigh conseguir criar algo novo? Confira em nossa análise abaixo.

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*análise escrita no lançamento do game para X360, um ano depois saiu a versão para PS3

Quando a Konami anunciou “Castlevania: Harmony of Despair” como um título de ação/aventura no clássico estilo 2D para o Xbox Live Arcade, fãs da franquia comemoraram felizes, certos de que um grande título estava por vir e que iria resgatar elementos do consagrado “Castlevania: Symphony of the Night”, lançado em 1997 para o PSOne.

Infelizmente o título está longe em termos de qualidade da obra-prima da Konami supracitado, mas ele apresenta alguns elementos interessantes, sendo o maior e melhor destaque a mecânica multiplayer designada para até seis jogadores simultâneos na tela, que pode render muita diversão. Porém, para quem quer jogar sozinho, o jogo não possui muitos atrativos, falhando em termos de mecânica e principalmente pelo uso de visual retirado de outros games da série já lançados, perdendo muitos pontos em inovação e originalidade.

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Os zombies estão na moda. Eles invadiram os games, inclusive partindo para outros gêneros como “Call of Duty: World at War” e “Red Dead Redemption”. E a Capcom é especialista em jogos de zombies. Foi dela o primeiro “Resident Evil”. E foi dela o primeiro “Dead Rising”, na época um exclusivo do Xbox 360 (o Wii ganharia um remake anos depois) lançado em 2006, em que a empresa tentava inovar no gênero survival horror, não mais apostando nos elementos de susto e tensão, mas sim na diversão de se matar dezenas de zombies com qualquer coisa que aparecesse pelo cenário. E matar essas criaturas sedentas por “miolos” certamente nunca foi tão divertido como em “Dead Rising”, experiência essa que volta ainda melhor em sua sequência.

O fotógrafo Frank West, herói do jogo anterior, e o Shopping Willamette, dão lugar a um novo protagonista e uma cidade inteira só para nós, e os milhares de zombies. O jogo se passa cinco anos depois dos eventos do título original, em que o jogador entra na pele de Chuck Greene, um ex-campeão de motocross que se vê acusado de causar um surto de zombies em Fortune City, uma enorme cidade cheia de opções de exploração, feita em imagem à Las Vegas, ou seja, espere encontrar vários cassinos e lojas peculiares espalhadas pelo jogo.

milhares de zombies passeando pelos cenários

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Dante’s Inferno é uma das grandes apostas da Eletronic Arts para 2010, produzido pela Visceral Games (a mesma de Mass Effect e Dead Space) e lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e PSP. O game é um hack’n slash ao estilo de BayonettaDarksiders e God of War e foi inspirado na épica obra “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri,  que é dividida em três partes – Inferno, Purgatório e Paraíso – e é na primeira parte que o jogo se concentra. Fazer um jogo baseado numa obra do século XIV tem as suas vantagens, como não precisar pagar pelos direitos de uso ou ainda aguentar reclamações do autor de estar estragando sua obra.

Na obra o autor descreve o inferno como nove círculos de sofrimento localizado dentro da Terra. São eles – Limbo, Luxúria, Gula, Ganância, Ira, Heresia, Violência, Fraude e Traição. Governado por Lúcifer, o inferno torna-se mais profundo a cada círculo, pois os pecados são mais graves. Se você não gosta de ler, mas gosta de animes, é só assistir A Saga de Hades dos Cavaleiros do Zodíaco, que você ficará por dentro do assunto. Ou melhor ainda, assista à animação baseada no game, Dante’s Inferno: An Animated Epic, produzida pela mesma equipe que fez a animação de Mass Effect: A Queda.

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*análise escrita no lançamento do jogo

No final de 2009 a Activision lançou “Modern Warfare 2”, que foi um grande sucesso de vendas já no seu primeiro dia, quebrando recordes. Um ano se passou, a produtora do game, Infinity Ward, teve problemas com a Activision (seus principais diretores saíram da empresa para formar outra), mas ela continuará a desenvolver games para a Activision.

Enquanto isso a Treyarch, que já havia lançado “Call of Duty: World at War”, anunciou o desenvolvimento de “Black Ops”, que no dia de seu lançamento, adivinhem, quebrou recorde de vendas, com mais de sete milhões de unidades em apenas 24 horas, quebrando o recorde de lançamento mais bem sucedido na história dos videogames.

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* Análise escrita no lançamento do jogo

Call of Duty: Modern Warfare 2” chega ao mercado para PlayStation 3, Xbox360 e PC, produzido pela Infinity War e distribuído pela Activision. É continuação direta do aclamado “Call of Duty 4: Modern Warfare” lançado em 2007 (e que só agora ganhou um port adaptado pela Treyarch para o Nintendo Wii, enquanto os outros consoles ganham a continuação) e é o sexto título da série.

A Activision está confiante na popularidade da franquia e aposta no seu sucesso de entretenimento nesse fim de ano, com estimativas de vendas que variam entre 11 a 13 milhões de unidades vendidas até o final de 2009. E parece que toda essa confiança não é a toa, MW2 em seu primeiro dia de lançamento vendeu “apenas” sete milhões de cópias em todo mundo, batendo o recorde de lançamento mais bem sucedido na história dos videogames. Desbancou GTA IV, que vendeu seis milhões em uma semana. Imaginem então até onde MW2 pode chegar. E bem que Robert Kotick, presidente da Activision avisou, “será um dos maiores lançamentos da indústria do entretenimento de qualquer meio de todos os tempos”,  falou semanas antes do lançamento.

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