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Rurouni Kenshin: Seisouhen
artigo por: Márcio Pacheco

 A segunda série de OVAs

Se por um acaso você parou aqui e não conhece muito bem o universo de Rurouni Kenshin, dê uma lida antes em nossa matéria sobre a primeira série de OVAs (tem também um resumo da série de TV), só clicar aqui.

Rurouni Kenshin: Seisouhen (Da Passagem do Tempo) é a segunda série de OVAs, dividida em duas partes. Nela iremos ver uma história 15 anos depois do término da série de TV, mostrando além de Kenshin, os personagens já consagrados como Kaoru, Sanosuke e Yahiko.

Temos também a participação de um personagem especial, o jovem Kenji Himura, filho de Kenshin e Kaoru (e um clone do Kenshin), um moleque revoltado com o desejo de aprender o estilo de seu pai, o Hiten Mitsurugi Ryu.

Além dele temos também a presença de Enishi Yukishiro, irmão mais novo de Tomoe que apareceu na primeira série de OVAs lançado, que volta após todos esses anos sedento por vingança.

Seisouhen causou muita polêmica e comoção quando foi lançado, pois ele representava o desfecho final das aventuras de Kenshin. Bom, pelo menos UM dos finais possíveis, já que muita gente considera Seisouhen como um final alternativo em relação àqueles do mangá ou ainda do anime da TV (que só passou no Japão, mas é bem “bonitinho”, com Kenshin desistindo de ser um andarilho e morando permanentemente no Dojo Kamiya. Em 2006 foi lançado o episódio 96 ou complemento do 95, que consiste em uma faixa de três minutos, onde aparece Kenshin no jardim do dojo refletindo e Kaoru cochilando na varanda, depois vem uma segunda cena que se passa alguns anos depois, onde aparece Kenji (filho de Kenshin e Kaoru) brincando no jardim enquanto Kenshin e Kaoru (com a aparência mais madura) o observam sorrindo. Sendo essa faixa a última cena do anime e fim definitivo da história).

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* Análise escrita no lançamento do anime no Brasil em 2006

Como a galera brasileira deve saber muito bem, é muito raro passar animes nos cinemas daqui, com algumas raras exceções como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball e Pokemon (blargh). Felizmente os animes longa metragem do mestre Hayao Miyazaki  tem passado aqui nas telonas para os amantes de um bom anime, e o último deles foi o genial O Castelo Animado (Howl´s Moving Castle no inglês ou Hauru no Ugoku Shiro, no original). Infelizmente aqui no Brasil os animes são tratados como coisa de crianças, isso por causa de mega-lixos como Pokemon. Quando na ocasião da estreia do filme, aqui em minha cidade (Curitiba)  não consegui achar uma sala de cinema que estivesse passando o anime em seu som original e com legendas, apenas dublado (uma boa dublagem), como se fosse um desenho qualquer. E quem conhece as obras de Miyazaki  sabe muito bem que não são meros desenhos para crianças, as telas do cinema dos seus filmes servem como porta de entrada para um mundo fantástico onde qualquer coisa pode acontecer. E é isso que podem esperar de O Castelo Animado, assim como as suas obras anteriores, como A Viagem de Chihiro, vencedor do Oscar  de melhor animação de 2003 (esse sim teve tratamento decente quando passou nos cinemas aqui, tendo versões dubladas e legendadas). (mais…)

Lá nos meados dos saudosos anos 80 (época boa essa) passava um anime aqui no Brasil que ganharia muitos fãs, chamado de “A Guerra das Galáxias“. Muitos dos leitores aqui devem ser muito jovens para se lembrar desse título, mas se gostam de animes com certeza já devem ter ouvido falar do “Super Dimension Fortress Macross”, ou simplesmente Macross.

Além do Macross original, transmitido na época pela Record (ou seria a Manchete, não lembro bem), passava também o desenho Robotech na rede Globo, sendo esse mais lembrado e reconhecido pelas pessoas. Robotech era a junção de três animes diferentes (coisas de americanos), incluindo o Macross original. Mas vamos falar dessa proeza mais tarde, vamos agora saber um pouco do Macross original.

Lembro quando assisti ao “Guerra das Galáxias” pela primeira vez, quando ainda era um pirralhinho e nem fazia ideia do que era a palavra “anime”. Lembro que fiquei encantado pelos mechas (robôs gigantes) e batalhas espaciais (era aqui que se iniciava o meu gosto por coisas nerds/geek). Era um desenho totalmente diferente do que eu estava acostumado a assistir, como Pica-Pau, Pernalonga e cia, Tom e Jerry, etc. O ano devia ser 1985 ou 86, eu tinha cinco ou seis anos de idade. (mais…)

– Confira o anime feito especialmente para Final Fantasy VII –

 

Seção nostalgia agora, matéria e anime feito especialmente para os fãs de Final Fantasy VII (não conhece o game? que vergonha). Final Fantasy VII Last Order foi um OVA de aproximadamente 25 minutos lançado juntamente como um bônus do box set de Final Fantasy VII Advent Children, e que ainda serve de uma boa introdução antes de assistir AC, para relembrar alguns fatos que aconteceram durante o game e que podem ajudar a entender melhor AC. Last Order irá mostrar o momento mais importante do game, o clímax da história, quando Cloud recupera a sua memória e lembra de tudo o que aconteceu no fatídico dia em sua cidade, em que Sephiroth enlouqueceu e começou a destruir a tudo e todos. (mais…)

Rurouni Kenshin: Tsuiokuhen

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… Há cento e quarenta anos atrás, quando Kyoto estava no centro do turbilhão caótico chamado Bakumatsu no Douran, criado com a chegada dos navios negros de Matthew Perry, havia um paladino da Restauração, um guerreiro, chamado Hitokiri Battousai. Battousai era o espadachim mais poderoso, e retalhava as pessoas promovendo verdadeiras carnificinas e limpando o caminho para uma nova era, a Era Meiji. Mas, logo depois do tumulto, ele sumiu repentinamente… Enquanto seu desaparecimento continua um mistério, o nome Hitokiri Battousai se tornou uma lenda. E essas crônicas se iniciam no ano 10 da Era Meiji (1878) em Shitamachi, Tokyo…

(tirado do primeiro episódio de Rurouni Kenshin)

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El Hazard – um anime/mangá que vai garantir muitas risadas

Publicado: 24/09/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Anime/Mangá
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 Grande sucesso na TV brasileira alguns anos atrás no saudoso Band Kids (ah, que saudade da Kira… não lembra dela? clique aqui, aqui ou aqui), o anime El Hazard também teve o seu mangá publicado no Brasil pela editora JBC, numa minissérie em seis edições.

Diferente da maioria dos mangás, que são lançados antes das suas versões animes, El Hazard teve sua estreia nas telinhas mesmo, inicialmente em OVAs de sete episódios e depois ganhando uma versão de 26 episódios para a TV, em 1995 no Japão.

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