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Uma das coisas das quais mais sinto falta quando comparo a Capcom de hoje com a Capcom de antigamente, são os jogos com clima medieval que a produtora desenvolvia. E ela aparentemente gostava muito disso, pois lançou uma boa quantidade destes games no período dos anos 80 e 90.

A análise de hoje se refere a um destes games com clima medieval, lançado em meados dos anos 90 para arcades, aliás, um dos melhores e mais conhecidos. Vamos à análise de The King of Dragons.

Lançado em 1991 pela Capcom, The King of Dragons é um jogo de ação side-scrolling com toques de RPG e clima medieval, o que o deixa com “cara” de Dungeons and Dragons, algo que chamou a atenção na época.

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A série de luta em 2D “BlazBlueganha mais um episódio com “Continuum Shift”, versão melhorada e ampliada de “BlazBlue: Calamity Trigger”, lançado em 2008 originalmente para fliperamas.

Produzido pelos mesmos criadores da frenética série “Guilty Gear”, “BlazBlue” é uma espécie de sucessora espiritual, com alguns aspectos em comum com a antiga série como a trilha sonora nervosa, traços de desenho animado japonês e cenários coloridos cheios de detalhes.

As novidades de “Continuum Shift” são três novos personagens, alguns cenários adicionais e um sistema de combate mais equilibrado, deixando as lutas ainda mais técnicas e refinadas. O sistema de Guard Libra foi substituído pelo Guard Primer, mais veloz, e a defesa Barrier Burst também passou por mudanças, sendo agora Break Burst, ficando mais útil e estratégica. Por fim, a barra Heat permanece, possibilitando técnicas mais avançadas como ataques especiais e cancelamentos de golpes.

O jogo possui uma história nova, intensa e bem elaborada, algo não muito comum em jogos de luta, oferecendo para cada um dos personagens narrativas distintas, vários diálogos, caminhos alternativos, reviravoltas interessantes e muitos finais.

Vale reforçar, a trama é continuação direta de “Calamity Trigger” e quem não está familiarizado com o universo do jogo, pode ficar confuso em meio a tantas informações.

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E chega os FMVs

O primeiro jogo da Wolf Team a aparecer no Mega CD trazendo para os consoles domésticos um estilo de jogo que até então só tinha nos arcades e micro-computadores, como o MSX: os jogos interativos, também conhecidos como FMVs (Full Motion Videos). Time Gal foi originalmente feito para os Arcades pela Taito e apresentava uma nova forma de se jogar fliperamas. Você joga como se estivesse assistindo a um desenho animado, tudo em terceira visão. Durante o jogo, você terá que tomar algumas decisões para movimentar a heroína ou fazendo-a atirar, enquanto você assiste a animação, ou seja, é um jogo onde você precisa ter mais reflexos e boa memória do que habilidades e técnicas com o controle.

Com o Mega/Sega CD, a Wolf Team viu a oportunidade de trazer esse estilo de jogo para os videogames caseiros, o que foi uma decisão acertada em cheio, pois com o sucesso de Time Gal para o console da Sega, abriria os portões para outros jogos antigos desse estilo que voltariam a vida no Mega CD. Um estilo de jogo completamente esquecido hoje em dia e que com certeza vale a pena dar uma relembrada nessa época, onde esses tipos de jogos dominavam.

Os jogos em FMV dividiam a opinião dos gamers, muitos adoravam e outros odiavam, por não ser exatamente um “jogo”, mas um filme (no caso aqui desenho) em que você ficava assistindo. Eu mesmo gostava, para mim era uma novidade, uma coisa diferente e como eu já gostava de desenhos japoneses, não poderia ser melhor. É inegável o sucesso dos FMV nos anos 80/90, havia dezenas de fliperamas com esse tipo de jogo e o Sega CD foi o console campeão de quantidade de games em FMV, alguns muito bons e inovadores como o clássico “Night Trap” e outros verdadeiros filmes Trash de segunda categoria.

 

Vários perigos esperam por nossa heroína, como os homens das cavernas

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Ando meio sem tempo pra escrever análises, então resolvi fazer uma clássica que é mais fácil e rápido para postar. Quem era rato de fliperama no começo dos anos 90, deve se lembrar desse fliper, Spider-Man: The Videogame. Como diria Stan Lee (criador do Aranha), “read on true believers!”,

A Sega lançou este belo beat’m up  do amigão da vizinhança em 1991 e ele chamava a atenção pelos seus belos gráficos que retratavam com fidelidade o universo dos quadrinhos e pelos seus personagens grandões na tela. Mas apesar de visualmente ser um espetáculo, sua mecânica não era tão eficiente quanto o arcade de TMNT II ou ainda os vários beat’m ups da Capcom.

olha o bicho aí

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A lenda da dança e da música em versão para fliperamas nos anos 90

Invasão de Michael Jackson no Canto Gamer! Para comemorar o lançamento do seu game musical “Michael Jackson: The Experience”, que chegou para diversas plataformas, nós resolvemos fazer não apenas uma, mas TRÊS análises de games estrelados pelo grande ícone da música e da dança.

E para começar, nada melhor do que relembrar do fliperama “Michael Jackson’s Moonwalker”, lançado em 1990 e baseado no filme musical homônimo lançado pelo cantor em 1988. Nunca ouviu falar desse filme? Não se preocupe, daremos uma rápida recapitulada para contextualizar nossos leitores.

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Mais um clássico direto do túnel do tempo para vocês leitores do Canto Gamer, e o escolhido é Golden Axe: The Revenge of Death Adder. Não conhece ou nunca ouviu falar? Pois é, foi uma pérola da Sega que saiu exclusivamente (até os dias de hoje) para os fliperamas, e considerado por muitos como a verdadeira sequência do Golden Axe original, de 1989.

O primeiro jogo foi um marco na história dos videogames, a Sega simplesmente fez a cartilha de como fazer um hack’n slash  medieval, totalmente chupadaço das histórias de Conan – O Bárbaro, com personagens inesquecíveis (Tyris Flare, Axe Battler e Gilius Thunderhead) na caça do malvadão Death Adder, que se apoderou do lendário e poderoso Machado de Ouro e espalhou o caos e o terror na terra selvagem de Yuria.

olha o bichão ae, até 4 jogadores podiam curtir (mais…)

Legendário. Clássico. Atemporal.

Se a palavra  “clássico” algum dia precisar de uma nova definição, então que essa seja “Golden Axe”. O clássico dos clássicos, o preferido de muitos jogadores da “velha guarda”. Muito antes de Street Fighter II  ganhar uma versão doméstica, Golden Axe chegava como um dos primeiros games do Mega Drive  e que mostraria o que um 16 Bits poderia fazer. Lembro a primeira vez que joguei Golden Axe. Perto da minha antiga escola havia um barzinho com fliperamas (coisa comum na época, hoje em dia só em Shoppings,  e olha lá) e eu sempre passava pra dar uma jogadinha no fliper das Tartarugas Ninjas. Certo um dia tinha um fliperama novo, era Golden Axe. Rapidamente o jogo chamou a minha atenção pelos seus gráficos no estilo “Conan”, as magias e os personagens pitorescos da série. Pouco tempo depois eu comprei um Mega Drive (japonês) e uma das fitas que veio junto era justamente o Golden Axe, em uma conversão quase perfeita do arcade. Golden Axe é um dos melhores e mais recordados arcades da história. Embarque nesse fantástico game de fantasia com personagens que poderiam ter sido tirados de filmes como Conan e O Senhor dos Anéis, escolha um dos 3 guerreiros e detone as tropas de Death Adder! (mais…)

Você gamer que frequentava as saudosas casas de fliperamas (lembram delas? Tinha uma em cada esquina, bons tempos…) e curtia jogos de corrida, certamente deve se lembrar deste clássico da Sega: Out Run.  Conquistou grande popularidade na época, merecidamente, pois era muito gostoso sentar na cabine e dirigir pelas estradas despreocupado, ouvindo uma música no rádio, curtindo as paisagens e uma bela loira ao lado.

O jogo ganhou uma conversão para o Mega Drive, que também foi muito bem recebida pelos fãs. A análise abaixo é para ambas as versões, espero que curtam conhecer, ou relembrar, deste grande clássico!

a cabine de OutRun (mais…)