Posts com Tag ‘Batman’

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Apesar da concorrência acirrada das grandes editoras de quadrinhos Marvel e DC Comics, de tempos em tempos as duas baixam as armas e levantam uma trégua temporária para lançar crossovers (encontros) entre os seus personagens. Você leitor do Canto Gamer já leu por aqui o icônico encontro do “Homem-Aranha vs Super-Homem” nos anos 70. Mas o amigão da vizinhança também dividiu os quadrinhos com outra lenda do universo DC: Batman.

A revista em questão é a “Homem-Aranha & Batman: Mentes Desequilibradas“, lançada em 1996 (em 97 aqui no Brasil, ainda pela editora Abril) com roteiro assinado pelo veterano escritor J.M. DeMatteis e desenhos pelo sempre competentíssimo Mark Bagley. DeMatteis já trabalhou tanto com a DC como a Marvel, com vários personagens das duas editoras, sendo mais reconhecido por trabalhar com a Liga da Justiça (DC) e com o Homem-Aranha (Marvel). Seus roteiros, geralmente cheios de diálogos e caixas de pensamentos, sempre tiveram uma abordagem mais psicológica dos personagens. O Homem-Aranha, por exemplo, teve o seu lado sombrio mais explorado nas histórias de DeMatteis nos anos 90 (pré saga do clone) que eram muito boas. Um dos seus melhores trabalhos, inclusive na história dos quadrinhos em geral, também envolve o teioso, no clássico “A Última Caçada de Kraven(aguarde matéria especial em breve aqui).

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Clássico Time!

É com esse “portunhol” que começo aqui minha humilde análise de um dos games mais adorados do “velhinho da Nintendo”, o Nintendinho. Com vocês: Batman.

Lançado em 1989, mesmo ano do lançamento do primeiro dos filmes de Batman do diretor Tim Burton, filme esse o qual o game é “baseado”, Batman para Nes surge para marcar presença no mundo dos games.

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Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (Batman: The Dark Knight Rises)

EUA , 2012 – 164 minutos

Ação/Super-heróis

Direção: Christopher Nolan

Elenco: Christian Bale, Michael Caine, Gary Oldman, Anne Hathaway, Tom Hardy, Marion Cotillard, Joseph Gordon-Levitt, Morgan Freeman

Christopher Nolan, diretor relativamente novato no cenário hollywoodiano (seu primeiro longa, “Following”, é de 1998) ganhou a fama mundial, merecidamente, por sua adaptação do ícone dos quadrinhos da DC Comics, em “Batman Begins”. Sua competência com o homem-morcego apenas se confirmou em sua sequência, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”.

Passados dois anos e muita expectativa (com lançamento do ótimo “A Origem” em 2010), Nolan encerra o seu trabalho com a franquia nos apresentando “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, um longa-metragem merecedor de elogios e que encerra honradamente a trilogia estrelada por Christian Bale.

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Após alguns anos esquecido, o Cavaleiro das Trevas está com tudo, tanto nos games, como no cinema e nos quadrinhos. Por isso, nada melhor que matar as saudades dos jogos clássicos do herói mascarado, e um dos seus melhores momentos nos videogames foi em “The Adventures of Batman & Robin” para Mega Drive lançado em 1995, pela já falecida Clockwork Tortoise. A data marca a chegada do Playstation ao mercado e a decadência da era 16 bits, mas não se iluda, Batman e Robin com certeza é um dos melhores games que já apareceu no Mega Drive, usando as capacidades do console ao extremo.

O game é baseado no aclamado desenho animado e possui todo o visual e personagens da série de TV. “The Adventures of Batman e Robin” ainda teve versões para Super Nintendo e Sega CD, mas são completamente diferentes da do Mega Drive (mas muito boas também). A grande vantagem dessa versão para as outras é que podia ser jogada com duas pessoas ao mesmo tempo, uma controlando Batman e a outra o Robin (nada de Batgirl).

assista ao trailer do game

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Antes do sucesso avassalador merecido de “Batman: Arkham City”, o Cavaleiro das Trevas andava meio sumido do mundo dos games. Mas na época dos 8/16 Bits a coisa era diferente, o personagem tinha dezenas de games, inspirados em filmes, no desenho animado ou dos quadrinhos mesmo. Em um dos primeiros títulos foi “Batman: The Video Game”, lançado em 1989 para o Nintendinho e baseado no primeiro filme de Tim Burton.

Mas a versão que vamos conferir nesta análise é a do Mega Drive, lançada apenas em 1991, devido à enrolação da justiça de liberar as softhouses de lançarem seus games que não fossem da plataforma Nintendo (a Big N exigia que as empresas assinassem contratos de exclusividade, o que prejudicava os outros consoles), o que acabou prejudicando um pouco a sua popularidade no mercado. Também produzido pela Sunsoft, ele é bem similar ao jogo do concorrente, porém com gráficos mais bonitos, uma trilha sonora fantástica e uma história mais próxima a do filme. (mais…)