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Em 1989 a Capcom lançou o seu jogo mais vendido no NES – que também é considerado um dos melhores do console, o clássico DuckTales, jogo inspirado na série animada de sucesso da televisão (que por sua vez era inspirada nas história em quadrinhos dos geniais Carl Barks e Romano Scarpa), e que com certeza fez a diversão de muitos dos leitores oldschool que aqui estão. “DuckTales: Remastered” chega pelas mãos da WayForward trazendo toda a nostalgia do jogo original quase que impecavelmente, mas agora com visuais remodelados em alta definição, a (mesma) trilha sonora mais arrojada e alguns extras totalmente inéditos! Se você é fã dos quadrinhos/desenhos da Disney, se jogou o game original ou é fã de jogos de plataforma 2D, “DuckTales: Remastered” é simplesmente obrigatório para você!

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várias cutscenes dubladas com animações graciosas

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Após cinco meses de seu lançamento no PS3 e Xbox 360, “Resident Evil 6” chega para os jogadores de computador (PC), em uma produção ambiciosa que é considerada a maior da história da série, e até mesmo da própria Capcom. Personagens clássicos (e alguns novos) estão de volta, estourando os miolos de zumbis bem diferentes daqueles que vemos na televisão, como em “The Walking Dead“, sendo eles resistentes, rápidos e até armados.

Claro que essa tendência “rápida e furiosa” da série, que começou desde “Resident Evil 4“, ganhou sua própria legião de fãs, mas por outro lado afastou os mais tradicionais ligados ao “survival horror”, estilo que a própria franquia foi uma das pioneiras, e que agora está cada vez mais se distanciando. “Resident Evil 6” é um bom jogo de ação, com uma grande quantidade de inimigos, armas e golpes, mas se você espera uma aventura de terror e tensão aos moldes antigos, pode acabar se decepcionando.

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A série “Darkstalkers” surgiu em meados dos anos 90 em pleno auge de outra franquia da Capcom: “Street Fighter”. A proposta da empresa era oferecer aos fãs de games de pancadaria algo diferente dos populares lutadores de rua, e então assim surgiu uma série de monstros e criaturas mitológicas quebrando o pau entre si. E graças aos belos visuais cartoons estilizados, e a boa mecânica de luta, personagens como MorriganFeliciaPyronDemitri, entre outros, caíram nas graças dos jogadores de fliperamas, e posteriormente no Saturn e no PlayStation.

Agora, já no final da atual geração, a Capcom resolve lançar uma compilação remasterizada com dois games da série: “Night Warriors: Darkstalkers’ Revenge“ e “Darkstalkers 3“, ambos baseados em suas versões originais de arcade e disponíveis nas redes online do Ps3 e X360. E será que essa coletânea, “Darkstalkers Resurrection“, recebeu um trabalho refinado, ou é apenas mais um produtocaça-níquel para arrancar dinheiro dos fãs?

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E atenção marmanjada oldschool gamer, a Capcom está trazendo de volta um de seus grandes clássicos do nintendinho 8 Bits, nada mais, nada menos do que DUCKTALES. É isso mesmo, segurem suas lágrimas, pois ainda tem mais, não é um remake 3D, mas sim uma versão remasterizada, ou seja, quase idêntico ao jogo original, mas com gráficos e outras melhorias proporcionadas pela atual geração.

O jogo será desenvolvido pela WayForward Technologies e mostrará o nosso querido Tio Patinhas em uma jornada cheia de aventura e ação plataforma 2D, em busca de tesouros para aumentar ainda mais a sua fortuna. A trupe toda deve aparecer, como Huguinho, Zezinho e Luisinho, os Irmãos Metralha, a Maga Patalojika, e muito mais.

O “novo” Ducktales será lançado para PS3 (PSN), Xbox 360 (XLBA) e Wii U (eShop) e chega ao mercado no verão norte-americano de 2013. Confira o trailer abaixo (e segure as lágrimas ao ouvir a música – aposto que você vai cantar em português!):

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*Análise escrita no período de lançamento do game*

Okami!

É…
Parece que os games andam à passos largos em evolução artística. Vejam bem, nesta geração tivemos no mínimo três jogos que com certeza são daqueles que superam a barreira de serem somente comerciais, para se tornarem arte.

O primeiro é ICO, que com sua abstralidade encantou todo gamer que tem o mínimo de sensibilidade artística dentro de si. Logo após surge SHADOW OF THE COLOSSUS, da mesma equipe de ICO. Jogo esse que lista todo o senso artístico e abstrato de ICO e eleva o conceito à estratosfera. Assim como leva ao limite o pobre hardware do PS2.

Entretanto, tanto ICO quanto Shadow of the Colossus foram games, assim como o dito, muito abstratos. Seguiram o caminho da abstralidade conceitual para se tornarem artísticos e portanto, não tinham muito apelo comercial por falta de uma coisinha, coisinha essa que os “anti esses games” usam para os atacar: a interatividade.

Não acho esses games não são interativos, pelo contrário, mas…

Faltava então um game para colocar um belo “cala a boca” nesse pessoal, provando que um game pode ser tanto artístico, quanto interativo e funcional como um game.

Não falta mais!
Apresento-lhes o game que une arte e interatividade de maneira única, e que consegue ser mais artístico e mais interativo que a maioria dos games lançados nos últimos meses.

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“Era uma vez” duas empresas que lutavam bravamente no mundo dos games por um título: o de maior empresa desenvolvedora de games de luta 2D. De um lado estava a Capcom com seus Street Fighters e Darkstalkers da vida. Do outro lado estava a SNK, com títulos primorosos, normalmente reunidos em seus games The King of Fighters.

Eis que um dia ambas resolvem se unir para fazer um game. A ideia de ver os personagens de ambas as franquias se enfrentando era maravilhosa.

Sendo assim, Capcom vs SNK é lançado para Arcades e Dreamcast, produzido pela Capcom. O resultado foi muito abaixo do esperado para um crossover deste calibre. Vendo o descontentamento dos jogadores a mesma Capcom lança Capcom vs SNK 2: Millenium Battle, jogo que ficou muito melhor que seu antecessor, sendo considerado até então o melhor crossover já criado. Entretanto ainda faltava algo, pois Capcom vs SNK 2: Millenium Battle tinha cara de recauchutagem nos personagens da Capcom. Além disso, os personagens da SNK ficaram muito sem vida nos traços da Capcom. Vislumbrar uma versão feita pela SNK estava até ali fora de cogitação, pois a empresa havia falido.

Eis que a Playmore compra os direitos da SNK. Infelizmente, a mesma Playmore, começa a usar as franquias que adquiriu da SNK de maneira muito abaixo do esperado, com games como Metal Slug e The King of Fighters muito ruins. Vendo que haveria de fazer algo bom e chamativo, a SNK-Playmore teve uma ideia genial: criar seu próprio crossover com os personagens da Capcom e da SNK.

E assim começa a história de SNK vs. Capcom: SVC Chaos

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*Análise escrita em 2006*

Considerado por muitos (assim como por aqui quem o escreve) o primeiro jogo realmente fabuloso para o PS2, “Devil May Cry” revolucionou o mercado de games de ação. Eram inimigos difíceis de ser batidos a ponta torta, um chefe insano atrás do outro e uma história até boazinha, uma vez que o jogo não tinha a pretensão de ser nenhum Metal Gear nesse aspecto.

Uma vez que o DMC havia feito tanto sucesso, era inevitável que uma continuação faria o ar de sua graça. E quão surpresa não foi quando a Capcom anunciou que tanto o primeiro quanto o segundo games estavam sendo produzidos quase ao mesmo tempo.

Ora. Sendo assim, o próximo DMC sairia o quanto antes, e toda aquela dificuldade insana, estilosa e todos aqueles chefes interessantes estariam de volta certo?

Errado.

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Crossovers já são corriqueiros no mundo dos fighting games e a Capcom com certeza é a maior representante dessa tendência. Desde Street Fighter vs X-Men a empresa se especializou nesse tipo de coisa, possuindo inúmeros games de luta promovendo o encontro de franquias distintas em campo de batalha.

O ápice dessa prática da Capcom se deu em Capcom vs SNK, game que promoveu o encontro de personagens das duas icônicas e rivais empresas. O segundo game produzido pela Capcom promovendo o encontro dos dois universos é um dos fighting games mais cultuados até os dias de hoje.

Eis que no ano de 2010, na Comix Con, maior feira de quadrinhos e nerdisses em geral dos Estados Unidos, a Capcom faz o anuncio e revelação de um novo game, que já andava sendo muito especulado desde bem antes desse anuncio. O game em questão era o inusitado crossover Street Fighter x Tekken, tendo como responsável pelo projeto ninguém menos do que Yoshinori Ono, o homem que trouxe Street Fighter de volta ao foco das atenções com Street Fighter 4.

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No ano de 2048 o planeta Terra está ameaçado. Uma invasão ao nosso planeta, liderado por um ser de outra galáxia é iminente. Mas eis que um Guerreiro Strider lutará sozinho em prol da salvação da Terra!

Vamos à análise de Strider, para arcade.

Lançado em 1989 para arcades, Strider foi um sucesso instantâneo. Um game cheio de ação “non-stop” que atraiu a atenção imediata do fã do mundo do entretenimento eletrônico.

No game, um feiticeiro poderoso chamado Grandmaster Meio, auto intitulado de ditador Galáctico, deseja invadir a Terra para tomá-la para si. Para tal, constrói para ser seu quartel general, entre a Lua e a Terra, a “Third Moon” (Terceira Lua). De lá orienta seu exército durante a invasão. A Terra aparentemente é impotente dado ao nível superior tecnológico do inimigo. Entretanto, um único guerreiro Strider (daí o nome do game), chamado Hiryu, decide partir para a Third Moon, enfrentar Meio e salvar a Terra, armado tão somente com sua espada Cypher.

A espada Cypher de Hiryu é o grande charme do game sem dúvida alguma. Ela é algo do gênero “Sabre de Luz”, no entanto, o conjunto áudio-visual da mesma nos dá a sensação de a espada possuir realmente uma lâmina afiada. Bom, sempre pensei assim até que veio Marvel VS Capcom 2 e trouxe consigo um Hiryu com uma espada com lâmina fixa. Prefiro ficar com minhas lembranças de infância…

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Uma das coisas das quais mais sinto falta quando comparo a Capcom de hoje com a Capcom de antigamente, são os jogos com clima medieval que a produtora desenvolvia. E ela aparentemente gostava muito disso, pois lançou uma boa quantidade destes games no período dos anos 80 e 90.

A análise de hoje se refere a um destes games com clima medieval, lançado em meados dos anos 90 para arcades, aliás, um dos melhores e mais conhecidos. Vamos à análise de The King of Dragons.

Lançado em 1991 pela Capcom, The King of Dragons é um jogo de ação side-scrolling com toques de RPG e clima medieval, o que o deixa com “cara” de Dungeons and Dragons, algo que chamou a atenção na época.

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Lançado em 1992 para Arcades, desenvolvido pela Capcom, Cadillacs and Dinosaurs tenha sido talvez, pelo menos aqui no Brasil, o único game Beat´n Up que tenha feito tanto sucesso nas casas de jogos (fliperamas viu?), bares, rodoviárias e afins quanto o sucesso anterior da produtora de mesmo gênero, Final Fight.

Motivos para isso não faltam, Cadillacs and Dinosaurs é um game extremamente competente em todos os quesitos!

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Relembrando mais uma vez a boa época dos Beat´n Up da Capcom, trazendo a vocês a análise do game Knights of the Round, um dos meus jogos preferidos da época em questão.

Excalibur!”

Como o próprio nome do game sugere, e o subtítulo aqui em cima explicita, Knights of the Round é um game sobre o Rei Arthur e seus Cavaleiros, mais conhecidos como os Cavaleiros da Távola Redonda.

Knights of the Round não segue a história original. No game, assim que Arthur retira Excalibur da pedra, já adulto, Merlim dá a ele uma missão: encontrar o Cálice Sagrado para que o mesmo não caia em mãos erradas, uma vez que, o Cálice é um artefato com poderes terríveis caso esteja em tais mãos.

Como o usual, já era tarde demais, o temível rei Garibaldi já o possuía. Cabe então a Arthur, e seu dois companheiros escolhidos para essa missão, Lancelot e Perceval, derrotarem Garibaldi para resgatar o Cálice Sagrado, e no processo salvar e unificar a Inglaterra.

Uma viajada legal na “histórica história”, mas nada ruim, em especial pelo fato de este ser um gameBeat´n Up de 1991, ou seja, quem se importa com a história?

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Após quatro anos de produção, eis que temos Lost Planet 2, com eventos que se passam 10 anos depois do primeiro game, no mesmo planeta, mas agora quente e tropical igual às praias do Rio de Janeiro.

Mas e aí, será que a Capcom acertou a mão desta vez e ofereceu um game melhor que o original? Apesar de ter um multiplayer até divertido e designs de mostros e criaturas bastante interessantes e criativos, isso não é suficiente para cobrir os vários defeitos que o game apresenta. Uma pena, novamente um game com grande potencial que deixou a desejar. na verdade, Lost Planet 2 mais parece um pacote de expansão do primeiro game, com algumas melhorias (e novas falhas) do que uma sequência propriamente dita. Leia abaixo e descubra porque.

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Mickey Mouse e Pato Donald são sem dúvida os personagens mais conhecidos e adorados da Disney, tanto que os dois já estrelaram diversos games, especialmente na época dos 8 e 16 bits. Porém em 1993, a Capcom escolheu um personagem não tão famoso para estrelar o seu jogo para Super Nintendo. Era o atrapalhado cachorro Pateta, e seu filho de 11 anos, Max, que estreavam o ótimo “Goof Troop”.

O título na verdade é baseado no desenho homônimo da Disney, lançado em 1992 para a alegria da criançada (e mais conhecido por aqui como “A Turma do Pateta”). O jogo foi produzido pela Capcom, nome que já garante a sua boa qualidade. O diretor foi Shinji Mikami, e se esse nome não lhe é estranho, é porque o figura aí é mais conhecido por ser o criador da renomada série “Resident Evil”. Mas antes de se aventurar no mundo dos zumbis e carnificina, Mikami apresentou um jogo bastante alegre e divertido, que fugia do estilo plataforma (padrão para os jogos Disney da época), com uma perspectiva aérea ao melhor estilo de Zelda de ser e cheio de quebra-cabeças pelo caminho. Relembre ou conheça este clássico do SNES com a nossa análise de hoje.

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Capcom definiu bem o gênero beat’m up (luta de rua) nos arcades durante os anos 80/90, oferecendo vários bons títulos para o pessoal gastador de fichas. E muitos desses títulos acabaram ganhando versões caseiras, como é o caso de Captain Commando”, lançado em 1991 para os arcades e saindo em 1995 para o Super Nintendo (uma versão para Sega CD também estava prevista, mas foi cancelada). Também foi lançado para PlayStation, PlayStation 2, Xbox e PSP (mas a análise abaixo é só para a versão arcade/snes).

A versão para arcade é bem bonita, com gráficos e visuais detalhados e coloridos, boas animações e sprites grandes dos personagens e inimigos. A interface do jogo lembra muito a de Final Fight, da mesma produtora (e que serviu de base para muitos outros games lançados depois), e até a história se passa no mesmo local onde Haggar, Guy e Cody lutaram para salvar Jessica. Quatro pessoas podiam jogar simultaneamente, o que era diversão garantida.

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