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Castlevania Curse of Darkness Wallpaper CAPA

*Análise escrita no período de lançamento do game*

A série Castlevania é uma série reconhecida e conceituada no mundo dos games, mas infelizmente vive de suas glórias do passado. Com games incríveis como Super Castlevania IV e com”Dracula X na época do SNES, a série começou a ganhar status de game grande e abocanhou muitos fãs neste processo. Entretanto, o ápice da série foi Symphony of the Night para PSX.

Symphony of the Night é de longe o melhor jogo de toda a série. Seguindo o esquema clássico da franquia Castlevania, o game é inteiro em 2D e tem como objetivo, atravessar por todo o castelo de Drácula e destruí-lo, entretanto, em “Symphony of the Night” o jogador não é mais um Belmont, mas sim Alucard, filho de Drácula. Dessa forma, além de quebrar com uma tradição da série, o jogador tem o controle de um vampiro poderoso, cheio de novos poderes. Tal mudança parece ter agradado muito os fãs da série, pois este é o game mais querido de Castlevania até os dias atuais.

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*análise escrita no lançamento do game para X360, um ano depois saiu a versão para PS3

Quando a Konami anunciou “Castlevania: Harmony of Despair” como um título de ação/aventura no clássico estilo 2D para o Xbox Live Arcade, fãs da franquia comemoraram felizes, certos de que um grande título estava por vir e que iria resgatar elementos do consagrado “Castlevania: Symphony of the Night”, lançado em 1997 para o PSOne.

Infelizmente o título está longe em termos de qualidade da obra-prima da Konami supracitado, mas ele apresenta alguns elementos interessantes, sendo o maior e melhor destaque a mecânica multiplayer designada para até seis jogadores simultâneos na tela, que pode render muita diversão. Porém, para quem quer jogar sozinho, o jogo não possui muitos atrativos, falhando em termos de mecânica e principalmente pelo uso de visual retirado de outros games da série já lançados, perdendo muitos pontos em inovação e originalidade.

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No começo da era 16 Bits a Nintendo manipulava a maioria das grandes softhouses com contratos de exclusividade de games para as suas plataformas, fato que prejudicava bastante a Sega e o seu Mega Drive. Mas a festa acabou para a Nintendo quando encerraram com essa exclusividade e games antes vistos como da Nintendo, começaram a sair no 16 Bits da Sega, como Street Fighter 2, Tartarugas Ninjas e Castlevania.

E é justamente desse último que iremos falar nesta análise. Em 1994 os fãs do Mega Drive finalmente teriam um jogo inédito e exclusivo da série Castlevania em seu console, o Castlevania Bloodlines. Produzido pela Konami, foi o único título a sair para a plataforma, e apesar de não ser tão bom quanto o Super Castlevania IV do Super Nintendo, ele apresentava novidades interessantes que o seu concorrente não tinha. (mais…)

– Visuais espetaculares são o grande destaque –

Já são quase 25 anos que os caçadores de vampiros da família Belmont (e seus aliados) caçam Drácula e seus sugadores de sangue na famosa franquia da Konami, “Castlevania”. Foram vários títulos para quase todas as plataformas de videogames existentes. Porém, nestes últimos anos a série vem sofrendo de um mal que está difícil de ser derrotado: games de baixa qualidade que não agradaram os fãs como deveriam.

Certamente o último grande nome para a franquia foi o antológicoCastlevania: Symphony of the Night, lançado em 1997. Deste então a Konami vem tentando migrar a série para o universo 3D, até conseguindo bons resultados de vez em quando, mas ainda assim bem distantes da qualidade e do legado “Castlevania” de ser. Mesmo sua última versão 2d, “Harmony of Despair“ parece não ter agradado muito.

“Castlevania: Lords of Shadow” foi anunciado como sendo um novo começo para a franquia, e segundo a própria Konami, não possuir conexão com a série. Realmente uma mudança radical para uma das séries mais famosas dos videogames, mas talvez necessária para que “Castlevania” entre nos eixos.

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Quando se fala da Konami hoje em dia, talvez para a maioria venha logo na cabeça aquele jogo tão falado e conhecido: Metal Gear Solid. Não se pode negar que a série Metal Gear é uma das grandes responsáveis pelo sucesso da Konami atualmente, reconhecida como uma das maiores e melhores empresas de games do Japão, mas houve uma época em que MG era apenas mais um jogo na vasta lista de jogos que a Konami lançava, e outro título, que durante anos, tinha a responsabilidade de ser seu carro chefe: Castlevania.

muiiiiito tempo atrás, na época dos 8 Bits, a Konami em seus primórdios lançava vários títulos para o sistema MSX (antes de migrar para o NES) e muitos de seus títulos famosos estrearam nessa plataforma, como Metal Gear, Contra (outra série responsável pelo seu sucesso) e claro, Castlevania. Já naquela época a Konami era referência para games de boa qualidade. Com o Castlevania para MSX (com o nome de Vampire Killer), ela conseguiu seu grande trunfo, conseguindo estabelecer sua reconhecida fama. Não posso deixar de mencionar que foi nesse jogo que Michiru Yamane (compositora das músicas dos games da série) mostrou seu talento como compositora, criando músicas que seriam obras-primas desde o primeiro momento em que se ouve, como a famosa “Vampire Killer”, que se tornaria um clássico na série. (mais…)