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*Análise escrita no período de lançamento do game*

São poucos os games que conseguem causar tão grande reboliço, tanto nos jogadores, quando na mídia especializada, quanto Gran Turimo 5 causou durante seus aproximados cinco anos de desenvolvimento. A cada informação nova, a cada nova imagem, a cada vídeo inédito liberado, todos ficavam loucos para ver o resultado final da nova edição do game que, de nameira nada humilde, se considera “The Real Driver Simulator”.

Dentre os principais motivos para tanto reboliço estavam o modo online, para corridas virtuais contra jogadores de todo o mundo, um enorme upgrade na quantidade e variedade de automóveis e a promessa de carros construídos virtualmente seguindo religiosamente todos os minuciosos detalhes de suas respectivas contrapartes reais.

Eis que o game é lançado a tempo do Natal de 2010. Hora de se medir e pesar os vários aspectos prometidos pela Polyphony Digital e verificar até onde Gran Turismo 5 conseguiu atender o prometido e até onde as promessas foram maiores do que o produto entregue.

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Saudoso Mega Drive de alegrias mil… Saudades!

O ano era 1991, época de plena disputa entre Nintendo e Sega pelo domínio da geração 16 bits. Período esse em que, considero eu (EU! Opinião particular aqui, não estou catequizando nada!),espetacularmente fenomenal. Até então, duas franquias da Sega eram a referência com relação à games de corrida. Com relação à corridas de automóveis, Out Run e com relação à corridas de moto,Hang-On. Ambos os games do mestre Yu Suzuki. Yu Suzuki que aliás, desde Shenmue não faz nada que seja digno de um mestre, mas essa discussão fica pra depois

Mesmo que ambos os games citados sejam conceituados, faltava notadamente algo: a adrenalina de se competir verdadeiramente com adversários. Pois bem medido e bem pesado, o maior adversário, para não dizer o único, do jogador em ambos os games era o “relógio”. As opções que haviam de competição em efetivo nesse gênero na época eram fracas e nem valem a menção.

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Se você for o dono de um Xbox 360 e é fã de corridas, pode realizar o sonho de dirigir umas das 400 máquinas mais famosas do mundo pelas mais de 100 pistas presentes em Forza Motorsport 3, lançamento exclusivo para o console da Microsoft.

Desde o seu lançamento em 2005, o jogo vem sendo considerado um dos melhores e mais realistas games de simulação de corrida. E o sucesso não é para menos, o terceiro game da série é uma das melhores opções de corrida já produzidos, que está aí para tirar um “racha” com Gran Turismo 5, exclusivo do PS3 e outro título de peso.

Os gráficos são sensacionais, é possível configurar seus pneus e aerodinâmica e sentir a diferença nas pistas, além disso, os acidentes estão incrivelmente reais, tudo para transformar o jogo em uma experiência o mais real possível.

Não importa se é um exótico carro esportivo como o novo Audi R8 V10, um poderoso clássico americano como o Ford GT ou um sensacional importado asiático como o Nissan 370Z, não há ninguém que não sonhe com uma dessas supermáquinas, agora ao seu alcance, ao menos virtualmente. Confira abaixo mais detalhes desse super lançamento.

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Já tivemos por aqui a análise do sensacional Star Fox para o Super Nintendo, e hoje temos um outro game tão revolucionário quanto o jogo da raposa espacial: “Virtua Racing”. Lançado em 1992 e com a assinatura do mestre Yu Suzuki (criador de títulos como OutRun, Virtua Fighter e Shenmue, só para citar alguns), o arcade de VR foi um dos primeiros games da história a reproduzir, de forma bastante competente e revolucionária, gráficos poligonais sofisticados de objetos e ambientes (já existiam outros games, mas não com a qualidade de VR), além de ser um dos títulos mais influentes de todos os tempos. Também foi um dos primeiros games da história a usar monitores widescreen (Yu Suzuki como sempre causando!).

Você que era moleque em meados dos anos 90 deve se lembrar do imenso sucesso que VR fez, com várias máquinas disponíveis em casas de fliperamas. A sensação de velocidade, os sons, os gráficos poligonais, tudo era novidade e todo mundo queria jogar um pouco. Dois anos depois (e um após o lançamento de “Star Fox”), a Sega lançava “Virtua Racing” para o Mega Drive, em 1994. E não foi uma conversão qualquer não, a versão caseira apresentava um padrão de qualidade inquestionável, que fazia a maioria das pessoas dizerem “uau, eu não sabia que o Mega Drive era capaz de fazer isso!”.

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Se você tinha um Super Nintendo ou um Mega Drive em meados dos anos 90 certamente deve se lembrar de “Rock n’ Roll Racing” (RRR), jogo de corrida lançado pela Silicon & Synapse (hoje mais conhecida como Blizzard Entertainment). Bem antes do surgimento de “Guitar Hero”, RRR se destacou no mercado por apresentar em sua trilha sonora clássicos do rock ‘n roll licenciados para uso no game. Certamente muitos rockeiros por aí ouviram os seus primeiros solos de guitarra ao som de Deep Purple ou Black Sabbath na trilha sonora deste game.

Mas claro que o jogo não consistia apenas das músicas, ele era muito divertido e viciante, principalmente por não se tratar de um jogo convencional de corrida. Aqui você pode jogar sujo, tirar os seus adversários para fora da pista, ou até mesmo mandá-los para os ares em mil pedacinhos, com tiros e bombas voando para todo o lado. Se jogado no modo para dois jogadores então, pode esquecer a corrida, pois cada jogador vai querer apenas ferrar com o amigo (eu quando estava na frente, ficava parado numa curva só esperando meu colega retardatário passar para eu mandar um míssel nele!).

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“F-Zero” sem dúvida foi um marco na história dos videogames. Lembro de ter me impressionado muito mais com ele do que com “Super Mario World”, quando do lançamento do Super Nintendo lá no início dos anos 90. Isso porque ele demonstrava realmente do que o console era capaz de realizar com a sua então revolucionária tecnologia batizada de “Mode 7” (e além disso era mais uma produção do mestre Shigeru Miyamoto).

Junto com o famoso Top Gear, é um dos melhores games de corrida no console. E não são corridas quaisquer, mas sim disputas espaciais futuristas (um dos primeiros a apresentar essa novidade para o gênero). Os “carros” aqui são os hovercars, veículos que se elevam a alguma distância do chão através da tecnologia de repulsão (e que você já deve ter visto em alguns filmes de ficção científica por aí).

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Os amantes de corridas alucinantes e “sujas” de rally já podem comemorar a chegada do terceiro título da já conceituada série “DiRT”, da produtora britânica Codemasters. Se você é mais um apaixonado por jogos de corrida, pode adicionar “DiRT 3” para a sua coleção, sem dúvida uma excelente opção, que consegue ainda inovar, e melhorar o que já foi mostrado nos dois ótimos jogos anteriores.

Com o dobro de pistas em relação ao seu antecessor e mais de 50 veículos disponíveis, os jogadores podem “levantar poeira” em localidades como Mônaco, Noruega, Aspen e as planícies ensolaradas africanas (com visuais lindíssimos), entre outros. Além de muita areia e desertos presentes nas trajetórias, pode-se contar com outros obstáculos da mãe natureza como chuvas torrenciais, tempestades de neve, nevoeiros serrados e alteração entre corridas diurnas e noturnas.

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Máquina envenenada

*Essa análise escrita a muito, muito tempo. Em uma galáxia muito, muito distante
Portanto, qualquer referência “datada” se dá em decorrência deste fato ok
?*

Antes dos Gran TurismosBurnouts e Need for Speeds da vida, um jogo era a mania dos necessitados por velocidade virtual, esse jogo era “Top Gear”.

Lançado para SNES em sua época áurea, Top Gear era o top das corridas virtuais. Com opções de jogo inéditas para época e com certas peculiaridades que games de corrida atuais sequer sonham em realizar, “Top Gear” foi um game marcante da geração 16 bits e que ainda hoje tem a estima que merece pelos gamers.

Logo de cara a primeira coisa que surpreende em “Top Gear” é a qualidade de suas músicas, um ótimo exemplo disso é a música de introdução do jogo. Quem ouviu não se esquece nunca mais e quem se esqueceu, e a ouve de novo, se sente nostálgico no mesmo instante. Aliás, quanto à música de introdução do game, muita gente a tem como toque de celular, seja ele monofônico ou polifônico (inclusive quem aqui escreve).

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Você gamer que frequentava as saudosas casas de fliperamas (lembram delas? Tinha uma em cada esquina, bons tempos…) e curtia jogos de corrida, certamente deve se lembrar deste clássico da Sega: Out Run.  Conquistou grande popularidade na época, merecidamente, pois era muito gostoso sentar na cabine e dirigir pelas estradas despreocupado, ouvindo uma música no rádio, curtindo as paisagens e uma bela loira ao lado.

O jogo ganhou uma conversão para o Mega Drive, que também foi muito bem recebida pelos fãs. A análise abaixo é para ambas as versões, espero que curtam conhecer, ou relembrar, deste grande clássico!

a cabine de OutRun (mais…)