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Django Livre (Django Unchained, EUA, 2012)

Gênero: Faroeste

Direção: Quentin Tarantino

Duração: 165 minutos

Atores: Jamie Foxx, Leonardo DiCaprio, Samuel L. Jackson, Christoph Waltz, Kerry Washington, Franco Nero

Trailer: Clique aqui

Site Oficial: Clique aqui

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Quentin Tarantino conseguiu, mais uma vez,  criar uma obra de arte para os cinemas. O diretor, que revolucionou os anos 90 e deixou seu nome na história cinematográfica, nos presenteia com um filme intenso, com cenas fortes, sangue voando em grandes tiroteios e o delicado tema da escravidão nos EUA (e que deixou muita gente nervosa, como o diretor Spike Lee, que disse que não ia ver o filme e que era um desrespeito à história dos negros). Tudo isso, e muito mais, pode ser encontrado em seu novo filme, “Django Livre“.

Tarantino já havia flertado com o faroeste em “Kill Bill – Vol 2“, mas só agora ele pode fazer uma obra completa na terra do “sol poente”. Quem é fã dos westerns dos anos 60/70 de nomes como Sergio Corbucci (diretor do Django original de 1966) e do genial Sergio Leone (que fez muitas parcerias com Clint Eastwood), vai perceber muitas homenagens/referências à esses clássicos, desde às letras em vermelho da abertura, às fotografias, cenários e trilha sonora. E claro, com aquele toque “Tarantinesco” que só ele sabe fazer, não restringindo o produto a uma mera “cópia” de grandes clássicos, mas em algo totalmente único.

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Irrá!”

Velho Oeste cablocada!
Época em que a lei que prevalecia era o quanto eram precisos seus tiros. Bom, pelo menos é assim nos filmes e nos games. Falou em Velho Oeste, lembra-se imediatamente de cowboys montados em seus cavalos distribuindo “chumbo” para todo lado.

Divertido?
E como!
Filmes de “bang bang” (não confundir com “gang bang” pelo o amor de Deus) sempre serão boas pedidas para fins de tarde com diversão descompromissada e saudável nas “Telas Quentes” da vida.

Ora, se é divertido no cinema, porque não seria divertido nos games? No mundo videogamelístico temos representantes muito bons da época dourada norte-americana do Velho Oeste, um desses representantes, de longe o meu favorito, é o motivo de essa análise ter ganhado “a luz do dia”.

Sem mais delongas vamos à análise de Sunset Riders, para arcade.

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