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A maior epopeia do seu PS2

Dirigido por Tetsuya Nomura, o Kingdom Hearts original já se mostrava um game com um enorme potencial. Foi um RPG que certamente ficava acima de todos os outros RPGs “não Final Fantasy”. Aliás, foi um RPG que para muita gente quase se igualava ao poderoso Final Fantasy X. Quase, pois duas coisas atrapalhavam seu desempenho:

A primeira coisa era a câmera deficiente de Kingdom Hearts, que comumente mais lhe atrapalhava do que te ajudava. Segunda coisa era a falta de uma certeza de que esta franquia pudesse ter um prognóstico de um futuro promissor, afinal era apenas o primeiro game. Entretanto, no final secreto de KH a notícia que os fãs esperavam veio de maneira super antecipada: A certeza de uma continuação da série.

Com isso Tetsuya Nomura mandava um recado: que KH poderia se tornar  mais uma série poderosa da Square. Nomura poderia provar que sua experiência farta como designer de Final Fantasy, trabalhando por tanto tempo e tão próximo de Sakagushi, lhe teria dado subsídios necessários para ser um dos grandes nomes no mundo dos games.

Kingdom Hearts 2 serve para mostrar duas coisas que são simplesmente surpreendentes, a primeira é que a Square provavelmente tenha criado algo ainda maior que seu Final Fantasy. Isso somente na segunda investida da serie Kingdom Hearts! A segunda é que com KH2, o nome de Tetsuya Nomura já percorre não apenas entre os grandes nomes da indústria videogamística, mas sim entre os gênios desta mesma indústria como Hideo Kojima e o próprio Sakagushi.

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Um “salve” a todos!

Deixo aqui hoje um vídeo demonstrativo da nova engine gráfica que está sendo desenvolvida pela Square-Enix para seus Final Fantasy na vindoura geração de consoles, a chamada “Luminous Engine“.

Note que o vídeo não é uma CG. Tudo o que se vê é processado em tempo real, coisa que a apresentação deixa bem claro.

Verdadeiramente impressionante…

Resta saber se a Square-Enix aprendeu com as lições que recebeu com Final Fantasy XIII e XIV (que está em fase beta no PC, mas ja é duramente criticado), em que ficou muito claro que os jogadores demandam não somente “um rostinho bonito”, querem conteúdo de muita qualidade.

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*Análise escrita originalmente no período de lançamento de Kingdon Hearts 2*

Enquanto o mestre dos mestres dos RPGs, o sr. Hinoburu Sakagushi, reinava supremo dirigindo seus games Final Fantasy, um nome ficava injustamente “deixado de lado”: Tetsuya Nomura.

Nomura, desde a sétima versão de Final Fantasy, sempre foi o designer de personagens oficial da série. E isso não é pouco, pois vêm dele os traços imortais de Sephiroth, por exemplo.

Após a saída de Sakagushi da Square, a produtora nunca mais consegui emplacar nenhum de seus futuros RPGs, a um patamar igualável a Final Fantasy 7. Nem mesmo os “futuros” Final Fantasy conseguiram tal feito.

Entretanto uma coisa sempre pode ser notada nos games Final Fantasy sem Sakagushi: O design dos personagens era incrível. O responsável disso: Tetsuya Nomura.

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Sonic vai parar na cadeia e encontra um antigo colega, e juntos conseguem escapar, mas acabam saindo bem no meio de uma batalha de “Final Fantasy”. Agora tudo pode acontecer!

Final Fantasy VI

Publicado: 26/10/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Análises, Super Nintendo
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– uma história épica da era de ouro dos 16 Bits –

“Seres de pura mágica já governaram o mundo com poder e liderança. Mas o poder raramente leva à satisfação… Uma disputa entre esses seres se transformou em uma guerra. Bestas destruidoras, conhecidas como Espers, foram criadas e lançadas para fazerem as vontades de seus mestres. Esta “Guerra de Magi” reduziu o mundo à ruínas. Quando a guerra terminou, os Espers desapareceram, assim como a maior parte das pessoas do mundo. Muitos séculos se passaram desde o fim da guerra. A civilização foi reconstrída através de ferro, máquinas e tecnologia. Por anos os Espers existiam apenas nas lendas antigas. Agora, um Esper foi encontrado e as forças das magias estão retornando. O risco de outra, e mais devastadora guerra, se aproxima…”