Posts com Tag ‘fliperamas’

Shurikens, ninjas assassinos e um cachorro como parceiro!

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Acabei de assistir a um filme de ninjas (Marcado Para Morrer/The Hunted, com Christopher “Highlander-Raiden-Tarzan” Lambert, se você quiser conferir, eu recomendo) e me deu uma baita vontade de escrever algo sobre o tema, e escolhi para tal um dos maiores clássicos dos 16 Bits e do Mega Drive: Shadow Dancer.

Se você jogador geração “justin biba” tem como referência apenas Ryu Hayabusa quando se fala em games de ninjas, saiba que nos anos 80/90 quem ruleava no manejo da katana, shurikens e ninjitsus era o ninja Joe Musashi, da antológica série Shinobi (e também não é totalmente culpa de vocês, a Sega deixou a franquia meio esquecida mesmo –  o último título, que não fez muito sucesso, foi “Kunoichi“).

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Irrá!”

Velho Oeste cablocada!
Época em que a lei que prevalecia era o quanto eram precisos seus tiros. Bom, pelo menos é assim nos filmes e nos games. Falou em Velho Oeste, lembra-se imediatamente de cowboys montados em seus cavalos distribuindo “chumbo” para todo lado.

Divertido?
E como!
Filmes de “bang bang” (não confundir com “gang bang” pelo o amor de Deus) sempre serão boas pedidas para fins de tarde com diversão descompromissada e saudável nas “Telas Quentes” da vida.

Ora, se é divertido no cinema, porque não seria divertido nos games? No mundo videogamelístico temos representantes muito bons da época dourada norte-americana do Velho Oeste, um desses representantes, de longe o meu favorito, é o motivo de essa análise ter ganhado “a luz do dia”.

Sem mais delongas vamos à análise de Sunset Riders, para arcade.

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No ano de 2048 o planeta Terra está ameaçado. Uma invasão ao nosso planeta, liderado por um ser de outra galáxia é iminente. Mas eis que um Guerreiro Strider lutará sozinho em prol da salvação da Terra!

Vamos à análise de Strider, para arcade.

Lançado em 1989 para arcades, Strider foi um sucesso instantâneo. Um game cheio de ação “non-stop” que atraiu a atenção imediata do fã do mundo do entretenimento eletrônico.

No game, um feiticeiro poderoso chamado Grandmaster Meio, auto intitulado de ditador Galáctico, deseja invadir a Terra para tomá-la para si. Para tal, constrói para ser seu quartel general, entre a Lua e a Terra, a “Third Moon” (Terceira Lua). De lá orienta seu exército durante a invasão. A Terra aparentemente é impotente dado ao nível superior tecnológico do inimigo. Entretanto, um único guerreiro Strider (daí o nome do game), chamado Hiryu, decide partir para a Third Moon, enfrentar Meio e salvar a Terra, armado tão somente com sua espada Cypher.

A espada Cypher de Hiryu é o grande charme do game sem dúvida alguma. Ela é algo do gênero “Sabre de Luz”, no entanto, o conjunto áudio-visual da mesma nos dá a sensação de a espada possuir realmente uma lâmina afiada. Bom, sempre pensei assim até que veio Marvel VS Capcom 2 e trouxe consigo um Hiryu com uma espada com lâmina fixa. Prefiro ficar com minhas lembranças de infância…

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Lançado em 1992 para Arcades, desenvolvido pela Capcom, Cadillacs and Dinosaurs tenha sido talvez, pelo menos aqui no Brasil, o único game Beat´n Up que tenha feito tanto sucesso nas casas de jogos (fliperamas viu?), bares, rodoviárias e afins quanto o sucesso anterior da produtora de mesmo gênero, Final Fight.

Motivos para isso não faltam, Cadillacs and Dinosaurs é um game extremamente competente em todos os quesitos!

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Relembrando mais uma vez a boa época dos Beat´n Up da Capcom, trazendo a vocês a análise do game Knights of the Round, um dos meus jogos preferidos da época em questão.

Excalibur!”

Como o próprio nome do game sugere, e o subtítulo aqui em cima explicita, Knights of the Round é um game sobre o Rei Arthur e seus Cavaleiros, mais conhecidos como os Cavaleiros da Távola Redonda.

Knights of the Round não segue a história original. No game, assim que Arthur retira Excalibur da pedra, já adulto, Merlim dá a ele uma missão: encontrar o Cálice Sagrado para que o mesmo não caia em mãos erradas, uma vez que, o Cálice é um artefato com poderes terríveis caso esteja em tais mãos.

Como o usual, já era tarde demais, o temível rei Garibaldi já o possuía. Cabe então a Arthur, e seu dois companheiros escolhidos para essa missão, Lancelot e Perceval, derrotarem Garibaldi para resgatar o Cálice Sagrado, e no processo salvar e unificar a Inglaterra.

Uma viajada legal na “histórica história”, mas nada ruim, em especial pelo fato de este ser um gameBeat´n Up de 1991, ou seja, quem se importa com a história?

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Já tivemos por aqui a análise do sensacional Star Fox para o Super Nintendo, e hoje temos um outro game tão revolucionário quanto o jogo da raposa espacial: “Virtua Racing”. Lançado em 1992 e com a assinatura do mestre Yu Suzuki (criador de títulos como OutRun, Virtua Fighter e Shenmue, só para citar alguns), o arcade de VR foi um dos primeiros games da história a reproduzir, de forma bastante competente e revolucionária, gráficos poligonais sofisticados de objetos e ambientes (já existiam outros games, mas não com a qualidade de VR), além de ser um dos títulos mais influentes de todos os tempos. Também foi um dos primeiros games da história a usar monitores widescreen (Yu Suzuki como sempre causando!).

Você que era moleque em meados dos anos 90 deve se lembrar do imenso sucesso que VR fez, com várias máquinas disponíveis em casas de fliperamas. A sensação de velocidade, os sons, os gráficos poligonais, tudo era novidade e todo mundo queria jogar um pouco. Dois anos depois (e um após o lançamento de “Star Fox”), a Sega lançava “Virtua Racing” para o Mega Drive, em 1994. E não foi uma conversão qualquer não, a versão caseira apresentava um padrão de qualidade inquestionável, que fazia a maioria das pessoas dizerem “uau, eu não sabia que o Mega Drive era capaz de fazer isso!”.

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Capcom definiu bem o gênero beat’m up (luta de rua) nos arcades durante os anos 80/90, oferecendo vários bons títulos para o pessoal gastador de fichas. E muitos desses títulos acabaram ganhando versões caseiras, como é o caso de Captain Commando”, lançado em 1991 para os arcades e saindo em 1995 para o Super Nintendo (uma versão para Sega CD também estava prevista, mas foi cancelada). Também foi lançado para PlayStation, PlayStation 2, Xbox e PSP (mas a análise abaixo é só para a versão arcade/snes).

A versão para arcade é bem bonita, com gráficos e visuais detalhados e coloridos, boas animações e sprites grandes dos personagens e inimigos. A interface do jogo lembra muito a de Final Fight, da mesma produtora (e que serviu de base para muitos outros games lançados depois), e até a história se passa no mesmo local onde Haggar, Guy e Cody lutaram para salvar Jessica. Quatro pessoas podiam jogar simultaneamente, o que era diversão garantida.

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“Avante, Vingadores!”

O tão aguardado filme dos Vingadores já estreou nos cinemas, e agora os fãs podem curtir a aventura em seus videogames com o jogo oficial… opa, pera aí…. não tem jogo oficial dos Vingadores! Pois é, esse foi um projeto que não foi “avante” e acabou sendo cancelado pela THQ, que estava produzindo o título.

Claro que provavelmente a Marvel vai lançar alguma coisa logo para ganhar uma grana em cima e aproveitar o sucesso do blockbuster. Mas enquanto isso não acontece, vamos relembrar o clássico game da super equipe: “Captain America and the Avengers” (que também está presente no nosso Top 10 Games de Super-Heróis).

O jogo foi originalmente lançado para arcades em 1991 pela saudosa Data East, e logo ganhou versões caseiras para o Mega Drive e Super Nintendo. O arcade, para a época, não se destacava entre outros lançamentos das concorrentes. Tinha gráficos bem simples e personagens pequenos na tela, numa época em que a onda era fazer os personagens o maior e mais detalhado possível (coisa que começou com “Final Fight” da Capcom).

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Ando meio sem tempo pra escrever análises, então resolvi fazer uma clássica que é mais fácil e rápido para postar. Quem era rato de fliperama no começo dos anos 90, deve se lembrar desse fliper, Spider-Man: The Videogame. Como diria Stan Lee (criador do Aranha), “read on true believers!”,

A Sega lançou este belo beat’m up  do amigão da vizinhança em 1991 e ele chamava a atenção pelos seus belos gráficos que retratavam com fidelidade o universo dos quadrinhos e pelos seus personagens grandões na tela. Mas apesar de visualmente ser um espetáculo, sua mecânica não era tão eficiente quanto o arcade de TMNT II ou ainda os vários beat’m ups da Capcom.

olha o bicho aí

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A lenda da dança e da música em versão para fliperamas nos anos 90

Invasão de Michael Jackson no Canto Gamer! Para comemorar o lançamento do seu game musical “Michael Jackson: The Experience”, que chegou para diversas plataformas, nós resolvemos fazer não apenas uma, mas TRÊS análises de games estrelados pelo grande ícone da música e da dança.

E para começar, nada melhor do que relembrar do fliperama “Michael Jackson’s Moonwalker”, lançado em 1990 e baseado no filme musical homônimo lançado pelo cantor em 1988. Nunca ouviu falar desse filme? Não se preocupe, daremos uma rápida recapitulada para contextualizar nossos leitores.

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Mais um clássico direto do túnel do tempo para vocês leitores do Canto Gamer, e o escolhido é Golden Axe: The Revenge of Death Adder. Não conhece ou nunca ouviu falar? Pois é, foi uma pérola da Sega que saiu exclusivamente (até os dias de hoje) para os fliperamas, e considerado por muitos como a verdadeira sequência do Golden Axe original, de 1989.

O primeiro jogo foi um marco na história dos videogames, a Sega simplesmente fez a cartilha de como fazer um hack’n slash  medieval, totalmente chupadaço das histórias de Conan – O Bárbaro, com personagens inesquecíveis (Tyris Flare, Axe Battler e Gilius Thunderhead) na caça do malvadão Death Adder, que se apoderou do lendário e poderoso Machado de Ouro e espalhou o caos e o terror na terra selvagem de Yuria.

olha o bichão ae, até 4 jogadores podiam curtir (mais…)

Você gamer que frequentava as saudosas casas de fliperamas (lembram delas? Tinha uma em cada esquina, bons tempos…) e curtia jogos de corrida, certamente deve se lembrar deste clássico da Sega: Out Run.  Conquistou grande popularidade na época, merecidamente, pois era muito gostoso sentar na cabine e dirigir pelas estradas despreocupado, ouvindo uma música no rádio, curtindo as paisagens e uma bela loira ao lado.

O jogo ganhou uma conversão para o Mega Drive, que também foi muito bem recebida pelos fãs. A análise abaixo é para ambas as versões, espero que curtam conhecer, ou relembrar, deste grande clássico!

a cabine de OutRun (mais…)