Posts com Tag ‘jogos de plataforma’

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Trine 2” é um jogo de plataforma/puzzle 2.5D lançado no final de 2011 nas redes online digitais do PS3, X360 e PC. Assim como o primeiro título, o jogo traz uma aventura épica em um deslumbrante mundo fantasioso de magias, guerreiros e criaturas lendárias, em que o jogador controla três heróis diferentes em cenários cheios de quebra-cabeças a serem resolvidos, melhorando tudo o que já era ótimo no antecessor. E de quebra ainda conta com uma excelente trilha sonora e um dos mais belos visuais já vistos num jogo indie (independente). Duvida? Continue lendo nossa análise.

O mago, a gatuna e o cavaleiro

A aventura começa quando o artefato mágico Trine reúne novamente os três heróis do game anterior, indicando que alguma coisa não está correta. Atendendo o pedido de ajuda do Trine, Amadeus, Zoya e Pontius decidem partir novamente em uma jornada para descobrir o que está acontecendo. Durante o caminho, eles encontram com a Princesa Rosabel, uma mulher misteriosa que pede a ajuda dos heróis para libertar o seu reino da invasão dos goblins.

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Se você parou por aqui ou foi movido pela nostalgia ou pela curiosidade, mas seja lá qual for o motivo, você não vai se arrepender. Esses dias enquanto eu jogava Muramasa: The Demon Blade para Wii fiquei com uma p*&¨%  vontade de jogar Strider, do Mega Drive. O estilão 2D de Muramasa instigou minhas células nostálgicas e então fui lá relembrar meus velhos tempos de Strider. Afinal, não foram apenas Joe Musashi e Ryu Hayabusa (da série Shinobi e Ninja Gaiden respectivamente) os únicos ninjas famosos dos games. Como de praxe, vamos antes falar da produção e origem do jogo Strider.
Final dos anos 80, na minha modesta opinião a era de ouro da história dos videogames, um ano antes de fazer sua estreia nos arcades em 1989, pelas competentes mãos da Capcom (ainda sem a gloriosa fama de SF2), Hiryu  (o personagem principal de Strider) apareceu no mangá Strider Hiryu, que mostra de maneira mais profunda a vida do ninja antes dos games. Publicado pela famosa editora Kadokawa Shoten  de maio a outubro de 1988, a série foi desenhada por Tatsumi Wada e escrita por Tetsuo Shiba, artistas não muito conhecidos, em parceria com a Capcom, que estava para lançar um jogo para Nes (o nintendinho 8 bits) baseado no mangá. Porém durante o desenvolvimento do jogo, a Capcom ficou mais ambiciosa e empolgada e tomou a feliz decisão de transferir o projeto para sair em arcades e cancelou a versão nintendinho (que acabou sendo lançada mais tarde, mas o jogo é terrível de ruim). O mangá conta uma história ambientada no futuro, com uma organização de ninjas chamada Strider, que luta pelo bem do mundo.
O arcade foi lançado e se você foi um feliz gamer de “flipers” daquela época deve se lembrar do estrondoso sucesso que Strider fazia, com uma ação frenética, ótimos gráficos e vozes digitalizadas. Porém a versão arcade não era fiel ao mangá e muita coisa na história foi mudada, ficando bem menos desenvolvida, mas apresentava estágios sensacionais, como a fuga de explosivos da Sibéria, salas antigravitacionais e  pasmem, até um T-Rex tecnorgânico na Amazônia. Com o sucesso absurdo, o jogo logo ganhou várias versões para diversos videogames e computadores da época, mas a maioria tudo um lixo. O port para o computador japonês X68000 é tida como a mais perfeita, mas ficou restrito ao Japão e foi no Mega Drive que o jogo se tornou um sucesso a nível mundial. (mais…)

Aladdin

Publicado: 07/11/2011 por Márcio Alexsandro Pacheco em Análises, Mega Drive
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– viaje nesse incrível jogo das Arábias –

Um dos maiores clássicos da animação Disney, Aladdin  – que foi inspirado no personagem do clássico da literatura “As mil e uma noites” – foi lançado nos cinemas em 1992 e fez um imenso sucesso. No ano seguinte, três grandes companhias do entretenimento –  Sega, Virgin e Disney  – juntariam as forças para lançar a melhor adaptação do famoso desenho para game.

Aladdin foi lançado para Mega Drive em 1993 e assim como o filme também fez grande sucesso comercial, ganhando vários prêmios, entre eles “o jogo do ano”. Também, com uma parceria dessas, sai de baixo! Pela primeira vez na história, um jogo teria a co-produção Disney.

O Mega Drive sempre teve excelentes jogos Disney em sua galeria de títulos, o primeiro deles foi o inesquecível Castle of Illusion (leia review aqui), com o camundongo Mickey Mouse. Aladdin veio para aumentar essa lista de forma grandiosa. A Virgin participou com sua experiência em animação de videogame, enquanto a Disney deu os retoques finais, com muita cor, música e senso de humor. O resultado: inacreditável! (mais…)

Quando se fala da Konami hoje em dia, talvez para a maioria venha logo na cabeça aquele jogo tão falado e conhecido: Metal Gear Solid. Não se pode negar que a série Metal Gear é uma das grandes responsáveis pelo sucesso da Konami atualmente, reconhecida como uma das maiores e melhores empresas de games do Japão, mas houve uma época em que MG era apenas mais um jogo na vasta lista de jogos que a Konami lançava, e outro título, que durante anos, tinha a responsabilidade de ser seu carro chefe: Castlevania.

muiiiiito tempo atrás, na época dos 8 Bits, a Konami em seus primórdios lançava vários títulos para o sistema MSX (antes de migrar para o NES) e muitos de seus títulos famosos estrearam nessa plataforma, como Metal Gear, Contra (outra série responsável pelo seu sucesso) e claro, Castlevania. Já naquela época a Konami era referência para games de boa qualidade. Com o Castlevania para MSX (com o nome de Vampire Killer), ela conseguiu seu grande trunfo, conseguindo estabelecer sua reconhecida fama. Não posso deixar de mencionar que foi nesse jogo que Michiru Yamane (compositora das músicas dos games da série) mostrou seu talento como compositora, criando músicas que seriam obras-primas desde o primeiro momento em que se ouve, como a famosa “Vampire Killer”, que se tornaria um clássico na série. (mais…)

Ela é durona. Ela é perigosa. Ela é… Alisia Dragoon

 

Já falamos aqui da famosa bruxa Bayonetta, agora está na hora de falar de outra, não tão famosa. Os “old gamers” talvez lembrem desse jogo, que apesar de muito bom, não foi muito reconhecido (provavelmente pela falta de apoio da Sega of America). Alisia Dragoon foi lançado em 1992 pela competente Game Arts (Silpheed, série Lunar, série Grandia).

O game recebeu boas críticas em seu lançamento, mas logo caiu na obscuridade para ser logo esquecido, o que é uma pena, pois é um jogo que merecia ser mais conhecido entre os gamers. Ele apresenta gráficos muito bem feitos, com um visual e feeling de fantasia muita encantador, uma bela trilha sonora, boa jogabilidade e diversão, e ainda por cima tem como personagem principal uma linda e sexy garota.

Ele utiliza o saudoso esquema de jogo plataforma, e pode lembrar muito clássicos como Valis e El Viento. Mas não se engane, Alisia Dragoon tem as suas próprias qualidades que fazem dele um jogo único e uma ótima opção para quem gosta do gênero. Vamos conhecer melhor este jogo então. (mais…)