Posts com Tag ‘Konami’

FcgwSz8

A Konami realizou hoje, às 14h, uma apresentação especial dos seus principais games que serão mostrados na E3 2013 (maior feira de games do mundo), em Los Angeles, entre os dias 11 e 13 de junho. A conferência durou apenas 30 minutos, falando sobre seus trabalhos para celulares e redes sociais, PES 2014, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain e Castlevania: Lords of Shadow 2. Como devem imaginar, os dois últimos foram os que tiveram maior enfoque no evento. Mas vamos por partes:

PES 2014

Bom, nós aqui do Canto Gamer não somos chegados em jogos de futebol, por isso nem ligamos muito para a parte dele. Mas como sabemos que tem muita gente por aí que gosta, as novidades são uma nova engine gráfica Fox Engine (realmente com visuais belíssimos, desenvolvido pela própria Konami), novas mecânicas de jogabilidade mais realística, novas modalidades (aquele blábláblá de sempre quando sai um novo PES) e um interessante sistema em que a torcida vai interagir diretamente com o desempenho dos jogadores em campo, incentivando-os a jogar melhor (ou pior se forem vaiados). O jogo sai para PS3, Xbox 360, PC e PSP (nada de WiiU). Fiquem com um vídeo do game mostrado no evento:

(mais…)

Anúncios

Metal-Gear-Rising-Revengeance-Logo

Personagem principal de Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, Raiden é provavelmente é o personagem mais odiado de toda a franquia Metal Gear. De maneira inesperada, e até mesmo omitida pela Konami, Raiden “toma” o lugar do eterno Solid Snake no referido game. Isso por si só já seria o suficiente para deixar os fãs mais puristas da série furiosos, entretanto o jeito andrógeno de Raiden fez com que a situação piorasse ainda mais.

O personagem retornou em Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, mas dessa vez veio para apagar sua má impressão deixada em sua última aparição, bem como tem seu brilho próprio, não “tentando roubar” os holofotes do real protagonista do game, Solid Snake / Old Snake.

As cenas em que Raiden aparece em Guns of the Patriots são todas, sem exceção, de tirar o fôlego. São cenas de ação muito bem coreografadas em que Raiden mostra todas as suas habilidades com uma Katana e um corpo quase todo cibernético, destruindo facilmente inimigos que Snake por certo preferiria evitar.

(mais…)

Bomberman

Um dos ícones da geração 16 bits, Bomberman atraiu jogadores de todas as idades por seu visual despojado e diversão multiplayer familiar garantida. No Super Nintendo a série teve seus melhores momentos, incluindo o cultuado e raro “Bomberman 5”, que é uma verdadeira orgia de diversão, tanto jogando sozinho, mas em especial no seu modo multiplayer, que permitia que até quatro jogadores se divertissem simultaneamente, mesmo após ser derrotado em campo de batalha. Para a grande maioria o melhor game de Bomberman surgiu em sua versão para Saturn, que permitia fantásticos 10 jogadores se enfrentando na tela. Uma orgia de diversão.

Entretanto, desde então, a série nunca mais conseguiu entrar nos eixos novamente. Com várias versões lançadas para portáteis, para Nintendo 64, para Playstation, Playstation 2 e até mesmo o N-Gage, nenhuma jamais se destacou como as antigas versões supracitadas. Fato esse não injustamente ou sem explicação, tais versões de Bomberman são realmente muito ruins.

Com as possibilidades de games para download da geração atual, eis que a Hudson, produtora do game, tem a óbvia ideia de disponibilizar para compra mais um exemplar de seu renomado mascote. Muita gente já torceria o nariz para isso, afinal faz anos que a Hudson não acerta a mão com Bomberman, mas nem mesmo o gamer mais pessimista poderia imaginar o que a Hudson estaria prestes a fazer na sua nova investida com um game da série.

E graças a isso, aqui estamos nós, com mais uma análise para minha Seção Trash Games, com um game que é tão ruim, mas tão ruim, que fez todos os games Bomberman de Playstation, de Nintendo 64 e afins, parecerem jogos AAA. Eleve o seu Cosmo para sobreviver a Bomberman: Act Zero.

(mais…)

zone_of_the_enders_-_the_2nd_runner

*Análise escrita em 2006*

Um dos primeiros games lançados para o PS2 foi “Zone of the Enders“. O game, da produtora Konami, tinha como um de seus idealizadores Hideo Kojima, e muito se esperava dele simplesmente pelo fato do criador de Metal Gear estar envolvido, entretanto, o game não despertou muito a atenção dos jogadores, pois não parecia um game de Hideo Kojima. E não era mesmo.

Em Zone of the Enders, Kojima apenas ajudou conceitualmente, não ficando a cargo dele, ou de sua equipe, a criação e produção do jogo. Apaixonado por Mechs como Hideo Kojima o é e vendo o enorme potencial que tinha sido jogado fora em Zone of the Enders, Kojima e sua equipe se predispuseram a mostrar como um game com mechs deveria ser. Dessa forma, em 2002, surgiu Zone of the Enders 2: The Second Runner, demostrando mais uma vez porque Hideo Kojima é o homem do toque de Midas do mundo dos videogames e claro da Konami.

(mais…)

Castlevania Curse of Darkness Wallpaper CAPA

*Análise escrita no período de lançamento do game*

A série Castlevania é uma série reconhecida e conceituada no mundo dos games, mas infelizmente vive de suas glórias do passado. Com games incríveis como Super Castlevania IV e com”Dracula X na época do SNES, a série começou a ganhar status de game grande e abocanhou muitos fãs neste processo. Entretanto, o ápice da série foi Symphony of the Night para PSX.

Symphony of the Night é de longe o melhor jogo de toda a série. Seguindo o esquema clássico da franquia Castlevania, o game é inteiro em 2D e tem como objetivo, atravessar por todo o castelo de Drácula e destruí-lo, entretanto, em “Symphony of the Night” o jogador não é mais um Belmont, mas sim Alucard, filho de Drácula. Dessa forma, além de quebrar com uma tradição da série, o jogador tem o controle de um vampiro poderoso, cheio de novos poderes. Tal mudança parece ter agradado muito os fãs da série, pois este é o game mais querido de Castlevania até os dias atuais.

(mais…)

Irrá!”

Velho Oeste cablocada!
Época em que a lei que prevalecia era o quanto eram precisos seus tiros. Bom, pelo menos é assim nos filmes e nos games. Falou em Velho Oeste, lembra-se imediatamente de cowboys montados em seus cavalos distribuindo “chumbo” para todo lado.

Divertido?
E como!
Filmes de “bang bang” (não confundir com “gang bang” pelo o amor de Deus) sempre serão boas pedidas para fins de tarde com diversão descompromissada e saudável nas “Telas Quentes” da vida.

Ora, se é divertido no cinema, porque não seria divertido nos games? No mundo videogamelístico temos representantes muito bons da época dourada norte-americana do Velho Oeste, um desses representantes, de longe o meu favorito, é o motivo de essa análise ter ganhado “a luz do dia”.

Sem mais delongas vamos à análise de Sunset Riders, para arcade.

(mais…)

Deixa eu mandar a real “proceis”, hoje em dia os jogadores estão muito mal acostumados. Hoje em dia, se o cabloco morre umas três vezes seguidas em algum game, já o excomunga e procura outra coisa. Isso se é que alguém morre muito nos jogos, já que os mesmos estão muito mais amenos no quesito dificuldade.

Antigamente não era assim… Nada de continues a dar com pau, ou mesmo infinitos.

Nada de trocentas vidas.

Nada de save states durante as fases.

O “nego” tinha de ser MACHO para finalizar o game.

MUITO MACHO!!!! MASSACRATION!!!!!!!!!!!!!

Empolguei.

Na análise que realizo hoje, apresento, ou mato saudade de alguns, de um game que é o atestado do que falei acima. Um jogo diabolicamente difícil, mas que apesar de mortes constantes e momentos de xingar a mãe de Belzebu de coisa ruim um monte de vezes, tinha o poder de atrair cada vez mais o jogador, em um tufão viciante e obsessivo para chegar ao fim do mesmo.

Com vocês Contra, para Nintendinho.

Gostaria de lembrar aqui, que nomes e referências aqui citadas tem como base a versão americana do game.

(mais…)

1989! Eu era um molequinho, rato de fliperama!

E como todo bom rato de fliperama, nada melhor do que reunir os amigos para uma jogatina em conjunto. Nessa época, nenhum jogo foi melhor para reunir a galera em comum jogatina do que o game Teenage Mutant Ninja Tutles: The Arcade Game. Com a possibilidade de chutar bundas dos ninjas do Clã do Pé com até três amigos simultaneamente, a diversão era garantida!

Entretanto, e toda história tem um entretanto…. Quem possuía um console de mesa e não podia ir a um fliperama (antigamente o Arcade era fliperama “mermão!”) como ficava? Ficava chupando dedo sem poder experimentar as Tartarugas Mutantes?

Jamais!

E é sobre o jogo para console de mesa das Tartarugas Mutantes, baseado em Teenage Mutant Ninja Turtles: The Arcade Game que venho aqui tratar hoje. Ô SAUDADE!

Me lembro como se fosse ontem. Eu e meu pai fomos a uma loja comprar umas fitas para o saudoso sistema de 8 bits da Nintendo, carinhosamente conhecido por Nintendinho, o NES. Compramos algumas fitas que por certo me fizeram muito feliz, com uma ou outra ocupando um lugar especial em meu coração. Dentre as fitas lá estava ela: Teenage Mutant Ninja Turtles II: The Arcade Game.

E vontade de arrumar um “Delorean” agora….

Paremos de falar de mim e voltemos ao assunto que interessa!

(mais…)

Você que era um pivetinho nos anos 80/90 certamente deve se lembrar do desenho animado das Tartarugas Ninjas, que fazia um enorme sucesso mundialmente (eu era um grande fã). Claro que esse sucesso rendeu todo o tipo de bugigangas e merchandising para o ávido público consumista da época, e entre eles não poderia faltar os games.

As tartarugas ganharam fama nos videogames com o antológico “Teenage Mutant Ninja Turtles: The Arcade Game”, lançado nos fliperamas pela Konami em 1989. Este game marcou a virada das décadas, e até hoje é lembrando como um dos melhores jogos de pancadaria Beat’m Up da história. Dois anos depois, a empresa lançava no mercado, também para os arcades, “Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time”, sequência que melhorava todos os aspectos do já ótimo game anterior.

E eis que em 1992, “Turtles in Time” recebia sua primeira adaptação caseira no Super Nintendo. E diferente do port de “Final Fight” (leia análise aqui), a Konami fez um trabalho de mestre aqui, mantendo o game tão próximo o possível da sua contraparte original (e o que me deixou muito feliz, afinal já tinha tido uma experiência ruim com “Final Fight”). É, naquela época havia games BONS com as famosas Tartarugas, e não essas porcarias que foram lançadas pós geração PlayStation 2. “Turtles in Time” possui todas as qualidades necessárias para se destacar no gênero Beat’m Up, nos apresentando uma dinâmica simples, mas muita divertida, jogabilidade sólida, alta qualidade audiovisual e ainda sobrou espaço para um pouco de criatividade e originalidade por parte da Konami. Sorte a nossa!

(mais…)

*análise escrita no lançamento do game para X360, um ano depois saiu a versão para PS3

Quando a Konami anunciou “Castlevania: Harmony of Despair” como um título de ação/aventura no clássico estilo 2D para o Xbox Live Arcade, fãs da franquia comemoraram felizes, certos de que um grande título estava por vir e que iria resgatar elementos do consagrado “Castlevania: Symphony of the Night”, lançado em 1997 para o PSOne.

Infelizmente o título está longe em termos de qualidade da obra-prima da Konami supracitado, mas ele apresenta alguns elementos interessantes, sendo o maior e melhor destaque a mecânica multiplayer designada para até seis jogadores simultâneos na tela, que pode render muita diversão. Porém, para quem quer jogar sozinho, o jogo não possui muitos atrativos, falhando em termos de mecânica e principalmente pelo uso de visual retirado de outros games da série já lançados, perdendo muitos pontos em inovação e originalidade.

(mais…)

Vamos agora analisar um dos melhores games que o Sega CD já teve e um dos mais lendários da historia dos videogames: Snatcher. Produzido pela Konami, foi lançado para o console da Sega em 1994, e apesar de não vender horrores (o Sega CD já estava em fim de carreira) o game fez grande sucesso entre os fãs, sendo cultuado até os dias de hoje.

Porém Snatcher teve sua grande estreia em 1988 nos computadores japoneses PC88 e no saudoso MSX. O game foi criado por Hideo Kojima, antes de sua obsessão pela sua outra consagrada obra: Metal Gear Solid. Porém essas primeiras versões não possuiam vozes, e muitas cenas que ainda não existiam. O Ato 3 por exemplo, só chegou a aparecer primeiramente no PCE. No MSX o jogo praticamente não tinha final, ficava tudo no ar. Kojima havia dito na época que a Konami estava apressando o lançamento do jogo e não deu tempo de colocar este ato no game, apesar dele já estar em desenvolvimento.

Snatcher teve no total seis diferentes versões. As já citadas PC88 e MSX, também teve uma versão para o PCE, para o Sega CD e mais tarde para o Saturn e Playstation. Porém de todas elas, a versão do Sega CD é tida como a melhor entre os fãs. Foi a única versão a ser feita especialmente para o mercado americano (textos e diálogos todos em inglês – nunca foi lançado oficialmente no Japão), é bem parecido com a versão do PCE, mas possui algumas melhorias como novas cenas e mais diálogos e textos, além de não ser tão censurado como as versões de Saturn e Playstation.

(mais…)

Criado pela Konami em 1993 sob a responsabilidade de Nobuya Nakazato, designer de vários jogos da série Contra, o título tinha tudo de que precisava para ser bom: personagens carismáticos, ação intensa com cenários bem planejados, trilha sonora marcante e dificuldade sob medida. Era a Konami ensinando à outras produtoras como se fazer um jogo de plataforma. Ironicamente o título não fez muito sucesso, apesar de ser muito bom. E se eu não me engano, foi o primeiro título inédito (e não um port de séries já conhecidas) da Konami exclusivamente para um console da Sega.

Sparkster nasceu do “boom” de mascotes de empresas, onda que se iniciou com o grande sucesso de Sonic The Hedgehog  da Sega. Assim surgiram personagem como o gato Bubsi, a minhoca Earthworm Jim, o morcego Aero the Acro-Bat, entre vários outros.

Assim, seguindo a tendência da época de que qualquer bichinho fofo (ou não) podia virar um herói de videogame e faturar uma boa grana, o protagonista deste título é um (não tão fofinho e cheiroso) gambá. A Konami entregou aos jogadores da época um game com um herói bastante carismático e um jogo em si com muita qualidade. As fases têm ação horizontal e vertical e são muito bem boladas, possui gráficos cartunescos muito bem feitos, uma trilha sonora muito bacana e é extremamente divertido. Acabou ganhando uma sequência no Mega Drive e um spin-off no Super Nintendo, que também não fizeram muito sucesso. Relembre ou conheça aqui o game do herói gambá dos 16 Bits. (mais…)

Quando o Super Nintendo foi lançado nos Estados Unidos, não conseguiu abalar as vendas do Mega Drive (Genesis por lá) que dominava tranquilamente o mercado de 16 Bits. Mas com certeza o console da Nintendo tinha games exclusivos que deixavam os donos de Mega Drive com aquela “invejinha” básica, principalmente por causa da Konami, que nos primeiros anos do SNES lançou games como Contra III, Tartarugas Ninjas e Super Castlevania, franquias que todos amavam e eram exclusivos da Nintendo.

Mas felizmente, alguns anos depois a Konami começou a desenvolver jogos para o 16 Bits da Sega. Você já leu aqui no Canto Gamer a análise do excelente Castlevania Bloodlines. Agora chegou a vez de ler a análise de um dos melhores games da geração 16 Bits em uma produção pra lá de caprichada da Big K: Contra Hard Corps. (mais…)

No começo da era 16 Bits a Nintendo manipulava a maioria das grandes softhouses com contratos de exclusividade de games para as suas plataformas, fato que prejudicava bastante a Sega e o seu Mega Drive. Mas a festa acabou para a Nintendo quando encerraram com essa exclusividade e games antes vistos como da Nintendo, começaram a sair no 16 Bits da Sega, como Street Fighter 2, Tartarugas Ninjas e Castlevania.

E é justamente desse último que iremos falar nesta análise. Em 1994 os fãs do Mega Drive finalmente teriam um jogo inédito e exclusivo da série Castlevania em seu console, o Castlevania Bloodlines. Produzido pela Konami, foi o único título a sair para a plataforma, e apesar de não ser tão bom quanto o Super Castlevania IV do Super Nintendo, ele apresentava novidades interessantes que o seu concorrente não tinha. (mais…)

– Visuais espetaculares são o grande destaque –

Já são quase 25 anos que os caçadores de vampiros da família Belmont (e seus aliados) caçam Drácula e seus sugadores de sangue na famosa franquia da Konami, “Castlevania”. Foram vários títulos para quase todas as plataformas de videogames existentes. Porém, nestes últimos anos a série vem sofrendo de um mal que está difícil de ser derrotado: games de baixa qualidade que não agradaram os fãs como deveriam.

Certamente o último grande nome para a franquia foi o antológicoCastlevania: Symphony of the Night, lançado em 1997. Deste então a Konami vem tentando migrar a série para o universo 3D, até conseguindo bons resultados de vez em quando, mas ainda assim bem distantes da qualidade e do legado “Castlevania” de ser. Mesmo sua última versão 2d, “Harmony of Despair“ parece não ter agradado muito.

“Castlevania: Lords of Shadow” foi anunciado como sendo um novo começo para a franquia, e segundo a própria Konami, não possuir conexão com a série. Realmente uma mudança radical para uma das séries mais famosas dos videogames, mas talvez necessária para que “Castlevania” entre nos eixos.

(mais…)