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A maior epopeia do seu PS2

Dirigido por Tetsuya Nomura, o Kingdom Hearts original já se mostrava um game com um enorme potencial. Foi um RPG que certamente ficava acima de todos os outros RPGs “não Final Fantasy”. Aliás, foi um RPG que para muita gente quase se igualava ao poderoso Final Fantasy X. Quase, pois duas coisas atrapalhavam seu desempenho:

A primeira coisa era a câmera deficiente de Kingdom Hearts, que comumente mais lhe atrapalhava do que te ajudava. Segunda coisa era a falta de uma certeza de que esta franquia pudesse ter um prognóstico de um futuro promissor, afinal era apenas o primeiro game. Entretanto, no final secreto de KH a notícia que os fãs esperavam veio de maneira super antecipada: A certeza de uma continuação da série.

Com isso Tetsuya Nomura mandava um recado: que KH poderia se tornar  mais uma série poderosa da Square. Nomura poderia provar que sua experiência farta como designer de Final Fantasy, trabalhando por tanto tempo e tão próximo de Sakagushi, lhe teria dado subsídios necessários para ser um dos grandes nomes no mundo dos games.

Kingdom Hearts 2 serve para mostrar duas coisas que são simplesmente surpreendentes, a primeira é que a Square provavelmente tenha criado algo ainda maior que seu Final Fantasy. Isso somente na segunda investida da serie Kingdom Hearts! A segunda é que com KH2, o nome de Tetsuya Nomura já percorre não apenas entre os grandes nomes da indústria videogamística, mas sim entre os gênios desta mesma indústria como Hideo Kojima e o próprio Sakagushi.

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A série “Devil May Cry” foi uma das responsáveis por revolucionar no gênero de games de ação, isso há mais de 10 anos atrás lá no saudoso PlayStation 2. Originalmente criado para ser uma sequência de “Resident Evil” (percebe-se algumas heranças deixadas aqui), a série ganhou novas proporções e assim Dante, o estiloso caçador de demônios, passou a ter sua casa exclusiva em uma nova franquia. Três títulos foram lançados no PS2, alcançando um grande sucesso, e elevando o nome do jogo e do seu protagonista para o panteão dos campeões dos videogames.

Um novo DMC foi anunciado e deve ser lançado em breve, jogo esse que não é uma sequência, mas sim uma tentativa da Capcom de renovar a série e começar tudo de novo. A maioria dos fãs está com um pé atrás, pelo o que foi mostrado até agora. Para tentar acalmar os ânimos (e atrair novos fãs), a Capcom espertona resolveu lançar uma coletânea dos três primeiros games, refeitos em alta resolução, para PlayStation 3 e pela primeira vez (uhuuull), também para Xbox 360.

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*Análise escrita originalmente no período de lançamento de Kingdon Hearts 2*

Enquanto o mestre dos mestres dos RPGs, o sr. Hinoburu Sakagushi, reinava supremo dirigindo seus games Final Fantasy, um nome ficava injustamente “deixado de lado”: Tetsuya Nomura.

Nomura, desde a sétima versão de Final Fantasy, sempre foi o designer de personagens oficial da série. E isso não é pouco, pois vêm dele os traços imortais de Sephiroth, por exemplo.

Após a saída de Sakagushi da Square, a produtora nunca mais consegui emplacar nenhum de seus futuros RPGs, a um patamar igualável a Final Fantasy 7. Nem mesmo os “futuros” Final Fantasy conseguiram tal feito.

Entretanto uma coisa sempre pode ser notada nos games Final Fantasy sem Sakagushi: O design dos personagens era incrível. O responsável disso: Tetsuya Nomura.

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Não foi sempre que a cultuada série Final Fantasy foi um sucesso. Assim como muitos outros jogos, ela começou no “ostracismo” e foi, pouco a pouco, mostrando a que veio. Para o NES, Final Fantasy I, II e III não foram grandes sucessos, em especial nos States. Já para o Super Nintendo, a coisa começou a mudar. Final Fantasy IV se revelou um grande game, e teve sua versão americana. Final Fantasy V, nem tanto, ficando apenas no mundo oriental inicialmente. Mas foi com Final Fantasy VI que a série enfim chegava ao status de fenômeno.

Considerado o maior dentre os Final Fantasy pela revista americana EGM, Final Fantasy VI cativou jogadores mundo afora com sua história cativante e com seus gráficos inacreditavelmente belos para os padrões SNES. Entretanto, foi com o fabuloso Final Fantasy VII que a série atinge o ápice. Além, de contar mais uma vez com uma história fabulosa e com animações em CG inovadoras para a época, Final Fantasy VII conta ainda com dois aspectos chave: Cloud e Sephiroth. O primeiro, psicologicamente falando, foi e ainda o é, o herói mais incrível de todos os games. Calado e reservado, Cloud era um cara difícil de entender, mas, com o desenrolar da trama se revela pouco a pouco. Essa revelação está intimamente ligada com aquele que até hoje é o vilão mais “ROX” de todos os tempos, e que o será, provavelmente, durante toda a eternidade. Sephiroth.

Bom, não preciso falar muito de Sephiroth, além do óbvio: O CARA É MUITO FODÃO!!! Mesmo porque, quem nunca ouviu falar de Sephiroth, deve ser de outra galáxia. Digo isto porque qualquer ser que resida neste sistema solar o conhece. Final Fantasy VII fez tanto sucesso, que ainda hoje somos presenteados com ramificações do mesmo, como o anime Last Order e o foderástico filme Advent Children, já analizado pelo Canto Gamer pelo mais foderástico ainda “Alucard”!

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“Esta é uma historia de decadência, contada com muito pesar e desgosto por quem aqui vos escreve. Uma história que começa com a descoberta de um Ninja, o alvorecer de um jogo e o ápice de uma produtora. Era uma vez uma empresa de renome e com games de qualidade incontestável. O nome desta empresa é Sega.”

Houve um dia em que a Sega tinha um console que era top de linha no mercado videogamístico: O Megadrive. Nesta época, a Sega lança um game que é considerado até hoje o melhor game de Ninja já criado, chamado de The Revenge of the Shinobi. O game foi tão famoso, que ainda no Mega Drive, ganhou mais duas versões de qualidade também muito impressionantes. Mas que nunca tiveram o peso e carisma do original.

Anos depois, esta empresa chamada Sega, começa sua decadência. Primeiro com um console chamado Saturn, que apesar de ter fãs ardorosos no mundo, levou um couro de seu rival Playstation. Depois disso, iniciou anterior geração de consoles com o imponente e mal nomeado Dreamcast. Que não aguentou muito contra seu rival mais violento, o Playstation 2. Vendo que não seria possível continuar a combater no mundo poderoso dos consoles, a Sega faz o que parecia ser mais acertado, passou a produzir games para todos os consoles, ou seja, se transformou em uma softhouse. Afinal, tinha franquias poderosas em suas mãos, dentre elas, o dito cujo Shinobi. (mais…)

Após a decisão de deixar de fabricar consoles, passando a ser uma produtora independente de games, a Sega tinha de cativar de todas as formas possíveis os consumidores seguidores da Sony, Nintendo e Microsoft. Para isso, não havia arma melhor do que mexer com o sentimento nostálgico destes jogadores. Sendo assim, a Sega apostou acertadamente em lançar remakes de franquias clássicas de sua autoria, como Sonic, por exemplo.

Seguindo esse pensamento, a Sega tenta mexer no sentimento nostálgico dos jogadores possuidores de um PS2, lançando para o console o remake de um dos games mais idolatrados da época áurea: Shinobi.
Após a revelação por parte da Sega do lançamento deste game, muito se esperava do game, afinal, se Shinobi para PS2 fosse metade do que foi para Mega Drive, seria um dos grandes hits de toda a geração 128 bits. Se o game faz jus ao nome que correga, ou se é, tão somente, mais um game fraco se utilizando de um nome de uma franquia de peso do passado, é o que será analisado aqui.
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