Posts com Tag ‘PS3’

vanquish

Existem games que são fadados ao esquecimento. Seja for falta de confiança do gamer na produtora, seja por falha da estratégia de marketing da produtora acerca de seu produto, ou até mesmo por forças sobrenaturais, dignas de Mun-Rá. São games que muito gamer não sabe sequer que existe, e não por consequência são ruins. Ao contrário muitos games que entram nessa “faixa” são verdadeiramente muito bons.

Exemplos claros desses games, que carinhosamente chamo de “Os Melhores Games que Ninguém Jogou”, posso incluir Klonoa e Valquire Profile Silmeria para Playstation 2 por exemplo. Voltando mais no tempo, temos o carismático The Firemen, game lançado para SNES (que terá análise aqui algum dia desses), Burning Rangers, para Sega Saturn, e por ai vai. Ótimos games, mas que não fizeram o sucesso merecido.

Eis que finalmente, na atual geração de consoles, conheci o game que passa a ser o meu particular favorito “Melhor Game que Ninguém Jogou”. Um game que tem como distribuidora a Sega, softhouse essa em quem ninguém mais confia. Um game que teve um péssimo planejamento de Marketing da Sega. Um game que, de repente, teve sim forças sobrenaturais atuando contra o sucesso do mesmo, mas que, mesmo assim, é um dos melhores games dessa geração sem sombra de dúvidas. Apresento-lhes Vanquish.

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Flower – uma obra de arte em movimento!

Publicado: 07/11/2012 por Eduardo Farnezi em Análises, PS3
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Quem acompanha o blog há algum tempo já deve ter notado que gosto muito de ter experiências novas e únicas no ramo do entretenimento eletrônico, por mais que isso vá contra o que a crítica especializada, e mesmo os gamers explicitam sobre “esse ou aquele” game. Não acho que o imperativo do futuro do entretenimento eletrônico deve ser sempre o “em time que está ganhando não se mexe”, ao contrário, acho que não somente evoluções, mas revoluções são necessárias para perpetuar sempre e sempre qualquer setor, o que inclui o entretenimento eletrônico.

Sucessos ou não em críticas ou em vendas ao redor do mundo, tais tentativas de se oferecer algo a mais ao jogador do que o mesmo já está acostumado sempre são bem vistas por mim, e não raramente, me agradam. Shenmue (minha série favorita, apesar de incompleta), Shadow of Colossous, Jet Set Radio, Space Channel 5, Rez, Okami, ICO, Killer 7, Prince of Persia (Playstation 3) entre vários outros games que aqui ainda poderia citar, foram tentativas de dar ao jogador algo a mais do que o usual.

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Foi lançado hoje para compra digital, exclusivamente na PSN, um dos maiores clássicos da história dos games. Um jogo que, por certo, redefiniu o senso estético-artístico do mundo do entretenimento eletrônico digital.

Okami finalmente veio a tona na atual geração, em um fabuloso relançamento em HD.

Notadamente um dos melhores trabalhos, se não o melhor, com relação a conversões em High Definition de games da geração anterior, Okami HD rodará em suaves 60 frames por segundo, sem slowdowns e em formato de tela widescreen. Além disso terá suporte para o PS Move, o que promete trazer uma nova dinâmica na utilização do “Celestial Brush”. Uma fabulosa chance do jogador que não pode experimentar o Okami original, experimentar esse game, agora remasterizado. (mais…)

* análise escrita no lançamento do game

Os donos de um Playstation 3 já podem comemorar, já está à venda um dos jogos mais aguardados para o console: Unchaterd 2: Among Thieves. Se alguém ainda tinha dúvidas de que o jogo seria incrível, pode morder a língua, pois ele não é incrível, é IMPRESSIONANTE.

O primeiro jogo, lançado em 2007 pela Naughty Dog (também responsável por jogos da franquia Crash Bandicoot e Jak & Daxter) contava com um sistema semelhante ao do clássico Tomb Raider, mas com vários novos recursos que fez dele um game campeão. Ele fez história com seus gráficos realistas e com o seu enredo ao melhor estilo dos filmes dos anos 80 de Hollywood, considerados por muito até como um “filme jogável”.

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#Análise escrita próximo ao período de lançamento do game com pequenas alterações atuais#

A mais de décadas atrás Yu Suzuki, um dos maiores gênios a quem devemos a franca evolução dos games ao longo desses anos, decidiu fazer algo que nunca alguém antes tentou fazer, ele tentou criar modelos poligonais humanos. Assim nasceu o primeiro game de luta tridimensional da história, Virtua Fighter. Foi assim, Virtua Fighter foi um game de vanguarda, e desde então, tudo ao longo da história da série e superlativo.

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“Sonic Adventure” foi um jogo fantástico, lançado em 1999 para o Dreamcast e que marcou toda uma geração, mas essa análise se refere às versões lançadas para PS3 e X360 em 2010, nas redes de download PSN e XBLA respectivamente.

Como o título original já era excelente, é de se esperar que as “versões HD” sejam ainda melhores, não é? Infelizmente não é bem isso que acontece. Mas antes de iniciar a análise, vou fazer uma breve recapitulação do jogo original, para aqueles que não viveram a era Dreamcast terem uma ideia do contexto em geral.

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Os dois primeiros títulos da série “God of War” causaram um impacto imenso em jogadores de todo o mundo, quando lançados para PS2 em 2005 e 2007. Hoje o guerreiro espartano Kratos é um dos personagens de games mais venerados por toda uma legião de fãs, e toda essa fama não é infundada, afinal os dois games em questão formaram a base dos jogos de ação. Tá certo que ele pegou “emprestado” algumas ideias de outros games da época, como “Ninja Gaiden” e “Devil May Cry”, mas ele o fez de forma bastante criativa e original, não sendo apenas uma cópia mal feita.

Um jogabilidade extremamente dinâmica e fluída, uma história épica envolvente aproveitando muito bem a mitologia grega, uma série de golpes, magias e combos para o personagem principal, muito sangue e violência e uma trilha sonora absurda de genial, foram os ingredientes principais para deixar Kratos para sempre na história dos videogames.

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 * análise escrita no lançamento do game

Você lembra de Sparkster  e do jogo Rocket Knight da Konami para Mega Drive? Se não lembra, leia nossa análise para ficar por dentro do assunto. A Konami resolveu fazer um revival da sua antiga mascote e deixou o trabalho para a Climax Studios, que lançou ano passado o excelente Silent Hill: Shattered Memories.

Batizado simplesmente de Rocket Knight, ele é um jogo no bom e velho estilo plataforma, com gráficos 2.5D, ou seja, jogabilidade 2D com visual em três dimensões. O último game do gambá aventureiro foi em 1994 para Mega Drive e SNES. E o que podemos esperar deste novo título, exclusivo via download para Steam, PSN e XBL? Será que vale a pena baixar? Bom, se você curte jogos clássicos de plataforma, então a resposta é SIM, vale muito a pena adquirir esse jogo.

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 *análise escrita no lançamento do game

Resonance of Fate (End of Destiny no Japão) é a nova aposta da produtora Tri-Ace (responsável por sucessos como Star Ocean, Valkyrie Profile e o não tão memorável Infinite Undiscovery) no estilo clássico de RPG oriental.

Para tanto resolveu deixar sua parceira de costume, a Square-Enix, de lado e colocou a Sega responsável pela distribuição do game (em sua primeira parceria na história). Lançado para PlayStation 3 Xbox 360 e dirigido por Takayuki Suguro, que já trabalhou nos games Valkyrie Profile 2, Final Fantasy Tactics e Vangrant Story.

O título em japonês é uma referência à uma obra do escritor de ficção científica Isaac Asimov (grande mestre do scifi), conhecido por aqui como “O Fim da Eternidade”, que fala sobre viagem no tempo, paradoxos temporais e engenharia social (uma adaptação para os cinemas está sendo cogitada atualmente).

Mas então o game tem alguma coisa a ver com viagens no tempo? Na verdade não, mas a história se baseia em elementos scifi, mostrando uma Terra do futuro pós-apocalíptica, com uma história bastante original, personagens armados com artilharia pesada, gráficos estilizados e batalhas com cenas à la Hollywood. Não que isso (mostrar um mundo a beira de destruição, proteção do planeta, blá blá blá) já não tenha sido feito antes (né Final Fantasy VI e VII), mas isso não quer dizer que o título não tenha os seus méritos.

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*análise escrita no lançamento do game

Para alegria dos jogadores fãs dos devoradores de miooooooolos e mortos-vivos, apresentamos hoje análise do quinto jogo da franquia mais famosa do gênero survival horrorResident Evil 5, para Xbox 360 e PS3. Os zumbis ganharam notoriedade graças ao filme de George A. Romero em “A Noite dos Mortos-Vivos”, lançado em 1968. E graças a esse clássico cult da história do cinema temos jogos como Resident Evil e uma infinidade de produtos com estampas de zumbis. Mas voltando à franquia coff papa-níquel coff, depois da controversa versão de Resident Evil 4, que apresentava uma mecânica totalmente reformulada e diferente dos jogos anteriores (deixando o survival horror de lado), o que a Capcom decidiu fazer com a sua seqüência: continuar com as mudanças de rumos da série ou voltar ao velho estilo? Leia nossa análise e descubra.

A nova trama irá se concentrar no personagem de Chris Redfield, aquele mesmo do primeiro game da série, lançado em um passado longínquo para o PS1, e irmão da também caçadora de zumbis Claire Redfield do Resident Evil 2. Esqueça as mansões escuras e misteriosas e as cidades sombrias e lúgubres, você agora está na ensolarada África em meio à vilarejos, deserto e tribos indígenas. Chris é membro de uma organização antibioterrorismo, a BSAA, que investiga a produção de uma arma biológica no local, usada por terroristas e outros grupos criminosos, já que a corporação Umbrella não mais existe. Para essa jornada o herói contará com a ajuda da agente local Sheva Alomar, sua nova e bela parceira mestiça na luta contra as aberrações famintas.

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 *análise escrita no lançamento do game

Em 1989 era lançado Prince of Persia, um jogo que logo virou um grande hit devido ao seu alto desafio e jogabilidade viciante. Você tinha que percorrer, em uma hora, masmorras e enfrentar esqueletos, guardas e até o próprio reflexo, até chegar à sala do trono do vizir Jaffar e salvar a princesa. Logo veio uma sequência, também muito bem sucedida e depois disso a série caiu no esquecimento, até que renasceria em 2003 com “Prince of Persia: The Sands of Time”, um título que ganhou a preferência dos gamers por conseguir transportar a série com qualidade para o universo 3D, que foi seguido por mais dois títulos.

Com isso chegamos ao quarto capítulo, Prince of Persia: The Forgotten Sands, que é para ser um retorno à trilogia The Sands of Time. A nova aventura seria encaixada entre o primeiro e o segundo jogo, além de uma promessa da produtora Ubisoft de um inovador e prático sistema de combate para a nova geração de videogames. Parece bastante promissor não? Bom, infelizmente essas promessas não foram cumpridas.

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 *análise escrita no lançamento do game

Em 2007 a Valve revolucionava o mercado ao lançar “Portal” (em uma coletânea com outros quatro games chamada The Orange Box – mais tarde uma expansão, Portal: Still Alive, seria lançada na rede XBLA), um jogo em primeira pessoa que misturava ação e quebra-cabeças complexos de forma genial, que consistiam de uma série de enigmas que deviam ser solucionados ao teletransportar a personagem principal, Chell, contra as armadilhas ardilosas de GLaDOS, uma inteligência artifificial que monitora e direciona o jogador durante a aventura (e uma das vilãs presentes em nosso Top 10 Vilãs, confira).

A física incomum dos cenários e o conceito totalmente original e criativo garantiram à “Portal” um lugar de destaque nos jogos modernos, mesmo apesar de sua curta duração. Agora quase 4 anos depois, a Valve nos presenteia com a sua sequência, com um enredo ainda mais sombrio e humorístico, cenários maiores e mais desafiantes e claro, a volta de GLaDOS, que mesmo sem possuir uma forma feminina, rouba todo o show com sua voz eletrônica (dublada pela cantora Ellen McLain) e sarcasmo irreverente.

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 *análise escrita no lançamento do game

Nier foi lançado como um jogo exclusivo para o Xbox 360 no Japão e agora chega ao ocidente também para o PlayStation 3. Um outro jogo também foi lançado no Japão, chamado “Nier Replicant”, esse exclusivo para PlayStation 3. A diferença entre elas é que a versão japonesa mostra o  protagonista como um adolescente típico de animes, enquanto que as versões ocidentais mostram um herói mais velho, bruto e musculoso (segundo a Square-Enix, mais atrativo para o público ocidental).  Nier é um jogo que provavelmente não fará muito sucesso por aqui, apesar de apresentar um sistema bacana com uma jogabilidade bastante simples e eficaz.

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*análise escrita no lançamento do game

E finalmente o dia chegou meus amigos, os fãs de jogos de luta aguardavam ansiosamento pelo nono título da sangrenta série “Mortal Kombat” e agora ele já se encontra disponível para PlayStation 3 e Xbox 360.

O game marca um reinício para a franquia, que surgiu pela primeira vez em 1992, sendo que seus três primeiros jogos são considerados clássicos na história dos videogames. Com esse reinício, a NetherRealm Studios pretende aparar as arestas das histórias passadas e ao mesmo tempo, atrair um novo público.

E para isso o jogo traz uma enorme quantidade de conteúdo extra, gráficos lindos, litros de sangue, violência e claro, muitos fatalities, a grande marca registrada da série. Isso tudo regado com um modo história surpreendentemente profundo, recheado de várias belas cutscenes e um estilo de jogo que remete aos antigos clássicos da série (esqueçam as porcarias 3D), para alegria dos fãs veteranos.

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 * análise escrita no lançamento do game

 “O perdedor deixa o campo de batalha e pode finalmente ficar em paz, ao vencedor resta apenas continuar lutando – Big Boss.”

Um dos lançamentos mais aguardados do ano já se encontra nas prateleiras de lojas de todo o mundo, inclusive aqui no Brasil com o preço “camarada” de R$229,00. É claro que estamos falando de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, o maior lançamento da plataforma Playstation 3 desde a sua chegada ao mercado.

O mais novo game da Konami e do mestre do game design Hideo Kojima já pode ser considerado uma obra-prima dos videogames, estabelecendo um novo marco na história da indústria: pré e pós MGS4. Não foi à toa que o seu lançamento impulsionou as vendas do Playstation 3.

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