Posts com Tag ‘PSN’

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Trine 2” é um jogo de plataforma/puzzle 2.5D lançado no final de 2011 nas redes online digitais do PS3, X360 e PC. Assim como o primeiro título, o jogo traz uma aventura épica em um deslumbrante mundo fantasioso de magias, guerreiros e criaturas lendárias, em que o jogador controla três heróis diferentes em cenários cheios de quebra-cabeças a serem resolvidos, melhorando tudo o que já era ótimo no antecessor. E de quebra ainda conta com uma excelente trilha sonora e um dos mais belos visuais já vistos num jogo indie (independente). Duvida? Continue lendo nossa análise.

O mago, a gatuna e o cavaleiro

A aventura começa quando o artefato mágico Trine reúne novamente os três heróis do game anterior, indicando que alguma coisa não está correta. Atendendo o pedido de ajuda do Trine, Amadeus, Zoya e Pontius decidem partir novamente em uma jornada para descobrir o que está acontecendo. Durante o caminho, eles encontram com a Princesa Rosabel, uma mulher misteriosa que pede a ajuda dos heróis para libertar o seu reino da invasão dos goblins.

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Closure2

Closure” é um jogo independente (ou indie para os íntimos) de plataforma/puzzle 2D muito bacana e viciante, que está disponível na rede PSN (e de grátis para os assinantes da Plus) e XBLA, desenvolvido pela Eyebrown Interactive. Lançado no início de 2012 para PS3, X360 e PC, teve inspiração num jogo em Flash com o mesmo nome, criado em 2009 pelos mesmos desenvolvedores, mas agora retrabalhado e com mais de 80 fases para quebrar a cabeça dos jogadores.

O game oferece uma proposta bem interessante, utilizando-se de um mundo feito de sombra e luz, de uma maneira nunca vista antes num game. Aqui não há história, o personagem bizarro anônimo é um mistério total, uma espécie de demônio-aranha, que se transforma em três personagens humanos (um cara de capacete numa fábrica, uma garota numa floresta e uma menininha numa cidade bizarra).

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Shank-2-tela

O macho man Shank está de volta, em um game ainda mais violento que o anterior, trazendo de volta a nostálgica pancadaria 2D para a tela do seu PS3, X360 ou PC (disponível via rede online). “Shank 2” traz algumas melhorias significativas em relação ao primeiro título, que tinha uma jogabilidade mais travada, e agora corre mais suave e instintiva. Além de novas mecânicas de combate, temos novas armas, mais sangue e carnificina, e a grande novidade, um modo multiplayer para dois jogadores online (ou offline se preferir).

O game manteve o clima “tarantino” do original, com visuais sangrentos e cheios de ação. Apesar de os gráficos não terem sofrido uma grande evolução, eles continuam com um estilo todo próprio e muito bonito na tela, com uma direção de arte mais detalhada e com bom uso de luz e sombras. Os personagens possuem um estilo caricato estilizado que combina bem com a mecânica 2D do game. Há mais objetos interativos nos cenários, é possível destruir mesas, caixas, barris e até usar máquinas/armas/armadilhas do cenário para atingir os inimigos. O arsenal de armas está bem variado, muitos deixados pelos próprios inimigos, como bastões, canos, facões, foices e uma infinidade de itens que podem ser encontrados pelo caminho, permitindo que você trucide seus oponentes de formas ainda mais sanguinárias e violentas.

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O dia 19 de fevereiro marca do dia da chegada de “Metal Gear Rising: Revengeance“, para PS3 e X360. Um trabalho em conjunto da Platinum Games (dos ótimos Bayonetta e Vanquish) e Kojima Productions, o título foi anunciado como um spin-off da série MGS (por isso não precisam ficar nervosinhos se o jogo não segue o estilo da tradicional série – afinal, a ideia era trazer algo novo e distante dos demais games), estrelado pelo ninja cibernético Raiden.

Nós testamos a demo e deixamos aqui nossas primeiras, boas, impressões sobre o mesmo. Prepare os seus sentidos, pegue sua katana e veja abaixo o que esperar desse grande lançamento.

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 * análise escrita no lançamento do game

“Shank” é um jogo de plataforma 2D no estilo “beat ‘em up” sangrento, estilo em que os jogadores enfrentam vários inimigos ao mesmo tempo com ataques corpo-a-corpo, consagrado por jogos como “Streets of Rage” e “Final Fight”. O jogo foi produzido pela Klei Entertainment e escrito por Marianne Krawczyk, cocriadora de “God of War”, e está disponível nas redes de distribuição online PSN e XBLA.

Krawczyk deve ser fã do trabalho do diretor Quentin Tarantino, pois podemos perceber na narrativa e ação de “Shank” algumas influências do renomado cineasta. Shank, o protagonista, era membro de uma poderosa gangue, sendo que seus principais membros acabaram assassinando a amada de Shank, e o próprio. Mas ele sobreviveu, e agora parte em uma jornada de vingança contra os seus antigos colegas e o chefão da gangue, o mandante do crime.

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Flower – uma obra de arte em movimento!

Publicado: 07/11/2012 por Eduardo Farnezi em Análises, PS3
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Quem acompanha o blog há algum tempo já deve ter notado que gosto muito de ter experiências novas e únicas no ramo do entretenimento eletrônico, por mais que isso vá contra o que a crítica especializada, e mesmo os gamers explicitam sobre “esse ou aquele” game. Não acho que o imperativo do futuro do entretenimento eletrônico deve ser sempre o “em time que está ganhando não se mexe”, ao contrário, acho que não somente evoluções, mas revoluções são necessárias para perpetuar sempre e sempre qualquer setor, o que inclui o entretenimento eletrônico.

Sucessos ou não em críticas ou em vendas ao redor do mundo, tais tentativas de se oferecer algo a mais ao jogador do que o mesmo já está acostumado sempre são bem vistas por mim, e não raramente, me agradam. Shenmue (minha série favorita, apesar de incompleta), Shadow of Colossous, Jet Set Radio, Space Channel 5, Rez, Okami, ICO, Killer 7, Prince of Persia (Playstation 3) entre vários outros games que aqui ainda poderia citar, foram tentativas de dar ao jogador algo a mais do que o usual.

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Foi lançado hoje para compra digital, exclusivamente na PSN, um dos maiores clássicos da história dos games. Um jogo que, por certo, redefiniu o senso estético-artístico do mundo do entretenimento eletrônico digital.

Okami finalmente veio a tona na atual geração, em um fabuloso relançamento em HD.

Notadamente um dos melhores trabalhos, se não o melhor, com relação a conversões em High Definition de games da geração anterior, Okami HD rodará em suaves 60 frames por segundo, sem slowdowns e em formato de tela widescreen. Além disso terá suporte para o PS Move, o que promete trazer uma nova dinâmica na utilização do “Celestial Brush”. Uma fabulosa chance do jogador que não pode experimentar o Okami original, experimentar esse game, agora remasterizado. (mais…)

Final de setembro e começo de outro foi um bom período para os fãs da Sega e seu “suspiro final” como desenvolvedora de seus próprios Hardwares, o Dreamcast. Nesse período de tempo dois grandes games lançados originalmente para o Dreamcast foram relançados em formato HD para Xbox Live e PSN.

O primeiro deles foi Jet Set Radio, clássico absoluto do console e pioneiro na utilização/popularização do Cell Shading. O segundo game a ser relançado no período citado é o game de que tratarei aqui. O considerado por muitos melhor game tridimensional do mascote da Sega, Sonic Adventure 2.

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“Sonic Adventure” foi um jogo fantástico, lançado em 1999 para o Dreamcast e que marcou toda uma geração, mas essa análise se refere às versões lançadas para PS3 e X360 em 2010, nas redes de download PSN e XBLA respectivamente.

Como o título original já era excelente, é de se esperar que as “versões HD” sejam ainda melhores, não é? Infelizmente não é bem isso que acontece. Mas antes de iniciar a análise, vou fazer uma breve recapitulação do jogo original, para aqueles que não viveram a era Dreamcast terem uma ideia do contexto em geral.

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Como um fã absoluto do finado “último guerreiro” da Sega, mais conhecido como Dreamcast, fiquei muito feliz com as novidades que surgiram no final do mês de setembro e nessa primeira semana de outubro.

Nesse período, dois de meus games favoritos do Dreamcast foram relançados para download pago na PSN e Xbox Live, vindo fazer companhia a outros games da coletânea de games de Dreamcast que já saíram para download em versões HD, como Space Channel 5: Part 2, que contou com uma ótima conversão para o HD e Sonic Adventure, que não contou com um bom trabalho de conversão para HD (um terrível trabalho na verdade).

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 * análise escrita no lançamento do game

Você lembra de Sparkster  e do jogo Rocket Knight da Konami para Mega Drive? Se não lembra, leia nossa análise para ficar por dentro do assunto. A Konami resolveu fazer um revival da sua antiga mascote e deixou o trabalho para a Climax Studios, que lançou ano passado o excelente Silent Hill: Shattered Memories.

Batizado simplesmente de Rocket Knight, ele é um jogo no bom e velho estilo plataforma, com gráficos 2.5D, ou seja, jogabilidade 2D com visual em três dimensões. O último game do gambá aventureiro foi em 1994 para Mega Drive e SNES. E o que podemos esperar deste novo título, exclusivo via download para Steam, PSN e XBL? Será que vale a pena baixar? Bom, se você curte jogos clássicos de plataforma, então a resposta é SIM, vale muito a pena adquirir esse jogo.

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Essa semana, chegou para Playstation 3 e Xbox 360 um game que por motivos saudosistas chamou minha atenção, mesmo tendo eu uma enorme aversão por remakes de antigos clássicos.

Disponível para download na PSN Store e Xbox Live, Double Dragon Neon chega em comemoração aos 25 anos da franquia. Considerando que assisti ao nascimento da mesma, considero que estou ficando velho, mas vamos deixar minhas lamúrias para o psicólogo. Se o game merece o nome que possui ou se é somente mais um remake caça níquel é do que aqui tratarei.

Logo de início, mesmo antes de jogar o game, minhas expectativas não eram das melhores. Não somente por meu preconceito nativo para com remakes, assim que vi que, apesar de ser um lançamento, o game estava sendo distribuído gratuitamente para assinantes Plus da PSN, algo em mim me avisava que o pior estava por vir. Como não era eu quem estava comprando o game (o joguei na casa de um amigo), “deixa o pau quebrar”.

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*análise escrita no lançamento do game para X360, um ano depois saiu a versão para PS3

Quando a Konami anunciou “Castlevania: Harmony of Despair” como um título de ação/aventura no clássico estilo 2D para o Xbox Live Arcade, fãs da franquia comemoraram felizes, certos de que um grande título estava por vir e que iria resgatar elementos do consagrado “Castlevania: Symphony of the Night”, lançado em 1997 para o PSOne.

Infelizmente o título está longe em termos de qualidade da obra-prima da Konami supracitado, mas ele apresenta alguns elementos interessantes, sendo o maior e melhor destaque a mecânica multiplayer designada para até seis jogadores simultâneos na tela, que pode render muita diversão. Porém, para quem quer jogar sozinho, o jogo não possui muitos atrativos, falhando em termos de mecânica e principalmente pelo uso de visual retirado de outros games da série já lançados, perdendo muitos pontos em inovação e originalidade.

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Parece que a onda de saudosismo e nostalgia não está apenas atacando nos cinema, com a volta de franquias clássicas como “Rambo”, “Rocky Balboa” e “Indiana Jones”. A indústria de videogames também descobriu que pode encher os bolsos trazendo de volta grandes clássicos de 20 anos atrás. Assim foi com “Bionic Commando”, “Street Fighter 2 HD Remix”, “Commando 3” e mais recentemente o anúncio de que “Mega Man 9”  terá uma engine 8 Bits. Se analisarmos, chega a ser irônico que consoles superpoderosos estejam rodando jogos já considerados “ultrapassados”, levando em conta que estes mesmos games foram praticamente enterrados pelo surgimento de novas tecnologias e do 3D.

Mas deixando essa questão de lado, vamos tratar aqui de mais um clássico que volta lá dos primórdios anos 80, quando a Capcom ainda engatinhava e em 1984 lançava para os arcades o shooter “1942”. O jogo era o primeiro hit de uma série que viria a sair em seguida, conhecida como 19XX.

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Bom dia a todos!

Essa semana foi uma agitada semana na rede online da Sony, a PSN.
Nessa terça-feira (05/10/2011) foi-se inaugurado o selo “Only on PSN”, para indicar games que só se encontrará na rede online da Sony. Além disso, um setor exclusivo para a compra de clássicos games lançados para o Playstation 2 foi inaugurado na PSN, contando com games de peso para compra e download tais como God Hand e Odin Sphere.

Apesar de todo esse auê em torno da PSN devido a essas novidade, pessoalmente, os lançamentos mais importântes ao longo do período que engloba o fim de setembro e o começo de outubro, foram lançamentos multiplataforma para download, ou seja, tanto para PSN quanto para XBox360.

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