Posts com Tag ‘RPG’

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*Análise escrita no período de lançamento do game*

Não é original, mas é bacana!

Há três anos atrás um certo RPG despretensioso aterrizou no PS2 e fez um belo estardalhaço, unindo um estilo mais clássico de RPG em seu sistema de jogo e seu visual, entretanto adicionando à essa velha receita novidades muito bem vindas, que se aliaram perfeitamente a tais “antiguidades”. Tal mistura criou um game com estilo de velha guarda mas com um toque de modernidade e rapidamente fez muito sucesso para com os jogadores e a mídia especializada. Assim foi Disgaea, um game que angaria muitos fãs até hoje.

Visando repetir tal sucesso, a Nippon Ichi Software tenta fazer com que o raio caia duas vezes no mesmo local e lança Disgaea 2: Cursed Memories.

Assim como seu antecessor, Disgaea 2 se foca em seu enredo e personagens muito bem humorados. Um sistema de batalha sólido e a “Assembléia Negra” apenas somam pontos importantes ao game ao game.

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 *análise escrita no lançamento do game

Resonance of Fate (End of Destiny no Japão) é a nova aposta da produtora Tri-Ace (responsável por sucessos como Star Ocean, Valkyrie Profile e o não tão memorável Infinite Undiscovery) no estilo clássico de RPG oriental.

Para tanto resolveu deixar sua parceira de costume, a Square-Enix, de lado e colocou a Sega responsável pela distribuição do game (em sua primeira parceria na história). Lançado para PlayStation 3 Xbox 360 e dirigido por Takayuki Suguro, que já trabalhou nos games Valkyrie Profile 2, Final Fantasy Tactics e Vangrant Story.

O título em japonês é uma referência à uma obra do escritor de ficção científica Isaac Asimov (grande mestre do scifi), conhecido por aqui como “O Fim da Eternidade”, que fala sobre viagem no tempo, paradoxos temporais e engenharia social (uma adaptação para os cinemas está sendo cogitada atualmente).

Mas então o game tem alguma coisa a ver com viagens no tempo? Na verdade não, mas a história se baseia em elementos scifi, mostrando uma Terra do futuro pós-apocalíptica, com uma história bastante original, personagens armados com artilharia pesada, gráficos estilizados e batalhas com cenas à la Hollywood. Não que isso (mostrar um mundo a beira de destruição, proteção do planeta, blá blá blá) já não tenha sido feito antes (né Final Fantasy VI e VII), mas isso não quer dizer que o título não tenha os seus méritos.

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* análise escrita no lançamento do game

Quando o primeiro Mass Effect  foi lançado em 2007, ele ganhou a atenção do público e da mídia. Era uma super produção sci-fi  que levava o gênero RPG a um novo patamar, com uma história genial apresentada de forma cinematográfica, com personagens carismáticos e uma imersão incrível para o jogador. Agora, quase três anos depois a Bioware lança a aguardada continuação, que sai para XBox 360 e PC (*posteriormente para PS3 também).

E o que podemos esperar de Mass Effect 2? Se você gostou do primeiro título, com certeza vai se deliciar com esta nova aventura, agora um jogo mais maduro, um episódio mais obscuro e sombrio, mais trabalhado e mais complexo que o anterior. A segunda parte da trilogia (sim, a Bioware já confirmou um terceiro capítulo) possui um ritmo mais rápido de ação, elementos de RPG com o sistema de moralidade e difíceis decisões éticas a serem feitas, que fazem de Mass Effect 2 um game ainda mais envolvente do já excelente jogo original.

Curioso? Leia nossa análise e veja o que te aguarda neste jogo exclusivo para a  ‘Caixa X’, que vem em dois DVDs.

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Vamos agora ver a análise de um dos maiores clássicos da história dos videogames, a série Lunar. O jogo surgiu em 1991 para o saudoso Mega/Sega CD com o nome de “Lunar The Silver Star”, através da também saudosa Game Arts em conjunto com o Studio Alex. Desde o seu lançamento, o jogo tornou-se um sucesso instântaneo, afinal era um RPG que apresentava inovações que o seu principal rival (o Super Nintendo) não tinha: várias animações durante o jogo, milhares de texto NARRADOS por diversos dubladores (praticamente 10 anos antes de um Final Fantasy X aparecer), músicas orquestradas e cantadas com a qualidade do CD (que na época era uma novidade, já que os outros consoles usavam a mídia de cartuchos).

Alguns RPGs ficaram conhecidos por revolucionar o mercado gamístico através dos anos, como “Phantasy Star I” para Master System, “Phantasy Star IV para Mega Drive, “Final Fantasy VI” para SNES, “Final Fantasy VII para PlayStation e mais recentemente “Final Fantasy X para PlayStation2. E felizmente “Lunar The Silver Star” está entre esses grandes nomes da indústria.

Lunar foi um divisor de águas, foi ele quem demonstrou a diferença de um cart de um CD. Ele foi o precursor de vários RPGs que viriam anos depois para o Saturn e o Playstation. Com certeza um dos games que melhor utilizou o potencial do Sega CD.

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 * análise escrita no lançamento do game

Independentemente se você gostou ou não de “Infinite Undiscovery”, o título já deixa sua marca na indústria, especialmente para os fãs do Xbox 360. O motivo disso é o de Infinite Undiscovery ser uma tentativa da Microsoft de consolidar o seu console no exigente mercado japonês de RPGs. Para isso o game conta com nomes de peso em sua produção, como a gigante dos RPGs e dona de Final Fantasy, Square-Enix e a celebrada Tri-Ace, responsável de fenomenais sucessos como “Star Ocean”, “Valkyrie Profile” e a série Tales Of.

“Infinite Undiscovery” é um jogo exclusivo para a plataforma da Microsoft, certamente uma estratégia que irá agradar mais aos fãs ocidentais do aparelho do que os nipônicos. Apesar disso, as vendas do game no Japão foram muito boas, vendendo em torno de 80 mil unidades em seu lançamento, o que já representa uma das melhores estreias de um jogo para o console na região.

Mas será que, mesmo com todo esse apoio dos peso-pesados do mundo dos RPGs, Infinite Undiscovery está à altura de grandes nomes como Star Ocean e Final Fantasy? Uma coisa eu digo, está longe de ser um jogo ruim, mas tão pouco de se tornar um novo clássico também.

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Não foi sempre que a cultuada série Final Fantasy foi um sucesso. Assim como muitos outros jogos, ela começou no “ostracismo” e foi, pouco a pouco, mostrando a que veio. Para o NES, Final Fantasy I, II e III não foram grandes sucessos, em especial nos States. Já para o Super Nintendo, a coisa começou a mudar. Final Fantasy IV se revelou um grande game, e teve sua versão americana. Final Fantasy V, nem tanto, ficando apenas no mundo oriental inicialmente. Mas foi com Final Fantasy VI que a série enfim chegava ao status de fenômeno.

Considerado o maior dentre os Final Fantasy pela revista americana EGM, Final Fantasy VI cativou jogadores mundo afora com sua história cativante e com seus gráficos inacreditavelmente belos para os padrões SNES. Entretanto, foi com o fabuloso Final Fantasy VII que a série atinge o ápice. Além, de contar mais uma vez com uma história fabulosa e com animações em CG inovadoras para a época, Final Fantasy VII conta ainda com dois aspectos chave: Cloud e Sephiroth. O primeiro, psicologicamente falando, foi e ainda o é, o herói mais incrível de todos os games. Calado e reservado, Cloud era um cara difícil de entender, mas, com o desenrolar da trama se revela pouco a pouco. Essa revelação está intimamente ligada com aquele que até hoje é o vilão mais “ROX” de todos os tempos, e que o será, provavelmente, durante toda a eternidade. Sephiroth.

Bom, não preciso falar muito de Sephiroth, além do óbvio: O CARA É MUITO FODÃO!!! Mesmo porque, quem nunca ouviu falar de Sephiroth, deve ser de outra galáxia. Digo isto porque qualquer ser que resida neste sistema solar o conhece. Final Fantasy VII fez tanto sucesso, que ainda hoje somos presenteados com ramificações do mesmo, como o anime Last Order e o foderástico filme Advent Children, já analizado pelo Canto Gamer pelo mais foderástico ainda “Alucard”!

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Alguns gêneros de games foram, ao longo dos anos e da evolução dos consoles, sofrendo alterações ou simplesmente foram se extinguindo do mercado. Um desses gêneros é o RPG japonês, também conhecido como JRPG, que ganhou muita popularidade na época dos 16 Bits e do primeiro PlayStation, e começou a perder as forças na era PS2, sendo que hoje foi quase que completamente substituido pelos RPG ocidentais, como “Mass Effect”, “Dragon Age” e tantos outros.

Mas então eis que temos uma luz no fim do túnel para os amantes do JRPG: “Xenoblade Chronicles” para o Nintendo Wii. Desenvolvido pela Monolith Soft e dirigido por Tetsuya Takahashi (um dos pais da série Xenogears/Xenosaga). E claro que um nome de peso como o de Takahashi só nos poderia agraciar com uma obra-de-arte que utiliza todo o potencial do Wii, nos trazendo novamente os JRPG com um estilo reinventado/modernizado, deixando o jogo extremamente agradável e divertido (porque se seguisse os conceitos dos anos 90, certamente teríamos um jogo mais monótono e chatonildo). E pensar que a Nintendo of America quase não lançou o game nos EUA (foi lançado em 2010 no Japão, 2011 na Europa e só agora em abril de 2012 chegou a versão americana).

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Poucas séries conseguem atingir o status no mundo dos games que Final Fantasy possui. Os motivos para isso, evidencialmente não são poucos e é uma indubitável justiça Final Fantasy possuir o prestígio que possui hoje.

São pouquíssimas as séries que possuem um séquito de fãs tão cegamente fiéis a ela a tal ponto de tratá-la como uma entidade superior religiosa metafísica e não somente como uma fantástica série de games. Motivos para tal, Final Fantasy também possui. Para muitos fãs, não é a produtora quem deve respeitar os jogadores, e sim o contrário. É um exagero, mas é a verdade, isso acontece…

Sou também um entusiasta da série Final Fantasy, desde os seus primórdios. Final Fantasy IV e Final Fantasy VI me mostraram o porque games de RPG são interessantes e imersivos, em uma época que o visual interessava muito menos do que o resto.

Foram jogos que, além de trazer um enredo que trazia o jogador para o mundo criado para o game, oferecem um mundo totalmente irreal, e o mais importante, totalmente Fantasioso. Acredito aliás, que foi graças a isso que Final Fantasy hoje é gente grande no mundo dos games, graças a Fantasia que seu nome estampa.

Após uma desavença com a Nintendo, e redirecionamento de esforços em comum com a Sony, eis que surge no Playstation no ano de 1997 a entidade maior no mundo dos RPGs: Final Fantasy VII. Não posso garantir ao certo se a Square imaginou que estaria criando um colosso, que extrapolaria os limites entre vicio e idolatria para com um game, ou se simplesmente, deu muita sorte na criação desse game, certo é que Final Fantasy VII fez e faz história ainda hoje.

Claro que foi um game poderoso e com praticamente tudo o que um bom RPG, ou que um Final Fantasy teria de ter, mas enquanto o jogava, e o joguei por demais, sentia falta de algo que não conseguia descrever, muito menos explicar. Dois anos depois, a mesma Square lança mais um game de sua série mais fabulosa: Final Fantasy VIII.

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Depois do lançamento de “Final Fantasy VII, que foi um sucesso absoluto em todo o mundo, agradando a antigos fãs da série e conquistando novos jogadores pelo seu estilo inovador, seria difícil imaginar que a Square conseguisse se superar desta vez. “Final Fantasy VIII” foi um game muito aguardado pelos fãs, e dois anos depois do lançamento de “Final Fantasy VII”, o novo episódio da saga onipotente da Square chegaria ao Playstation em seu oitavo capítulo, e assim como os seus predecessores, o game cumpriria com todas as expectativas (ou pelos menos quase todas) provando que a Square era sim capaz de recriar o maior clássico dos RPGs de todos os tempos.
Assim como todos os outros, “Final Fantasy VIII” ficou conhecido pelo seu espetacular enredo (apesar de eu, pessoalmente, preferir os enredos de FF VI e VII). Assim como era em FF VI, em que o tema principal do enredo era “a consequência de brincar com as forças desconhecidas” e com a “proteção da vida” do famoso FF VII, o oitavo game também tem um tema central. Muitos dizem ser o mais forte dos sentimentos humanos e que sempre esteve presente na história da humanidade: o poder do AMOR!

A série Final Fantasy já passou da puberdade e chegou aos seus 25 aninhos, é uma série mais velha que muitos dos seus fãs por aí. O primeiro game da série saiu em 1987 pela Square, que passava por dificuldades na época e estava para fechar as portas e pedir falência. Foi quando Hironobu Sakaguchi (diretor/produtor da maioria dos games da série) declarou que o último jogo da empresa seria o melhor de todos, um extraordinário RPG sobre fantasia, seria a última aposta da Square (como o nome já diz Fantasia Final). E acho que nem mesmo o seu criador, Hironobu Sakaguchi, esperava que o game “Final Fantasy” fizesse tanto sucesso, tirando assim a Square do buraco e apresentando ao mundo a segunda maior franquia de RPGs do mundo (a outra é a série Dragon Quest). A série FF é sinônimo de RPG, é sinônimo de sucesso com uma produção grandiosa, é sinônimo de emoção e uma história encantadora. Enfim, todo o lançamento de um novo jogo da série “Final Fantasy” não é apenas o lançamento de um jogo, mas é um acontecimento épico na indústria de games.

Desde então a série Final Fantasy tem encantado milhares de pessoas. Todos os jogos são ambientados em mundos de fantasia, com elementos de magia, medievais e tecnologia futurística, numa misturança que agradou a todos. Os diversos episódios da série não possuem ligações em seus enredos (exceto FFX/FFX2 e FFXIII/FFXIII2) sendo jogos diferentes entre si, mas que compartilham alguns elementos em comum, como os chocobos, itens, magias, etc.

Não posso deixar de citar aqui também o surgimento de um dos maiores compositores de games, Nobuo Uematsu, que compõe a trilha sonora da série desde o primeiro game e que hoje é mundialmente reconhecido e idolatrado pela sua fantástica obra.

E uma pequena nota de curiosidade: ironicamente, o maior sucesso da Square que a tirou da falência, quase a leva à destruição, através do filme Final Fantasy: Spirits Within, o maior fracasso de bilheteria que custou bilhões de dólares para o bolso da Square, que conseguiu se salvar juntando-se a Enix (hoje ela é conhecida como Square-Enix).

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Dos mesmos criadores dos excelentes “Mass Effect”, “Star Wars: Knight of the Old Republic” e “Baldur´s Gate”, chega uma história de fantasia épica cheia de violência, sangue, desejo, sexo (huuuuuummmmm) e traição. Gostou? Pois é isso e muito mais que você vai encontrar no RPG “Dragon Age: Origins“, novo lançamento do estúdio canadense BioWare.

Lançado para PC, PlayStation 3 e X360, o game utiliza uma nova engine gráfica chamada Eclipse, que promete efeitos gráficos, cenários e texturas muito bem trabalhados. Segundo um dos diretores da BioWare, DAO é um “sucessor espiritual” da série Baldur´s Gate e ainda citam o escritor de ficção e fantasia George R. R. Martin, conhecido pela sua obra “As Crônicas do Gelo e Fogo”, como inspiração para o game. Dos três, a versão do PC é a melhor de todas, as versões caseiras perderam um pouco de qualidade visual.

É um game ambicioso, de todos os jogos da BioWare é o que apresenta um universo mais detalhado e de maior profundidade até o momento, entre 50 a 100 horas de jogo, dependendo do quanto você vai explorar, e o dobro do tamanho e da dimensão de “Mass Effect”. É um jogo fantástico, obrigatório para qualquer fã de RPG. Vamos então conferir se “Dragon Age Origins” está com essa bola toda mesmo.

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Tibia e as mulheres

Publicado: 08/08/2012 por Sophie em Artigos
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Pra quem não conhece, Tibia é um jogo online muito conhecido, apesar de seus gráficos simples, foi um dos jogos mais badalados há alguns anos. O jogo é o básico dos RPGs online, onde o jogador busca aumentar seu level matando bichos e melhorando seus equipamentos. Sendo mulher, admito que já gostei e joguei muito por alguns anos, embora a maioria das mulheres não goste desse tipo de jogos, talvez por acharem algo sem graça e sem lógica. Já conheci muitas garotas que desprezam o jogo, ainda mais por não ter bons gráficos, já que se atraem por jogos que tenham coisas “bonitinhas” e uma variedade de opções para mudar a aparência de sua personagem.

Outro elemento que já observei muito nas mulheres, é que a maioria joga apenas para acompanhar alguém, geralmente um amigo ou namorado, mas não criam a mesma ideia que os homens sobre o objetivo do jogo e acabam cansando ainda mais rápido deste, por não ter opções de coisas divertidas que uma mulher iria gostar. Do tempo que joguei, conheci pouquíssimas mulheres que jogavam porque realmente gostavam do jogo. Continuo achando um dos melhores games que já joguei, e vocês o que acham?

“Arc Rise Fantasia” é o mais recente RPG para o Wii, desenvolvido pela novata Imageepoch, em seu primeiro título para consoles caseiros – até agora a empresa só tinha feito games para Nintendo DS e PSP. O jogo chega para engrossar a lista de RPGs no Wii, que anda meio escassa e não conta com tantas opções como os concorrentes.

A história se passa no reino do Império Meridian. Criaturas chamadas Feldragons estão causando problemas no reino e, quando um desses dragões morre, uma explosão venenosa contamina o local. Assim que o Império recebe a notícia de que uma horda de dragões vai passar na capital Diamant, imediatamente um exército é enviado para lutar contra as criaturas, incluindo L’Arc, um jovem mercenário e seu amigo Alf, o príncipe e segundo na linhagem para assumir o trono.

L’Arc é ferido durante a batalha, mas é salvo por uma garota misteriosa chamada Ryfia, que possui o poder de controlar “Ray Squalls”, tempestades naturais que geralmente assumem a forma de chuva luminosa. Além deles, uma outra jovem chamada Adele, que é amiga de infância de L’Arc, irá prestar assistência ao pequeno grupo que se forma.

veja a introdução do game

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A série “Final Fantasy”  é uma franquia que dispensa qualquer tipo de apresentações, pois é provavelmente a série de RPG mais famosa e adorada por todo o mundo. Já são mais de 20 anos de fantasia, histórias épicas e dezenas de personagens encantadores. Há quem diga que durante todos esses anos, a série se perdeu e os bons “Final Fantasy” são os mais antigos e clássicos.

O grande “boom” da franquia foi com o lançamento de Final Fantasy VI para Super Nintendo, em 1994, que mostrava a saga de Terra e seus companheiros contra o maléfico (e hilariante) Kefka. Em 1997 outro “boom” aconteceria, desta vez na plataforma PlayStation com “Final Fantasy VII”, com uma aventura que é ainda lembrada nos dias atuais e personagens inesquecíveis como Cloud Strife e o vilão mais amado/odiado de todos os tempos, Sephiroth, que rendeu ainda uma  aclamada continuação animada chamada Advent Children. Em 2001 o terceiro “boom”, para PlayStation 2, com o belíssimo “Final Fantasy X” e a encantadora Yuna, agora pela primeira vez com vozes reais de atores. Também tivemos “Final Fantasy XII”, que apesar de seu sucesso, não teve o mesmo impacto que dos outros títulos mencionados.

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– a explosiva e emocionante conclusão da saga Phantasy Star –

Phantasy Star IV: The End of the Millennium  foi lançado em 1993 e uma palavra pode resumir esse jogo: Perfeição!  Com certeza o melhor RPG do Mega Drive e a obra-prima da Sega na série Phantasy Star. Sem brincadeira nenhuma, PS IV pode facilmente ser equiparado aos melhores RPGs do Snes da época, inclusive ganhando de longe de muitos deles (claro que alguns são insuperáveis no console da Nintendo).

 

Depois do não tão bem sucedido PS III, a Sega aprendeu a lição e resolveu dar um presente aos fãs. Chamou a equipe original de criação, encabeçados pela Rieko Kodama, e retomaram o estilo dos dois primeiros games da série. Muitos inclusive desconsideram os eventos de PS III (que realmente não tem grandes consequências na série em geral) e tomam PS IV como sucessor direto da saga de PS II. Mesmo a história oficial de PS IV se passa 1000 anos depois de PS II (e o PS III 2000 anos depois de PSII)..

Com incríveis 24 Mb de memória, PS IV tem tudo o que fez a série famosa e muito mais. Excelentes gráficos, um dos melhores já vistos em um RPG, cut-scenes  em sequência estilo quadrinhos, com belas imagens e art work da “mãe” da série, Rieko Kodama (que também dirigiu e cuidou de outras partes importantes na produção do game). Inclusive os labirintos eram pra ser em 3D, assim como no primeiro PS para Master System. Ficou curioso, dê uma olhada na foto abaixo como era pra ser.

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