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Shurikens, ninjas assassinos e um cachorro como parceiro!

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Acabei de assistir a um filme de ninjas (Marcado Para Morrer/The Hunted, com Christopher “Highlander-Raiden-Tarzan” Lambert, se você quiser conferir, eu recomendo) e me deu uma baita vontade de escrever algo sobre o tema, e escolhi para tal um dos maiores clássicos dos 16 Bits e do Mega Drive: Shadow Dancer.

Se você jogador geração “justin biba” tem como referência apenas Ryu Hayabusa quando se fala em games de ninjas, saiba que nos anos 80/90 quem ruleava no manejo da katana, shurikens e ninjitsus era o ninja Joe Musashi, da antológica série Shinobi (e também não é totalmente culpa de vocês, a Sega deixou a franquia meio esquecida mesmo –  o último título, que não fez muito sucesso, foi “Kunoichi“).

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– Joe Musashi em um dos melhores games sobre ninja da era 16 Bits –

O Mega Drive teve inúmeros games que caíram nas graças do público e crítica, tornando-se verdadeiros clássicos que serão lembrados por muitos e muitos anos. 1989 foi um ano bom para quem tinha o console da Sega, fomos presenteados com Golden Axe, Mickey Mouse Castle of Illusion  e mais um jogo entraria nesta seleção campeã: Shinobi. A indústria de videogames dava os seus primeiros passos para a era dos 16 Bits da melhor forma possível. A série Shinobi rendeu jogos inesquecíveis para o Mega Drive, como Shadow Dancer e Shinobi 3. Mas foi com o primeiro game que o ninja Joe Musashi ganhou o mundo, The Revenge of Shinobi (ou Super Shinobi no Japão) viria dos arcades para a consagração dos gamemaníacos, no melhor jogo de ninjas que já existiu (esqueçam Ninja Gaiden e Tartarugas Ninja).

Em 1989 o game seria lançado, com uma história inédita dando continuidade às aventuras do ninja que já haviam sido mostrado em outros games para arcade e Master System. Além da ótima qualidade do jogo, tanto visual e sonora, equivalendo-se aos arcades da época, rapidamente virou um grande sucesso e era uma boa razão para se comprar um Mega Drive. Shinobi se tornaria um clássico dos 16 Bits, apresentando gráficos detalhados, personagens de grande tamanho na tela e uma trilha sonora que ficou na história. (mais…)

Após a decisão de deixar de fabricar consoles, passando a ser uma produtora independente de games, a Sega tinha de cativar de todas as formas possíveis os consumidores seguidores da Sony, Nintendo e Microsoft. Para isso, não havia arma melhor do que mexer com o sentimento nostálgico destes jogadores. Sendo assim, a Sega apostou acertadamente em lançar remakes de franquias clássicas de sua autoria, como Sonic, por exemplo.

Seguindo esse pensamento, a Sega tenta mexer no sentimento nostálgico dos jogadores possuidores de um PS2, lançando para o console o remake de um dos games mais idolatrados da época áurea: Shinobi.
Após a revelação por parte da Sega do lançamento deste game, muito se esperava do game, afinal, se Shinobi para PS2 fosse metade do que foi para Mega Drive, seria um dos grandes hits de toda a geração 128 bits. Se o game faz jus ao nome que correga, ou se é, tão somente, mais um game fraco se utilizando de um nome de uma franquia de peso do passado, é o que será analisado aqui.
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