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Esse fim de semana estreou nos cinemas norte-americanos o mais novo filme baseado em uma franquia de games: Silent Hill Revelation 3D.

Apesar de todos nós sabermos o quanto filmes baseados em games são piores do que apanhar de arame farpado com as costas desnudas e molhadas, algumas das películas (menos de 10 %) são sim agradáveis a quem assiste, mesmo que não sejam obras primas. Dentre esse seletíssimo grupo de filmes baseados em games que são “bonzinhos” está o primeiro Silent Hill, de 2006.

Silent Hill Revelation 3D traz consigo toda uma nova equipe responsável pelas filmagens, o que inclui um novo diretor (bem menos competente) e a torcida de que agora, ciente dos erros cometidos em 2006, esse Silent Hill seria, finalmente, um grande filme baseado em uma obra do mundo do entretenimento eletrônico.

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* análise escrita no lançamento do game

Fãs da Nintendo e da série Silent Hill podem comemorar, pois chegou ao mercado o último game da franquia: Silent Hill: Shattered Memories, pela primeira vez no Wii (e num sistema Nintendo), assim como também para PlayStation 2 e PSP

Mas não vá pensando que é um game inédito na cronologia da série, o que temos aqui é um remake, ou melhor, como disseram os produtores, uma “reimaginação” do já antológico primeiro Silent Hill, lançado em 1999 para PlayStation. Produzido pela Climax Studios – a mesma responsável por Silent Hill: Origins e que anunciou para o ano que vem o revival do jogo de Mega Drive Rocket Knight – contou com uma equipe composta por mais de 55 pessoas e uma rede de apoio com mais de 90 artistas.

A pergunta que não quer calar é: será que essa galera toda conseguiu recriar de forma competente essa obra-prima da Konami? A resposta é sim, não só conseguiram reimaginar a narrativa do game original, sob uma nova perspectiva, como também apresenta gráficos maravilhosos e aproveita bem os controles do Wii. Possui algumas mudanças e falhas que farão os fãs mais devotos reclamar, mas mesmo assim é um ótimo título para o seu Wii e nós o recomendamos.

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Enquanto aguardamos ansiosamente pelo dia 26 de outubro, data de estreia de “Silent Hill: Revelation 3D” (e que tem em seu elenco Sean “Ned Stark” Bean e Kit “Jon Snow” Harington, para alegria dos fãs de Game of Thrones), vamos relembrar o primeiro longa-metragem baseada na famosa série de terror dos games: “Terror em Silent Hill” (escrita quando do lançamento do filme, em 2006). Aproveite e clique aqui para ler nossas críticas de outros filmes. Boa leitura!

A cidade amaldiçoada dos games faz sua estreia no cinema

Terror em Silent Hill (Silent Hill, EUA, 2006)
Gênero: Terror/Suspense
Direção: Christopher Gans
Atores: Radah Mitchell, Sean Bean, Laurie Holden, Alice Krige
Duração: 127 minutos
Trailer: Clique aqui
Site Oficial: Clique aqui
Censura: 18 anos

Depois de tantas más adaptações de games famosos para a telona, acabaram “queimando o filme” de quase todos os filmes do gênero, isso por não terem nada a ver com a sua obra de origem e por não trazerem nada de novo para o público que não conhece os games. Mas isso pode começar a mudar (ou não) com o “Terror em Silent Hill”, filme baseado na famosa franquia da Konami, criado em 1999 para o videogame Playstation (para competir com o então sucesso Resident Evil). Uma palavra pode definir esse filme: Belo! Certamente o que mais impressiona no filme é o requinte com o trabalho visual, respeitando as suas origens. Pela primeira vez podemos ver um filme que é quase totalmente fiel a sua obra de origem, o que vai agradar, e muito, os fãs da série e também aqueles que não conhecem, mas querem curtir um bom filme de terror.

Christopher Gans, diretor não muito conhecido mas um grande fã da série de jogos, trabalhou em cima de Silent Hill por cinco anos, e até dinheiro do próprio bolso ele tirou para convencer o povo da Konami que era o cara certo para fazer o filme acontecer. O filme usa elementos dos três primeiros games da série (já foram lançados sete jogos principais), principalmente do primeiro e segundo. O diretor fez um trabalho de amor e fez uma boa adaptação dos games, o sonho de todo gamer. Claro, há algumas mudanças que fizeram alguns fãs reclamar, alguns tropeções no roteiro confuso, mas nada que vá estragar a diversão em ter uma experiência visual única e até perturbadora por uns momentos (os mais sensiveis podem sair chocados com as cenas trash e bizarras nojentas e os mais céticos vão dar gargalhadas). (mais…)