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A aventureira Lara Croft é certamente uma das personagens femininas mais icônicas da história dos videogames, com inúmeros games lançados e personificada na tela do cinema pelas belas curvas de Angelina Jolie (isso sem contar outras mídias). Foi nos anos 90 que teve seu grande auge, e assim como toda longa franquia, acabou trilhando por maus caminhos e teve a fama ofuscada por outro aventureiro, um certo Nathan Drake da série “Uncharted“, que ironicamente, reinventava com enorme sucesso o estilo de “Tomb Raider” para a nova geração, coisa que a própria Lara Croft não conseguiu fazer em seus games.

Depois de três fabulosos games estrelados pelo seu “rival”, a Crystal Dynamics em parceria com a Eidos Montreal, resolveram recomeçar do zero e assim nasceu o projeto do reboot de “Tomb Raider“. Esqueça tudo o que você viu antes, o game não mostra uma sequência para a série e a personagem está completamente diferente do que estamos acostumados a vê-la. Apesar de ainda manter algumas de seus características, como a coragem e determinação, o que vamos encontrar é uma jovem Lara insegura e inexperiente, que se esborracha, se molha, vive machucada, queimada, leva porrada e até perna presa em armadilha de lobo ela aguenta. Mas sempre continua em frente, não importa a que custo, e se forçando a fazer coisas que nunca imaginou.

E será que essa reinicialização das origens da cultuada heroína deu certo e a colocaram no caminho da fama novamente, sem perder sua identidade? A resposta é:  com toda certeza! Era exatamente do que a musa virtual estava precisando. Confira nossa análise e saiba o porquê.

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Um “salve” a todos!

Deixo aqui hoje um vídeo demonstrativo da nova engine gráfica que está sendo desenvolvida pela Square-Enix para seus Final Fantasy na vindoura geração de consoles, a chamada “Luminous Engine“.

Note que o vídeo não é uma CG. Tudo o que se vê é processado em tempo real, coisa que a apresentação deixa bem claro.

Verdadeiramente impressionante…

Resta saber se a Square-Enix aprendeu com as lições que recebeu com Final Fantasy XIII e XIV (que está em fase beta no PC, mas ja é duramente criticado), em que ficou muito claro que os jogadores demandam não somente “um rostinho bonito”, querem conteúdo de muita qualidade.

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 * análise escrita no lançamento do game

Independentemente se você gostou ou não de “Infinite Undiscovery”, o título já deixa sua marca na indústria, especialmente para os fãs do Xbox 360. O motivo disso é o de Infinite Undiscovery ser uma tentativa da Microsoft de consolidar o seu console no exigente mercado japonês de RPGs. Para isso o game conta com nomes de peso em sua produção, como a gigante dos RPGs e dona de Final Fantasy, Square-Enix e a celebrada Tri-Ace, responsável de fenomenais sucessos como “Star Ocean”, “Valkyrie Profile” e a série Tales Of.

“Infinite Undiscovery” é um jogo exclusivo para a plataforma da Microsoft, certamente uma estratégia que irá agradar mais aos fãs ocidentais do aparelho do que os nipônicos. Apesar disso, as vendas do game no Japão foram muito boas, vendendo em torno de 80 mil unidades em seu lançamento, o que já representa uma das melhores estreias de um jogo para o console na região.

Mas será que, mesmo com todo esse apoio dos peso-pesados do mundo dos RPGs, Infinite Undiscovery está à altura de grandes nomes como Star Ocean e Final Fantasy? Uma coisa eu digo, está longe de ser um jogo ruim, mas tão pouco de se tornar um novo clássico também.

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Não foi sempre que a cultuada série Final Fantasy foi um sucesso. Assim como muitos outros jogos, ela começou no “ostracismo” e foi, pouco a pouco, mostrando a que veio. Para o NES, Final Fantasy I, II e III não foram grandes sucessos, em especial nos States. Já para o Super Nintendo, a coisa começou a mudar. Final Fantasy IV se revelou um grande game, e teve sua versão americana. Final Fantasy V, nem tanto, ficando apenas no mundo oriental inicialmente. Mas foi com Final Fantasy VI que a série enfim chegava ao status de fenômeno.

Considerado o maior dentre os Final Fantasy pela revista americana EGM, Final Fantasy VI cativou jogadores mundo afora com sua história cativante e com seus gráficos inacreditavelmente belos para os padrões SNES. Entretanto, foi com o fabuloso Final Fantasy VII que a série atinge o ápice. Além, de contar mais uma vez com uma história fabulosa e com animações em CG inovadoras para a época, Final Fantasy VII conta ainda com dois aspectos chave: Cloud e Sephiroth. O primeiro, psicologicamente falando, foi e ainda o é, o herói mais incrível de todos os games. Calado e reservado, Cloud era um cara difícil de entender, mas, com o desenrolar da trama se revela pouco a pouco. Essa revelação está intimamente ligada com aquele que até hoje é o vilão mais “ROX” de todos os tempos, e que o será, provavelmente, durante toda a eternidade. Sephiroth.

Bom, não preciso falar muito de Sephiroth, além do óbvio: O CARA É MUITO FODÃO!!! Mesmo porque, quem nunca ouviu falar de Sephiroth, deve ser de outra galáxia. Digo isto porque qualquer ser que resida neste sistema solar o conhece. Final Fantasy VII fez tanto sucesso, que ainda hoje somos presenteados com ramificações do mesmo, como o anime Last Order e o foderástico filme Advent Children, já analizado pelo Canto Gamer pelo mais foderástico ainda “Alucard”!

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Poucas séries conseguem atingir o status no mundo dos games que Final Fantasy possui. Os motivos para isso, evidencialmente não são poucos e é uma indubitável justiça Final Fantasy possuir o prestígio que possui hoje.

São pouquíssimas as séries que possuem um séquito de fãs tão cegamente fiéis a ela a tal ponto de tratá-la como uma entidade superior religiosa metafísica e não somente como uma fantástica série de games. Motivos para tal, Final Fantasy também possui. Para muitos fãs, não é a produtora quem deve respeitar os jogadores, e sim o contrário. É um exagero, mas é a verdade, isso acontece…

Sou também um entusiasta da série Final Fantasy, desde os seus primórdios. Final Fantasy IV e Final Fantasy VI me mostraram o porque games de RPG são interessantes e imersivos, em uma época que o visual interessava muito menos do que o resto.

Foram jogos que, além de trazer um enredo que trazia o jogador para o mundo criado para o game, oferecem um mundo totalmente irreal, e o mais importante, totalmente Fantasioso. Acredito aliás, que foi graças a isso que Final Fantasy hoje é gente grande no mundo dos games, graças a Fantasia que seu nome estampa.

Após uma desavença com a Nintendo, e redirecionamento de esforços em comum com a Sony, eis que surge no Playstation no ano de 1997 a entidade maior no mundo dos RPGs: Final Fantasy VII. Não posso garantir ao certo se a Square imaginou que estaria criando um colosso, que extrapolaria os limites entre vicio e idolatria para com um game, ou se simplesmente, deu muita sorte na criação desse game, certo é que Final Fantasy VII fez e faz história ainda hoje.

Claro que foi um game poderoso e com praticamente tudo o que um bom RPG, ou que um Final Fantasy teria de ter, mas enquanto o jogava, e o joguei por demais, sentia falta de algo que não conseguia descrever, muito menos explicar. Dois anos depois, a mesma Square lança mais um game de sua série mais fabulosa: Final Fantasy VIII.

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Depois do lançamento de “Final Fantasy VII, que foi um sucesso absoluto em todo o mundo, agradando a antigos fãs da série e conquistando novos jogadores pelo seu estilo inovador, seria difícil imaginar que a Square conseguisse se superar desta vez. “Final Fantasy VIII” foi um game muito aguardado pelos fãs, e dois anos depois do lançamento de “Final Fantasy VII”, o novo episódio da saga onipotente da Square chegaria ao Playstation em seu oitavo capítulo, e assim como os seus predecessores, o game cumpriria com todas as expectativas (ou pelos menos quase todas) provando que a Square era sim capaz de recriar o maior clássico dos RPGs de todos os tempos.
Assim como todos os outros, “Final Fantasy VIII” ficou conhecido pelo seu espetacular enredo (apesar de eu, pessoalmente, preferir os enredos de FF VI e VII). Assim como era em FF VI, em que o tema principal do enredo era “a consequência de brincar com as forças desconhecidas” e com a “proteção da vida” do famoso FF VII, o oitavo game também tem um tema central. Muitos dizem ser o mais forte dos sentimentos humanos e que sempre esteve presente na história da humanidade: o poder do AMOR!

A série “Final Fantasy”  é uma franquia que dispensa qualquer tipo de apresentações, pois é provavelmente a série de RPG mais famosa e adorada por todo o mundo. Já são mais de 20 anos de fantasia, histórias épicas e dezenas de personagens encantadores. Há quem diga que durante todos esses anos, a série se perdeu e os bons “Final Fantasy” são os mais antigos e clássicos.

O grande “boom” da franquia foi com o lançamento de Final Fantasy VI para Super Nintendo, em 1994, que mostrava a saga de Terra e seus companheiros contra o maléfico (e hilariante) Kefka. Em 1997 outro “boom” aconteceria, desta vez na plataforma PlayStation com “Final Fantasy VII”, com uma aventura que é ainda lembrada nos dias atuais e personagens inesquecíveis como Cloud Strife e o vilão mais amado/odiado de todos os tempos, Sephiroth, que rendeu ainda uma  aclamada continuação animada chamada Advent Children. Em 2001 o terceiro “boom”, para PlayStation 2, com o belíssimo “Final Fantasy X” e a encantadora Yuna, agora pela primeira vez com vozes reais de atores. Também tivemos “Final Fantasy XII”, que apesar de seu sucesso, não teve o mesmo impacto que dos outros títulos mencionados.

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