Posts com Tag ‘Super Nintendo’

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Yuzo Koshiro é um dos grandes nomes da música para videogames. Se você é da época do Mega Drive com certeza deve se lembrar de clássicos como “The Revenge of Shinobi” e “Streets of Rage“, e curiosamente em ambos os jogos, na tela título, possuíam o nome de Yuzo Koshiro, um feito até então inédito na indústria de videogames e até mesmo hoje em dia um privilégio para poucos (eu mesmo me lembro apenas de Nobuo Uematsu com tal privilégio e agora mais recentemente Motoi Sakuraba).

Esse compositor que surpreendeu os proprietários de um Mega Drive (e a própria Sega) foi o primeiro a receber reconhecimento internacional, devido a seu talento único de extrair grandes composições e melodias dos consoles de videogame. Suas músicas eram sempre um diferencial de qualidade para os jogos e com certeza persuadiram muitos gamemaníacos a compra-los apenas para ouvir as fantásticas composições. Saiba aqui tudo sobre esse mestre das trilhas sonoras de games, que virou lenda nos games da Sega, sua vida, sua carreira e seu sumiço.

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Pacificando as ruas

Existem jogos que sempre serão esquecidos, ou sequer conhecidos, por 90% da “população jogadora” de games. Games que, podemos defini-los assim, pré-conceituados!

Casos assim não faltam. Games como “Beyond Good & Evil” e “Klonoa“, que apesar de serem MUITO bons, caíram no ostracismo. Um caso muito comum é o fato de alguns games nunca serem lançados oficialmente fora de seus países, ou mesmo serem lançados apenas em “um canto” do mundo, normalmente somente no oriente e Europa oriental.

Esse é o caso de “Sexy Beach 3” para PC (hehe) por exemplo. Também é o caso do game que aqui será analisado por quem escreve hoje. Um game que apesar de ser um dos melhores games para SNES, uns dos melhores Beat´n up do Snes e do mercado como um todo, praticamente não é conhecido, pois seu lançamento oficial aconteceu somente no Japão.

Com certeza muitos leitores do Canto Gamer o conhecem, afinal somos, na maioria, da velha guarda de games, mas muitos outros sequer ouviram falar em seu nome.

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*Análise escrita em 2005*

Na época áurea do SNES, a Nintendo mostrava que tinha duas coisas de sobra que hoje em dia andam faltando um pouco: Competência e criatividade. Tanto na manutenção e criação de consoles, quanto na criação de games, a Nintendo mostrava muito destas duas qualidades, tanto que a Sega suava muito para tentar alcançar.

Era notável a capacidade de criação de games da Nintendo para o SNES. Jogos como Donkey Kong, Super Mario, F-Zero, Super Metroid, entre tantos outros, são ícones inquestionáveis do mundo videogamelístico. Prova disto é que a Nintendo não cansa de fazer versões destes sucessos para suas atuais plataformas: Game Cube, GBA e o atual Nintendo DS (na verdade a Nintendo se sustenta destes sucessos antigos mas…).

Entretanto, existia um game em especial da Nintendo que infelizmente nunca é colocado na lista dos grandes feitos da empresa, mas que sem sombra de dúvidas era o mais viciante e divertido game do SNES: Tetris Attack.

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Pense o quanto quiser e no tempo que quiser e me responda a duas perguntas:

1ª. Qual é o seu “Top 10: Melhores Games Ever”?
2ª. Qual o seu “Top 10 Trash Fucking Shit Game Ever”?

Garanto que responder a segunda pergunta foi mais difícil do que a primeira. Com os games, ao contrário de na vida, as coisas ruins nos marcam bem menos que as boas (eu sei, estou me achando o Filósofo…)

Com isso em mente pensei, porque é tão difícil ver análises de games ruins, se eles existem aos montes? E não estou falando dos estrelinhas da mediocridade não. Seria muito fácil vir aqui falar de E.T. ou Superman 64. Estou falando de games ruins que pouca gente fala, pouca gente conhece e que até fãs essas encrencas podem ter….

Sendo assim vamos dar início à minha primeira análise de uma série de análises, aparentemente sem fim dada a quantidade de coisas ruins existentes por ai, daquilo que mais fede no mundo dos games. Vamos começar por um de meus favoritos no ramo da “trasheira”. E o melhor de tudo, um Old School “trasheira”: ULTIMATE FIGHTER para Super Nintendo (sentiu o nome do meninão né?).

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Agora retorno para com minhas atividades regulares aqui no Canto Gamer fazendo uma das coisas que mais gosto de fazer: mexendo na “porcaria”, e provavelmente, indignando um jogador aqui e outro acolá.

Vamos dar início então mais uma matéria da seção que eu gosto de chamar (sem nenhuma originalidade aliás) de Trash Games, com a análise de um dos games com que mais me decepcionei em minha vida: Dragon: The Bruce Lee Story.

Baseado no bom filme de mesmo nome, em que acompanhamos os fatos mais importantes ocorridos na vida do maior dos mestres das artes marciais, Dragon: The Bruce Lee Story é mais um game amaldiçoado pela aparente inevitável incompetência de ser fazer um bom game baseado em um filme.

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A História do Super Nintendo

artigo por: Márcio Pacheco

 

Há um tempo atrás eu escrevi uma matéria sobre A História do Mega Drive, que no geral foi muito bem recebida, especialmente pelos fãs do console e da Sega. Porém não vamos nos esquecer do principal adversário do saudoso Mega Drive, que também fez muito sucesso pelo mundo, inclusive aqui em terras brasileiras, o Super Nintendo Entertainment System.

Então, para a alegria dos fãs da Nintendo, vamos dar uma relembrada em seu mais famoso videogame. Foi com o surgimento dele que se deu início a uma verdadeira guerra pelo mercado de videogames: Sega de um lado, Nintendo do outro. Quem venceu? Os gamemaníacos!

O Super Nintendo, juntamente com o Mega Drive, deixou muitas saudades e muitos fãs por mundo afora. Vamos agora dar uma olhada na trajetória da Big N e do seu videogame reconhecido por muitos como o melhor que ela já fabricou.

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Nos tempos primórdios dos games, um desconhecido criou um game onde um macaco jogava barris em um personagem de vermelho, que pulando e se utilizando dos desníveis do cenário, subir até onde estava este macaco, para assim salvar sua amada das garras deste primata. Desta história, saíram três dos seres mais famosos e amados pela maioria dos gamers. Shigeru Miyamoto, o criador do game acima descrito de peculiar nome “Donkey Kong”: O encanador Mario, considerado obra máxima de Miyamoto, a princesa Peach, e por último, mas não menos importante, o macaco mais querido por todos do mundo dos games, o próprio Donkey Kong.

Nascido nessa áurea época dos 8 bits, Donkey Kong teve sua estreia solo no SNES, em um game que leva no título seu próprio nome, como de costume diga-se de passagem. Considerado um dos games mais espetaculares do console, e de qualquer outra plataforma, Donkey Kong pegou muita gente de surpresa na época de seu lançamento, pois ninguém esperava tanta qualidade, em especial no visual do game, provinda de um Snes. Cumprindo muito bem seu papel de game de aventura, Donkey Kong tem variedade de sobra.

Pra começar, não apenas o “macaco mór” Donkey Kong pode ser controlado pelo personagem, ele tem um companheiro de aventuras, Diddy Kong. A opção entre um ou outro é determinante crucial em algumas partes do game, devido às peculiaridades de cada um: Donkey Kong é maior e mais forte, entretanto é mais lento e pesado para os saltos; Diddy Kong apesar de ser bem mais fraco e pequeno, tem velocidade e agilidade de sobra. Cada fase de Donkey Kong é um show a parte, indo de áreas abertas a construções de madeira e fases aquáticas, uma mais bem feita e interativa que a outra.

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Relembrando mais uma vez a boa época dos Beat´n Up da Capcom, trazendo a vocês a análise do game Knights of the Round, um dos meus jogos preferidos da época em questão.

Excalibur!”

Como o próprio nome do game sugere, e o subtítulo aqui em cima explicita, Knights of the Round é um game sobre o Rei Arthur e seus Cavaleiros, mais conhecidos como os Cavaleiros da Távola Redonda.

Knights of the Round não segue a história original. No game, assim que Arthur retira Excalibur da pedra, já adulto, Merlim dá a ele uma missão: encontrar o Cálice Sagrado para que o mesmo não caia em mãos erradas, uma vez que, o Cálice é um artefato com poderes terríveis caso esteja em tais mãos.

Como o usual, já era tarde demais, o temível rei Garibaldi já o possuía. Cabe então a Arthur, e seu dois companheiros escolhidos para essa missão, Lancelot e Perceval, derrotarem Garibaldi para resgatar o Cálice Sagrado, e no processo salvar e unificar a Inglaterra.

Uma viajada legal na “histórica história”, mas nada ruim, em especial pelo fato de este ser um gameBeat´n Up de 1991, ou seja, quem se importa com a história?

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A long time ago in a galaxy far, far away…

Em uma época não tão distante assim, a LucasArts, junto com a Sculptured Software, lançavam em 1992 um dos maiores clássicos dos jogos de plataforma no Super Nintendo: “Super Star Wars”. Seria o primeiro, de três brilhantes games, baseados na trilogia original da saga “Star Wars”, que adaptavam de forma bastante competente a narrativa, a atmosfera, a música e toda a mitologia dos filmes, em um único (ou três se contar todos) cartucho de videogame. Sem dúvida uma das melhores conversões de filme para games (coisa que hoje em dia é bem difícil de se fazer).

“Super Star Wars” é na verdade um remake de “Star Wars”, jogo não muito conhecido lançado em 1991 para o NES e Master System, e para os portáteis Game Boy e Game Gear. Apesar do termo “Super” estar presente em 90% dos títulos do SNES (e muito deles de “super” não tinham nada), ele foi muito bem aplicado aqui, revelando ser um jogo bastante superior ao seu irmão 8 bits.

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Welcome to the jungle baby! Prepare to die!

Não vamos falar da famosa música do Guns n’ Roses (como sugere o título acima), mas sim de outro clássico dos videogames: “Jungle Strike”. O jogo, que foi lançado em 1993 originalmente para o Mega Drive pela Eletronic Arts (depois lançado para outros sistemas), é sequência do popular Desert Strike: Return to the Gulf, lançado um ano antes e que fez imenso sucesso. Para a época, o título original era totalmente inovador e oferecia uma experiência única e inesquecível para os jogadores dos anos 90.

E como toda boa sequência que se preze, “Jungle Strike” manteve todas as ótimas qualidades do primeiro, que misturava ação e estratégia na medida certa, investindo agora num visual mais arrojado, um maior número de fases e uma opção maior de veículos para pilotar – não é a toa que é considerado por muitos o melhor de toda a série (são cinco games no total). E falando em veículos militares de guerra, se no game anterior o jogador pilotava um helicóptero Apache, desta vez estará no comando do poderoso RAH-66 Comanche, considerado pelo exército americano como uma das melhores máquinas de guerra, sendo ele rápido, leve e potente. Além disso, é silencioso, difícil de detectar visualmente e praticamente invisível para o radar inimigo.

Já viu que o bicho vai pegar neste game não é? Pois então ligue os motores do seu helicóptero e varra a existência dos soldados inimigos desta selva e cumpra sua missão!

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Mickey Mouse e Pato Donald são sem dúvida os personagens mais conhecidos e adorados da Disney, tanto que os dois já estrelaram diversos games, especialmente na época dos 8 e 16 bits. Porém em 1993, a Capcom escolheu um personagem não tão famoso para estrelar o seu jogo para Super Nintendo. Era o atrapalhado cachorro Pateta, e seu filho de 11 anos, Max, que estreavam o ótimo “Goof Troop”.

O título na verdade é baseado no desenho homônimo da Disney, lançado em 1992 para a alegria da criançada (e mais conhecido por aqui como “A Turma do Pateta”). O jogo foi produzido pela Capcom, nome que já garante a sua boa qualidade. O diretor foi Shinji Mikami, e se esse nome não lhe é estranho, é porque o figura aí é mais conhecido por ser o criador da renomada série “Resident Evil”. Mas antes de se aventurar no mundo dos zumbis e carnificina, Mikami apresentou um jogo bastante alegre e divertido, que fugia do estilo plataforma (padrão para os jogos Disney da época), com uma perspectiva aérea ao melhor estilo de Zelda de ser e cheio de quebra-cabeças pelo caminho. Relembre ou conheça este clássico do SNES com a nossa análise de hoje.

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Os anos 90 foram marcados pela batalha dos consoles Mega Drive vs Super Nintendo, mas quem saiu ganhando foram os jogadores, que recebiam jogos cada vez melhores em seu videogame favorito. Um desses games foi o revolucionário “Star Fox”, lançado em 1993 e que usava o chip Super FX, que dava uma “turbinada” nos gráficos do SNES, permitindo cenários poligonais 3D como nunca visto antes num console caseiro.

Além do super chip, o jogo contava com o nome mágico de Shigeru Miyamoto em sua produção, o que garantia a sua alta qualidade. Claro que na época, ele impressionou o mundo todo e quebrou barreiras a apresentar uma tendência que iria dominar na geração seguinte: os gráficos poligonais (liderados por games como Virtua Racing, Virtua Fighter e Tekken).

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“Avante, Vingadores!”

O tão aguardado filme dos Vingadores já estreou nos cinemas, e agora os fãs podem curtir a aventura em seus videogames com o jogo oficial… opa, pera aí…. não tem jogo oficial dos Vingadores! Pois é, esse foi um projeto que não foi “avante” e acabou sendo cancelado pela THQ, que estava produzindo o título.

Claro que provavelmente a Marvel vai lançar alguma coisa logo para ganhar uma grana em cima e aproveitar o sucesso do blockbuster. Mas enquanto isso não acontece, vamos relembrar o clássico game da super equipe: “Captain America and the Avengers” (que também está presente no nosso Top 10 Games de Super-Heróis).

O jogo foi originalmente lançado para arcades em 1991 pela saudosa Data East, e logo ganhou versões caseiras para o Mega Drive e Super Nintendo. O arcade, para a época, não se destacava entre outros lançamentos das concorrentes. Tinha gráficos bem simples e personagens pequenos na tela, numa época em que a onda era fazer os personagens o maior e mais detalhado possível (coisa que começou com “Final Fight” da Capcom).

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Se você tinha um Super Nintendo ou um Mega Drive em meados dos anos 90 certamente deve se lembrar de “Rock n’ Roll Racing” (RRR), jogo de corrida lançado pela Silicon & Synapse (hoje mais conhecida como Blizzard Entertainment). Bem antes do surgimento de “Guitar Hero”, RRR se destacou no mercado por apresentar em sua trilha sonora clássicos do rock ‘n roll licenciados para uso no game. Certamente muitos rockeiros por aí ouviram os seus primeiros solos de guitarra ao som de Deep Purple ou Black Sabbath na trilha sonora deste game.

Mas claro que o jogo não consistia apenas das músicas, ele era muito divertido e viciante, principalmente por não se tratar de um jogo convencional de corrida. Aqui você pode jogar sujo, tirar os seus adversários para fora da pista, ou até mesmo mandá-los para os ares em mil pedacinhos, com tiros e bombas voando para todo o lado. Se jogado no modo para dois jogadores então, pode esquecer a corrida, pois cada jogador vai querer apenas ferrar com o amigo (eu quando estava na frente, ficava parado numa curva só esperando meu colega retardatário passar para eu mandar um míssel nele!).

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“F-Zero” sem dúvida foi um marco na história dos videogames. Lembro de ter me impressionado muito mais com ele do que com “Super Mario World”, quando do lançamento do Super Nintendo lá no início dos anos 90. Isso porque ele demonstrava realmente do que o console era capaz de realizar com a sua então revolucionária tecnologia batizada de “Mode 7” (e além disso era mais uma produção do mestre Shigeru Miyamoto).

Junto com o famoso Top Gear, é um dos melhores games de corrida no console. E não são corridas quaisquer, mas sim disputas espaciais futuristas (um dos primeiros a apresentar essa novidade para o gênero). Os “carros” aqui são os hovercars, veículos que se elevam a alguma distância do chão através da tecnologia de repulsão (e que você já deve ter visto em alguns filmes de ficção científica por aí).

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