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 *análise escrita no lançamento do game

Resonance of Fate (End of Destiny no Japão) é a nova aposta da produtora Tri-Ace (responsável por sucessos como Star Ocean, Valkyrie Profile e o não tão memorável Infinite Undiscovery) no estilo clássico de RPG oriental.

Para tanto resolveu deixar sua parceira de costume, a Square-Enix, de lado e colocou a Sega responsável pela distribuição do game (em sua primeira parceria na história). Lançado para PlayStation 3 Xbox 360 e dirigido por Takayuki Suguro, que já trabalhou nos games Valkyrie Profile 2, Final Fantasy Tactics e Vangrant Story.

O título em japonês é uma referência à uma obra do escritor de ficção científica Isaac Asimov (grande mestre do scifi), conhecido por aqui como “O Fim da Eternidade”, que fala sobre viagem no tempo, paradoxos temporais e engenharia social (uma adaptação para os cinemas está sendo cogitada atualmente).

Mas então o game tem alguma coisa a ver com viagens no tempo? Na verdade não, mas a história se baseia em elementos scifi, mostrando uma Terra do futuro pós-apocalíptica, com uma história bastante original, personagens armados com artilharia pesada, gráficos estilizados e batalhas com cenas à la Hollywood. Não que isso (mostrar um mundo a beira de destruição, proteção do planeta, blá blá blá) já não tenha sido feito antes (né Final Fantasy VI e VII), mas isso não quer dizer que o título não tenha os seus méritos.

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 * análise escrita no lançamento do game

Independentemente se você gostou ou não de “Infinite Undiscovery”, o título já deixa sua marca na indústria, especialmente para os fãs do Xbox 360. O motivo disso é o de Infinite Undiscovery ser uma tentativa da Microsoft de consolidar o seu console no exigente mercado japonês de RPGs. Para isso o game conta com nomes de peso em sua produção, como a gigante dos RPGs e dona de Final Fantasy, Square-Enix e a celebrada Tri-Ace, responsável de fenomenais sucessos como “Star Ocean”, “Valkyrie Profile” e a série Tales Of.

“Infinite Undiscovery” é um jogo exclusivo para a plataforma da Microsoft, certamente uma estratégia que irá agradar mais aos fãs ocidentais do aparelho do que os nipônicos. Apesar disso, as vendas do game no Japão foram muito boas, vendendo em torno de 80 mil unidades em seu lançamento, o que já representa uma das melhores estreias de um jogo para o console na região.

Mas será que, mesmo com todo esse apoio dos peso-pesados do mundo dos RPGs, Infinite Undiscovery está à altura de grandes nomes como Star Ocean e Final Fantasy? Uma coisa eu digo, está longe de ser um jogo ruim, mas tão pouco de se tornar um novo clássico também.

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