Posts com Tag ‘Yuzo Koshiro’

Trilha do Dia!

Publicado: 24/07/2014 por Eduardo Farnezi em Artigos
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importancia-da-musica-nos-gamesJá deixei aqui em um no “Trilha da Semana”, toda a trilha sonora daquela que é considerada a obra prima de Yuzo Koshiro: Streets of Rage 2.

Entretanto, no primeiro game da série o mestre japonês da dance music dos anos 80 e 90 já arrebentava nesse setor. A trilha sonora de Streets of Rage não só é uma das melhores do Mega Drive, como o é de todo o período de 16 bits.

Não vou deixar toda a trilha nesse momento, afinal acabei de deixar a de Streets of Rage 2. Assim sendo, deixarei nesse “Trilha do Dia” dessa quinta-feira, minha música favorita de Streets of Rage: Attack of the Barbarian.

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Trilha da Semana!

Publicado: 17/07/2014 por Eduardo Farnezi em Artigos
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Game Music 2O que dizer quando um game que é referência de uma geração inteira e, ainda assim, o grande destaque dentre os envolvidos na produção do mesmo é o compositor musical?

Poucos compositores no mundo do entretenimento eletrônico podem se gabar de possuírem em um projeto tanta importância quanto o produtor, ou mesmo a própria produtora. Nos anos 90 um desses compositores foi Yuzo Koshiro.

Um verdadeiro mago da música eletrônica, Yuzo Koshiro possui notáveis trabalhos em inúmeros games da Sega, no período em que as atenções da gigante japonesa estavam voltados exclusivamente para o Mega Drive.

Mesmo com o fraco chip de som do console, Koshiro conseguiu realizar proezas como as OSTs de Shinobi e ActRiser 2, por exemplo.

Apesar dos diversos trabalhos realizados por Yuzo Koshiro, por certo os principais foram os que envolveram a série Streets of Rage. No primeiro game da série, seu nome já estampa no menu inicial. Não por menos, pois a trilha sonora é arrepiante.

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Trilha do Dia!

Publicado: 16/07/2014 por Eduardo Farnezi em Artigos
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Game Music 2Um dos maiores games de ninja da história é The Revenge of Shinobi. No game, Joe Musashi (que nas versões do Mega Drive era a cara do Sonny Chiba) tem de salvar sua noiva e honrar o nome de seu clã, derrotando a organização criminosa Neo Zeed.

Eu sei, a história é terrivelmente ruim. É puro “filme B”dos anos 80.

Independentemente de o quanto a história é deslocada para um game de ninja, o gameplay, altíssima dificuldade, a “fodidisse” ninja do protagonista e a trilha sonora cima da média viciaram jogadores mundo afora.

A OST do game foi composta por ninguém menos que Yuzo Koshiro, o mestre dos mestres em domar o fraco chip de som do Mega Drive.

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yuzo-koshiro

Yuzo Koshiro é um dos grandes nomes da música para videogames. Se você é da época do Mega Drive com certeza deve se lembrar de clássicos como “The Revenge of Shinobi” e “Streets of Rage“, e curiosamente em ambos os jogos, na tela título, possuíam o nome de Yuzo Koshiro, um feito até então inédito na indústria de videogames e até mesmo hoje em dia um privilégio para poucos (eu mesmo me lembro apenas de Nobuo Uematsu com tal privilégio e agora mais recentemente Motoi Sakuraba).

Esse compositor que surpreendeu os proprietários de um Mega Drive (e a própria Sega) foi o primeiro a receber reconhecimento internacional, devido a seu talento único de extrair grandes composições e melodias dos consoles de videogame. Suas músicas eram sempre um diferencial de qualidade para os jogos e com certeza persuadiram muitos gamemaníacos a compra-los apenas para ouvir as fantásticas composições. Saiba aqui tudo sobre esse mestre das trilhas sonoras de games, que virou lenda nos games da Sega, sua vida, sua carreira e seu sumiço.

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– Joe Musashi em um dos melhores games sobre ninja da era 16 Bits –

O Mega Drive teve inúmeros games que caíram nas graças do público e crítica, tornando-se verdadeiros clássicos que serão lembrados por muitos e muitos anos. 1989 foi um ano bom para quem tinha o console da Sega, fomos presenteados com Golden Axe, Mickey Mouse Castle of Illusion  e mais um jogo entraria nesta seleção campeã: Shinobi. A indústria de videogames dava os seus primeiros passos para a era dos 16 Bits da melhor forma possível. A série Shinobi rendeu jogos inesquecíveis para o Mega Drive, como Shadow Dancer e Shinobi 3. Mas foi com o primeiro game que o ninja Joe Musashi ganhou o mundo, The Revenge of Shinobi (ou Super Shinobi no Japão) viria dos arcades para a consagração dos gamemaníacos, no melhor jogo de ninjas que já existiu (esqueçam Ninja Gaiden e Tartarugas Ninja).

Em 1989 o game seria lançado, com uma história inédita dando continuidade às aventuras do ninja que já haviam sido mostrado em outros games para arcade e Master System. Além da ótima qualidade do jogo, tanto visual e sonora, equivalendo-se aos arcades da época, rapidamente virou um grande sucesso e era uma boa razão para se comprar um Mega Drive. Shinobi se tornaria um clássico dos 16 Bits, apresentando gráficos detalhados, personagens de grande tamanho na tela e uma trilha sonora que ficou na história. (mais…)

Ruas de Fúria


Grande clássico e legendário jogo da Sega, o primeiro Streets of Rage marcou centenas de jogadores da época como um dos melhores Beat-’Em-Up de todos os tempos. Bom, isso até sair em 1992 (um ano muito bom para Sega, Sonic 2, Ecco, Thunder Force IV, entre outros) a sua continuação, Streets of Rage 2. Agora imagine tudo de bom que o jogo anterior tinha… pensou? Agora multiplique por 2 e você terá SoR2. Tudo que havia de bom no jogo original foi trazido de volta, só que muito melhor! Há mais personagens, eles são maiores na tela, há mais fases e uma jornada maior, há mais inimigos, mais golpes, mais músicas detonantes de Yuzo Koshiro e claro, a Blaze mais gostosa do que nunca!

Qualquer um que tivesse um Mega Drive era obrigatório ter esse jogo em sua coleção, coisa imperdoável se não o tivesse. Sem dúvida nenhuma a Sega atingiu a perfeição dos Beat-’Em-Up com Streets of Rage 2, esqueçam Final Fight, Double Dragon, ou qualquer outra dessas coisas aí. Streets of Rage 2 é uma verdadeira pérola que merece ser jogado muitas e muitas vezes. (mais…)

– um fantástico jogo de RPG/Ação da era 16 Bits –

Temos mais um RPG “old school” chegando aqui nas páginas do Canto Gamer, e o escolhido é o formidável Beyond Oasis (também conhecido como The Story of Thor).

As análises de RPGs antigos (especialmente os da era 16 Bits) sempre são muito bem-vindas, pois vamo ser sinceros…. naquele tempo é que se sabia fazer bons RPGs de verdade, em que o mais importante era o fator diversão. Os RPGs de hoje em dia se perderam em algum lugar na evolução dos consoles (claro, temos algumas excessões). Felizmente temos o passado glorioso de videogames como o Super Nintendo e o Mega Drive para nos lembrar de uma época melhor (ou para aqueles mais novos ficarem conhecendo).

Sem dúvida nenhuma, o Super Nintendo era o REI dos RPGs, com uma vasta biblioteca que viraram grandes clássicos na história. Mas o Mega Drive também possuia algumas excelentes opções, como a série Phantasy Star (leia aqui análise), a série Shining Force e games isolados como Arcus Odyssey (leia análise) e o maravilhoso Landstalker (leia análise).

No final de 1994, época em que os 16 Bits começavam sua decadência, sairia para o Mega Drive mais um RPG genial: Beyond Oasis. Ele não era apenas mais um RPG, mas sim um jogo com inovações bem interessantes, com um estilo que misturava jogos como Aladdin (leia análise), Landstalker, com uma pitada de Streets of Rage (leia análise). (mais…)

Certamente um dos maiores clássicos que o Mega Drive tem em sua biblioteca de jogos é o game de pancadaria “Streets of Rage” (Bare Knuckle no original em japonês). Nove entre dez jogadores que tinham o console negro da Sega devem se lembrar do trio Axel, Adam e da gatíssima Blaze quebrando pau nas ruas da cidade para derrotar um sindicato criminoso que está aterrorizando a todos.

A história não prima pela originalidade, mas cumpre o seu papel em um game de beat’m up e tem um desenrolar bastante bom durante o jogo. A introdução nos mostra que uma cidade qualquer (não especifica o nome) já foi um lugar feliz e tranquilo, até que um dia uma poderosa organização criminosa tomou conta do lugar. O líder deste sindicato conseguiu se manter no anonimato, e de longe controla o governo e até mesmo a polícia corrupta da cidade. Logo a violência e destruição se espalharam e ninguém mais está seguro nas ruas da cidade. (mais…)